OPTIMUS ALIVE'09, PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS 10 DE JULHO DE 2009
Depois de ter dormido apenas 3 horas, e ter aguentado 9 horas de trabalho (ossos do ofício, poder-se-á dizer, mas não custou muito) lá fui fatifgado das pernas para um 2º dia de festival. Maldito solo de cascalho e gravilha. Deveria ter feito uma segunda reclamação só porque o nosso amigo Covões não se lembra dos espectadores, apenas dos cifrões.Quando chegámos ao recinto já decorria Eagles of Death Metal e o seu heavy rock a billy. Cpm muito bom entusiasmo por parte de Jesse «The Devil» Hughes, mas sem o seu colega Josh Homme, que delegou ao seu amigo de Queens of The Stone Age as reponsabilidades da percussão. Pelo nome vê-se logo as afinidades tão próximas entre as bandas. Depois de encerrado este maravilhoso concerto, chega a hora de irmos visitar o que se passa na zona da restauração e passar um pouco pelo palco Optimus Discus, cujo som precisava de rebentar para que não se pudesse ouvir o que se passava no paloc principal. does it offend you, Yeah? parecia uma grande promessa mas desligámos e voltámos para o palco principal, para ver a banda dos confins do universo. Com Karkov fora de cena, o novo vocalista viu-se a braços com a tarefa de ter de ser mai Karkov que o próprio Karkov, mas como o tempo veio a revelar, o melhor é não ser ninguém, e é uma tarefa complicada uma vez que Karkov é um daqueles vocalistas dificeís de substituir, porque marcou um género de fronte da banda.
Notou-se um arrojamento desmesurado das vestimentas e indumentárias do
grupo, armados cada vez mais em divindades descidas à terra. Porém, o som manteve-se bom e a capcidade de remisturarem sons tanto tribais como electrónicos dá-lhes uma marca própria e um carisma evolutivo musical, quase de estado superior, assim como bazófia maior. Mind at Large foi estudado e divulgado pela voz de Agostinho da silva, e Start to Move foi logo o mote de partida, mas também houve tempo para Sound in Light/Light in Sound com Battle of tribes assim como os já clássicos Blasted Empire de Avatara e Nadabrovitchka de Namaste.
grupo, armados cada vez mais em divindades descidas à terra. Porém, o som manteve-se bom e a capcidade de remisturarem sons tanto tribais como electrónicos dá-lhes uma marca própria e um carisma evolutivo musical, quase de estado superior, assim como bazófia maior. Mind at Large foi estudado e divulgado pela voz de Agostinho da silva, e Start to Move foi logo o mote de partida, mas também houve tempo para Sound in Light/Light in Sound com Battle of tribes assim como os já clássicos Blasted Empire de Avatara e Nadabrovitchka de Namaste.A aguardar Placebo ficámos até 22:45 e com pontualidade haviam os londrinos ambíguos de abrir a festa com o novo álbum em força. Tomaram de assalto com Kitty Litter, Ashtray Heart, Battle for the sun e What It's Worth. apenas conhecia bem o novo álbum , peo que o resto do concerto andei um pouco à deriva menos nos grandes temas. O som , estava nítido e pujante, mas instrumentalmente depcionaram-me com um conjunto completo de músicos, muito acima do simples trio que costumavam compor. Mas quem queria história, os Placebo enviar-nos-iam Every You Every Me, Never ending Why e mais para o fim, a roqueira Bitter End e Taste in Men, tudo com poucas faladuras, sempre a despejar som.
Mas estava tudo à espar era do Big Beat e dos pirómanos dos Prodigy. Ainda nem um ano tinha feito desde que tinham vindo a Portugal, os Prodigy sabem que são potência ao vivo e que têm bastantes fãs em Portugal. e começaram bem. Logo a seguir a World's On Fire, veio Breathe, para aquecer nas palavras de Maxim. Para soltar a anarquia veio Their Law, um dos melhores temas electrónicos pesados. Bastou Music for The Jilted Generation e Fat of the Land serem revisitados para que todo o inferno viesse ao de cima. Mas não acabou. Com Invader's Must Die, como cartão de visita, Omen não +podia deixar de ser um dos singles mais fortes a serem ecoados pela ribeira do Tejo como se já fosse um clássico. E também a estreante Run with The Wolves. Mas o pessoal clmava mais músicas batidas, por isso veiram Firestarter e Vodoo people sempre com so dois frontmen a exigirem a adrenalina e o suor de todo o público, Para o encore ficou mais estreias com Invasion's Must Die, e Take me to Teh Hospital, tudo do novo álbum, Mas como não podia ser, tinha de haver mais presença do Fat of Th Land com Diesel Power e Smack My Bitch Up. Direi em poucas palavras que o dia 10 foi bom. Direi em poucas palavras que o dia 10 foi bom enquanto durou.


do. Foi isso que fizeram em Death Magnetic, um álbum com distorções de rajada, sujo, negro, puro trash, dos melhores que há. Com aberturas instrumentais, solos duplos, tudo e mais alguma coisa. Só que só tocaram 4 músicas, o resto foi para o passado, que já ouvimos milhentas vezes. Quantas vezes já não ouvimos Seek and Destroy. É um clássico, mas é o oposto de A Corrida para o Ouro de Morricone, tem que sempre acabr da mesma maneira. Mesmo assim, foi bom ouvir as grandes malhas como One, Fade to Black, For Whom the Bell Tolls, e milésima vez para Master of Puppets, Enter Sandman e Nothin Else Matters. Vá lá, vós tenhais muitos mais músicas.


Foi assim que surgiram os Wraygunn, o seu maior e mais célebre projecto, com especial reconhecimento no estrangeiro. Para isso o nosso próprio Jack White aliou-se a um dos maiores talentos musicais nacionais, a Raquel Ralha e ao competente Sérgio Cardoso, para fazer em termos de composição o oposto do seu projecto a solo. Uma banda plenamente composta, com percussão, teclas e set completo de bateria. Apesar de recentes contam já com 4 álbuns e dois reverenciados trunfos na manga: Eclesiastes 1.11 e Shangri-la. 

