Jemaine Clement e Bret McKenzie também conhecidos por HipHopopopatamus e Rhymenocerous são os Flight of the Conchords o 4º duo folk mais célebre da Nova Zelândia. curioso que ninguém conhece os 3 primeiros.quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Jemaine Clement e Bret McKenzie também conhecidos por HipHopopopatamus e Rhymenocerous são os Flight of the Conchords o 4º duo folk mais célebre da Nova Zelândia. curioso que ninguém conhece os 3 primeiros.quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Viagem aos anos 80#1 - Rick Astley
Lembram-se dauqleas músicas que ficam assustadoramente na cabeça e nunca nos conseguimos lembrar do intérprete. Ora aqui está um desses casos..... Merda dos anos 80, fo**-se
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Os Slipknot são daqueles grupos que são produtos de um tempo ou dos tempos. Dificilmente se podem caracterizar como uma banda cujo legado fique eternamente delineado nos anais da história da Música. Talvez nos lembremos deles como um tempo no nosso passado adolescente em que vivíamos uma adrenalina descontrolada. Contudo, para muitos jovens os Slpknot são uma instuitção, e cada cabeça sua sentença. Infelizmente, tenho pés de barro e, apesar de não ser «aquela» banda para mim, ouvi-os muitas vezes e o seu ruído estilo «All Hell Breaks Loose».segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Depois de uma primeira temporada para rasgar alguns preconceitos, a show Time desencadeou assim o seu processo em cadeia de concorrência à já poderosa no mercado HBO da TimeWarner. Torna-se cada vez mais dificíl inovar nestes segmentos artísticos, sobretudo quando o mercado está tão massificado com o interesse dos consumidores, e os actores à procura de papéis cada vez mais relevantes e interessantes. Uma vez que a indústria de cinema que aposta mais e mais nos efeitos especiais e cenas de acção e menos na representação.
Tratando-se de um refúgio tanto para actores como para guionistas, as séries são pano de fundo para muitas vezes e, sobretudo no panorama anglo-saxónico, se fazer um retrato social muitas vezes impossível no cinema. Weed é um desses casos, e nem sempre agradável de se ver por ser tão cru e mordaz e para além de qualquer tipo de censura. E com uma boa dose de humor, às vezes negro demais. Nancy desta vez vê-se a par com o problema de ter de sustentar a sua família, recorrendo à produção e trafego ilicíto de derivados marijuana e com todas as implicações que daí advêm. Já para não contar com os episódios caricatos que vão ocorrendo pelo caminho, servindo-se da sua ousadia e sedução para conseguoir os seus propósitos egoístas. Infelizmente ocorre que estas mudanças têm um enorme impacto na sua personalidade, tornando-a áspera. Andy seu irmão continua a enfrentar algumas adversidades oriundas da sua sexualidade obscura. Principalmente quando se vê obrigado a ingressar no exército ou a voltar aos seus dotes de cozinha para actores porno. Para não falar do escândalo Acquaculture, que leva Sullivan Groff (Mattew Modine) à quase bancarrota.
Esta intensa procura pelas séries de televisão, fez com que se apostasse fortemente na aproximação visual, e no extremo detalhe fotográfico, assim como na banda sonora. Todos estes detalhes não foram negligenciados pela produção, que em Erva têm contronos especiais. Por vezes a trama não é tão nitída quanto os detalhes técnicos, acabando em pontas desprendidas do resto do «novelo da história» que compõe a série. Exemplo do caso Acquaculture que acabou em ruína, para não parar a produção da folhinha mágica. Ou mesmo o caso que Nancy (Mary-Louise Parker) tem com o produtor de erva, Conrad Sheperd. Ou mesmo a hilariante história do marido de Celia Hodes (Elizabeth Perkins), a qual se vê a par com um problema inesperado de ter de o sustentar, bem perto do final da série. Já para não falar de uma cómica entrada na série de uma das irmã Olsen ou da actuação do mais novos dos filhos de Nancy, o carismático Shane que ingressa num colégio de Cristãos Ortodoxos. Erva é uma série que brilha não só pela informação politicamente incorrecta que fornece como também pelo seu brilhante humor negro.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Com o seu 9º álbum de estúdio, os Porcupine Tree continuam a manter a sua visão apocalíptica do futuro. Desta vez com um tema mais conciso, a crise da juventude e de uma geração que ele julga, e bem perdida. Depois de uma aproximação à «corrente mais popular» com álbuns muito bem construídos - In Absentia e Deadwing. Os Porcupine Tree aproximam-se agora dos clássicos álbuns progressivos, tanto em construcção como em concepção. O álbum foca-se numa geração perdida, alineada, num estado de letargia, que aliás é muito caracterísitco de Wilson. Este álbum diverge muito de outros álbuns dos Tree porque a sua atitude é extremamente negativa, e a conceptualidade do álbum em volta do mesmo tema é notável. A faixa homónima representa a percepção própria, do eu, que acompanha todo o álbum, a visão do mundo através de um jovem vazio. A percepção negativa é muito similar à que Roger Waters inculcou em Animals, em,bora o tema seja ligeiramente diferente, ambos os álbuns são retratos da condição humana, e do seu lado mais negro. A esquizofrenia frenética dos Tree, é renderizada para texturas bem mais suaves e extensas, daí que ouçamos músicas mais homogéneas como Sleep Together, onde a voz de Wilson marca mais uma vez a sua originalidade, pausada, suva e limpída, bastante rlexiva, como um paciente na marquesa perante o psiquiatra.quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Os Fleet Foxes no seu álbum de estreia já têm um nome e um alcance quase inesperado,pelo que se denota algum revivalismo das melodias pastorais e um renscer da música folk que não ocorria desde os finais do anos 60. Penso que a culpa será, muito provavelmente dos Arcade Fire, que introduziram no rock um espiritualismo medievalista através de coros fortes, e efeitos transcendentes através dos teclados e dos violinos brilhatemente executados. Pois bem, os Fleet Foxes aproximam-se dessa vertente com um forte pendor vocal, muito cristalino e guitarras harmonizadas.