
sendo um fã dos Jogos Olímpicos, e praticante de natação, não poderia passar ao lado deste grande atleta de todos os tempos que soma records atrás de records...

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dinário. Esta é pelo menos a minha abordagem pessoal. Obviamente o tratamento que o elenco dá um bom renome ao filme, mas não lhe dá um carácter monumental, como aconteceu em Batman Begins, que conseguiu superar bastante expectativas. Existe bastante acção demasiada acção, e algumas cenas parecem descaracterizadas, ou melhor descontextualizadas, por exemplo quando Joker tenta fazer com que Harvey Dent, o Duas Caras, deixe os seus pirncípios. Um homem na sua encruzilhada pessoal, falhando onde Bruce Wayne, coneguiu superar - a diferença entre justiça e a vindicta privada. 
cogumelos). Infelizmente Mars Volta teve de actuar mais cedo por questões de logística), e definitivamente eles eram a banda para fechar o dia. Começaram por visitar o novo álbum que estam a divulgar The Bedlam in Goliath, com Goliath e uma brutal jam de 30 minutos, em que Cedric Bixler-Zavala, apesar de assumir apenas os vocais, não parava em palco curtindo tanto ou mais o som que aqueles que estavam na plateia. Mas quem conhece Mars volta sabe que em palco, eles levam o significado improvisação ao máximo. Obivamente não se esqueceram do seu grande êxito The Widow, e pelo meio e apesar da música pujante dos Mars volta Cedric soube criticar aqueles levam o divertimento para a violência (fazendo crítica directa ao mosh), e em Viscera Eyes elevaram mais uma vez o puro experimentalismo e improvisação da banda ao máximo, com Omar Rodríguez-Lopez a demonstrar porque é um dos guitarristas mais respeitados da actualidade
s ao vivo da banda, porque estes não os permitiram. Contudo a noite não pertencia apenas aos Mars Volta. Os nossos acarinhados dEUS, voltaram a demonstrar porque são uma das bandas com maior suporte em Portugal. encantado pelo Pocket Revolution esperava que tocassem Nightshopping, mas infelzimente não o fizeram, mas o alinhamento foi brutal, com Instant Street e Roses, e também Bad Timing, e do Vantage Point The Architect e Slow. Acabaram prometendo o regresso já em Outubro deste ano.
ficou conhecida na altura. Apesar de não conhecer a sonoridade, os portugueses demonstraram-se criativos e conseguiram bastante apoio por parte do público.
seguiram-se os Lemonheads com o seu rock muito grunge britânico. Subiram já bem por volta da 00:00. Não tocaram o seu célebre cover de Simon & Garfunkl, Mrs. Robinson, mas tocaram célbres êxitos do seu reportório. Mas seria com música ambiental que o festival encerraria a cargo dos grande Thievery Corporation, e a su magia eléctronica. fica aqui um simbolismo da loucura do festival e um daqueles que deixa marcas no público português estrangeiro, especialmente apinhado de espanhóis.... que não sabem, naturalmente como comportar-se num festival e vêm para cá porque o nosso festival é mais barato que um dia dos deles, e bem melhor constituído....