terça-feira, 30 de setembro de 2008

SLIPKNOT - ALL HOPE IS GONE (2008, RoadRunner)
Os Slipknot são daqueles grupos que são produtos de um tempo ou dos tempos. Dificilmente se podem caracterizar como uma banda cujo legado fique eternamente delineado nos anais da história da Música. Talvez nos lembremos deles como um tempo no nosso passado adolescente em que vivíamos uma adrenalina descontrolada. Contudo, para muitos jovens os Slpknot são uma instuitção, e cada cabeça sua sentença. Infelizmente, tenho pés de barro e, apesar de não ser «aquela» banda para mim, ouvi-os muitas vezes e o seu ruído estilo «All Hell Breaks Loose».
Em 2008 os Slpknot dão sinais de algum amadurecimento e novamente manobras de mercado, puxando algum saudosismo, reflectindo no entanto um nu-metal transformado pela procura hoje existente por melhor técnica na música. Sobrevivcndo apenas ao grande talento de Joey Jordinson durante muito tempo, as Ibanez de Mick Thomson e Jim Root tanto em Gematria como em Sulfur, que dão a abertura ao cataclismo.Por falar nisso, os solos de guitarra são constantes em todas as faixas e algumas com brutais secções instrumentais, sustentados por uma brutal secção rítmica. Os riffs pesados e trepidantes permanecem e, talvez por isso, os Slipknot ainda são vistos com bastante apreço por alguma elite dentro do metal e tenham sobrevivido à decadência do nu-metal, abdicando de alguns traços que lhes eram caracterísitcos.
Nem todas as mudanças são positivas, porque os contributos de Corey Taylor são exactamente aquilo que se esperava ou até, em algumas músicas, considerados um pouco amaricados, veja-se a esquizofrénica «Psycossocial».
O regresso dos Slipknot é tudo menos inocente e, menos não se esperaria, quando uma banda implementa uma forte mensagem de culto agressivo e quase satânico, retirando influências das tendências dramáticas e teatrais de Alice Cooper. E a renovação do guarda-roupa só reforça essa façanha. Não deixa de haver algumas baladas à Slipknot com uma velocidade de atropelar alguém, mas também não é isso que os Slipknot propõem, porque eles são a verdadeira atitude do hard-core metal só que com uma atitude mainstream, por isso não pode haver espaço para mariquices e baladinhas. Todo o som é concebido para andar à porrada, mas ao fim irrita um pouco sempre a mesma afinação da guitarra, sendo muito pouco versáteis e os riffs muito pouco diferentes, assim como a secção rítimica, muito boa, mas muito monótona. Tirando Dead Memories, o resto das músicas são quase idênticas. Não se nota nenhuma diferença entre Vendetta e Butcher's Hook, a não ser as oitavas acima de Corey ente o refrão, que é quase patético. Mais valia ficar apenas a berrar.
Os Slipknot sairam-se mal em não livrar dos Dj's que ao fim destes anos todos ainda não percebi o que estão lá a fazer. Talvez para suavizar o ruído.

1 comentário:

Anónimo disse...

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