Com grande estrondo e aparato mediático os U2 entram em 2009. Se tocar no dia anterior à tomada de posse de Obama, em plenoa Lincoln Memorial foi inédito, então a platina logo no dia de estreia do álbum, com controlo de fugas para a net, foi o golpe comercial do ano. quarta-feira, 4 de março de 2009
Com grande estrondo e aparato mediático os U2 entram em 2009. Se tocar no dia anterior à tomada de posse de Obama, em plenoa Lincoln Memorial foi inédito, então a platina logo no dia de estreia do álbum, com controlo de fugas para a net, foi o golpe comercial do ano. segunda-feira, 2 de março de 2009
Estava indeciso que estreia comentar primeiro. Claramente, os Mastodon precedem sobre os U2 que fizeram estrondo na abertura e na espera aguardada como se de algum livro dpo Harry Potter se tratasse. Inclusive alguns maníacos faltam ao trabalho para passarem o dia a ouvir um disco que me parece decepcionante e fraquinho, aliás como a banda tem sido desde algum tempo para cá.domingo, 1 de março de 2009
Ontem rompi a minha longa relação de ausência com uma sala de cinema. Embora o meu interesse se mantivesse vivo, a impossibilidade deregressar a um bom sofá numa sala escura foi impossível. Não era o filme que mais esperava ver, dentro do leque de bons filmes que se estreavam no cinema. Até porque me mantenho um pouco à margem do mito Woddy Allen, cujo fétiche por loiras é explicito. 
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Os holandeses são um país menos provável onde víssemos crescer uma banda de rock. Se calhar, o facto dos Within Tempation passarem mais por uns Evanescence escandinavosmuito ranhosos, e Ayreon ser um guru musical do death metal progressivo, um Nick Cave nórdico se se quiser afasta a possibilidade de considerarmos os Focus como um banda progressiva. Mas sejamos justos, os holandeses são os arianos mais abertos que existem. Eles são as ovelhas tresmalhadas da pureza racial. Tudo está bem, desde que eu possa colher tulipas e fumar charros no café.segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Só quem não sabe como funciona a mecânica da atribuição dos prémios da Academia Americana de Belas-Artes e Cinema, não compreende como certos prémios podem ser atribuídos. Para além da influência dos sindicatos e das produtoras/estúdios cinematográficos na tribuição dos prémios por um sistema de voto muito duvidoso, o factor carreira e várias vezes nomeado para aquela categoria tem muita influência hoje em dia. Se antes conseguíamos perceber como um filme como Apocalypse Now fora apenas nomeado para categorias secundárias, hoje ficamos a duvidar como Kate Winslet poderá ter recebido, após tantas nomeações, ou se Heath Ledger não tivesse falecido, teria recebido o galardão da mesma forma. Mais longe poderíamos imaginar como os épicos hoje em dia estão completamente afastados do cenário e dos prémios.....Melhor Realizador - Repetiu o feito, que já tem sido comum desde há alguns anos a esta parte, cumular melhor filme com melhor realizador. Danny Boyle conquistou o melhor prémio da carreira, embora que por este ponto de vista, em termos de carreira, não é tão boa quanto a de David Fincher, na minha opinião. O que torna este prémio mais merecido, pois a técnica que ele desenvolveu, em especial neste filme foi espantosa. O realismo e a captação de cenas únicas, o realizador de Trainspotting conseguiu converter os fundos comunitários num sucesso.
Melhor Actor - Também tem sido frequente, há algum tempo não cumular os actores com o filme, ou a realização e a parte técnica. Hoje, parece que propositadamente, se quer abranger os prémios o mais possível, para poder galardoar vários projectos. Sean Penn reforça a sua posição, e mostra-se nitidamente alguma timidez em premiar o mérito de alguns actores como Mickey Rourke que está afastado da imagem de prestígio hollywoodesca e que bem merecia este Óscar, assim como algum acompanhamento das correntes políticas em Washington. Fica a dúvida se McCain ou um outro repúblicano mais conservador estivesse no poder, poderia o resultado ser diferente. Fica aqui os parabén ao actor Frank Lagellan pelo seu papél de Richard Nixon, ao qual também seria bem atribuído o melhor prémio e alguma decepção, penso eu, pelo afastamento de Brad Pitt, que demonstra um amadurecimento e cada vez melhor na representação.
Melhor Actriz - Kate Winslet recebe assim o prémio pela sua carreira. Provavelmente nem terá sido a sua melhor actuação, mas merecia-o em anteriores actuações. Meryl Streep fica afastada e mantém o record de nomeações, porque é uma actriz extraordinária. Concordo também que talvez o prémio devesse ter sido entregue a Angelina Jolie, que reflecte muito melhor o drama de Eastwood, A Troca. Papél bem mais dificíl que o de O Leitor.
Melhor Actor Secundário - Fica assim entregue a Heath Ledger o prémio, que se aproxima bem mais da homeangem, que outra coisa. Era um jovem com talento, sem dúvida. Mas fica a dúvida: se Heath Ledger estivesse vivo, teria o resultado sido diferente? Se sim, é melhor os actores cometerem suicído, para se tornarem num Rembrandt, ou Van Gogh. Josh Brolin também esteve muito bem.
Melhor Actriz Secundária - Espanha é um país que supreende tudo e todos. Cada vez mais, seja no desporto, na taxa de desemprego, ou no cinema. Lá tinha que a Penélope falar um pouco de castelhano para não destoar. Penso que A Dúvida é um filme bastante interessante, e que Amy Adams e Viola Davis poderiam ter tido outros créditos. Mas hoje já ninguém quer martelar na religião. Estamos todos no lado direito de Deus.
Ainda que não muito flagrantes, os Óscares manifestam-se cada vez mais prémios de tendência re de acordo com os cartéis de cinema e os sindicatos de voto existentes em Hollywood. Mas este ano a produção musical foi mutio boa, e o Melhor Filme Estrangeiro foi uma surpresa com Departures de Yojiro Takita, categoria que tem ficado um pouco nas sombras. Melhor Filme de Animação só podia ser WALL.E. De resto, são categorias interessantes, mas não proeminentes. Seria bom que os Óscares perdessem um pouco a importância e dessem lugar de destaque a outros Prémiso como a Palma d' Ouro ou urso de Ouro, ainda só atribuídos ao cinema alternativo.