
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Dexter - 2ª Temporada

quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Quando pensamos na República da Irlanda a primeira coisa que nos vem à cabeça para além do Dia de St. Patrick, dos trevos da cerveja Guiness e tudo mais, em termos musicais lembramo-nos com certeza dos malfadados U2 e o seu pop-rock de mega sucesso mundial, e os Cranberries com o seu activismo político. Mas o cenário musical irlandês regride com grande valor alguns anos para lá dos anos 80 e da primazia dos U2. Se calhar, hoje, cada vez mais. Talvez em 1984, Phill Lynott nunca imaginaria que o seu trabalho seria apreciado pelos fãs do hard-rock e do metal como um Van Gogh. Phill Lynott é sem dúvida um mártire do rock e, ao contrário de alguns artistas, deixou-nos um grande legado. terça-feira, 9 de setembro de 2008
O nono álbum dos quarteto de São Francisco é, sem dúvida um dos álbuns mais aguardados desta década, até deste novo século. Provavelmente até mais, depois que St. Anger arruinou as expectativas dos fãs em 2004 com uma sonoridade ranhosa, fraquinha, pouco elaborada, nada que tenha que ver com os Metallica. Aí estamos de acordo. E Death Magnetic é aquilo que os «hard-core» fãs dos metallica esperam há anos, senão mesmo décadas com um toque de amadurecimento. E Death Magnetic é isso mesmo, uma atracção fatal para os fãs clássicos dos Metallica, vestidos de cabedal e pretos, com camisolas de Anthrax e Slayer à mistura. segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Festa do Avante - 5,6 e 7 de Setembro, Seixal

De novo a Festa voltou a surpeender-me, mostrando porque não é um centro comercial ao ar livre, e é sem dúvida umas das iniciativas mais emblemáticas no nosso país, superando o célbre centro comercial ao ar livre «Rock In Rio». Para além da música, que é excelente e desconhecida, a Festa do Avante leva um pouco de todo o nosso país, com as comissões regionais do partido a levarem um pouco da tradição das regiões ao subúrbio da península de Setúbal. Não conta apenas com excelente gastronomia (mesmo assim houve quem se rendesse às cadeias de comida rápida que com mau grado de ano para ano entram no recinto da Festa), mas vestuário, livros, debates, teatro e muita música, e participação de organismos internacionais comunistas.
Todos os anos a Festa parte com um tema, este ano era comemoração dos 160 anos do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels publicado em 1848. uma das grandes novidades era a noite de abertura com Ópera que, infelizmente, não ocorreu pela forte chuva que desabou na 6ª feira. Mas isso não desanimou os visitantes, pelo menos alguns que continuavam com algumas «bengalas» a deambular pelo recinto. E para o bem de muita gente, a Festa do Avante não é para os comunistas apenas, mas para todos aquelesque gostam de convívio e de boas iniciativas colectivas. Obviamente os visitantes não podem descurar propaganda e slogans que proliferam na Festa, e o habitual Comício de Domingo, mas isso é claramente ultrpassável para muito boa gente.
Felizmente a Organização do Partido não tem dinheiro para pagar grandes cachés aos artistas, por isso, esforçam-se por trazer grandes artistas portugueses e estrangeiros um pouco desconhecidos do grande público, com excepção de alguns portugueses. Ao fim de um tempo torna-se um bocado repetitivo, mas a Festa tem o seu ambiente próprio, de passo a redundância, festa. Deste modo, artistas como Xutos & Pontapés e Da Weasel, são prenseças anuais na Festa. Ao fim de umas edições cansam, outros não chgeam a cansar, porque ficam pela abstinência de audiência.
Claro que um dos pontos fortes da Festa é a habitual Carvalhesa, que abre e encerra as actuações no placo 25 de Abril. No Sábado acturam entre outros, Galandum Galandaina e Kum pania Algazarra. Foi memorável, também jantar Salda de Polvo a ouvir um tributo a Carlos Paredes no Palco da Zona de Setúbal. Ao fim da noite deu para ver Camané no Auditório 1º de Maio. Camané foi muito bom, e houve apelo, mesmo pelas camadas mais jovens. Já o último dia foi o fatídico encerramento, mas foi bom rever Wragyunn e Terrakota, os primeiros hão-de com certeza voltar com mais amor, para todos os camaradas.....
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Yes - Wonderous Stories
A banda que mais ouvi hoje, e que grandes histórias eles contaram das suas músicas e da grande voz de Jon Anderson e dos coros de Chris Squire. Com Steve Howe a tocar guitarra portuguesa, e o fabulosos teclados de Rick Wakeman.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Poucas são as bandas que se conseguem superar ao vivo, com bons e por vezes magníficos trabalhos de estúdio. Há casos de bandas que ficam lendárias com apenas álbuns ao vivo. Há, n0 entanto, para mim um grande momento na história da música moderna, em que os Pink Floyd se esmeraram por dar a todo um conceito, o seu máximo de teatricalidade. The Wall, na mente de Roger Waters foi concebido, como um álbum conceptual, um filme e um espectávculo ao vivo. Superando assim as óperas-rock dos Who, Tommy e Quadrophenia, que nunca tiveram uma representação musical caracterísitca, embora fossem tocadas ao vivo, na sua globalidade inúmeras vezes. segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Two Gallants - Os Franciscanos
Depois da surpresa de Paredes de Coura, começava o meu caminho para afinidade a uma banda, que cedo encantou. Two Gallants eram bem mais que uma revelação. O título do texto pode ser controverso, e aberrante, obvimanete para quem não conhece a banda. Mas para além de terem o carisma do facto de serem um dueto, têm a agradável caracterísitca de serem oriundos de uma cidade que há muito e durante anos foi uma meca da música juvenil. São Francisco no final dos anos 50 e início dos anos 60 era o destino de muitos peregrinos rebeldes, que se reviam numa luta pelo fim da opressão dos velhos costumes, e procuravam libertar-se, prematuramente, do jugo dos progenitores. Abrindo os seus horizontes através de drogas alucinogénicas, para as quais não era conhecido os seus verdadeiros efeitos. Contudo ajudaram a construir um íconicidade, que só agora pertence a uma década como a de 60.