
Cat Stevens é como os América o catalizador da música introspectiva e provavelemente foco de influência para tantos senhoras e senhores liricistas que pegam nas guitarras acústicas e fazem um abiente descontraído, reflexivo e ponderado onde a elevação do espírito e da mente é o verdadeiro propósito humano. sim Cat Stevens é o canta-autor.
Muitos dizem que a melhor maneira de conhecer um artista pela sua colectânea de mlhores êxitos. Não sei se isso é bem assim, mas não tenho argumentos para contrapôr. Tem, de facto, uma facilidade: o leigo consegue reconhecer mais fácilmente os êxitos e estimular o interesse que pode ter no trabalho do músico. E se Cat Stevens não tem êxitos. O melhores dos mlhores, a nata da nata está compilada neste pequeno álbum, que saem sempre por iniciativa das editoras para pomoverem os seus lucros, que, continuam em rota descendente se a estratégia não descer e depressa. Não é estranho que cada vez os cd's tenham um trabalho artísitco e uma elaboração cada vez mais refinada. Apelar ao objecxto físico é algo que apela a qualquer verdadeiro fã de música em geral.
Contudo, esta edição é bem modesta mas dá para um desconhecedor explorar o fantástico mundo zen de Yussuf Islam. Desdee os finais da década de 60, onde Stevens actuava bem numa geração irreverente proeminente, e as concepções hippies, mantendo o seu estilo bem característico e voz de profeta num mundo que permanecia cada vez mais profano e corriqueiro. Sem dúvida que Cat Stevens é um marco do espiritualismo pessoal que actuação com sentimento profundo facilmente se reflectia na música, na sua simplicidade e singeleza. É esse o maior legado de Stevens, sernidade, humildade e compaixão, cuja posição na vida poderá ter muito bem como exemplo Jesus Cristo, não bstante ter-se convertido ao Islamismo. »I Believe you're old and happy...»


Ben trava então conhecimento com um grupo circense, denominado Carnivale, onde conhece Sofie, uma cartomante,cuja mãe se encontra num estado vegetativo, e indica-lhe que este tem um grande talento que se encontra desperdiçado. Curiosamente Ben Hawkins apesar do se estatuto de Avatar, é uma personagem bastante humilde, e muito poucos confiam nas usas capacidades. Inevitavelmente e, isso é o belo que a série nos transmite, é que todas as personagens são humanamente falíveis, com medos, dilemas, determinações, e sobretudo perdidas e a precisar de orientação. Os argumentistas brilhantemente conseguiram introduziram mitologia, que apenas na segunda temporada é completamente desmistificada, sendo que durante a primeira temporada as personagens vão-se apercebendo ligeiramente do papel que desempenham. O dilema moral do Irmão Justin que está mergulhado numa fé que em nada se encontra com o destino que lhe foi préviamente definido permanecendo o seu passado obscuro mutio graças à sua irmã, está muito bem retratado por Clancy Brown que está acostumado a representar vilões veste muito bem o cordeiro na pele de lobo.