<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838</id><updated>2012-01-23T18:21:33.729Z</updated><title type='text'>Revelações e Insignificâncias</title><subtitle type='html'>Os homens são efémeros. As ideias são eternas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>277</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2042830568174570198</id><published>2011-10-10T23:17:00.000+01:00</published><updated>2011-10-10T23:17:01.016+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>MASTODON - THE HUNTER (2011, RELAPSE/ROADRUNNER RECORDS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/63/Mastodon_TheHunterDeluxe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/63/Mastodon_TheHunterDeluxe.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de uma ruptura voluptuosa na cena musical de 2009, com o álbum conceptual Crack The Skye, vivamente aclamado pela crítica, metal e não só, os Mastodon hoje têm uma imensa multidão de gente que lhe tem os olhos vivamente postos em tudo aquilo que fazem. The Hunter comprova que os Mastodon não são uma banda desconhecida, ainda a esgravatar para sair do seu espaço. Já com um leque de excelentes discos, desde o seu pesado Remission de estreia, os Mastodon saíram definitivamente da onda Sludge.&lt;br /&gt;Hunter corrompe com os laços antigos de Leviathan ou Blood Mountain, deixando os álbuns temáticos e conceptuais que os caracterizaram durante um tempo. Huinter é um aglomerado de músicas, sem um fio condutor aparente. Embora haja aqui algo de «infantil» no álbum, como faz lembrar o baterista Brann Dailor (que neste álbum tem um crescente participação activa).&lt;br /&gt;Mas não é só no desenho, aproximação incial que eles diferem. As influências de bandas como Melvins ou Neurosis, que tanto os ajudaram a caracteirzar em conjunto com Baronness ou Burst, como um dos melhores exemplos do sludge/stoner metal. Alguns restícios ainda são visíveis nas afinações das guitarras, ou em rasgos quase que punks de Blasteroid, ou o riff heavy de Black Tongue.&lt;br /&gt;Mas os arranjos vocais de Curl of the Burl marcam uma aproximação ao companheiro de Colony of Birchmen, Josh Homme e so seus QOTSA. Quem fala nestes, bem pode referir a (quase beattleana) The Octopus Has no Friends (companheiro de Brent nas suas mocas profundas).&lt;br /&gt;E não é só na titude e vozes que se vê a corrente da mudança, ao nível dos instrumentos os teclados, ainda que nenhum membro se dedique a eles defintivamente, são presença constante. E a revisitação de paisagens, equílibrio melódico da própria distorção, dão uma ideia de caos ordenado. Mesmo as vozes profundas de Troy, são transparentes em estúdio para dar um ar cristalino e audível, e sobretudo, bem mais perceptível, do que aquilo que ouvíamos em Remission.&lt;br /&gt;E não é só com QOTSA que Josh Homme contribui para estes Mastodon. Nota-se uma vívida influência dos seus lendários Kyuss, com uma grande malha em Dry Bone Valley, ou um apelo à inocência barrettiana em The Creature Valley. The Hunter é o acompanhamento evolutivo deste brilhante quarteto, em que se esperava um regresso às origens, mas acabou por se revelar um excelente equilíbrio artístico, e uma bastante boa colecção de canções. Como diz Brann Dailor »nós não gostamos de ser rotulados a um etilo». Aqui estão os Mastodon, definitivamente progressivos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2042830568174570198?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2042830568174570198/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2042830568174570198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2042830568174570198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2042830568174570198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/10/mastodon-hunter-2011-relapseroadrunner.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2490704100429985163</id><published>2011-10-09T22:53:00.000+01:00</published><updated>2011-10-09T22:53:09.991+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;OPETH - HERITAGE (2011, ROADRUNNER RECORDS)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.metalsucks.net/wp-content/uploads/2011/06/heritage.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.metalsucks.net/wp-content/uploads/2011/06/heritage.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Numa entrevista a uma célebre revista de Heavy Metal, Mikael Aekerfeldt, inconstestável líder da banda mais proeminente e promissora do movimento progressivo actual, dizia que finalmente se tinha libertado das «correntes do metal». E não é para mais, com um ar sereno e translúcido, com uma camisola dos Jethro Tull, não podíamos negar que, de facto, para Mikael Aekerfeldt e para os restantes Opeth, muita coisa mudara. Não que tenha voltado as costas ao Death Metal, que tanto faz parte da sua personalidade. Mas para quem ouviu Opeth desde sempre, a paizão pelas longas composições, as variações de tempo (e vocais), os arranjos jazzistíscos, não pode negar que a corrente, a veia progressiva, sempre esteve lá. Quem não ouve Heritage, não compreende Damnation ou qualquer outro álbum dos Opeth&lt;br /&gt;Com Heritage, Aekerfeldt não só assume o papel de líder como volta a trabalhar com Steven Wilson, orgulhosamente. O guru do movimento pós-progressivo, que já desempenhara um papel importante na história dos Opeth, teve uma participação principal na remistura de Heritage. Nome este que não é casual.&lt;br /&gt;Apesar de parecer quase que uma inspiração natural, Heritage demorou a ser transcrito para as linhas de pauta,e aquilo que poderia ser apenas mais um álbum dos Opeth, tornou-se um excelente tributo àquilo que o legado do rock dos anos 70 deixou no jovem Aekerfeldt.&lt;br /&gt;Heritage começa com um piano suave, o único contributo do novo teclista Joakim Svalberg para este álbum, já que Per Wiberg foi responsável por revitalizar os hammond organ, os minimog, e os mellotron bem ao estilo de Jon Lord e Rick Wakeman, que tanto ecoaram na mente de Aekerfeldt.&lt;br /&gt;Devil's Ochard foi o tema do álbum, e a sua atitude é difrente, e reflecte uma tendência moderna para o revivalismo e a redescoberta do experimentalismo que tanto rechearam e recheiam os concertos de bandas reunidas e de tributo por esse mundo fora.&lt;br /&gt;Mas, para mim I Feel The Dark é o tema de eleição. Com uma&amp;nbsp; malha muito prog, muito folk, a lembrar Jethro Tull e Fairport Convention, traz também as memórias de temas como Benighted ou Face of Melinda, do já ido Still Life.&lt;br /&gt;Quando questionado sobre os seus célebres «Goar», Aekerfeldt não esconde esse elemento como sendo característico da sua performance, mas ele não quis esse acto para Heritage. Algo que a banda aceitou profundamente. Apesar de mudanças substanciais, certas coisas não mudaram, como a sua persistência em compor isoladamente, e apresentar posteriormente os temas para a banda em arranjo. Essa valeu-lhe um tributo de Slither, balada muito «Rainbow» em homenagem a Ronnie James Dio que faleceu em Junho de 2010.&lt;br /&gt;Mas as semelhanças com o passado não acabam por aqui. Em Famine, a entrada caótica não é desconhecida para todos aqueles que sofrem de progressivite. A famosa faixa&amp;nbsp; Silent Sorrow on Empty Boats, do lendário The Lamb Lies Down on Broadway é representativa disso mesmo. Até o próprio recurso à flauta transversal. Heritage não chega a compor a totalidade do espaço do álbum, mas os seus arranjos especiais, a escolha dos níveis de gravação, tudo é pensado ao pormenor, até beber da árvore da vida - uma capa que foge ao tradicional simbolismo gótico - é inovador e mercedor da nossa melhor atenção. Um disco que ficará para a história, um tributo sobre forma de originais. E, de facto, influências, quem as não tem?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2490704100429985163?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2490704100429985163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2490704100429985163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2490704100429985163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2490704100429985163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/10/opeth-heritage-2011-roadrunner-records.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-626968713446893686</id><published>2011-09-09T20:21:00.000+01:00</published><updated>2011-09-09T20:21:26.506+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>SYMPHONY X - ICONOCLAST (2011, NUCLEARBLAST)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/df/SymphonyX_Iconoclast_cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="290" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/d/df/SymphonyX_Iconoclast_cover.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Durante décadas o género progressivo viveu submergido nas mentes dos meninos copos de leite, dos tótós dos computadores que se atreviam a ouvir música para além dos pixels e dos chips, e alguns metaleiros mais maduros e eruditos da vertente Maiden.&lt;br /&gt;Hoje, o metal progressivo é uma autêntica fénix renascida, fazendo parte de um grupo, um movimento bem mais diverso e completo, em que o experimentalismo, as viagens e todo o substrato da abertura e liberdade de espírito do progressivo dos anos 70, mas com uma roupagem bem diferente.&lt;br /&gt;Os Symphony X, apagados um pouco pelo nome e o domínio dos Dream Theater nesta matéria, surgem em segundo plano, mas completamente injustiçados. Sobretudo, pela superioridade vocal de Russell Allen que é bem capaz de ser uma voz respeitada apenas pelos mais conhecedores e eruditos. Desde o tempo de V: the New Mythology que os Symphony X são um colectivo digno de referência. O seu core Michael Romeo (também poderia ser conhecido por Yngwie Malmsteen II) e Michael Pinnello que andam nestas andanças há bastante tempo.&lt;br /&gt;E se Petrucci, é bastante reverenciado pela maneira como funde David Gilmour, Steve Howe e Kirk Hammett numa performance à Pagannini das 6 ou 7 cordas, Romeo é um Ritchie Blackmore a um Eddie Van Allen + Nuno Bettencourt dos tempos modernos, mas uma granda pujança para o Power Metal, o que significa mais guitarras, e grandes riffs.&lt;br /&gt;A inspiração de Romeo é fenomenal e a intensidade da guitarra é feroz. E apesar da corrente mais gressiva e metaleira, os Symphony X não se esqueceram de onde vêm e que presença querem fazer no panorama do progressivo. Iconoclast mostra bem a compnente instrumental, mas também o poder do power metal. Jutando-se a uns Manowar e umas letras bem Heavy Metal, Russell Allen demonstra porque é um vocalista digno de respeito e admiração.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://i201.photobucket.com/albums/aa74/Boh666/symphony-x.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="218" src="http://i201.photobucket.com/albums/aa74/Boh666/symphony-x.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.metal-temple.com/uploads/catalogues/logo-symphony_x.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;E isto é só a ponta do Iceberg. Se, o classicismo está presente em The End of Innocence, a atitude trash vem em Dehumanized ou Bastards of the Machine. Mesmo assim o lirismo vocal à metaleiro, digno de um Ronnie James Dio não deixa de estar presente Children of a Faceless God. Com uma abragência vocal, não admira que o instrumentalismo não seja tão evidente como noutros actos, leia-se Dream Theater. Facilmente se percebe porque Portnoy tinha ansias de juntar Allen ao seu pelotão.&lt;br /&gt;E apesar de muito presentes no power metal, os X arriscaram um duplo álbum, se bem que pecam na falta de conceptualismo muito característico das bandas progressivas e que o X já atingiram em The Odissey. Mas a corrente mitológica, digna de uma banda sonora de um God of War volta em Prometheus (I am Alive). Mas apesar de esmagadora prestação de Romeo, este não rouba lugar ao seu companheiro de armas Pinella, que bem demonstra a sua vertente escolástica em When All Is Lost, ou concorre com Ruddess em solos de teclados.&lt;br /&gt;No meio disto aparecem rullo e Lepond, uma secção rítmica com pouca presença, mas apenas porque o fumo que vem dos instrumentos melódicos não nos permitem escutá-los com melhor atenção.&lt;br /&gt;Lepond dispara um grande groove em Dehumanized e a pedaleira dobrada de Rullo não pode ser negligenciada. é claro que para uma bateria progressiva está pouco eclética, mas isto é porwer metal progressivo baby, é sempre a rasgar. E prometem estoirar com o Almadens já em Outubro próximo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-626968713446893686?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/626968713446893686/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=626968713446893686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/626968713446893686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/626968713446893686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/09/symphony-x-iconoclast-2011-nuclearblast.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-506302473861067482</id><published>2011-09-08T22:33:00.000+01:00</published><updated>2011-09-08T22:33:15.672+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>DREAM THEATER - A DRAMATIC TURN OF EVENTS (2009 ROADRUNNER RECORDS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.lintcoat.com/wp-content/uploads/2011/08/Dream-Theater-A-Dramatic-Turn-Of-Events-1024x1024.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.lintcoat.com/wp-content/uploads/2011/08/Dream-Theater-A-Dramatic-Turn-Of-Events-1024x1024.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Deus escreve direito por linhas toras, ou então somos todos resultado de uma pura ironia, ou vítmimas de uma grande brincadeira de mau gosto.&lt;br /&gt;Talvez sejamos nós como os palhaço equilibrista a atrvaessar o céu, e quando estamos a passar pelo teste de Abraão um avião rompe as nuvens em nosso salvamento. Um milagre?&lt;br /&gt;O ser humano vive desesperado para ligar pontos de uma constelação e por isso temos de estabalecer relações entre marcas equidistantes ou não.&lt;br /&gt;Mike Portnoy, o frontman que se senta num lugar mais improvável no palco, detrás do set de bateria, deixou a equipa galática do género progressivo ao seu destino, rumando para outros destinos deixando LaBrie, Petrucci, Ruddess e Myung para carregar a cruz.&lt;br /&gt;Batidos, mas não vencidos, os génios minhocas decidiram continuar a cruzada e exteriorizar&amp;nbsp; aquela vontade incontrolável de escrever, escrever, e escrever mais músicas. O que esperar destas máquinas? Bem aparentemente, o nome sobrevive&amp;nbsp; e marca continua apesar de ícone abandonar o navio.&lt;br /&gt;A filosfia continua bem própria, apesar de Portnoy ser um elmento fundamental, ele era mais um manager, do que um grande contribuinte da parte de composição. Todavia, a secção rítimica passava por ele. A seguir à percussão, o maior contributo de criação de Portnoy vinha nas letras, juntamente com Petrucci.&lt;br /&gt;E nas reflexões, e no espírito crítico e atento de Petrucci que começa esta aventura. Mergulhados na crise financeira, as letras de petrucci expõem-nos e continuam a marca de tantas letras profundas a que os Drema Theater já nos habituaram - Voices, Great Debate, a Rite of Passage, entre outras. On the Backs of Angels não é excepção.&lt;br /&gt;Mas a diferença de aproximação não passa indiferente. Logo de imediato notamos o contraste tanto na passividade da acção, o tom melancólico e a atitude mais lírica. Parece que a vertente mais metaleira deu lugar a uns Dream revezados nos sesu ídolos Yes, Pink Floyd ou Genesis. Bastane mais paisagísitocs, com arranjos jazzísticos, seja em Lost not Forgotten, ou na balada introspectiva de This is The Life.&lt;br /&gt;esperava-se, e confirma-se um ascendente de Ruddess sobre a banda, e mais uma estreita colaboração com Petrucci. Apesar de apelativo e interessentate, temo que A Dramatic Turn of Events, se transforme na Dramatic Change of Guidance, podendo comprometer o reconhecimento que a banda tem tido recentemente, e se torne nos Dixie Dregs pós-modernos. Isto porquê? Porque apesar de ter a sua qualidade, músicas como Outcry, ou Breaking All Illusions (escrita pelo regressado poeta das cinzas Myung), e muito menos a «queda comercial» de Beneath the Surface, não demonstram a coerência e a estrutura de uma Honor Thy Father ou até mesmo uma In the Presence of Enemies, que são já clássicos do metal progressivo. Apesar de Bridges in The Sky darem o seu cunho positivo, nota-se que a bateria está muito apagada, quase como os álbuns de Opeth do princípio de década. E muito menos LaBrie tem o seu potencial vocal de outras eras.&lt;br /&gt;Apesar de estranhar, e depois entranhar aos fãs, muitas legiões que vinham acompanhando Dream poderam perder o «momentum». E afastar-se.....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-506302473861067482?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/506302473861067482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=506302473861067482' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/506302473861067482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/506302473861067482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/09/dream-theater-dramatic-turn-of-events.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5104822931632615824</id><published>2011-04-01T00:01:00.001+01:00</published><updated>2011-04-01T00:01:50.336+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>BLACKFIELD - WELCOME TO MY DNA (2011, SNAP MUSIC RECORDS)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/57690601/Blackfield+++Welcome+To+My+DNA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="288" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/57690601/Blackfield+++Welcome+To+My+DNA.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt; Parece que os projectos paralelos, não são mais projectos paralelos. Pelo menos é essa a conclusão a que chego. Quem investiga as bandas principias, rapidamente vai buscar trablhos associados, e estuda o trabalho dos membros a finco, dando importância para o que se faz além destes colectivos emblemáticos.&lt;br /&gt;Bem, dois discos seria o prazo limite do duo Blackfield ou, pelo menos, assim se esperava. Mas tal como surgiu Blackfield, o álbum homónimo, Aviv Geffen não esqueceu as encruzilhadas do carismático líder dos Porcupine Tree, habituado a escrever e a comandar as rédeas da criação artística, cedeu em continuar a colaborar com Geffen. No meio disto, o grandioso Fear of a Blank Planet e The Incident ocorreram, bem como Steven Wilson, sob o nome de Steven Wilson, com Insurgentes.&lt;br /&gt;Apesar de estas mentes diferentes mas mutuamente interessadas se distanciarem na criação musical, a versatilidade e o gosto pela música de ambos faz de Blackfield uma banda progressiva na composição, mas não na expressão, dando-lhe um ar bem mais derock introspectivo, e acessível, na linha (esta palavra nos dias que correm já ganhou cá uma conotação) dos Marillion, que indirectamente acabaram por contribuir com a capa. Como tinha dito, Steven Wilson faz questão de demonstrart que é uma mente proactiva, mas The Incident, e o crescente fenómeno que os Porcupine Tree começam a representar pôs de lado uma contribuição significativa deste último, tendo Geffen apenas pedido contributo na performance. Daí que o álbum possa soar a progressivistas como eu, algo bastante estranho. Não tanto pelo soar a mil e uma noites com distorção ao barulho de Blood, ou mesmo a Go To Hell, que demonstra ímpetos bem menos comedidos, sobretudo no uso da linguagem, por parte de Geffen.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://blitz.aeiou.pt/iv/0/327/916/blackfield-f357.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://blitz.aeiou.pt/iv/0/327/916/blackfield-f357.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Este é um álbum pessoal para Geffen, e no fundo passa-se logo a imagem de identidade no título, bem como depois nas reacçoes misantorpas, e nas tensões familiares de On The Plane ou até mesmo de DNA. E em certa medida vemos o compromisso de Wilson em fazer uma coisa diferente, pela amizade, e sobretudo pela busca incessante da diversidade e ecletismo musical. Aqui não espaço para solos, alternâncias de ritmo, secções complexas como Wilson nos mostra nos Tree. É músicas, a canção livre e simples, escutável, melódica e sentida, sem grandes viagens ao asubconsicente, que tanto apreciamos nos Tree. Oxygen é a música trauteável, tão boa de se ouvir a caminho do trabalho, ou para facilmente aprender os acordes e cantar com os amigos uma música alternativa, para tantos tão desconhecida. Welcome To my Dna é assim a nossa pop privada, reservada aos fão do progressivsimo que tiveram a sorte, de um seu embaixador se ter junto a um importante músico de suporte dos U2 fazebdo deste disco uma agradável colecção de canções, que se esgotam nuns 49 minutos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5104822931632615824?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5104822931632615824/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5104822931632615824' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5104822931632615824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5104822931632615824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/04/blackfield-welcome-to-my-dna-2011-snap.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-6876781004705441781</id><published>2011-03-22T23:37:00.001Z</published><updated>2011-03-22T23:39:06.475Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;b&gt;ROGER WATER - THE WALL LIVE, 21.03.2011 - PAVILHÃO ATLÂNTICO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.noticiasdoparque.com/wp-content/uploads/2011/01/roger-waters-the-wall-live-260x385.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.noticiasdoparque.com/wp-content/uploads/2011/01/roger-waters-the-wall-live-260x385.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Quem conhece a História dos Pink Floyd e dos seus vários membros, sabe como The Wall é dos discos, se não o disco mais importante da carreira dos Floyd, e por consequência do próprio Waters. The Wall assume uma importânica tal, e é uma ideia tão forte, que acabou por despoletar uma guerra, ou agravar as tensões já existentes no seio da banda.&lt;br /&gt;De facto estas tensões ainda existem, se bem que já muito cicatrizadas, e já pagadas pelo tempo que teima em levar as vidas destes génios musicais que se uniram num dos melhores colectivos que a música contemporânea já produziu. No entanto, Waters continua a apelidarThe Wall como seu filho, esquecendo-se de todo o contributo musicalfeito por Gilmour e de arranjos musicais e de produção, para o qual todo o colectivo dos Floyd colaborou. Mas diria , que tudo isso são águas passadas, cheiram mal é certo. Mas há que olhar para The Wall como o derradeiro espectáculo do rock.&lt;br /&gt;Tão cinematográfico, tão psicológicamente denso, abordado temas tão fulcrais como educação, guerra, loucura, e a influência anestética e alienante de um concerto de rock que Pink vem à rua em In The Flesh? tomar as rédeas de um estado totatlitário. No fundo the Wall é uma revolta interior entre o indivíduo e tudo o que constitui um rótulo, ou uma «brand» (será essa a ideia na mente anglofona de Waters) de uma qualquer estrutura colectiva. Qase diríamos que The Wall é um rebeldia anárquica, sem estampas de esquerda ou de direita. Waters pegou nessa ideia e desenvolveu-a hoje para uma qualquer forma de revolta política, económica e social. De facto, The Wall é tudo e é nada, e o seu misticismo ultrapassa todas as outras encenações operáticas de uma banda de rock. E acreditem, que as outras, Tommy, Quadrophenia e The Lamb Lies Down on Broadway tem o seu valor e sgnificado bem profundos.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-6L0y9U4oATo/TYkx9hpdozI/AAAAAAAAAT4/oIi85EUpeuE/s1600/Roger+Waters+21+de+Mar%25C3%25A7o+105.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh5.googleusercontent.com/-6L0y9U4oATo/TYkx9hpdozI/AAAAAAAAAT4/oIi85EUpeuE/s320/Roger+Waters+21+de+Mar%25C3%25A7o+105.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Entre os 30 anos que já distanciam a digressão original e os 20 da recriação berlinense, Waters viu numa legião de velhos e novos fãs, obcecados tanto pelo saudosismo como o vazio do impacto do universo vasto, mas coeso do art rock, representado numa pouca série de bandas reduzidas ao anonimato ou ao exacerbado empenho técnico, incapaz de cativar as grandes massas, voltaram-se para os clássicos, que por esta altura, já tinham a sua carga mística intensa e imaculada. As novas gerações, como eu, olhavam para o passado com fascínio e curiosidade, longe dos palcos fantásticos e lendários, que preencheram a mente de gerações de jovens em plenas revoluções sociais, e faltaram por mero acidente temporal, a esses momentos históricos.&lt;br /&gt;E como não há bandas de tributo que possam jamais substituir o original (ainda que em formto parcial), cliché, mas para quem adora música, bem verdade, lá fui encantado assistir à repetição da história. A lição gravada na minha mente como uma tatuagem - já que Is There Anybody Out There? The Wall Live 80-81 é um dos meus discos preferidos de sempre e para mim o verdadeiro formato do The Wall- . E o alinhamento não enganou, só há 30 anos. The Wall foi tocado quase, tal e qual, arriscaria a dizer como foi tocado no formato acima referido. E ainda bem, não queria que me faltasse o inédito What Shall We do Now? que tanta intensidade e enfâse dá à interlocução Empty Spaces. Nem mesmo a faixa Last Few Brick que é uma variante instrumental de várias músicas, nomeadamente as já referidas Empsty Spaces ou Young Lust, como Another Brick in The Wall.&lt;br /&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-VK8jHCTmcPY/TYkyqLlANsI/AAAAAAAAAT8/Ak_tuRLkXCM/s1600/Roger+Waters+21+de+Mar%25C3%25A7o+090.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-VK8jHCTmcPY/TYkyqLlANsI/AAAAAAAAAT8/Ak_tuRLkXCM/s320/Roger+Waters+21+de+Mar%25C3%25A7o+090.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;E Waters é um homem de palavra e fiél ao seu trabalho. Registos que olhando para trás e, mesmo não sendo apenas dele (volto a frisar esta ideia), foram recriados. Digam-no, o Prof. a Mãe, a namorada, o porco, o spitfire, e aproveitando e aprofundando há já sua orientação poltica Orwelliana. Valeu o dinheiro, e quem assite entende o seu valor. Aspecto aliás que já não é novo. A digressão do The Wall de 80-81foi uma das mais caras de sempre, tendo os produtores desse espectáculo os Floyd, excluindo Rick Wright que estava a soldo, tiveram um prejuízo do caraças. Mas hoje com toda esta tecnologia, bem mais fácil de recriar.&lt;br /&gt;Mas venha o mais pintado dizer que The Wall 09-11, ultrapassa 80-81 quando podiam ver Gilmours a solar no topo do muro. De facto esse momento, tal como o ser humano, é irrepetível, e mais do que este, é inantingível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-6876781004705441781?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/6876781004705441781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=6876781004705441781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6876781004705441781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6876781004705441781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/03/roger-water-wall-live-21.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-6L0y9U4oATo/TYkx9hpdozI/AAAAAAAAAT4/oIi85EUpeuE/s72-c/Roger+Waters+21+de+Mar%25C3%25A7o+105.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1001533131558022570</id><published>2011-02-13T10:40:00.000Z</published><updated>2011-02-13T10:40:58.394Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;UNITOPIA - ARTIFICIAL (2010, INSIDEOUT)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images02/132/l_5afb266178f2423786788361fe2d26c8.png" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="320" src="http://c1.ac-images.myspacecdn.com/images02/132/l_5afb266178f2423786788361fe2d26c8.png" width="319" /&gt;&lt;/a&gt;Bem, para muitos leitores, este nome poderá parecer um parafrasear de uma obra de ficção científica ou alguns conceitos dispersos sobre uma nova investida surrealista. Bem, não é bem disto que estes novos australianos na estrada vêm tratar.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com uma corrente bem jazzística, e com um percepção muito beatlesca do rock progressivo, estes marsupiais seguram com artificial a sua presença nas novas correntes progressivas. E desde cedo percebi, que estão aqui para ser adorados ou odiados.&lt;/div&gt;Tesla foi o nosso primeiro encontro, e após umas setlists compridas, a voz narrativa de Mark Trueack, com um toque carismático próprio, e um traço fisiológico que dá para tudo, menos para frontman, parti para a história futurista dos Unitopia.&lt;br /&gt;Bem, esta versão mais soft da história de Exterminador, explora aquilo que é tema de sobremesa para muitos filósofos: a existência de intelegência artificial. Para nós reucpera em termos líricos aquilo que as melhores bandas progressivas já fizeram, a capacidade de narrar contos. Os exemplos são inúmeros - 2112 dos Rush, The Lamb Lies Down on Broadway dos Genesis - vocês digam-no. As músicas seguindo um fio condutor, desenvolvem-se, como vários capítulos da mesma história, conseguindo dar essa percepção ao ouvinte.&lt;br /&gt;Outro carisma recuperado, é a dissecção dos vários temas. Compreende-se que os Unitopia não são compositores tradicionalmente progressivos. Basta ver que uma das referências do guitarrista é o gigante do blues rock - Mark Knopfler. E quando escutamos Tesla e outros temas mais extensos, é como dissecar um corpo. Partes de música bastante diferentes interagem muito bem entre si, mas o carácter evolutivo, de uma só grande canção não se pode dizer que exista, como por exemplo, seria uma Count of Tuscany, ou um Deliverance.&lt;br /&gt;No entanto os fenómenos de transição entre as várias parte da música funcionam até bastante bem, com baixo pujante, e bem presente, com um groove funk rock, e um execlente trabalho dos saxofonistas.&lt;br /&gt;Já a dicotomia entre as variações de tempo rápidas e mais brandas, designando estados de urgência ou de medo, enquanto se assiste à extinção da raça humana.&lt;br /&gt;Os Unitopia parecem um desabrochar tardio, mas benvindo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1001533131558022570?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1001533131558022570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1001533131558022570' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1001533131558022570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1001533131558022570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/02/unitopia-artificial-2010-insideout-bem.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8391058451649662946</id><published>2011-02-10T22:41:00.000Z</published><updated>2011-02-10T22:41:00.188Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;CASINO JACK DE GEORGE HICKENLOOPER (2010, ART TAKES OVER)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/7a/Casino_Jack.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="438" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/7a/Casino_Jack.jpg" width="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Viva companheiros. Há já algum tempo que não vos escrevia e espero que esta hiatus tenha contribuído para novas e mais inspiradas ideias da minha parte.&lt;br /&gt;Em parte, devido ao delírio da febre, fiquei preso às 4 da manhã a ver este «doc-drama».&lt;br /&gt;Muitos não gostam do Kevin Spacey, mas desde que vi Recount, e claro Se7enm Spacey tem estado nos trabalhos mais controversos e no campo do cinema de&amp;nbsp;«intervenção» por assim dizer, demonstrando-se como um dos actores mais prolíficos e com uma queda inata para escolher argumentos. Aliás, isso diz muito dele como produtor.&lt;br /&gt;Passando ao que interessa. O filme faz questão, de frisar, de imediato, que a história se baseia em factos verídicos. E mesmo que nos tenha passado um pouco despercebido (duvido com a influência que o Conan já tem por terras lusitanas). Como é natural, a trama tem que ser bem delineada e orientada para que se perceba um argumento que normalmente envolva crimes de colarinho branco. Especialmente, os de escala federal.&lt;br /&gt;A frase mais controversa, e aquela que mais choca os nossos brandos costumes, é que um lobista, como o nosso amigo Jack Abramoff, judeu republicano convicto, jurista graduado pela Brandeis University, é a profissão e actividade de um lobista está protegida pelo direito de petição (right to petition and adress the government for grievances), isto é, é um modo de exercício de um direito, e portanto tem tutela constitucional. Por consequência é legal. Dúvido que os Pais Fundadores do E.U.A. tenham previsto as implicações da 1ª Emenda, ou que ela pudesse ser vista, como destrutiva do próprio sistema. Comprar alguém, significa peticionar por um determinada peça legislativa?&lt;br /&gt;Bem, o filme começa pelo fim. Jack Abramoff cai no fim de uma ascensão megalómana, finalmente se vê preso na sua própria armadilha, julgado pelos mesmos que fez chegar ao poder. Desvirtuado da razão.&lt;br /&gt;Quem viu Capitalismo - Uma História de Amor, ou mesmo Wall Street - The Money Never Sleeps, sabe que a personagem principal não é em si, uma pessoa real ou fictícia, mas a moral ou o perfil moral do ser humano, aqui em foco a ambição, nem sempre boa, e desmedida, nunca boa.&lt;br /&gt;O foco desta longa metragem cabe no talento de Kevin Spacey, um actor afastado do enfoque das luzes das grandes produções megalómanas, e bem, sempre dedicado ao cinema independente, não só financeiro, como em termos de argumento. Jack é assim caricaturado, como um homem de grande poder nos bastidores em como não podia deixar de ser, um homem cheio de paradoxos, e brilhante nas falsas verdades, e nas frases-chaves da política americana que, inesperadamente, lideram sempre os mesmos à vitória. «E o Povo paga isso?».&lt;br /&gt;E o poder, significa influência, que sempre há-de chegar ao dinheiro que, por sua vez, compra mais poder. Até o ciclo ser interrompido, e aquelas peças de xadrez que foram cuidadosamente colocadas no tabuleiro, se viram contra o jogador. E, mesmo assim, tinha o jogador costas bem quentes, e grandes amiguinhos. Mas, e nisso temos de ser abonatórios dos americanso, uma vez expostos ao público e á justiça, ter amigos não chega.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8391058451649662946?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8391058451649662946/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8391058451649662946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8391058451649662946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8391058451649662946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2011/02/casino-jack-de-george-hickenlooper-2010.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4077187939747296191</id><published>2010-01-18T00:01:00.000Z</published><updated>2010-01-18T00:01:49.522Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#5: BIGELF - MADHATTER&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sDfiN0e3nDs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/sDfiN0e3nDs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o universo de repente entrasse num único tunel de inversão espaço-temporal, teríamos uma box de especial de reedições dos Bigelf em Setembro passado. Felizmente o nosso mundo é o melhor dos mundos de Leibniz, e por isso podemos conjugar epítomes de dois opostos, os Beatles e os Black Sabbath.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4077187939747296191?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4077187939747296191/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4077187939747296191' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4077187939747296191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4077187939747296191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2010/01/grandes-malhas5-bigelf-madhatter-se-o.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-682878242661379231</id><published>2010-01-07T21:12:00.051Z</published><updated>2010-01-12T23:06:51.706Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;AVATAR DE JAMES CAMERON (2009, 20th CENTURY FOX)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b0/Avatar-Teaser-Poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ps="true" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b0/Avatar-Teaser-Poster.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se pudesse resumir Avatarem poucas palavras diria apenas espectáculo visual. Mas como podemos falar de um filme que foi uma das maiores produções cinematográficas computurizadas que alguma vez existiram, e que já renderam o quintuplo ou o sextiplo do que custaram e dizer apenas isto. Pois mas é isto mesmo que o filme se resume na práticas só que uma mistura de Pocahontas versão ficção-científica ao toque de Cameron, isto é, Aliens. Todo o magnífico trabalho tradicional, de maquetes, vestuário, guião e acção conseguido por Cameron em Aliens está ultrapassado. Cameron é o realizador que se actualizou e ultrapassou. Tudo o que fez em 1986 ficou para revivalistas ao estilo do filho David Bowie. Agora ficam as imagens pré-renderizadas produzidas por gigantescas redes de computadores de animadores gráficos. Pode parecer estranho e até nefasto, os actores serem substituídos por personagens animadas por computador. Corta-se no elenco, e perde-se a densidade do actor. Era iso que Paul Newman sempre lutou. No entanto o que se asiste é um novo género de cinema. O Antigo não deixa de estar presente. Mas é a ficção cientifíca que mais disto carece. Criação de um abiente extramente realista, a que os olhos actuais não se deixam facilmente enganar, O computador e a inovação téncica soberba que ele trouxe deu uma nova extremamente realista a um universo ficcionado. O argumento coube a Cameron, que idealizou um mundo habitável, e este novo mundo, tal como o de Pocahontas está cheio de metias preciosos. Mais uma vez. Camron recorre aos ideais anti-corporativistas das grandes empresas tal como Weyland-Yutani do Aliens ou Cyberdine de Exterminador Implacável 2. Aquilo a que Ridley scott definiu de Corporate Paranoia, o que caba por ter um bom toque de conspiração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0z-LC9r1VI/AAAAAAAAATA/FfU6FNr290U/s1600-h/avatar+film.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0z-LC9r1VI/AAAAAAAAATA/FfU6FNr290U/s400/avatar+film.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De qualquqer maneira, como os Ingleses pretendiam o ouro, os humanos querem a platina de Pandora, o que umas pequenas grama svalem milhões. O pequeno problema é que estão lá os auctótenes, uns indiozinhos que amam a terra e o espírito que emana das coisas. (Onde é que já ouvi isto?) claro que, para completar a cena falta só o John Smith, que em Avatar tem precisamente o mesmo número de letras e palavras, um militar, soldado raso do exército terrestre, chamamdo Jake Sully, Com a diferença que Sam Worthington (o austeliano que já se estrear&amp;nbsp;numa sequela do franchise cirado também por Cameron - Exterminador Implacável: A Salvação)&amp;nbsp;veste a pele de um incapacitado, paraplégico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto forte do filme é, sem dúvida, a imagem e a concepção de todo o mundo de Pandora, que não é totalmente inconcebível. Oas animais têm aprência de grandes bestas pré-históricas, e os Na'vi de humanoides de 3.30 com ligeiras caras felinas, óptimos para um jogo dos Lakers-Bulls. A diferença fisiológica é o contacto que conseguem ter establelecendo elo físicos com os seres com os quais entram em contacto. Isto é a pequena vírgula introduzida no argumwento que sem isso não tem o cunho de originalidade intocável. E claro a tecnologia do transporte de consciências de corpo para corpo. Sem essa faculdade, Jake Sully, naõ conseguiria sobreviver no mundo de Pandora, uma atmosfera de composição gasosa que não o azoto e oxigénio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O transporte para o filme não foi conseguido ainda sem a captura de imagens humanas, a que para isso contribuiram actores não de segunda linha, mas de nome irreconhecível. sem eles as expressões ultra-realistas de computador seriam infrutíferas e no f8undo irrealistas. Ao fim e ao cabo, o cinema ainda não se resume totalmente a um animador omnipotente com um rato. Ainda não, mas anda lá perto.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S00AhNu2WYI/AAAAAAAAATI/X_F40jvqctY/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S00AhNu2WYI/AAAAAAAAATI/X_F40jvqctY/s320/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-682878242661379231?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/682878242661379231/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=682878242661379231' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/682878242661379231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/682878242661379231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2010/01/avatar-de-james-cameron-2009-20th.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0z-LC9r1VI/AAAAAAAAATA/FfU6FNr290U/s72-c/avatar+film.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2036656081852832311</id><published>2010-01-05T08:50:00.001Z</published><updated>2010-01-06T09:18:15.289Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUM DE RECORDAÇÕES#8: ERIC CLAPTON - BACKLESS (1978, POLYDOR RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b5/Eric_Clapton_Backless.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" ps="true" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b5/Eric_Clapton_Backless.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recomendado por um solicito colega de trabalho, Backless é assim se se pode dizer um disco sinistro. Como é hábito vem trazendo muitas músicas&amp;nbsp;que não&amp;nbsp;são da sua exclusiva autoria, mas que o «toque divino» de Clapton dá um arranjo especial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até este momento, em plena década do decadentismo futurista, muitas peripécias já haviam passado pela vida de Clapton. Já tinha sido&amp;nbsp;apelidado de Deus nas estações de metro de Londres, ainda com John Mayall Blues Breakers, reinventando e lançando as bases do rock moderno com os Yardbirds, inventou o blues rock, misturou-o com o psicadelismo no primeiro power trio, com os Cream e teve ainda faceta do homem dos mil projectos com os fabulosos discos Layla and other Assorted Songs dos Derek &amp;amp; Dominoes&amp;nbsp;e o hmónimo dos Blind Faith com o seu velho companheiro de armas dos Cream, Ginger Baker.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que faltava a Eric Clapton. Ele já entrara no Rock N' Roll Hall of Fame ainda antes das suas bandas, e já grangeara, vários anos consecutivos, o prémio de melhor guitarrista do mundo. Neste momento Clapton queria satisfazer o seu ego de tocar música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Britânico, mas não orgulhosamente, Clapton foi sempre apaixonado pelos sons do outro lado do Atlântico.&amp;nbsp;Walk out in the rain é a primeira contribuição do «deus» para renovar o legado do Sr. Dylan e da sua amada Helena Springs. A acompanhar esta faceta junta-se If I Don't be There By Morning. Como é habitual em Clapton, a intervenção social ou política é deixada de lado. Backless é isso mesmo, um disco para passar um bom serão, especialmente adequado para as noites de Natal, ou jantar com amigo em casa. Que o diga a cheia de soul «Roll it» de Clapton com Marcy Levy, a alegre Watch out for Lucy, ou a provocadora «I'll make love to you anytime» do seu amigo J.J.Cale. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bakcless é um álbum de influências de reflexo de personalidade daí que os arranjos de temas tradicionais de blues&amp;nbsp;como Early in the Morning ou o clássico «Promises» de Richard Feldman tem aqui presença. Destaque para o primeiro que tem uma harmónica magistral. Aquilo que seria um álbum de rotina, torna-se uma supresa reveladora na discografia de Clapton.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0RVUJG5BHI/AAAAAAAAAS4/ZFRCPX-nqGQ/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0RVUJG5BHI/AAAAAAAAAS4/ZFRCPX-nqGQ/s320/3.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2036656081852832311?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2036656081852832311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2036656081852832311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2036656081852832311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2036656081852832311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2010/01/album-de-recordacoes8-eric-clapton.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/S0RVUJG5BHI/AAAAAAAAAS4/ZFRCPX-nqGQ/s72-c/3.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5148408352518397579</id><published>2009-12-31T10:31:00.003Z</published><updated>2010-01-02T21:59:23.763Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;BALANÇO 2009:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Chegámos ao fim do ano, o penúltimo desta terível década no novo milénio. Aqui ficam os melhores e os piores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Melhor Álbum: Crack the Skye, Mastodon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor faixa: Count of Tuscany, Dream Theater&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://danossajanela.files.wordpress.com/2009/12/reveillon1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="268" ps="true" src="http://danossajanela.files.wordpress.com/2009/12/reveillon1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pior Álbum: Scream de Chris Cornell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Álbum Nacional: Hemisférios dos Dazkarieh / Femina de Legendary Tiger Man&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Concerto: Tributo a João Aguadela - Gaiteiros de Lisboa, Oquestrada, Dead Combo e A Naifa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Álbum ao Vivo: Ao vivo no hot Clube dos Dead Combo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor DVD: The Roundhouse Tapes, Opeth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Banda Revelação: Them Crooked Vultures&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior Banda Revelação: The Dead Weather&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Revelação Pessoal: Opeth&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior Revelação Pessoal: Chris Cornell&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Regresso: Alice In Chains e Transatlantic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior Regresso: Kiss&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Despedida: Delfins, bem agauardado o foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor evento político:&amp;nbsp;Tomada de posse&amp;nbsp;de Barack Obama para Presidente dos Estados Unidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Livro:&amp;nbsp;As Andanças de Cândido de Miguel Nogueira de Brito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor filme: CHE - Partes 1 e 2 de Steven Soderberg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Série de TV Dramática: Mad Men&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Série de TV Cómica: Gato Fedorento: Esmiuça os Sufrágios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Série de Animação: Os Simpsons&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5148408352518397579?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5148408352518397579/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5148408352518397579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5148408352518397579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5148408352518397579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/melhor-album-crack-skye-mastodon-pior.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1706203769510012075</id><published>2009-12-25T15:04:00.000Z</published><updated>2009-12-25T15:04:42.371Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;THE BEATLES - MERRY CHRISTMAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/axnUiM330_E&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/axnUiM330_E&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Um Feliz e Santo natal para todo com muitas prendas no sapatinho , sobretudo com saúde e paz, um Natal decente porquer infelizmente me tiraram o meu. São estes os votos de insignifacâncias reveladas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1706203769510012075?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1706203769510012075/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1706203769510012075' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1706203769510012075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1706203769510012075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/beatles-merry-christmas-um-feliz-e.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3921106050766908082</id><published>2009-12-22T23:40:00.001Z</published><updated>2009-12-22T23:40:38.131Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;STRATOVARIUS - POLARIS (2009, VICTOR/EARMUSIC)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SzFTle7nI2I/AAAAAAAAASo/rhdtnKmTbWA/s1600-h/Stratovarius+-+Polaris.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SzFTle7nI2I/AAAAAAAAASo/rhdtnKmTbWA/s320/Stratovarius+-+Polaris.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas minhas andaças pela busca da melhor banda do mundo, e enquanto ficava siderado a ouvir as maravilhas dos Dream Theater, dei-me conta de uns&amp;nbsp;finlandeses maravilha, que conseguiram a proeza de se manterem vivos e activos sem nenhum dos membros do seu alinhamento original, correram o risco de se tronar num fim funesto de uma novela mexicana, ou pior desfecho de um romance de Camilo Castelo Branco versão cigana -&amp;nbsp;tudo morto à facada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com Stratovarius&amp;nbsp;o quinteto que se elevou a épico do Power Metal, com o vocalista mais narcisista que já existiu - Timo Kotipelto&amp;nbsp;(superando mesmo James LaBrie), demonstrou punho de ferro na hora de retomar as rédeas da banda. Mais de 15 anos não foram suficientes para impor a Timo Tolkki, o guitarrista fundador,&amp;nbsp;a autoridade necessária sobre a banda. O Choque de Titãs, quase como a rivalidade Gillan/Blackmore dos Purple, chegou para lançar o clássico Vison, o clássico power-metal, ou o mesmo em versão pop com Destiny, até enveredar pelas malhas do porgressivismo Tolkiano em Elements Pt.1 e 2. Até que as coisas traspareceram cá para foram que não estavam bem, e Tolkki foi esfaqueado e Jens Johansson, o teclista chegou mesmo a chamar-lhe o fim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veio Stratovairus a vingança de Tolkki, mas mesmo assim tinha um sabor agri-doce e de que as coisas não resultariam muito tempo. Foi então que se despediram que era o líder que lhe chamava um projecto que lhe já não pertencia. Levou consigo o imperceptível Jari Kainulainen.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O melhor que tiveram a fazer foi mesmo a renovar a forta das cordas. O novo sangue trouxe uma dimensão eclética e cheia de ferocidade de encher de notas cada compasso de música.os amadores do classicismo, e conservatório ciraram um épico considerável, igualável, senão mesmo superior a Vision ou Intermission.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deep Unknown é a demonstração imediatado sangue renovado, com um guitarra soberba e cheia de vitalidade de Matias Kuipianen e a estas se seguem Higher We Go ou Somehow Precious. E no baixista não se fala. Como um Cliff Burton escandinavo, traz-nos das melhores composições do álbum como Forver is Today ou Falling Star, e a virtuosa Suite EmacipationPt.1 e 2.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas nem os veteranos se deixam levar ou ser ultrapassados tão facilmente. O mentor Johansson supreendido mas não vencido dá ainda um excelente contributo King of Nothing, Blind e a balada brutal Winter Skies. Um hino à Estrela Polar, vindo dos lobos da Lapónia, das terras gélidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SzFYpmFN3bI/AAAAAAAAASw/cI9W9zDG8pI/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SzFYpmFN3bI/AAAAAAAAASw/cI9W9zDG8pI/s320/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3921106050766908082?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3921106050766908082/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3921106050766908082' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3921106050766908082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3921106050766908082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/stratovarius-polaris-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SzFTle7nI2I/AAAAAAAAASo/rhdtnKmTbWA/s72-c/Stratovarius+-+Polaris.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2364729504298560399</id><published>2009-12-17T10:56:00.005Z</published><updated>2009-12-21T12:42:49.123Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUM DE RECORDAÇÕES#7: THE BEATLES - LET IT BE (1970, EMI/PARLOPHONE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9gtqJvYHI/AAAAAAAAASI/pS_8OXTT728/s1600-h/Beatles_LetItBe_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9gtqJvYHI/AAAAAAAAASI/pS_8OXTT728/s320/Beatles_LetItBe_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;À semelhança de Abbey Road, Let It Be está carregado de ironia e ao mesmo tempo filosofia de vida. Pelo menos interpreto-o eu assim. Como quem diz, e depois do Adeus, aceitem a passagem das coisas com serenidade. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Numa famosa entrevista a John Lennon, o hippie que seria hoje sir, numa das milhentas perguntas que lhe fizeram aquando e depois da separação dos Beatles, dizendo que não é motivo para lamúrias, porque o material está lá, as músicas estão lá e as discográficas, em especial a Apple (editora fundada pelos próprios Beatles), estará a troco de mais uns soldos satisfazer as saudades de velhos e novos fãs dos Beatles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Let It be nasceu de um projecto de Paul McCartney que frustrado pela falta de concertos, acabou por criar um marco na história entre outros tantos que os Beatles já tinham provocado. Inúmeras bandas desde então têm dado concertos em telhados, caso dos U2, ou em ruelas de Nova Iorque como os Rage Against The Machine, ou os Doors que deram um em pleno asfalto, ou até em cima de toldos de cinemas como os Audioslave.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9osrG2ApI/AAAAAAAAASQ/DgDIMuKyok8/s1600-h/roof.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9osrG2ApI/AAAAAAAAASQ/DgDIMuKyok8/s400/roof.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Há quem considere Let It Be um fracasso. Eu penso que foi, sem dúvida, um sucesso, e foi dos primeiros álbuns ao vivo, a gerar um disco de estúdio. E tantas músicas que sairam deste LP e inspiraram artistas que lhes sucederam. Ainda no seu épico Relase the Stars, Rufus Wainwright pegava na etérea Across the Universe, os Pearl Jam, numa ediçãoe especial do Ten lançavam a&amp;nbsp;movimentada pré-punk I've Got a Feeling.&lt;br /&gt;George Harrison dá o seu hab itual contributo, aqui com uma violenta sátira ao individualismo exacerbado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A balada com orquestração clássica inesquecível de Paul McCartney, The Long and Winding Road,&amp;nbsp;igual à&amp;nbsp;elevação espiritual de Hey&amp;nbsp;Jude mas com o dramatismo de&amp;nbsp;She's Leaving Home ou Eleanor Rigby. Mas nota-se uma influência bem folk/country, influência bem conhecida dos Beatles que tinham uma forte afinidade com Bob Dylan (claro como água em Dig It em que fazem um reedição psicadélica do clássico Rolling Stone)&amp;nbsp;e os novos percusores do folk rock, como Neil Young e os seus Buffallo Springfield. E que maneira melhor de terminar senão com o melhor rock n' roll dos Beatles, Get Back, uma das melhores malhas da História, com Paul McCartney a sacar da sua voz esganiçada, a voz que se tornaria baluarte do rock, e Lennon e Harrison a aproveitrem o melhor da cadência de blues das suas guitarras.&lt;br /&gt;E no final «Speaking words of Wisdom, Let It Be», Os Beatles já há muito que faziam história.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9peNdr8zI/AAAAAAAAASg/A_waZ8TevwY/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9peNdr8zI/AAAAAAAAASg/A_waZ8TevwY/s320/5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2364729504298560399?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2364729504298560399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2364729504298560399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2364729504298560399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2364729504298560399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/album-de-recordacoes7-beatles-let-it-be.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sy9gtqJvYHI/AAAAAAAAASI/pS_8OXTT728/s72-c/Beatles_LetItBe_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5725007192233978193</id><published>2009-12-14T09:07:00.001Z</published><updated>2009-12-18T10:54:06.748Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUM DE RECORDAÇÕES#6: THE BEATLES - ABBEY ROAD (1969, EMI/PARLOPHONE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyiagAka2RI/AAAAAAAAAR4/2jB_G0xmz74/s1600-h/Beatles_AbbeyRoad_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyiagAka2RI/AAAAAAAAAR4/2jB_G0xmz74/s320/Beatles_AbbeyRoad_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este, como vários grandes discos da história, tem uma história carregada de ironia, é o anúncio confirmado de um fim. Muito embora, Let It Be haveria de ser lançado posteriormente, este foi de facto o álbum de despedida dos Garotos de Liverpool.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eles preconizaram o princípio de uma revolução e o seu auge, mas quando a geração hippie comelou a degenerar num futuro profético dee A Laranja Mecânica, a década de 70 já não haveria de lhes pertencer, mas a uma ficção científica fascinante de uma evolução do rock em várias subespécies de&amp;nbsp;rock, tanto mais progressivo, agressivo ou de fusão. Géneros que directa ou inderectamente se reconduzem ao Quarteto Fantástico Britânico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é por acaso que o nome do estúdio ficou para sempre gravado como uma fabulosa colectânea de músicas contemporâneas. As salas de gravação eram uma 2ª casa e o ambiente familiar dava-lhes um certo conforto para a composição. E talvez, ainda que subtilmente, todo espaço lhes dava tranquilidade ao ponto de se tornar um dos desenlaces mais pacíficos da História da Música. Apesar de internacionais, os Beatles não deixavam de ter aquela postura britânica, que acompanha um «beef» para qualquer lado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se calhar por úm fim estar próximo, parece que isso ainda elevou mais o nível de composição. «Come Together», é uma das músicas com mais groove que já se fizeram. Se Paul McCartney não for por isto considerado um dos melhores baixistas que já existiram, não sei o que será. Apesar de suave, a música tem um poder, e como sempre uma conotação subjacente que John Lennon imprimia nas letras. As habituais contribuições isoladas de George Harrison com a sua eterna companheira «guitarra-musa», dá um simbolismo e uma magia às músicas dos Beatles, no meio da coalboração hegemónica Lennon-McCartney. «Something» e «Here Comes The Sun»&amp;nbsp;mostra-nos um Harrison, mais afastado do experimentalismo oriental, mas mesmo assim marcante, junta-se às grandes While My Guitar Gently Weeps ou a posterior I Me Mine.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maxwell Silver Hammer é o prenúncio da revolução dos Hammond Organs que haveriam de vir, de uma maneira profética, e sobretudo alegre. Onde tal como os Lords Ingleses, os Fab Four mostram-se triunfantes mesmo na derrota, ou melhor no fim. E se anterior, o legado instrumental dos Beatles mostra as suas penas de pavão, Oh Darling! mostra o futuro dos coros. Se calhar poucos reconduzem aos Beatles, mas para mim o início dos arranjos vocais começa com a voz esganiçada de Paul McCartney que à Senhor mostra aqui o sentimentalismo do Cromossoma Y, de uma maneiras extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se as supresas acabavam por aqui somos surpreendidos pela «estado de graça» de Ringo Starr em Octopus's Garden. Que não só se safa na secção rítmica, como faz uns fabulosos arranjos de guitarra e voz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o tema seguramente mais amado dos Beatles, pelos fãs pelo menos, é dedicado à deusa oriental Yoko Ono. Segundo se diz por aí. Lennon estava tão enamorado, que com o seu velho companheiro de armas McCartney, que acabou por emprestar a densidade vocal de que a música precisava. Da primeira vez que ouvi a música, estranhava a similitude impressionante que Finally Free dos Dream Theater tinha com esta faixa. De facto, esta música está revestida de um mito pouco vulgar, que faz dela uma das canções «de todos os tempos».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até aqui já estaríamos satisfeitos com um excelente lado A para ourvirmos durante muitas e várias horas sem cansar. Só que a tempestade mental do quarteto ainda estava por acabar. «You Never Give Me Your Money», será mais uma das músicas de sempre com a psicadélica She Came in Through The Bathroom Window, que demarcou, como tantas outras,&amp;nbsp;o contributo das drogas para a história da música moderna, tal como o absinto e o ópio determinaram a música romântica e sucessivamente a música do início do Século XX.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com um toque de sarcasmo os Fab Four, despedem-se com Carry That Weight, música que junta todo o esforço colectivo vocal, óptima para preencher estádios, coisa que poderiam ter feito, mas o grupo nunca quis; e The End que bem a um jeito hippie é uma faixa bem alegre com um forte cunho instrumental, sobretudo das percussões e da guitarra Harrisoniana. Her Majesty marca o paradoxo internacionalista dos Beatles, que nunca deixaram de ser orgulhosos ingleses.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Syij_HdyGII/AAAAAAAAASA/WgDXail1xeM/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Syij_HdyGII/AAAAAAAAASA/WgDXail1xeM/s320/5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5725007192233978193?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5725007192233978193/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5725007192233978193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5725007192233978193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5725007192233978193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/vynis-de-parede6-beatles-abbey-road.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyiagAka2RI/AAAAAAAAAR4/2jB_G0xmz74/s72-c/Beatles_AbbeyRoad_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2939539135713365982</id><published>2009-12-11T12:22:00.000Z</published><updated>2009-12-11T12:22:22.434Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;METALLICA AO VIVO NO PAVILHÃO ATLÂNTICO DIA 8.05.10&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://entimg.msn.com/i/paralleluniverse/493/Metallica_band_493x422.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="273" ps="true" src="http://entimg.msn.com/i/paralleluniverse/493/Metallica_band_493x422.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Quem não olhava para o famoso concerto no Texas em 97 dos Metallica, que lhes value um duplo DVD e pensava, será que algum dia vão se acabar as eternas horas de festival para ver os Reis do Metal lá para as 11 e tal da noite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portugal deixou de ser apenas mais um local de passagem para se fazer uma tourné, mas uma visita habitual que se repete de ano para ano. Só que desde 1999 que um concerto por mão própria se repetia. Pois Beavis, Fogels/McLovin's, e outros fãs de Metallica que não sejam tótós. Agora vêm em formato palco 360º. É começar a correr para não esgotar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2939539135713365982?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2939539135713365982/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2939539135713365982' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2939539135713365982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2939539135713365982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/metallica-ao-vivo-no-pavilhao-atlantico.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1592844141718348722</id><published>2009-12-10T15:01:00.001Z</published><updated>2009-12-10T15:01:49.255Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;BIGELF - CHEAT THE GALLOWS (2008, CUSTARD RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyEHaq3HaQI/AAAAAAAAARo/CO1FHUwuesk/s1600-h/B001BP4U0Y.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyEHaq3HaQI/AAAAAAAAARo/CO1FHUwuesk/s320/B001BP4U0Y.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se fossem jogadores de Ténis seriam considerados como o&amp;nbsp;paladino sueco, Robin Soderling, um «late bloomer», ou seja, aparecidos tardios. Ou então condenados a eternos ilustres desconhecidos, há muitas bandas cujo espírito revivalista vem retomando o rock como um estilo nobre e, acima de tudo, bem elaborado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda em fase de promessa, mas com grandes cartadas jogadas, foram recrutadas por Portnoy, para a 1ª parte da Progressive Nation europeia dos Dream Theater e dos Opeth. Há quem os chame de Beatles do oculto, mas estes californianos são da melhor mistura entre os Garotos de Liverpool e o quarteto satânico de Birmingham - os Black Sabbath. Aos «Fab Four» trazem o eclétismo o psicadelismo e aos segundos as batidas e os célebres «devil chords» de Toni Iommi, influência mais que visível nos dedos de Ace Mark. Gravest Show on Earth parece a fusão entre o clássico Black Sabbath e o monumental Sgt Pepper's. Ao passo que «Blackball» é o tema mais progressivo, ou não captassem eles a tenção do líder dos Dream Theater, bem ao estilo de uns&amp;nbsp;Led Zeppelin&amp;nbsp;na sua melhor fase de carreira, com uma jam a permear toda a parafernália.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Money, It's Pure Evil», é o clássico hippie, aqui num estilo muito Floydiano versão Lennon, numa versão bem pop, com uma mistura bem acentuada de distorção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Evils of Rock &amp;amp; roll» é puro Sabbath recuperado, com um toque de mestre nos teclados pelo líder Damon Fox. Mas não culmina aqui os seus dotes. De facto, é dos poucos vocalistas a sobressair-se hoje pela sua variedade vocal. Aqui com um estilo bem Deep Purple, com a aspirar aos melhores ensinamentos de Jon Lord.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas as portas do inferno abrem-se &amp;nbsp;em «No Parachute» em que as melhores baladas dos Beatles parecem ganhar vida no oculto bem ao estilo de If I Needed Someone, Hey Jude, Ballad of John an Yoko ou You Never Give Me Your Money. The Game é mais uma vinda directamente de Liverpool, um lado B negro de I Want You (She's so Heavy), como uma versão setentista da mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não seriam progressivos se faltasse o épico Countig Sheep, a música que seria escrita pelo Sabbath se houvesse teclados na banda e escrita em conjunto com a dupla Lennon/McCartney. Estes quatro americanos conseguiram juntar dois mundos opostos que até agora se achava impossível.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyENVZiXvLI/AAAAAAAAARw/owGGM7htevc/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyENVZiXvLI/AAAAAAAAARw/owGGM7htevc/s320/5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1592844141718348722?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1592844141718348722/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1592844141718348722' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1592844141718348722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1592844141718348722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/bigelf-cheat-gallows-2008-custard.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyEHaq3HaQI/AAAAAAAAARo/CO1FHUwuesk/s72-c/B001BP4U0Y.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4063729896454040781</id><published>2009-12-09T09:22:00.000Z</published><updated>2009-12-10T09:26:24.297Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;THE WRESTLER (O LUTADOR) DE DARON ARONOFSKY (2009, FOX SEARCHLIGHT STUDIOS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3e/The_Wrestler_poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ps="true" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3e/The_Wrestler_poster.jpg" width="268" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora aqui está mais um dos filmes que ficou renegado para o pequeno ecrã. Com os gostos a serem cada vez mais selectivos e&amp;nbsp;o tempo&amp;nbsp;mais restrito a essas opções. The Wrestler faz-me lembrar um filme português em formato documentário, muito decadente - Belarmino. É um típico filme de género, mas inovador à sua maneira. E aqui Aronofsky passa completamente a sua faze ficção científica revolucionária em The Fountain para uma mais modesto rwalismo quotidiano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não se poderia arranjar alguém melhor para tal papel do Mickey Rourke. Um homem que sofreu na pele - literalmente - as cicatrizes da vida de um lutador. É com a cara meio desfigurada, que se faz uma interpretação actualista de todos aqueles filmes lados negros de Rocky, como O Campeão, por exemplo. Aqui tal como o circo de Roma, o mundo do espectáculo violento tem o seu preço a pagar, chegando mesmo ao custo da vida humana. Randy The Ram vem a saber isso depois de alguns excessos no ringue. Vivendo uma vida amarguarada, como um herói puxado para o esquecimento, o seu velho corpo, com miopia grave, próteses e tudo o mais, leva mais um bypass para o seu coração já moribundo. Tudo isto implantado durante o seu sono induzido. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este é o reflexo de 20 anos de carreira, com os dissaborosos anos 90 a mediar todo esse período. Para representar esse revivalismo de Randy, Aronofsky vai buscar os melhores hits dos anos 80, seja os Ratt que serve de deixa para uma tampa cujos corações velhos têm dificuldade em aguentar, ou Motorhead, e o regresso ao activo com os AC/DC. Tudo o que o glam metal tem de melhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isto&amp;nbsp;está envolto&amp;nbsp;num certo&amp;nbsp;ambiente agri-doce, com uma pitada de humor.&amp;nbsp;Humor esse, bem ao estilo infantial do&amp;nbsp;«jackass» que se reflecte&amp;nbsp;no modo como os lutadores combinam entre si esfolar-se e depois toca de mamar umas jolas.&amp;nbsp;Esta combinação entre o humor e a tragédia acaba por fazer parte do realismo que está em voga hoje, e aqui para nós, ainda bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Randy descobre que está no fim da vida e descobre que não terá ninguém para cuidar dele. A única filha que tem não quer nenhum, nem qualquer relacionamento com ele. Randy sabe que mais tarde ou mais cedo, o tempo há-de esgotar-se e a morte se encontrará com ele no fim, mas será uma morte solitária. Irónico ser rodeado de tantos, e viver na solidão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Randy procura deseperadamente conforto nas mulheres que perderam interesse nele, uma carcaça abandonada, parecendo para estas desprovida de humanidade. Apenas Pam «Cassidy», uma stripper de um clube local, que também ela sente o peso da idade e da decadência. Justamente quando este&amp;nbsp;eleva o seu interesse para além do carnal, Pam recusa o seu afecto,&amp;nbsp;justamente pelas cicatrizes que estão vincadas no seu passado. Cassidy é mãe, e&amp;nbsp;uma mulher, pelo que muitos&amp;nbsp;vêm apenas o seu objecto e esquecem a dignidade. Brilhantemente, Aronofsky tenta captar no dilema destas duas personagens, que acaba por ser um dilema de linguagem e desentendimento e desencontros. A falta de tolerância, muitas vezes legítima, leva a que Randy uma pessoa boa e cheia de boas intenções, a um fim&amp;nbsp;triste.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyC9-k38wSI/AAAAAAAAARg/Z0LUV6XwpIY/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyC9-k38wSI/AAAAAAAAARg/Z0LUV6XwpIY/s320/3.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4063729896454040781?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4063729896454040781/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4063729896454040781' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4063729896454040781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4063729896454040781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/wrestler-o-lutador-de-daron-aronofsky.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SyC9-k38wSI/AAAAAAAAARg/Z0LUV6XwpIY/s72-c/3.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-9155682585824215396</id><published>2009-12-03T16:02:00.002Z</published><updated>2009-12-03T16:44:49.356Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;FRANZ FERDINAND AO VIVO NO CAMPO PEQUENO, LISBOA, 2.12.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfhUfk9TwI/AAAAAAAAARY/DOlyJts3AsU/s1600-h/Franz+Ferdinand4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfhUfk9TwI/AAAAAAAAARY/DOlyJts3AsU/s400/Franz+Ferdinand4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Concerto Relâmpago é&amp;nbsp;como se pode desingnar o espectáculo dos Franz. Curto, mas intenso e sem megalomanias, tirando o que começa a já ser tradicional, o visualismo em pano de fundo. Mas não houve cá espaços para lançamentos espaciais ou&amp;nbsp;plataformas levitantes. Apenas o bom velho rock n' roll, com muita festa, animação e, muito possivelmente, uma good trip. Eu não grande conhecedor da discografia dos escoceses, posso dizer que foi um dos melhores dos últimos tempos. No curto espaço de uma semana, claramente melhor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Pena que, como seja já habitual, a organização não olhe muito para a velha classe trabalhadora que tem de madrugar no dia seguinte. Dependente de transportes, muitas vezes só podem optar por encurtar o tempo do espectáculo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfYG-3uErI/AAAAAAAAAQ4/Kfxl8rVSj9k/s1600-h/Franz+Ferdinand3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfYG-3uErI/AAAAAAAAAQ4/Kfxl8rVSj9k/s320/Franz+Ferdinand3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Mesmo assim, e já com algum estatuto, os Franz apresentam-se como uma banda simples, apenas ornamentadas do seu cunho pessoal, com a tradicional projecção dos amplificadores pessoais nas traseiras. Bateria humilde, mas potente, e sem presença de guitarras suplentes. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;As primeiras partes tiveram a cargo de um projecto protuguês da vaga do new rock que assola aí. Muito estilo Artic Monkeys, os The Doups de Setubal mostravam-se num ar de britânicos sadinos, que pouco inovavam ou tinham para oferecer. Mas há-que apoiar as bandas em início de carreira, ou no mínimo mostrar-se solidário. E de seguida entraram os Allman Brothers Band&amp;nbsp;/ Lynyrd Skynyrd encontram Stevie Wonder, os Phenomenal Handclap Band. Pouca intereacção, mas muita música. Suficiente para preencher 2 horas de espectáculo. Hou ve espaço para alguns solos, estilo hippie das pistas de dança, e revivalismo dos anos 70, altura que deu para encher a magotes os bancos de inspiração dos Franz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tivémos que ainda esperar para que o uísque não começasse a fazer o seu efeito nos nossos anfitriões, e o espectáculo não ficasse arruinado. A contar os minutos e a começar a amaldiçoar o evento entram eles da melhor maneira. Tonight em força. E bastou apenas uma música para os touros se soltarem. «No You Girl You'll Never Know / No, No, You Girls Will Never Know». E o que bastava para agarrar em força a audiência foi ainda resgatado um dos primeiros êxitos dos Franz, a dança da decadência em «Dark of the Matinée». E tantos temas que eles têm, tão curtos, mas tão apelativos, dão para uma noite de Best Of. «Do You Want To» teve o mesmo impacto com as expectativas em alto. E a postura de Alex Kapranos não podia ser mais simbiótica com o público, que decididamente estava numa noite de «Take Me Out». Se é para a rambóia, é siga sem parar até ás verdadeiras rockeiras 40' ou This Fire, ou até o sinal trepidante de What She Came For. E por falar em final não podia acabar melhor com Safri Duo vira quarteto. Outsiders foi o rastilho, para a percussão repartida em quartos. Grande mérito para o baterista Paul Thomson e o baixista Bob Hardy.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sxfez4vDkLI/AAAAAAAAARI/RoBQFvbXN44/s1600-h/Franz+Ferdinand2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sxfez4vDkLI/AAAAAAAAARI/RoBQFvbXN44/s320/Franz+Ferdinand2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eis que chega o Encore. Kapranos demonstra porque também sabe dar cheirinho nas 6 cordas e faz um bom solo, em Walk Away e merece a sua Fender em Michael. O cover de LCD Soundsystem - All My Friends - demonstra a paixão dos escoceses pela electrónica, com os organitos nas traseiras que mandavam um som bastante piscadélico, que fez jus ao nome na longa de Tonight: Franz Ferdinand, Lucid Dreams, altura em que Karpanos e Ñick McCarthy saltaram para o VC3 e os Tape Effects. Com isto se depsediram, foi de duração curta, mas de gozo máximo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Alinhamento &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;No You Girls &lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;The Dark of the Matinée &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Can't Stop Feeling &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Do You Want To &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Twilight Omens &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;This Fire &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Live Alone &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tell Her Tonight &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Take Me Out &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Ulysses &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;40' &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;What She Came For &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Outsiders &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;Encore: &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Walk Away &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Michael &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;All My Friends (LCD Soundsystem) &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Lucid Dreams&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfhDIbkIsI/AAAAAAAAARQ/eB0wSb_r_U8/s1600-h/4discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfhDIbkIsI/AAAAAAAAARQ/eB0wSb_r_U8/s320/4discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-9155682585824215396?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/9155682585824215396/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=9155682585824215396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9155682585824215396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9155682585824215396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/franz-ferdinand-ao-vivo-no-campo.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxfhUfk9TwI/AAAAAAAAARY/DOlyJts3AsU/s72-c/Franz+Ferdinand4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7616952040331983064</id><published>2009-12-01T11:46:00.001Z</published><updated>2009-12-01T11:46:54.157Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR POR MICHAEL MOORE (2009, DOG EAT DOG FILMS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c5/Capitalism_a_love_story_poster.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c5/Capitalism_a_love_story_poster.jpg" width="270" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Michael Moore tinha em mãos uma tarefa hercúlea, definir o sistema económico que hoje rege as nossas vidas. um deus inconsciente que define tudo o que fazemos, chamado mercado. O mercado é tudo o que trocamos e transaccionamos por um preço. Quero dizer que se eu oferecer algo, sem receber nehuma contrapartida eu não estou a actuar no mercado. Mas não deixa o bem de perder o seu valor?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Bem isto não é fácil de definir. Nem o Michael Moore se propõe a fazê-lo. Para isso tem os 4 volumes de O&amp;nbsp;Capital de Karl Marx que o fazem por ele. Mas muita gente que vai ver esta paródia-documentário não estão para lê-lo. Francamente, eu também ainda não oli. Muito embora sei em traços largos aquilo que Marx aí discute, ainda estou reolvido a lê-lo de fio a pavio. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas Moore não estava&amp;nbsp; para perder tempo em análise filosóficas. Como Marx dizia, «os filósofos perdem tempo a a comprrender o mundo, em vez de tentar mudá-lo»&amp;nbsp;(citação livre). Moore está para nos dar, de um forma bastante cómica, os males do Capitalismo. A obsessiva busca da maximização do lucro, e a malfadada expressão marxiana. mas minuciosamente realista, o homem lobo do próprio homem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;No tradicional estilo de Moore temos um 60 minutos, de 120 minutos a explicar e demonstrar vidas de pessoas que ficaram afectadas pelo estilo de vida capitalista. E este são os casos mais flagrantes de como a justiça social ficu de foram no meio de toda esta equação. Quando se fala deCapitalismo, parece querer falar-se de uma qualquer liberade, ou me lhor de liberdade. Mas que liberdade? Para dar um exemplo nítido, a ditadura dePinochet era um sistema económico ultra-liberal, no entanto altamente repressivo das liberdades civis e políticas dos cidadãos. E quem nunca viu uma carga policial americana, numa manifestação pacífica? Pois é o cpaitalismo tem destas coisas, enclausurar as pessoas em casa entretidas pelo seu próprio consumo. Os E.U.A. atravessam uma grave crise insdustrial, sobretudo, porque o sistema que anteriormente lhes conedia supremacia mundial, hoje está a fazer-lhes feroz concorrência e em termos de conepção de Estado e das suas incumbêncas eles ainda vivem num interpessão actualista do Estado Liberal do Século XIX. Por isso vale tudo, até tirar olhos, e na realdiade social, lucrar com a morte de empregados devotos à empresa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Sim estes é um dos problemas do sistema. É que quando falamos em livre iniciativa, somos capazes de ser transportados directamente para a selva humana, onde as ligações ocultas entre poderes políticos e económicos ditam as regras dos reis da selva, os leões, não melhor os abutres. Moore tenta explicar o Plano Paulson por miúdos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Durante décadas incentivaram as pessoas a venderem a casa aos Bancos que vendiam a história de que a pessoa vivia em ciam de uma mina de ouro, o seu próprio banco. Isto levou a que as hipotecas das casas disparassem em flecha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Pois é, é isto que se estuda em Harvard nos dias de hoje, nos cursos de economia. Como enganar o próximo membro da nossa espécie. A complexidade atinge níveis tais que quando interpelados a explicarem-se ficam sem saber por onde começar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Moore mostra-nos um sistema corrosivo, de uma permanente guerra civil pacífica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7616952040331983064?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7616952040331983064/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7616952040331983064' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7616952040331983064'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7616952040331983064'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/12/capitalismo-uma-histrodia-de-amor-por.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3541533406957277330</id><published>2009-11-30T23:27:00.002Z</published><updated>2009-11-30T23:28:33.995Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;MUSE AO VIVO EM LISBOA, PAVILHÃO ATLÂNTICO, 29/11/09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRSy5MVnQI/AAAAAAAAAQA/WJzaQnmQfV4/s1600/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRSy5MVnQI/AAAAAAAAAQA/WJzaQnmQfV4/s320/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Ontem haveira uma grande música dos Muse composta pela mente endrominada de cogumelos de Matthew Bellamy em&amp;nbsp;2001 (altura em que ainda&amp;nbsp;prrenchiam as tardes dos festivais de verão)&amp;nbsp;que se designava pelo nome de Megalomania. Ontem verficou-se, mais do que nunca, como essa música é autobiográfica do trio de Teginmouthh, só comparável às ambições dos Superestados de 1984, da futrologia de Orwell.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;É certo que os Muse nasceram com uma identidade, mas será que ela se mantém ou foi-se diluindo nos perfis de outras bandas. Tal como o último álbum falhou em muitos aspectos, nuns Muse a tornarem-se naquilo que não são, o espectáculo reflectiu essa mesma naturez. Mas epá todos temos direito às nossas loucuras. Mais ambiciosos que uns U2, só que sendo obrigados a começar com uma banda ranhosa, sairam em plataformas por detrás de uma cena caótica. Desde logo falhou a habitual pontualidade britânica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRUYpk046I/AAAAAAAAAQQ/NALi9NLKK0E/s1600/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRUYpk046I/AAAAAAAAAQQ/NALi9NLKK0E/s320/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico1.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;E os nossos «Spocks» da moda foram mesmo por partes, alternando entre o novo álbum e as faixas antigas, para alegrar um pouco as expectativas de todos. Pena que as melhores tivessem ficado de fora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;«Uprising», apelou de imediato a todos os ouvintes das rádios mais mainstream imagináveis. Não que isso fosse preciso. Basta ver que a maioria dos fãs de Muse conhece toda a sua discografia.Seguindo-se de imediato Resistance.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Um alívio da minha dor de cabeça vem com o regresso às origens, só que da simetria, com New Born. Nada como um clásscio para realmente provar o poder que os Muse representam. E comos estavamos na fase de álbuns predeccesores veio Black Holes &amp;amp; Revelations de uma assentada «Map of the Problematique» e o que é hoje um ds riffs de guitarra mais célebre da história «Super Massive Blackhole». Como Bellamy não é muito comunicativo, o John bonham do «rock era digital» falou com frequência, se bem que os coros não fazem parte das suas incumbências. Mas o melhor da banda estava na postura de Senhor e Christen Wolstenhome, um pujante baixista que demonstrou um poderoso duo de Drum N' Bass com o já reconhecido Dom Howard. este foi, sem dúvida, o momentos mais alto do concerto. Certamente as&amp;nbsp;camadas mais novas não estavam a contar com uma epítome instrumental destas, mas para minha supresa adeirram bastante bem. &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRUhQrDo5I/AAAAAAAAAQY/CM_MY8IkJAo/s1600/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRUhQrDo5I/AAAAAAAAAQY/CM_MY8IkJAo/s320/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico2.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Bellamy sucede-se com uma boa apresentação da sua guitarra espacial, não muit técnica, mas bastane experimentalista. E tyambém nos pianos resolveu com Queen Século XXI. de Unityed States of Eurasia e já que descer e subir elevadores-ecrãs sia caro, toca-se mais uma no piano lá em cima, a lendária cover de Feeling Good. Tudo com a secção de luz e imagem ao detalhe. Hoje deve sair mais barato, para compensar tudo isto. E pensar que os Pink floyd estoiravam milhões nestas aventuras....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Quando pensávamos que era impossível vir o pirosismo para o palco, lá vai Bellamy buscar o teclado c/ braço de guitarra para tocar Timberlake versão trio «Undisclosed Desires» e Guiding Light. E na mesma onde Starlight.....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E como eles foram por partes, por partes partiram para o encore com os riffs que se queria ouvir, Plug in baby, Time is Runnig Out e a melhorzinha de The Resistance, Unnatural Selection.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O final podia ser salvador se Exogenesis, o verdadeiro lado progressivo dos Muse, se tivesse revelado em todo o seu esplendor, ficou-se pela abertura. Mas ajudou ficar-se com a esxcelente Stockholm Syndrome e a brutal (verdade seja dita) Knights of Cydonia. De rersto nem aquece, nem arrefece, e lá fora estava-se pior....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRS69Ed3aI/AAAAAAAAAQI/tVaIc69BTbY/s1600/3+estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRS69Ed3aI/AAAAAAAAAQI/tVaIc69BTbY/s320/3+estrelas.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3541533406957277330?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3541533406957277330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3541533406957277330' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3541533406957277330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3541533406957277330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/muse-ao-vivo-em-lisboa-pavilhao.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SxRSy5MVnQI/AAAAAAAAAQA/WJzaQnmQfV4/s72-c/Muse+Pavilh%C3%A3o+Atl%C3%A2ntico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7214826177494813092</id><published>2009-11-27T11:04:00.001Z</published><updated>2009-11-27T11:05:48.867Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;DEAD COMBO - LIVE HOT CLUBE (2009 UNIVERSAL)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw-ySK_lijI/AAAAAAAAAPw/tT3vpVjwii0/s1600/dead+combo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw-ySK_lijI/AAAAAAAAAPw/tT3vpVjwii0/s320/dead+combo.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Tinha acabado de sair aquando do espectáculo não S. Luiz e estes portugueses taciturnos davam, assim, os seus primeiros passos no univeros «ao vivo». Focados na música ambiente, a Música dos Dead Combo não foi feita para grandes espaços ou Estádios. São antes uma banda de clube Nova Iorquino, adaptada à realidade lusa. O Hot Clube parecia ser um local apropriado para a realidade western-fado deste duo surreal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Criaram a partir daqui uma simbiose com o baterista Alexandre Frazão, convidado, mas que parece começar a fazer parte do colectivo ao vivo. Jazz de formação, este não podia ser o local mais apropriado para se acabar uma conversa, a de Lusitânia Playboys. Curto, mas conciso, começa de rompante com Rak Song, muito fiél ao álbum, excepto no abuso de percussões, muito mais pujantes do que em estúdio e adaptados à guitarra tradicionalmente rítmica de Tó Trips, que nesta faixa ganha particular destaque. Mas é já a pensar no novo álbum que os Combo vão propondo novas músicas como a excepcional Nat. Mas nem só de novidades vive a música. Rodada foi o regresso aquele que continua a ser a sua experiência mais célebre - Vol. II Quando A Alma Não É Pequena. Aversatilidade dos Dead Combo não conhece limites, como um ecletismo erutdito, extende-se até ao rock,&amp;nbsp;muito por culpa&amp;nbsp;do contrabaixista Pedro Gonçalves que se devota a múltiplos instrumentos. Desert Diamonds/Enraptured With Lust&amp;nbsp;é a música do crime, aqui com um violência brutal, que com a percussão e os soporos ganha outra dimensão. Old Rock n' Roll Radio volta ao primeros passos de Vol. I, com o qual se despedem para a próxima aventura ao vivo, esperemos São Luíz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw-ygoBfEcI/AAAAAAAAAP4/8kvItmVW_ws/s1600/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw-ygoBfEcI/AAAAAAAAAP4/8kvItmVW_ws/s320/3.5discos.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7214826177494813092?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7214826177494813092/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7214826177494813092' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7214826177494813092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7214826177494813092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/dead-combo-live-hot-clube-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw-ySK_lijI/AAAAAAAAAPw/tT3vpVjwii0/s72-c/dead+combo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7537628825586832328</id><published>2009-11-25T12:14:00.001Z</published><updated>2009-11-25T12:17:59.066Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;FLIGHT OF THE CONCHORDS - I TOLD YOU I WAS FREAKY (2009, SUBPOP RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/4f/IToldYouIWasFreaky.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/4f/IToldYouIWasFreaky.JPG" width="320" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem disse que a música não pode ser um grtande exercício de ironia, com uma ironia mordaz? Foram já várias as tentativas, e bem sucedidas, de usar a música como ironia e também sátira mordaz. O génio foi, sem dúvida, Frank Zappa, que para além de ter&amp;nbsp;a faceta&amp;nbsp;de «entretenidor», usava a música como uma feroz crítica social, sobretudo dos costumes e dos usos indiscretos, como exemplo «Moving to Montana Soon».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois veio o humor negro da música como crítica da própria música, mencione-se os Spinal Tap que nasceram de uma ficção e acabaram por se converter numa realidade do heavy metal a brincar, os os Rutles.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando os Flight of the Conchords, ou os Flute of the Commodors como acabaram por ser&amp;nbsp;designados por um apresentador de clube ignorante, apareceram ninguém os levou a sério. No entanto, as músicas versáteis e carregadas de sarcasmo acabaram por abalar os gostos modernos indiferentes a qualquer substância musical, partindo do pressuposto que ela existe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 1ª série foi um trabalho muito bem feito por este duo neo-zelandês, não australiano como costumam ser apelidados. Caricaturando os mais variados estilos musicais desde o Folk, ao electrónico decadente dos anos 80 com os Pet Shop Boy em «Inner City Pressure» ou o rap ridículo em Rhymenocerous vs. HipHopapotemous. Posso dizer que eles no gozo conseguem ser melhores que os originais alvos da crítica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal como na 1ª série, que tinha muitas dos originais dispersadas pelos 22 episódios, mais ou menos, o mesmo se sucede nesta 2ª aventura. Os temas que compuseram a série, servem agora de integração do álbum. Os padrões são os mesmo que no anterior, a começar pelos cancros da Música Moderna o hip Hop, Ragga que teimam em não cair no esquecimento. Hurt Feelings parece aquela contradição que nos dá imediato vontade de gargalhar, ahistória do rapper&amp;nbsp;sensível em «Hurt Feelings», ou a completa falta de gosto dos Raggas em «Sugalumps», lado B de Boom Boom.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não só estes pacóvios alvos das tomatadas mordazes destes neozelandeses deslocados. Os ovos podres vão directamente ao electrónico ranhoso que por ái prolifera como Ladys Gagas e (des)Cascada em Too Many Dicks (on the dance floor) ou Fashion is Danger. Até mesmo os falsos rastas vêm na Lista Negra com a badalhoquice despida em »You don't have to Be a Prostitute».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até partem directo para o World Music, tal como «Foux Du Fafa» no disco anterior em Petrov, Yelyena and Me, que só podem gozar com filmes rafeiros com a mesma cadência de nome. Nem os Jason Mraz e outros que tais ficam de fora com a balada fácil Carol Brown que depicta até o habitual dueto com as gajas/pitas do momento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Friends» parece quase chegar ao ametricismo de Kymia Dawson (e com o falhanço de expectativas de Alphabutt), se bem que aqui numa postura amigável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Até já pesnaram na música de Natal epiléctica com um Gospel histérico em «Angels». Um autêntica sátira às RFM's e sobretudo às músicas das massas indespertas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw0fgRv6EFI/AAAAAAAAAPg/E-7d1Ca71D8/s1600/4discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw0fgRv6EFI/AAAAAAAAAPg/E-7d1Ca71D8/s320/4discos.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7537628825586832328?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7537628825586832328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7537628825586832328' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7537628825586832328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7537628825586832328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/flight-of-conchords-i-told-you-i-was.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw0fgRv6EFI/AAAAAAAAAPg/E-7d1Ca71D8/s72-c/4discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2318082602391718837</id><published>2009-11-24T22:29:00.002Z</published><updated>2009-11-25T12:15:08.426Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;DEAD COMBO, AO VIVO NO TEATRO S. LUÍZ, LISBOA, 21.11.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwxeJvB7MNI/AAAAAAAAAPY/w9UI9g0ObK8/s1600/Dead_Combo_01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwxeJvB7MNI/AAAAAAAAAPY/w9UI9g0ObK8/s320/Dead_Combo_01.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Os Dead Combo podem muito bem ser mais&amp;nbsp; uma daquelas bandas condenadas ao desconhecimento genérico que depois mais tarde, depois de acabarem, tornam-se uma referência, como os quadros e Matisse e Renoir que são hoje obras de arte amplamente reconhecidas. Talvez sejamos nós assima contemplarmos a nossa própria música. Tirando os Xutos claro. Tudo o que é estrangeiro enche salas de espectáculos infindáveis&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Devo, contudo, realçar um pequeno «senão», o salão de Inverno do renovado Teatro S. Luiz em Lisboa estava lotado. Com a noite era pesecial, com câmaras prontas e palco arranjado, para uma noite de gravação de um novo álbum ao vivo. Nem de propósito surgiu esta venue, uma vez que os Dead Combo lançaram agora um álbum ao vivo, no Hot Clube de Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Sem banda de abertura, surgidos do palco, vieram para tocar as primeiras músicas em dueto exclusivo. Tó Trips sinistro, agradece a vinda e com poucas palavras tocou algumas dfa músicas que já tinham surgido em neste formato na Homenagem a João Aguardela. Ainda estávamos na digressão de Lusitânia Playboys e foi por aí que se começou. Este álbum, um dos melhores&amp;nbsp;lançados no ano passado, preencheu boa parte do espectáculo com o tema homónimo, Lusitânia Palayboys, Sopas de Cavalo Cansado e&amp;nbsp;Rak Song. Ainda neste contexto visitaram Vol.II com A Menina Dança ou o Assobio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwxeH_yx9wI/AAAAAAAAAPQ/6PkU24WmHHM/s1600/dead-combo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwxeH_yx9wI/AAAAAAAAAPQ/6PkU24WmHHM/s320/dead-combo.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Foi só passados meia hora de concerto que a dulpa Tó Trips / Pedro Gonçalves decidiram chamar ao palco um grupo de amigos e a grande revelação pessoal -&amp;nbsp;para mim, pelo menos - do baterista Alexandre Frazão. Mais An Duarte nos pianos e um trompetista, outro saxofonista e mais um para a trompa. Tocou-se então aquilo que havia de ser um espectáculo imponente para aquilo que parecxe um pequeno duo contrabaixo/guitarra. Cuba de 1970 teve outra dimensão e menos se pode falar da oriental Like a Drug que tem o seu lado curioso na inspiração dos QOTSA que Pedro Gonçalves admira muito. Alexandre Frazão tebe oportunidade para demonstrar o potencial de um aluno de escola de Jazz. Canção do Trabalho teve uma cara nova, com as variações de percussões e ritmos completamente em contratempo, já para não falar da velhinha Eléctrica Cadente ou Diamond Song/Enraptured With Lust. Pelo Meio ainda tivémos privilégio de ouvir um pequeno recital de piano das músicas dos Dead Combo, com ainda um solo de Tó Trips, mas por volta da 1:00 era altura de ir para o bairro ou como diz o verdadeiro Pedro Gonçalves, «irmos todos para o Cais do Sodré» como o homem que atravessa Lisboa de bicicleta. Para mimfoi altura de descansar o ossos e aproveitar o extraordinário Vol. I que os nosso compatriotas conseguiram por lá vender.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw0fxvUNUvI/AAAAAAAAAPo/wYEKrJeAiYY/s1600/4.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sw0fxvUNUvI/AAAAAAAAAPo/wYEKrJeAiYY/s320/4.5discos.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2318082602391718837?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2318082602391718837/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2318082602391718837' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2318082602391718837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2318082602391718837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/dead-combo-ao-vivo-no-teatro-s.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwxeJvB7MNI/AAAAAAAAAPY/w9UI9g0ObK8/s72-c/Dead_Combo_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4339553469796295458</id><published>2009-11-23T14:23:00.003Z</published><updated>2009-12-03T16:55:09.322Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PORCUPINE TREE, INCRÍVEL ALMADENSE, ALMADA - 20.11.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Swr_GxIBbvI/AAAAAAAAAO4/s7GxarGeXzU/s1600/porcupine_tree09_add.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Swr_GxIBbvI/AAAAAAAAAO4/s7GxarGeXzU/s400/porcupine_tree09_add.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Pelo que se pode ver Steven Wilson e camaradas gostaram mesmo do nosso país, e do lado sul do Tejo. Depois de pouco mais de um ano de nos terem visitado, voltaram com um novo álbum na manga. Mas não era apenas um novo álbum. Era uma música de 55 minutos, um The Wall em versão individual e intensamente psicológico. Como Steven Wilson não ambiciona a grande palcos, nem espaços amplos, contenta-se numa pequena casa de bairro de Almada, que se tornou e permanece uma sala de culto. Só que agora com todas as facilidades de acesso de comboio e metro que recentemente renovaram na geografia da margem sul.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A 1ª parte deveu-se a mais uma das iniciativas de outra dimensão de Tony Levin. Ele e os seu companheiros trouxeram-nos pela mão dos Stick Men, uma orquestra sinfónica e moderna. Parece que fazem parte daquela variante maluca da ciência, só que no plano musical. Stick Men porquê? Porque o baterista e percussionista electrónica usa «sticks» (baguetas) para tocar, concerteza, a bateria, mas porque os restantes membros se serviam de chapman sticks, um instrumento de corda constituído apenas por um braço e com cerda de 12 cordas, calcadas por ambas as mãos. Aliados a fortes pedaleiras, este trio desconhecido para muitos, mas não todos ousou-se a tocar a «Firebird suite» de Strazinsky, ou como disse o mestre Tony Levin, tentaram. Mesmo assim ainda introduziram um bom&amp;nbsp; humor em «Supercollydal», a propósito da «Musical Sopa».&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Foi só depois de um súbita aspiração do palco, para que Steven Wilson não cortasse os seus habituais pés descalços, e um minimog em forma de secretária vitoriana, chegaram então ao palco com o habitual ecrã branca no fundo do palco. Occam's Razor foi o tema de abertura para aquilo que se esperava assim que começou logo de seguida, The Blind House. Steven wilson disse-o peremptoriamente «and no we're going to play the 55 minutes Incident, I that's ok with you? / So we're goint to play with the shortest interruption as possible». Foi assim que assistimos à peça quase teatral musical com Steven Wilson a alternar frequentemente as suas guitarras, e a recorrer muitas vezes à sua guitarra acústica. Foi bom deambular pela tragédia de fanatismo religioso de um seita que encarcerou dezenas de mulheres nos Estados Unidos. E&amp;nbsp; essa componente visual não foi, de modo nenhum deixado ao acaso. Os Tree recorreram&amp;nbsp;a extensos filmes, muitos bem elaborados, para ajudar a toda a narrativa que se queria contar. O clímax da 1ª parte centrou-se, sem dúvida, no épico de The Incident - Time Flies -&amp;nbsp;um tema&amp;nbsp;extraordinariamente bem concebido, como uma «Dogs» moderna reinventado, com um acorde acústico vibrante e que funcionou muito bem ao vivo. Depois&amp;nbsp;do instrumental pirómano Circle of Manias e a blada de despedida I Drive The Hearse, os nossos camaradas birtânicos retiraram-se para um pausa de 10 minutos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Swr_WMCauRI/AAAAAAAAAPA/4zLhVzXb5cg/s1600/porcupine_tree_03.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Swr_WMCauRI/AAAAAAAAAPA/4zLhVzXb5cg/s400/porcupine_tree_03.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Regressando com um&amp;nbsp;retorno (passo o pleonasmo)&amp;nbsp;a um dos seus melhores trabalhos In Absentia quer tanta presença teve no ano anterior. Colin Edwin começa com 3, que é só colmatado pela já grande reverência nas percussões do mundo progressivo - Colin Edwin. E porque nem só de guitarras vivem as bandas, o Rick Wright discreto Richard Barbieri, Dr. Richard Barbieri.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Foi altura de revisitar então Fear of Blank Planet, músicas quais que já tinham sido tocadas no ano passado, Way Out of Here e Anesthetize, desta vez mais curta para caber na 2ª parte do espectáculo, que não tardaria em terminar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Relembrou-se com alguma placidez, Deadwing, álbum que tem sido esquecido algumas vezes pelos Tree, sobretudo, porque lhes deu alguma fama. Especialmente Shallow que nunca tocam ao vivo. Mesmo assim ficou So Called Friend e ainda uma versão esquecida que ficou de fora de Fear of A Blank Planet, então relegada para o EP, Nil Recurring. Depois do Adeus ficou a promessa de regresso. Parece que gostaram mesmo de nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwuiOgw-cUI/AAAAAAAAAPI/dwEm4hfzJSM/s1600/4discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwuiOgw-cUI/AAAAAAAAAPI/dwEm4hfzJSM/s320/4discos.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4339553469796295458?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4339553469796295458/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4339553469796295458' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4339553469796295458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4339553469796295458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/porcupine-tree-incrivel-almadense.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Swr_GxIBbvI/AAAAAAAAAO4/s7GxarGeXzU/s72-c/porcupine_tree09_add.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7843182091813012289</id><published>2009-11-16T09:13:00.001Z</published><updated>2009-11-18T14:58:06.311Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PHADO POR MARCO MIRANDA aka M-PEX (2009, INDEPENDENTE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwOxWhRZeYI/AAAAAAAAAOo/c4nheFD--ks/s1600/M-PeX+-+Phado.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwOxWhRZeYI/AAAAAAAAAOo/c4nheFD--ks/s320/M-PeX+-+Phado.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A guitarra portuguesa tem sido um instrumento muito pouco explorado para além do tradicional segmento do Fado tradicional. Um aluno do técnico decidiu alargar os horizontes deste extraordinário instrumento. em conversa com o próprio Marco, descobri que este é um projecto todo ele estritamente&amp;nbsp;individual, desde a concepção até à produção, não havendo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Por desconhecimento próprio, fui mais uns amigos ao ainda promissor DI BOX em Arruda dos Vinhos. Investimento isolado de uma família com «bagalhuça», que decidiu dar um presente a uma terra que tem desaproveitado. O espaço estava vazio, e algumas pessoas não estavam ainda preparadas para ouvir música instrumental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;No palco era apenas uma banco, e um computador portátil com saída de som. O conceito era aliar o som melancólico da guitarra de Fado ao ambientalismo da música electrónica. A fusão entre os dois é inesperada, mas francamente positiva. A guitarra de fado acaba por ser a voz ecoante por todas aquelas paisagens vindas da música de computador. Isto acaba por sobressair por que Marco é dotado de uma técnica bastante desenvolvida na guitarra de fado, quase que como um&amp;nbsp;mstura de Carlos Paredes&amp;nbsp;com Jose Satriani,&amp;nbsp;desenvolvendo o culto da guitarra solista. O seu projecto individual aproxima-se bem do trabalho que tem &amp;nbsp;com o violinista dos Corvos, Tiago Flores e o Flautista Marco Ramos, também responsável pelos efeitos. Foi preciso por coincidência encontrar este projecto, que me demorou quase um ano a redescobrir, após o mini-concerto para o Portugal No Coração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwOxOyWo3uI/AAAAAAAAAOg/jnujypJMhr8/s1600/Marco+Miranda.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwOxOyWo3uI/AAAAAAAAAOg/jnujypJMhr8/s320/Marco+Miranda.jpg" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Phado, o disco de estreia, centra-se na reinvenção do Fado. Phado mehnor é um bom exemplo disso. Com um melodia que quase parece uma valsa semi-moderna, que deu lugar a uma entrada inesperada das odaniscas bizarras que por ali andavam. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Hydheia reflecte também essa intenção de refazer uma tradição, e de se buscar as tradições existentes, e a simbiose de dois estilos de música opostos a princípio, parece estranho de início, mas natural com o tempo, visto o som da guitarra portuguesa se manter natural, mas com uma maneira de tocar adaptada ao electrónico que serve de pano de fundo à sua extrapolação. Acho quer seria, no entanto, mais interessante ver mais instrumentos em palco. Em vez das batidas electrónicas, encontrar um baixo. Almathika foi o que conseguiu mudar o andamento, levando alguns cépitcos a crer que a música tinha de facto mudado. Com uma batida rápida e expressiva, e com uma guitarra melancólica, consegue de facto denotar o contraste em relação às anteriores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;A venue acabou com Phadistikal, um Fado quase Daft Punk. com forte enfâse nos electrónicos e uma guitarra portuguesa quase oriental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Com o 2º disco quase a sair - Viver e Senitr Portugal - &amp;nbsp;Marco Miranda continua com a tarefa árdua de fazer música experimental, mais a mais em Portugal e com a tradição portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwO6oh-nToI/AAAAAAAAAOw/ju4ji6svS-M/s1600/4discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwO6oh-nToI/AAAAAAAAAOw/ju4ji6svS-M/s320/4discos.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7843182091813012289?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7843182091813012289/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7843182091813012289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7843182091813012289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7843182091813012289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/phado-por-marco-miranda-aka-m-pex-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwOxWhRZeYI/AAAAAAAAAOo/c4nheFD--ks/s72-c/M-PeX+-+Phado.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-9014253734209366934</id><published>2009-11-13T23:36:00.001Z</published><updated>2009-11-16T11:33:40.376Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;TRANSATLANTIC - THE WHIRLWIND (2009, INSIDEOUT)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwCL61owMVI/AAAAAAAAAOI/9dUED6M4JcA/s1600-h/765f1ea6167f.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwCL61owMVI/AAAAAAAAAOI/9dUED6M4JcA/s320/765f1ea6167f.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já lá vai o tempo em que os supergrupos eram apenas projectos paralelos promissores, que lançavam no máximo um disco ou dois e depois regressavam à sua actividade principal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Transatlantic provaram agora do que são mais que apenas isso. São quatro bons amigos que fizeram um grupo a pensar nos épicos dos grandes grupos do passado, usando músicas como Shine on Your Crazy Diamond, Echoes, Gates of Delirium ou Supper's Ready dos génios progressvos do passado e trasnportá-lo para um presente muito mais virado para a música fácil e curta das rádios. Concerteza não se pode pensar nos Transatlantic como uma nbanda de massas, mas como são referências para os fãs sectaristas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se começaram em 2000, num interregno de Mike Portnoy dos Dream, desesperado por trabalhar com músicos diferentes dos seus camaradas da banda,&amp;nbsp; com SMTPe com um épico de 30 minutos. Brudge Across Forever tinha Duel With The Devil e Stranger In Your Soul (de acordo com Neal Morse o épico dos épics). Mais progressivo do que isto é dificíl. Mas conseguiu-se com Whirlwind, uma gigantesca faica de 77 minutos, superando os recordes dos anteriores. Aliás essa foi sempre a ideia de fundo destes 4 fantásticos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta vez o conceito gira em torno de um apocalítpico desatre ambiental, ideia para a qual Neal Morse, e também o mago sueco Roine Stolt não são de todo alheios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma entrada instrumental, este épico colossal deadica toda a abertura a articulação entre a secção rítmica variada da bateria de portnoy - digno sucessor de Neal Peart - e&amp;nbsp;o melódico do baixo dos Marillion, Pete Trewavas que tem sempre a&amp;nbsp;marca de uma guitarra grave&amp;nbsp;quase parecendo um violoncelo eléctrico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A guitarra de Roine Stolt não é alheia também aos grandes artistas do passado, alheando os efeitos etéreos de um Steve Hackett surrealista, com uma articulação técnica de um Steve Howe a um sentido de oportunidade de David Gilmour. E mesmo Neal Morse dá grandes mostras da sua capacidade técnica, em Dancing With Eternal Glolry rivalizando com o seu amigo Jordan Rudess. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A variação de vozes sempre foi um dos legados que os Transatlantic foram buscar aos pais fundadores do progressivo. Tendo os Beatles e os Pink Floyd como referência repartem os atributos vocais por todos os elementos, esmerando-se para dar uma boa entoação de voz. E até memso os Yes têm aqui o seu dedo nos coros e nos enrolamentos vocais em Is it really Heppening?, ou o esplendor eterno da voz em catarse de Morse em The Wind Blew Them All Away ou Pieces of Heaven, ou Trewavas e Stolt em conjugação jazzísitca em Evermore ou Rose Colored Glasses. E Mike Portnoy soa muito a Phill Clolins na era pós-Pester Gabriel em Set Us Free.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal como os Dream Theater, sendo nerds da música, os Transatlantic não poderiam deixar de prestar atributo aos seus ídolos. Por isso temos uma versão actualizada The Return of The Giant Hogweed dos Genesis, ou um excelente U need You dos America e dos Beatles fundidas ao fim destes anos como irmãods de armas e um bom Soul Sacrifice. Mas de referência são as curtas que vêm no lado B deste dico, tal e qual o formato vinyl dos clássicos antigos Meddle, Atom heart Mother&amp;nbsp;ou Foxtrot com um épico a preencher todo um lado, com depois as faixas mais curtas no restante. Já esperava e sentia falta dos sons a atravessar o Oceano, para quando a visita por cá. Mal posso esperar.....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwCQiMSlkuI/AAAAAAAAAOQ/Ode7pG2WaHI/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwCQiMSlkuI/AAAAAAAAAOQ/Ode7pG2WaHI/s320/5estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-9014253734209366934?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/9014253734209366934/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=9014253734209366934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9014253734209366934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9014253734209366934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/transatlantic-whirlwind-2009-insideout.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SwCL61owMVI/AAAAAAAAAOI/9dUED6M4JcA/s72-c/765f1ea6167f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4387276180084031231</id><published>2009-11-12T15:53:00.001Z</published><updated>2009-11-16T08:47:03.313Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;THEM CROOKED VULTURES - THEM CROOKED VULTURES (2009, SONY/BMG)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv6qTr5Wc0I/AAAAAAAAAN4/_7KHW_9Qs4c/s1600-h/Them+Crooked+Vultures.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv6qTr5Wc0I/AAAAAAAAAN4/_7KHW_9Qs4c/s320/Them+Crooked+Vultures.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que quando o mundo da música estva no seu pico último de criatividade, eis que vem algo que a torna nova e mais recente que nunca. E muitas vezes das boas influências do passado. Não será a 1ª nem a última vez que os os velhotes chegam para nos salvar. Dois músicos, já quarentões e pais de família, com um extenso reportório e currículo, nascidos da geração ciradora do na altura designado «lixo musical» (hoje reconhecido como um período simbólico do rock - Dave Grohl, mítico baterista dos Nirvana, que já dava sinais promissores de regresso às influências com o seu projecto Probot e Josh Homme, que nos Kyuss parecia um guitarrista com futuro e hoje é um guru do stoner rock.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para estabilizar e de facto ir buscar alguma força crítica, foram buscar o elemento mais despercebido nos Zeppelin, mas como se veio&amp;nbsp; saber era uma força mortiz no seio daquela banda. O lendário John Paul Jones, regressa ao activo, depois da isolada venue dos Zeppelin na O2 Arena, em Londres.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Them Crooked Vultures não são apenas maisum supergrupo, que muitas vezes tem resultados desastrosos como a equipa galáctica dos &amp;nbsp;sabujos madrilenso que não apredneram da 1ª vez. Não isto é puro stoner rock do bom. Parece-se muio à partida com o som dos QOTSA fase Rated R ou Songs For The Deaf, como Mind Eraser, No Chaser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nobody Loves Me and Neihter Do I é uma amostra de tudo o que segue no álbum, uma bateria agressiva e pujante, de uma força animal bruta, uma guitarra de outra dimensão,&amp;nbsp;e um baixo sempre presente com um groove tremendo que dá estabilidade aquilo que às vezes parece cair numa poarafernália de jams e virtuosismo estilo hard rock.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A voz de Josh Homme continua sempre presente com&amp;nbsp;os agudos e os falsetes que dão estranheza e faz mais uma vez parecer próximo dos seus projectos individuais&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se tudo até agora parecia&amp;nbsp;uma moca descomunal,&amp;nbsp;New Fang supera com a diveridade do stoner para funk, mais uma vez com Josh a trabalhar muito bem a guitarra e voz e Dave Grohl e John Paul Jones a fazertem uma excelente seccção rítmica. E se&amp;nbsp;Grohl parecia estar desabituado às percussões, com a&amp;nbsp;assumir a função de seis cordas rítmicas nos&amp;nbsp;Foos,&amp;nbsp;este álbum indica que nucna desaprendeu, e reforçou mais ianda o estilo agressivo da escola de John Bonham.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dead End Friends é mais um exmplo de&amp;nbsp;excelente articulação de duas gerações bem distanciadas no tempo, com ainda por cima a década de 80 a distanciá-los. A balada que nem parece soar a balada, porque aqui está tudo a um estilo rápido, conciso com grandes malhas e sem tempo para devaneios. Ou&amp;nbsp;a Bowieana «Gunman», que parece um hmomicído de outra dimensão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Elepahnt é a jam convertida em música muito bem sacada e com uma exclente malha introdutória que logo a seguir passa para um malha hard rock punk, a que Jones se faz acompanhar muito bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E não é só aqui que Jones surpreende, não abandonando o seu experimentalismo nos teclados dos Zeppelin em Spinning in Daffodils, que é o mote para o despoletar da anarquia. Um excelente álbum do princípio ao fim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv7Sag4-XwI/AAAAAAAAAOA/2V9Kd15Jke8/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv7Sag4-XwI/AAAAAAAAAOA/2V9Kd15Jke8/s320/5estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4387276180084031231?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4387276180084031231/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4387276180084031231' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4387276180084031231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4387276180084031231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/them-crooked-vultures-them-crooked.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv6qTr5Wc0I/AAAAAAAAAN4/_7KHW_9Qs4c/s72-c/Them+Crooked+Vultures.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1528103573826371932</id><published>2009-11-10T12:32:00.000Z</published><updated>2009-11-13T12:48:35.320Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;STING - IF ON A WINTER'S NIGHT (2009, DEUTSCHE GRAMMOPHONE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv1LAXdsfcI/AAAAAAAAANo/BWBlb0wMauA/s1600-h/Front.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv1LAXdsfcI/AAAAAAAAANo/BWBlb0wMauA/s320/Front.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O natal aproxima-se, e digo-vos já faz falta o inverno, a noites frias e um disco que faça lembrar este tempo nostálgico. Com o tempo todo trocado parece que o inverno está destinado a ser curto e rigoroso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é toa que o velho Sting faz deste disco, um álbum natalício, bem mascarado, ou se calhar até não. Talvez um disco de natal eclético. Não é a primeira vez que me falam da qualidade de Sting a solo, que confirma-se em superioridade à sua eterna banda de rock new wave. Muito mais virado para o jazz e para os sons eruditos, com uma pedra de toque em músicas do mundo, If On A Winter's Night é a subtileza e o prazer de um passeio pela neve. Britânico como é, Sting vai buscar inspiração às profundas tradições celtas. Por isso torna-se um pouco um natal diferente, uma espécie de hibrídio cristiano-celta ou celto-cristão se se preferir.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gabriel's Message ou Christmas Carol&amp;nbsp;são um dos temas tradicionais que servem de ponto de partido para este passeio natalício, com Sting a puxar pelos cordões da voz, em cânticos profundos, bem diferente da voz que caracterizou como punk adaptado ao punk pop rock. Acompanhado por um coro Sting exorta aquele que é o anjo de maior contemplação e que anuncia o nascimento do Messias. As influências do Jazz não foram deixadas ao acaso, por isso os instrumentos de sopro não foram deixados ao acaso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;«Soul Cake», bem mais alegre, parece uma parada irlandesa para o natal, enquanto se prepara o festim de natal. There is No Rose of Such Virtue, por sua vez é uma viagem ao período medieval, com cânticos gregorianos,&amp;nbsp;remisturados com batidas tribais e bandolins interessantes.&amp;nbsp;Como não podia deixar de ser, os álbuns destas alturas não são inteiramente originais. Muitos dos seus temas são de inspiração tradicional, reaaranjados para satisfazer o ouvinte mediano, que quer preencher a sua banda sonora da consoada. E o álbum de Sting não se distingue desses, a não ser pelos arranjos interessantes e pela discrição que assume. E as influências são extensas e vão até à música clássica de Schubert com Hurdy-Gurdy Man ou J.S.Bach com You Only Crossed My Mind Winter. Mas Sting não se limita a fazer um mero cover, faz os arranjos e adapta as ideias a um conceito bem interessante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sua paixão pelos sons do globo reflectem-se em Christmas At Sea, inspirado num tema de Robert Louis&amp;nbsp;Stevenson e a sua Ilha do Tesouro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bethlem down é a paragem dos Reis Magos, para um natal descansado e tradicional.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv1VieG5DBI/AAAAAAAAANw/oSnP0jCofFo/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv1VieG5DBI/AAAAAAAAANw/oSnP0jCofFo/s320/3.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1528103573826371932?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1528103573826371932/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1528103573826371932' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1528103573826371932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1528103573826371932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/sting-if-on-winters-night-2009-deutsche.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv1LAXdsfcI/AAAAAAAAANo/BWBlb0wMauA/s72-c/Front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8363286039820881759</id><published>2009-11-09T08:10:00.002Z</published><updated>2009-11-13T08:49:40.107Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;BRENDAN BENSON - MY OLD FAMILIAR FRIEND (2009, ATO RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv0bOy0kryI/AAAAAAAAANY/E_O5KZdX7ro/s1600-h/folder.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv0bOy0kryI/AAAAAAAAANY/E_O5KZdX7ro/s320/folder.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jack White, Brendan Benson e Cª gostam de se pensar como uma grande família de amigos fraternos que se reunem de quando em vez para fazer música. E como se costuma dizer «amigo não empata amigo». Por isso enquanto Jack White sonha com as metamorfoses colectivas e de uma jam perfeita, saltando de grupo para grupo, Brendan Benson voltou para o seu refúgio individual de canta-autor transatlântico.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só quando o ouvimos, temos percepçao da importância que ele tem nos Raconteurs, e a força da sua visão artística na banda. Todo aquele lado mais lírico e um rock bem mais alternativo e melódico que víamos nos Raconteurs parte todo da concepção musical deste nosso amigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estilo parece-se como um liricismo medieval reinventado, como tema de assunto principal as relações afectivas. A Whole Lot Better passa-se quase como banda sonora de filme adolescentes, no entanto, tudo com uma certa ironia, onde a contradição é a faceta essencial no muno do amor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma boa disposição quase imperceptível salta-se para Eyes on The Horizon, com uma atitude mais «surfísitca», passa-se para os males que acontecem quotidiano e para a maneira como les nos passam despercebidos. Isso é uma das facetas mais marcantes de Benson, falar das coisas quase como se não estivessem lá «What happened to the Boy next door/ The Sun is so blinding». Finalmente, talvez através da música os americanso se apercebam como são o reflexo do Admirável Mundo Novo, a alienação pelo entretenimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Garbage Day parece-se a muita Beattleana Elenor Rigby, mas com um toque de Carlos Paião. Tudo com uma nota muito agri-doce, e dos olhares indiscretos do dia-a-dia. Ao que parece Brendan foi despejar o lixo e paixonou-se pelo olhar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em Gonowhere é certamente um dos melhores temas aqui presentes. Com um excelente domínio dos teclados, muito mais interessantes do que por exemplo a guitarra, sempre na função de ritmo ambiente. Aqui vemos que todos os arranjos de teclados nos Raconteurs vinham deste nosso camarada. E como atalho de foice Lesson Learned fala justamente no que Gonowhere manda ser «Be criative/ You can roll de Dice or You Can Play It».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Feel Like Taking You Home é o tradicional tema de Halloween, aqui quase como uma estranheza típica do mestre Bowie, aqui com uma projecção singnificante do baixo. E logo a seguir parte para o neo-disco estilo Daft Punk alternativo, para banda sonora de uma Pull &amp;amp; Bear. Um disco pessoal, mas sem grandes surpresas.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv0dgjiRR7I/AAAAAAAAANg/AgWlxqY4q4s/s1600-h/3discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv0dgjiRR7I/AAAAAAAAANg/AgWlxqY4q4s/s320/3discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8363286039820881759?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8363286039820881759/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8363286039820881759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8363286039820881759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8363286039820881759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/brendan-benson-my-old-familiar-friend.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sv0bOy0kryI/AAAAAAAAANY/E_O5KZdX7ro/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8246563886101704582</id><published>2009-11-05T08:28:00.060Z</published><updated>2009-11-09T09:35:35.580Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;MEGAFONE 5, TRIBUTO A JOÃO AGUARDELA, CCB, LISBOA 5.11.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s1600-h/megafone5_cartaz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s400/megafone5_cartaz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De tudo o que João Aguardela simbolizava, um homem bastante criativo, a sua busca pela originalidade e criatividade enquanto explorava o universo musical português era uma das suas maiores virtudes. Tudo o que criou não foi nem pelo dinheiro, nem pelo sucesso, mas pela música enquanto arte em si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Volvidos quase 11 meses sobre a sua morte, Sandra Baptista, sua companheira e amiga fiél e Luís Varatojo seu cúmplice musical de grandes projectos, decidiram que haveria de se fazer uma homenagem com uma festa da música. Como disse Carlos Guerreiro dos Gaiteiros de Lisboa, Aguardela não gostava de homenagens, por isso presta-se tributo e divulgação à obra que ela fazia e a que se dedicava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser uma noite um pouco inconveniente, a meio da semana, e num sítio que para quem se move de transportes, compensou em todos os aspectos. Com uns arranjos um pouco bizarros, vários homens de branco, carregavam um coração de metal para o empoleirar nuns ganchos que pareciam certamente tombar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois cada uma das entidades envolvidas queriam mostrar um pouco do seu trabalho em prol da imagem do João. Assim começou um vídeo electrónico sobre a realção do João com a música tradicional portuguesa da autoria dos Artelier. Entre as pausas dos concertos caia uma eternidade entre a caída e a subida do pano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi por volta das 21:40 que entraram os Gaiteiros de Lisboa com a sua maneira descontraída e lenga-lengas de trovadores. De uma maneira arrepiante e com forte ênfase nas percussões ecoaram o seu som por toda a sala. Não se perdeu muito tempo em palavras bonitas, deixou-se a música falar por si. Pena foi só temos de assistir a tudo isto sentados, sem movimento. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois&amp;nbsp;foi a vez do&amp;nbsp;documentário sobre os Sitiados, que participaram no evento em formato audiovisual. Já que a banda não poderia ser reunida a intervir ao vivo.&amp;nbsp;Foi por esta altura que João conheceu Sandra Baptista, e partir daí a acordeonista passou a ser a família que formava o núcleo dos Sitiados. De alguma maneira, a fama atormentava Aguardela. Ele não queria estar na m´sucia pelo dinheiro, e depois de A Vida de Marinheiro cair nas ruas, João dedicou-se a inúmeros projectos. Megafone foi o que adquiriu mais simbolismo, e várias formas sucessivas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiDkfjCPI/AAAAAAAAANA/vd9Y-REW75c/s1600-h/Jo%C3%A3o+Aguardela" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiDkfjCPI/AAAAAAAAANA/vd9Y-REW75c/s320/Jo%C3%A3o+Aguardela" /&gt;&lt;/a&gt;Na sua 5ª versão surge depois os Oquestrada, uma banda que reúne no seu conceito música e representaçaõ no mesmo palco. Com uma vocalista -Miranda -&amp;nbsp;desinibida, que teve a virtude de dar uma boa disposição a uma congregação que poder-se-ia muito bem tornar numa oração fúnebre. Tasca Beat, o álbum de originais dava sentido àquilo que era o mote deste projecto, uma nova tradição para a música portuguesa. O lema dos Oquestrada, o humor. Killing me Song, Cariño e Fado dos Subúrbios com a participação especial de Tony Não sei Quantas, que levou que a representaçãod este nossos colegas roubasse tempo aos verdadeiros protagonistas da noite. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Dead Combo era um dos grandes nomes esperados naquela noite. O duo lisboeta, apesar de bem composto em estúdio, foi minimalista em palco. Começaram com a melopeia, After Peace Swim Twice, com uma guitarra estrondosa do Tó Trips, a Pessoana Quando A Alma não é Pequena e a Menina Dança. Uma das actuações mais interessantes da noita não durou mais do que 25 minutos (no máximo). Houve só mais tempo para a Canção do Trabalho, Rodada e&amp;nbsp;Assobio. Dando espaço para aquele que na minha opinião foi o prjecto mais interessante de João Aguadela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiKxsGTPI/AAAAAAAAANI/gw_VDHqQfPY/s1600-h/Megafone+5+-+A+Naifa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiKxsGTPI/AAAAAAAAANI/gw_VDHqQfPY/s400/Megafone+5+-+A+Naifa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com os minutos contados, eis que entra o dueto de Varatojo/Mitó em Perigo de Explosão. Para depois se seguir a entrada da secção rítmica. Estávamos um pouco ambiciosos para ver quem assumia o papel do baixo, o lugar eterno de João Aguardela, e foi quem ficou encarregue de o substituir foi a sua eterna companheira tocando o seu célebre Fender Jazz Bass preto e bordaux. Tocaram quase tudo o que eles tinham de melhor, quase que como uma colectânea de grandes álbuns, Meteorológica, Música, a assombrosa Fé e a linda Monotone. Já para o final, quase de lágrimas escorridas Mitó fez uma revelação ao público que desconhecia da autoria das letras de Aguardela no último álbum - Uma Inocente Inclinação Para o Mal - sobre o pseudónimo de Maria Teixeira, sua avó paterna. Foi sobre esta ideia que cantaram Filha de Duas Mães, um sentimento partilhado por Aguardela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Houve tempo para uma homenagem final, onde Gabriela e José, pais de Aguadela subiram ao palco para serem reconhecidos pela memorável obra do filho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em pano de fundo as quatro cordas do baixo de João Aguardela ecoavam com uma voz saudosa do nosso triste fado. Serás sempre recordado João.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfhgkVRlGI/AAAAAAAAAM4/BWLr_YGdJrc/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfhgkVRlGI/AAAAAAAAAM4/BWLr_YGdJrc/s320/5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8246563886101704582?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8246563886101704582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8246563886101704582' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8246563886101704582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8246563886101704582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/megafone-5-tributo-joao-aguardela-ccb.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s72-c/megafone5_cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8885466846525498098</id><published>2009-11-04T08:33:00.028Z</published><updated>2009-11-05T09:30:54.348Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;SLAYER - WORLD PAINTED BLOOD (2009, SONY MUSIC)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b7/SlayerWORLDPAINTEDBLOOD.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b7/SlayerWORLDPAINTEDBLOOD.jpg" vr="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;«Man himself has become God, and laughs at his own destruction»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Slayer são daquelas bandas incansáveis, que de algum modo querem ser os protectores de um dos ramos do metal mais prezados e segmentados. Percusores do trash, os slayer continuam por cá como quem tem de facto algo a dizer, mas pelo contrário epá não têm. Tudo o que dizem não é nada de novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começando pelas letras. Nem a tomada de posse de Barack Obama os fez ter uma atitude mais positiva pelo mundo fora, nem de outro modo seria expectável, ou poderiam ser considerados maricas. Não estes metaleiros estão de acordo com a existência de Bin Ladens e Ahmadinejads, para os rednecks pegarem nas suas caçadeiras, M-16 e bazookas, montados em apaches para destruir esta merda toda. Violência, mas à bons da fita. E venha de lá mais umas quantas guerras para a indústria de armamento não falir. Cheg-ase mesmo a dizer, se bem que com algum satirismo e ironia «Murder is My Future / Killing is my future» em Snuff.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Instrumentalmente as músicas soam sempre ao bom puro Trash. Não é por acaso que falamos de uma das bandas mais dogmáticas, a Santa Sé do metal. Daquelas que nunca comprometeu o seu som e as suas raízes. Com uma dupla veterana e invejável de dois guitarristas/solistas Jeff Hanneman/Kerry King, os Slayer continuam naquilo que é um dos pontos mais fortes da sua música o dueto de 6 cordas. Mas no que a coesão é bom, torna a irredutibilidade mau. A falta de versatilidade a uma banda torna-a menios aprazível e a ideia de que estamos a ouvir a mesma música vezes sem conta. Não podemos dizer que World Painted Blood ou Beauty Through Order tenham alguma diferença estruturalmente relevante, nem mesmo os solos de guitarra. Ou a batida de bateria de Dave Lomabardo - o rei da pedaleira dupla - em Hate Worldwide, tudo se passa com o mesmo vagar. Ao que parece um pequeno álbum de 39 minutos sucede-se a uma vertiginosa&amp;nbsp;trepidação de uma grande música. Nem mesmo a variação de autorias repartida pelo trio Araya/Hanneman/King indica alguma variação. Como se todas estas mentes pensassem em uníssono.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Slayer devem ser encarados com respeito, como uma banda de referência dentro de um estilo específico, mas com o passar dos anos eles já têm muito pouco a oferecer, a não ser motivo para muita porrada no meio do moche, com argumentos para se dizer que «epá estes gajos tocam muito».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário dos Metallica que foram capazes de criar malhas célebres tinham uma cultura musical muito mais intressante, tendo recursos para se reinventarem. O único tema deste álbum que se aproveita é mesmo «Human Strain».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s1600-h/2.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s320/2.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8885466846525498098?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8885466846525498098/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8885466846525498098' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8885466846525498098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8885466846525498098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/slayer-world-painted-blood-2009-sony.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s72-c/2.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2315156271533227638</id><published>2009-11-02T08:46:00.001Z</published><updated>2009-11-02T08:47:29.473Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS CONCEPTUAIS#3: OPETH - GHOST REVERIES (2005, ROADRUNNER RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s1600-h/front.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s320/front.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para&amp;nbsp;os vrais connaisseurs, este não é um verdeiro álbum conceptual. Isto porque à última da hora Mikael Aekerfeldt decidiu inserir uma balada, sucinta para a média de duração das músicas dos Opeth - Isolation Years. Mas quem olha pelo exterior, acaba por se poder fazer uma intepretação conforme, e integrar a música no resto do álbum. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries é um regresso ao verdadeiro som que os caracteriza. Basta ver a agressividade com que começa Ghost of Perdition, para entrarmos na turbulência do personagem principal, atormentado por ter morto a própria mãe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta converte-se num fantasma que apesar de querer perdoar, e motivar o filho para uma nova vida, este está profundamente marcado pelo acto hediondo, que o leva a uma expiação profunda dos seus pecados daí a&amp;nbsp;excelente balada Atonement.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries foi assinalado como um dos melhores álbuns&amp;nbsp;de Guitarra, orgulhosamente colocado no lugar 54 pela Guitar Wold e como um dos melhores álbuns de Metal Progressivo, na posição marcante de 17º. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O álbum não é muito diferente daquilo que poderíamos esperar de uma banda critaiva e com o seu estilo próprio como os Opeth. A diferença essencial marca-se pela a entrada do teclista Per Wirberg, que já vinha acompanhando a banda nas digressões de Deliverance e Damnation. E apesar de Opeth ser uma banda fortemente suportada pelas guitarras e voz, os teclados conseguem adaptar-se ao som negro e profundo, muitas vezes de uma maneira jazzística e inesperada. Mas do pontoi de vista instrumental, é a guitarra que manda e dita as regras. Com variações muito bem sacadas, e acordes pesados e harmónicos Ghost of Perdition ascende para os 10 minutos, com muitos solos intermeados, com alternância entre a famosa dupla já extinta Aekerfeldt/Lindgren, que carregaram os Opeth desde quase a sua fundação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De uma maneira imperceptível somos transportados para Baying of The Hounds num cenário soturno e obscuro, o nosso personagem vê-se confrontado com a persguição pelo seu crime hediondo. Ao contrário do que se possa pensar, a variação do tom de voz de Aekerfeldt é importante para a narração da história que se quer contar. A ambivalência de tons vocais alterna entre a voz do espectro da mãe, já defunta, e o filho desesperado em sofrimento por a ter morto. É também nesta faiz que encontramos uma grande relevância da parte instrumental de toda a banda e mais uma vez das guitarras. Não se passa 2 minutos de música sem termos um solo de um dos guitarristas, ou em dupla, ou uns acordes muito bem sacados. Os telcados servem apenas para criar um ambiente onde o resto dos instrumentos se vai desenvolver, com excepção da abertura&amp;nbsp;da compassada Beneath The Mire, onde os arranjos de órgão de Igreja parecem assumir alguma relevância.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries foi também o último álbum a ter a dupla de secção rítmica sueco-argentina dos Martins Lopez e Mendez.&amp;nbsp; A partir desta altura, Martin Lopez foi recrutado para&amp;nbsp;a selecção sueca, que já está farta das falta de eficácia de Ibrahimovic e decidiu aproveitar a nova vaga de sul-americanos no futebol. Obviamente, nunca se percebe porque os músicos abandonam as bandas em épocas tão promissoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries é um álbum profundo, obscuro e longo, que requer dedicação e compreensão. Destaca-se ainda a transição para o isolamento em&amp;nbsp; Reverie/Harlequin Forrest, que num estilo muito Sabbathiano&amp;nbsp;, tem Reverie como uma pequena faixa introdutória. Uma grande homenagem à Deusa do Rocke do Metal, a Guitarra Eléctrica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Su6ccUTrzRI/AAAAAAAAAMg/C2szLWeigQY/s1600-h/4.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Su6ccUTrzRI/AAAAAAAAAMg/C2szLWeigQY/s320/4.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2315156271533227638?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2315156271533227638/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2315156271533227638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2315156271533227638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2315156271533227638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/albuns-conceptuais3-opeth-ghost.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s72-c/front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5926829167119801484</id><published>2009-10-29T19:45:00.001Z</published><updated>2009-10-29T19:45:47.214Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;WOLFMOTHER - NEW MOON RISING&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/74ouG1EHksQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/74ouG1EHksQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Aqui está um bom tema do novo álbum e nem sequer é dos melhores. Esperem para ouvir este grande regresso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5926829167119801484?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5926829167119801484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5926829167119801484' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5926829167119801484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5926829167119801484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/wolfmother-new-moon-rising-aqui-esta-um.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8553555982101876569</id><published>2009-10-29T13:05:00.003Z</published><updated>2009-12-18T10:54:42.777Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;ÁLBUM DE RECORDAÇÕES&amp;nbsp;#1: THE BEATLES - THE WHITE ALBUM (1968, PARLOPHONE RECORDS)&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s1600-h/10WHITEALBUM.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s320/10WHITEALBUM.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A capa branca, imaculada, simplória e humilde dá ideia de uma atmosfera pacífica. De facto paz era o que mais se desejava nesta altura, pois ela existia mas de fahada, sobre um pano de necessidade e hipocrisia política. Como muitas letras das músicas dos Beatles que predominam em The White Album carregadas de ironia. Não só como retrato social, como também aquilo que lentemente se começava a passar entre os Fab Four, pelo menos segundo dizem. Sarcasmo é a melhor descrição deste álbum. Sarcasmo e paradoxo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Após Sgt. Peppers, os Beatles aproveitaram um pouco de dinehiro e fama para fazerem um retiro inidividual e colectivo (corrijam-me se estou errado, pois a história dos Beatles não é o meu forte) para o extremo oriente. Nesta altura, o retiro fisíco, implicava um retiro espiritual ainda maior. È no espírito de drgoas alucinogénicas, e graças a uma boa dose de «cavalo», que John Lennon se apercebeu do lado negro da heroína, que incute uma procura ardente, e urgente de felicidade, daí Happiness is a Warm Gun. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Estavamos no auge dos valores Hippies, cultura que os Beatles muito ajudaram a estender, e uma certa procura de valores de igualdade, e desprezo pelos bens materiais, e amor à natureza, fez que se criasse um culto em volta das sociedades socialistas, principalmente a sociedade soviética. Neste contexto de ironia e de restrição do individualismo que os Beatles escrevem «Back in USSR», onde nunca, que eu saiba chegaram a acturar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS0QHpVaI/AAAAAAAAAMA/2f7yDuOMflA/s1600-h/the-beatles-white-album.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS0QHpVaI/AAAAAAAAAMA/2f7yDuOMflA/s200/the-beatles-white-album.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;The White Album tem uma aproximação criativa claramente distinta dos anteriores. Este é claramente uma compilação de boas canções, que se alinham aleatoriamente, sem respeitar um propósito. Provavcelmente reflectindo o curso da banda, que s encontrava à deriva, De facto, White Album não foi tão bem recebido pelo público quanto os anteriores, e também por ser o primeiro duplo álbum da carreira dos Beatles, com canções maiores, caracterísitcas que os afastavam ligeiramente da pop. Se calhar pela mudança de rumo dos eventos. Para mim tem as composições mais interessantes dos Beatles. While my Guitar Gently Weeps, é daquelas baladas que fizeram nome à guitarra, e a tornaram um instrumento icónico. Além de dqueles êxitos, que todos nos lembramos como Ob-la-di Ob-la-da, Blackbird ou Don't Pass me By. Para mim, as que ficam são os tesouros escondidos, como as irreverentes Revolution1 r 9, ou I'm So Tired, e a psicadélica Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey. Dedicada ao Sr. Stalone «Rocky Racoon», quando venceu o Tenente do Exécito Vermelho no ringue. Não há ninguém que componha tão bem quanto os Fab Four....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sumo4GDX8PI/AAAAAAAAAMQ/lpNca59JIvo/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sumo4GDX8PI/AAAAAAAAAMQ/lpNca59JIvo/s320/5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8553555982101876569?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8553555982101876569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8553555982101876569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8553555982101876569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8553555982101876569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/albuns-miticos-1-beatles-white-album.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s72-c/10WHITEALBUM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8087558288463698970</id><published>2009-10-28T23:27:00.002Z</published><updated>2009-10-29T12:57:03.616Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS MÍTICOS&amp;nbsp;#5: KING CRIMSON - IN THE COURT OF THE CRIMSON KING (1969, ATLANTIC RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s1600-h/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s320/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Fazer reedições dos álbuns tem-se revelado uma mina d'ouro para todas as editoras discográficas. Visto que combater a pirataria está a tornar-se uma luta contra o vento, vale a pena apostar naquilo que não se consegue no mundo&amp;nbsp;virtual, um produto para os fãs. Isto pode parecer um pouco uma rábula&amp;nbsp;idêntica ao do «rei vai nu». Só que temos de admitir que causa alguma diferença desfolhar os livros escritos por gajos que nunca ouvimos falar, que conheceram a banda nos bastidores de não sei onde. Mas qué que isso interessa? Para o gajo verdadeiramente anti-consumista, as páginas do livro passeiam-se pela tela do ecrã, ou se estiverem apenas interessados na música, borrifam-se naquilo que supostamente peritos têm a dizer sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Isto tudo para dizer que, chegou finalmente o 40º aniversário daquele que foi, é e continuará a ser uma obra única da música contemporânea. Mais, abriu as portas a um género ainda hoje indefinível, &amp;nbsp;místico e objecto de culto contínuo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O disco de estreia de qautro jovens britânicos, muito sui generis, foi assim que uma lâmpada mágica. A primeira um recurso forte a um imaginário, a capacidade da música de pintar e transportar o ouvintes para osutros universos. Começamos com o cenário futurista de 21st Century Schizoid Man. Ainda hoje é muito discutido a naturexza desta música, a primeira do mundo no gérnero fusão. Já se assitisa ao experimentalsimo, sobretudo no psicadélico, mas o jazz género já erudito na altura e amadurecido com o rock tradicional e já a tornar-se mais áspero e pesado. Ao som de um baixista ainda deconhecido, que haveira tornar-se num dos porta-vozes de todo este movimento entoava «Cat's foot Iron Claw / Neuro-surgeons scream for more / At paranoia's poison door / 21stCentury Schizoid Man». Isto nem sacado de uma Quinta Dimensão com a mente endrominada de acidos. Depois logo para a paranóia instrumental, que se notava que estávamos perante excelenmtes executnates musicais, com enorme rigor técncio cheios de LSD. A afinação de guitarra caracterísitca de Robert Fripp demandava&amp;nbsp;desde lgo um estilo próprio de tocar guitarra que havia dde ser transportado para todos&amp;nbsp;as outras grandes bandas&amp;nbsp;por exemplo os Yes nas mãos de Howe ou para Steve Hackett dos Genesis. A secção instrumental de 21st Century Schizoid man é muitíssimo parecida com por exemplo Heart of the Sunrise dos Yes. O baixo sonante, com um groove marcado e bastante preenchedor, seria outro dos requisitos de qualquer banda progressiva, ou uma bateria permanentemente em contratempo, com vairações de ritmo tótil rápidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Moonchild é o épico de que todas as bandas do género se devem dedicar. Longas composições com a forte influência dao folclore, principalmente o britâncio, que os Pink Floyd já tinham lançado e aprofundaram por exemplo em Umagumma, ou mesmo os Jethro Tull&amp;nbsp;e os Genesis elevaram-na mais ainda durante toda Era Gabriel e mais alguns álbuns posteriores. Pelo meio tem a longa sequência de silêncio e devaneio de topos épicos. Foi assim o paradigma, o molde de todos os grandes épicos do género e faz eco ainda hoje. A estrutura é tal e qual esta. Abertura com letras iniciais, depois longo percurso instrumental até ao regresso das vozes no final.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;I Talk To The Wind é a melopeia a viagem pelo mundo clássico, onde a guitarra de Fripp é fundamental para criar o ambiente que será aperfeiçoado pela flauta transversal. E Epitaph também, a presença do vanguardismo com uma forte influência nas raízes tradicioanis. Melhor exemplo disso seria o eterno clássico, que não por acaso Stephen King havia de transpo para o cenário literário e quem sabe dentro em vreve cinematográfico The Court of The Crimson King, o verdadeiro rei mau como as cobras. Quem houve de imediato esta faixa percebe porque é o clássico dos clássicos. O seu arpejo de guitarra, as letras profundas, os coros profundos e arrpiantes, o mellotron acutilante e a bateria sempre bem ritmada que dá uma composição célere à música. Triandoa parte da bateria e do solo de flauta transversal,&amp;nbsp;parece bastante linear, mas é bem complexa, bem intrexicada no culto medieval.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Todas as músicas são a história da definição de um género e para afizar como um quadro bem visível, pois a capa é por mérito próprio um objecto de arte e excelente indicativo do conteúdo do álbum. Uma bíblia do rock progressivo e de todos aqueles que amam música inspiradora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujTbZ95BWI/AAAAAAAAALo/btlxQdxdp3k/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujTbZ95BWI/AAAAAAAAALo/btlxQdxdp3k/s320/5estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8087558288463698970?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8087558288463698970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8087558288463698970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8087558288463698970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8087558288463698970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/vinys-de-parede-4-king-crimson-in-court.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s72-c/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2949724698811042797</id><published>2009-10-27T22:27:00.000Z</published><updated>2009-10-27T22:27:20.364Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;WOLFMOTHER - COSMIC EGG (2009, MODULAR)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/13/Cosmic_egg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/13/Cosmic_egg.jpg" vr="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Quando ficaram conhecidos dos Grande Público (isto porque andaram anos mno anonimato do círculo de bares fazendo jams loucas) os australianos Wolfmother de Andrew Stockdale assumiram-se como uma grande esperança do rock. Não só dele mas de todo o espaço da música pesada. Fortemente inspirados no rock clássico, seguindo os passos de uns Led Zeppelin, ou uns Deep Purple, a música reinventava-se, resfrescava-se com um «voltar às raízes» ou à idade de ouro do rock.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas cedo se esperava que tudo viesse por aí abaixo. Três anos sem editar, dois comparsas - Chris Ross e Myles Heskett - a depedirem-se daquilo que era um grupo desde os tempos de juventude. Supreendentemente, Andrew revelou que até estava liviado por vê-los sair porta fora. Agarrou-se aquilo que tinha, uma soberba criatividade e um ouvido muito atento. Foi para casa e ouviu muito. Enquanto o tempo passava arranjou novos compinchas, uns velhos e outros novos conhecidos, caso da guitarra suplente - Aidan Nemeth.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Este álbum não é para&amp;nbsp;meos. Valeiu a pena brilhar, para logo a seguir reverberar nascido das cinzas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;California Queen é um tema mesmo reservadpo ao rock and roll. Cedo percebemos que os novos recrutas não se ficam atrás dos anteriores executantes. Criam tanto espaço e conforto que conferem a Andy mais liberdade par aas suas extravagâncias. Grand emalha de baixo dá lugar a um riff bem à Qotsa para fazer a deixa a Andy para a verdadeira voz&amp;nbsp;espiritual. Puro rock n' roll. Gravado na Califórnia sob o comando de Alan Moulder, um verdadeiro homem do leme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O álbum não para. Partimos de imediato para New Moon Rising. Um riff mais compassado, mas brutal. Aqui as luzes vão para a mpva secção rítmica renascida em Ian Peres e o seu velho amigo Dave Atkins. Desta vez Adrew não deixa solos de guitarra pelo acaso, sempre com um estilo muito clássico, mas bem sacados. Tudo como dita as regras do revivalismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;White Feather é mais um desses grandes exemplos, com um riff bem à Jimmy Page e uma voz cativante que combina um rebelde moderno de Ian Gillan com Robert Plant. Stock dale não é apenas bom compositor como um competente letrista, conseguindo fazer um tema de momentos mundanos ou regulares, que esconde muitas vezes uma ironia mordaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas isso não limita o seu ponto de vista, alargado e abrangente da música. A re-experimentalização chega até às aulas de Yoga, onde descobriu a posição do Ovo Cósmico,&amp;nbsp;nome que lhe pareceu sugestivo. Quando perguntado pelos seus amigos sobre qual seria o nome da música que estavam a ensaiar, Andrew escolheu aquele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;MAs não é só aos clássicos que Andrew vai buscar influências. Sundial, parece umamalha retirada de uma Gibson de Tom Morello, com um solo distrocido, anti-guitarra tão típico deste.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em suma Cosmic Egg é uma compilação de grandes músicas novas que mostra que estes mentes-abertas continuam no caminho certo, sem&amp;nbsp;dar mostras dele se afastarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s320/4estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2949724698811042797?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2949724698811042797/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2949724698811042797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2949724698811042797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2949724698811042797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/wolfmother-cosmic-egg-2009-modular.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s72-c/4estrelas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7092347129735735670</id><published>2009-10-23T20:57:00.002+01:00</published><updated>2009-10-26T21:03:50.525Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PROGRESSIVE NATION 2009 PAV. ROSA MOTA, PORTO 22/10/09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s1600-h/Imagem+064.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s320/Imagem+064.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Isto de partir para digressãoes é que dá dinheiro. Já lá vão os tempos em que víamos as bandas actuar por cá de 2 em 2 ou de 3 em 3 anos. Agora é fazer das digressões o ganha-pão, e ainda bem. Com algum custo lá se partiu para o Porto para ver um par de bandas bem amadas. Depois de uma longa viagem e muito stress acabou por se encontrar o&amp;nbsp;muito esperado&amp;nbsp;Palácio de Cristal, junto à Reitoria da Universidade Porto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Assim que entrámos uma forte decepção, aquele que iria parecer um forte festival para as bandas do género progressivo, revelou-se um concerto diminuto com duas grandes bandas e mais duas de abertura. Para além de que não foi divulgado nenhum horário oficial com a entrada e período de actuação das bandas. Para os mais crentes isto seria uma venue para acabar bem para lá das 2 da manhã. Pensávamos nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Perguntei a um espanhol, que nem sequer se dignou a responder em português que banda estava a tocar. O infeliz pensava mesmo que lhe ia responder naquela língua de merda, mas acabei por saber que estava a tocar Opeth. Não acreditei e quis ir verificar. Acabou por se confirmar uma das maioresa f**as da minha vida. Aquela banda que queria ir mesmo ver já esyava actuar e&amp;nbsp; já com 35% do reportório preenchido com Heir Apparent e a majestos Harlequin/Reverie Forrest a fazwerem parte do Pretérito, Mas que merda. Lotus Eater já bailava e eu a pensar que isto já estaria perto do fim. A minha hora e três quartos de Opeth mais as duas e tal&amp;nbsp;de Dream eram um sonho já passado para quem tinha feito um grande esforço para aqui chegar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYDR95R0XI/AAAAAAAAAK4/p9tbv3hKv4c/s1600-h/Imagem+078.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYDR95R0XI/AAAAAAAAAK4/p9tbv3hKv4c/s400/Imagem+078.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas depois os Opeth tocaram uma faiza daquele que é uma das faixas de um dos seus melhores álbuns, Windowpane de Damnation, um álbum inteiramente calmo. Deu para entrar no espírito até vir uma das favoritas directamente do auge da dupla Aekerfeldt/Lindgren, Deliverance tema homónimo do álbum. Poder-se-ia dizer que eram tanto aguardado uns quantos outros e havia muitos bons meninos que pagaram €30 só para ver Opeth. Mas como o último álbum é que dita as regras despediram-se com a fenomenal e épica Hex Omega de Watershed. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Apesar de os membros se esforçarem para produzir um bom som, quem estivesse no limiar da plateia, ouvia a batia de bateria típica de uma sala de eco e uns teclados quase ausentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Felizmente ultrapassou-se assim que começou Dream. A Nightmare to Remeber começou como tema de abertura. Começou com muita força e sem grandes agitações com o som da guitarr, bateria e voz a sentirem-se com pujança. Aqui viu-se também a&amp;nbsp;crescente intervenção de Portnoy nos vocais que acabou por ser péssima. O gajo não tem nenhuma colocaçõa de voz decente, e sempre que o faz tem o LaBrie na sua dianteira. Mas ele queria a atitude metal no fim do pesadelo, mas acabou por ser ele a ficar&amp;nbsp;em maus lençóis. Mais vale aguentar a vozinha de «anjo caído maricas» do LaBrie, que é assim mas é uma boa voz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A seguir era hora de ir aos clássico e Petrucci não faz por menos com a sua guitarra de 7 cordas a tocar 3 músicas de seguida. A densa Mirror com um dueto competente entre mais uma vez Portnoy e LaBrie, só que aqui bem treinado. Para de seguida vir a hard rock Lie.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Já seria de suspeitar o curto concerto assim que Rudess dá lugar ao seu solo de teclados (muita gente que conhece Drea ao vivo já ia pensando isto não vai durar muito). Passando no ecrãzinho, Rudess lá vai fazendo a sua magia pondo até mais tarde o tradicional chapéu de mago, mais o seu boneco no octokeyboard. Prophets of War é a música de regresso seguida de Wither - o habitual momento das curtas. Logo a seguir, e não fosem eles uma banda&amp;nbsp;com uma boa parte de instrumentalidade, Dance of Eternity, com mais uma vez Petrucci a revisitar a sua boa 7 cordas.&lt;br /&gt;Só para o fim é que vinha o melhor alinhamento de todos os concertos que já vi de Dream, Sacrificed Sons e In The Name of God. O primeiro, para mim o melhor tema de Octavarium com The Root of All Evil. Aqui apelaram a um já patético patriotisnmo americano lamechas, com os já agastados bons e maus da fita. Não faz mal porque nós gostamos das músicas e letras. Para continuar com a religião partiram para o negro Train of Thought que é o a depictação do mal do fanatismo. Curioso eles terem tocado os temas conjuntamente&amp;nbsp;porque, de facto, eles interligam-se.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;La foram para a pausa e regressaram com o melhor tema de Black Clouds &amp;amp; Silver Linings. Um Pavilhão bem recgheado preparou-se para ouvir um bem agurdado épico com um final estonteante. É a verdadeira sucessora de Stairway to Heaven, com um toque de David Gilmour. Fenomenal guitarra, teclado a criar o ambiente perfeito que a voz murmurante termina em êxtase. Foi por pouco tempo, mas as músicas que escolheram para tocar ultrapassam tudo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYNSK_DlvI/AAAAAAAAALA/aucK9zPG1G4/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYNSK_DlvI/AAAAAAAAALA/aucK9zPG1G4/s320/4estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7092347129735735670?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7092347129735735670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7092347129735735670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7092347129735735670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7092347129735735670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/progressive-nation-2009-pav.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s72-c/Imagem+064.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4148882494950908734</id><published>2009-10-20T18:34:00.002+01:00</published><updated>2009-10-27T08:49:36.041Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;EDITORS - IN THIS LIGHT AND ON THIS EVENING (2009, KITCHENWARE)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s1600-h/folder.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s320/folder.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Posso dizer qualquer coisa como um grande sacrilégio, mas os Editors sempre me pareceram uns Coldplay mas bem mais alternativos. Intrexicados numa música estranha, e de dificíl acesso. Mas em vez de crescerem no sentido pop, desenvolveram o seu estilo e nele permeneceram como uma moderna banda de culto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;The End Has a Start demonstrou que os Editors eram um projecto a ter em conta e disseminou a projecção que já se lhes vinha advogando. Com In This Light and On This Evening, os editors fazem um bom regresso aquela música obscura britânica dos anos 80 com um forte recurso ao som electrónico e às guitarras com afinações e pedaleiras distorcidas. E regressam com muito para dizer, quase como uma sub-cultura de Madchester renascida bem ao estilo de Echo and Bunnymen ou Joy Division. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tom Smith mantém altas as expecativas do seu público com letras e vozes fortemente importantes. Tal como um Ian Curtis moderno, ou um Joe Strummer mais melancólico e soturno, continua com as suas paelações filosóficas e poéticas que não são nada de descurar, sobretudo nestes tempos modernos em que valores como a democracia, liberdade e direitos inidividuais parecem estar dados como garantidos. As vozes mantêm-se tão importantes como sempre na música dos Editors e sempre que os ouvimos existe uma mensagem subliminar importante a descobrir. «Papillon» é um desses exemplos que foi directamente extraído como single.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nível instrumental mantém-se respeitados embora não sejam daquele nível de referência. The Boxer, com mais uma vez a apelar a valores políticos remistura uma boa linha de baixo de Russell Litch&amp;nbsp;com a guitarra do polaco Chris Urbanowicz que lhe dá um efeito estranho e mais uma vez a adaptabilidade de Tom Smith aos teclados que lhe dá uma ascendência clássica bem magnânima. De resto a secção rítmica de Ed Lay mantém-se bem discreta durante todo o álbum épico urbanosem nada de grandes devaneios, até porque trata-se de um veículo ambiental para o desenvolvimento das letras que são o ponto fortíssimo dos Editors.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Like a Treasure é a faixa mais melódica e afectiva que mais uma vez se pinta num quadro urbano típico de uma cidade nocturna iluminada. A música segue um estilo bem compassado, quase acompanhado o tráfego acelarado citadino, muito próximo de uns U2 em The City of The Blinding Lights.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este álbum marca o próximo passo dos Editors que passam para uma música bem mais preenchifda e ambicionada, com uma produção maior e menos minimalista.&amp;nbsp;Há recursos a maiores potencialidades dos instrumentos e num som mímpido e translúcido, com um cunho espiritual muito forte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Suaz_4t9mYI/AAAAAAAAALI/a5ZjexlQeM0/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Suaz_4t9mYI/AAAAAAAAALI/a5ZjexlQeM0/s320/3.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4148882494950908734?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4148882494950908734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4148882494950908734' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4148882494950908734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4148882494950908734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/editors-in-this-light-and-on-this.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8126691234583952599</id><published>2009-10-16T18:34:00.002+01:00</published><updated>2009-10-18T18:44:34.939+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#5: THE BEATLES - GET BACK&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JlWFpdPX45g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JlWFpdPX45g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com os Fab Four há-de haver muitas músicas para colar. Quase que dá para preencher os dias do ano, com tanta coisa boa que eles têm para nos mostrar. Esta é uma grande malha do verdadeiro rock n' roll. Vejam atitude deste Sr., Sir Paul McCartney, com um apose mesmo rock e rebelde. Quase em ltura de retirarem os Beatles ofereciam dois dos seus grandes álbuns. Há quem ache Let It Be decpcionante. Eu acho que é os Beatles no seu melhor. John Lenno a sacar grandes solos improvisaddos de country rock e Ringo a fumar o seu belo cigarro, George Harrison com um ar descontraído e Paul McCartney com a sua voz esganiçada. Isto mete respeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8126691234583952599?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8126691234583952599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8126691234583952599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8126691234583952599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8126691234583952599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas5-beatles-get-back-com-os.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2965062568095486990</id><published>2009-10-15T18:34:00.003+01:00</published><updated>2009-10-29T12:56:08.737Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;ÁLBUNS MÍTICOS #3: THE BEATLES - SGT PEPPER LONELY HEARTS' CLUB BAND (1967, EMI/PARLOPHONE)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s1600-h/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s320/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com certeza este é um dos álbuns mais icónicos de sempre. A capa memorável, e sempre que se fala dos Beatles é inevitável embater neste colosso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ser granco não consigo indagar da origem do mito, porque de facto tudo o que foi feito a partir daí foram ramificações do que os Beatles fizeram nesta grande viagem mental. E não bastou muito para dizer a verdade. Quem viu imagens de arquivo para verficiar estes granse génios em trabalho, vemos uns escassos microfones, uns quantos instrumentos entre umas guitarras , dois pianos, um baixo, uma betria simplex e uns bongos e maracas para Ringo dar uns toques exóticos. Tudo o resto foi a extraordinária mente humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curioso é a faciloidade com que eles conseguem abordar determinados assuntos, inclusive o próprio fenómeno de banda, ou seja eles próprios. Para isso deram-lhe um jeito conceptual que aliás já andavam a explorar com Yellow Submarine. Num serão, a banda junta-se para entreter uma audiência. Com uma entrada com sopros mutio triunfal, a Sgt Pepper Lonely Hearts' Club Band num ar muito modesto, aprenderam a manejar as tubas e os trompetes e as malhas de guitarra. Nunca foram grande espingarda, iam e siam da moda, mas acabbam por garantir um bom serão. A capacdade introspecção para o próprio megafenómeno musical nunca se viu noutra banda, a capacidade de auto-análise. Vimpos que bnoutras bandas foi até quase que uma expiação, senão uma forma de conflitos, caso dos Pink Floyd e a sua ópera-rock The Wall.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Permanece o talento inato para a composição de canções, e para isso cresce o fenómeno de colectivo, da primazia do arranjo musical de grupo, que sempre superou a composição individual. Os Beatles foram, são e serão sempre maiores do que o fenómeno individual do que os seus membros, mesmo que somados. Daí Witha a Little Help From My Friends mais uma vez uma auto-análise do espectáculo e a relação banda-audiência. Uma grande canção com todos os elementos do sucesso. Não interessa se é comercial. Nem foi essa a intenção dos compositores, mas a capacidade de escolher a melhor nota para cada momento e a harmonica conjunta dos membros. Vemos no fim é como uma fórmula matemática, sabemos que aquele é o rersultado certo e perfeito da articulação de todas aquelas notas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De Sgt. Pepper sai também aquilo que hpoje em dia é inseprável da música, especialmente do rock. Os Beatles foram os primeiros a explorar e a dissertar sobre essa faceta, e de uma maneira bem inteligente. A revolução social, e tudo o que as drogas ofereceram não veio de Sweet Leaf, Snowblind dos Black Sabbath ou Saucerful of Secrets, Set The Controls for The Heart of The Sun&amp;nbsp;dos Pink Floyd ou Strane Brew dos Cream e tatas que poderíamos referir que têm halucinogénicos como ponto de partida. Veio de Lucy in the Sky&amp;nbsp;with Diamonds ou Fixing a Hole.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os Beatles que acompanharam todo este processo de forte mudança social estavm prontos a ir mais adiante. Experimentar, re-experimentar e no fim voltar às raízes, como uma atitude de quase veteranos em Le it Be. Mas isso são contos para outras ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ocidente, por enquanto, fazia a sua 2ª viagem para oriente, desta fgeita pela cítara de george Harrison. não para dominar, mas para de lá trazer as suas raízes e os seus ensinamentos para uma grande viagem mental em Within You Withou You. Daqui nasce a mistura entre o rock e a música tradicional, que afinal era possível. A música parecia deixar de ter barreiras e rótulpos que nós ouvintes estamos sempre a tentar colar como se fossem migalhas de Nansel &amp;amp; Gretel para nos orientar o caminho. O exemplo está no classicismo que os Beatles conhecima bem em She's Leaving Home.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas aquilo que fz os Beatles, uma marca orgulhosamente britânica que vive muito da guitarra. Outras bandas como os Yes, e os Genesis haviam de explorar daqui em diante. Being fo the Benefit of Mr. Kite!, ou a Day in the Life, temas que foram sempre queridos aos Beatles. Ou a típica música, dedicada à musa feminina, Lovely Rita no seguimento de Hey Jude ou Michelle, Martha My Dear.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pedra basilar da música moderna, junta todos os elementos mais extensos da música, destronando todas as barreiras do que se pode ou não fazer com a música. Isso foi e é verdadeira arte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKCsFoMXI/AAAAAAAAAKY/yn8poEvayHQ/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKCsFoMXI/AAAAAAAAAKY/yn8poEvayHQ/s320/5estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2965062568095486990?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2965062568095486990/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2965062568095486990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2965062568095486990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2965062568095486990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/vinys-de-parede3-beatles-sgt-pepper.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s72-c/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7509189185295484346</id><published>2009-10-14T17:55:00.000+01:00</published><updated>2009-10-18T18:00:13.736+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#4: THE BEATLES - DRIVE MY CAR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8Ts2U1mkfz4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8Ts2U1mkfz4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A maior banda do mundcertamente composta das músicas mais memoráveis. Grande parte do procuramos acabamos por lá encontrar. Hoje escolhi esta porque tem uma excelente entrada de todos os intrumentos. O acordo muito rock e um baixo cheio de groove, que dá o mote para Ringo sacar da tarola da sua bateria. O refrão tem uma melodia cativante e que muito facilmente nos fica no subconsciente e uma letra ópitma para os domingos quando ambicionamos ser motoristas das nossas namoradas,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7509189185295484346?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7509189185295484346/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7509189185295484346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7509189185295484346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7509189185295484346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas4-beatles-drive-my-car.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3352762675618453311</id><published>2009-10-13T22:12:00.001+01:00</published><updated>2009-10-13T22:13:52.659+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#3: RAINBOW - STARGAZER&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zPXvcZ2NVGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zPXvcZ2NVGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mais um grande riff do mítico Ritchie Blackmore, que se tornou num do primeiros mestre nestes segementos de notas bem sacados. Para além daquele final que chega a bater nas estrelas, constelações e para além mais. Aqui representado por O Senhor dos Anéis vocais Dio, que revisitou a sua antiga banda a solo. Mais uma grande canção aqui a bater em cheio no Heavy Metal, mas com um poder melódico transcendental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3352762675618453311?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3352762675618453311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3352762675618453311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3352762675618453311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3352762675618453311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas3-rainbow-stargazer-mais.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4522264948200949187</id><published>2009-10-13T22:04:00.002+01:00</published><updated>2009-10-13T22:05:16.044+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS #2: KING CRIMSON - LARKS TONGUE IN ASPIC. PT2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IE3yUHbLcwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IE3yUHbLcwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje voltamos a uma viagem por aquelas músicas que ficam coladas ao meu imaginário como lapas e que me fazem inadvertidamente balançar a cabeça no sentido vertical. Vejam e ouçam como a guitarra tem um riff simples, mas poderoso e cativante, com um baixo a rasgar ps limites da imaginação. Deixam-nos os berlindes celestes a voar indefenidamente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não admira que os Dream Theater tenham feito um cover deste original dos King Crimson. A sua natrueza instrumental precorre os alicerces daquilo que são os Dream Theater e dos quais os King figuram como reis no elenco de influências. O real Robert Fripp demonstra aqui na simplicidade, como Richi Blackmore, que nao é preciso sempre perder-se em escalas infinitas para ser-se considerado um grande guitarrista&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4522264948200949187?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4522264948200949187/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4522264948200949187' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4522264948200949187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4522264948200949187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas-2-king-crimson-larks.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7550890457513392042</id><published>2009-10-12T21:45:00.002+01:00</published><updated>2009-10-13T08:45:56.226+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;THE DEAD WEATHER - HOREHOUND (2009, THIRD MAN RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/The_Dead_Weather_-_Horehound.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/The_Dead_Weather_-_Horehound.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jack White é como um pequeno diabo do rock, tem de estar sempre a inventar, a trabalhar em coisas novas. Um verdadeiro caso clínico de compulsi-vidade pelo trabalho. Sempre que trabalha com alguém novo, lembra-se de vir com novas propostas para novas sonoridades. Dead Weather sai exactamente de um acidente durante um afatídica digressão dos White Stripes que nunca viram a luz do dia na Europa. Problemas vocais levaram a que a donzela deprimente e sado-masoquista, com um «ligeiro» toque de estrela de rock auto-destrutiva Allison Mosshart dos Kills assumisse o papel de voz. Até que White pensou e se eu pegasse nas minhas baguetas e fosse rockar para a bateria. Foi isso mesmo que aconteceu para juntar Jack Lawrence (o sósia conhecido de Jack White) dos Greenhorne e também dos Raconteurs e Dean Fertita dos Queens fo The Stone Age para um disco tipicamente transistor. Jack nunca aparentou muito juízo naqueles c**nos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basta pensar no nome querido que pensaram para o álbum, (W)Horehound. sugestivo não parece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até porque Alison Mosshart não é flor que se cheire, e o mesmo se pode dizer do álbum. Se é para isto mais valia continuar com os Raconteurs. Aqui se vê em pleno a falácia da composição, o facto de termos bons elementos&amp;nbsp;juntos num grupo, não se segue que o grupo seja bom, pelo menos tão bom quanto a soma das partes,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este álbum fica um pouco aquém tirando obviamente aquilo que o toque de Midas de Jack White consegue salvar. Digamos que faz dele um álbum mediano. Temos o típico blues country que sempre persegue Jack nas suas raízes com a pergunta retórica «Will There Be Enough Water» ou até o cover do seu ídolo Bob Dylan «New Pony». &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O álbum transpira Sadismo por todos os lados, «Cut You Like a Buffallo», ou a fetichista «Treat Me Like Your Mother» ou até «Hang You From The Heavens». Isto deve-se à presença feminina arrojada de Mosshart que nunca jogou com o baralho todo. Mas não fica atrás destas mentes perturbadas, aliás ele é a verdadeir rainha de copas para estes meninos. Não é uma musa, mas uma górgona demolidora, que não contribuiu apenas com sua voz, mas participa na escrita as músicas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma boa experiência para dias cinzentos e dolorosos.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s1600-h/2.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s320/2.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7550890457513392042?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7550890457513392042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7550890457513392042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7550890457513392042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7550890457513392042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/dead-weather-horehound-2009-third-man.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s72-c/2.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7829332722612737644</id><published>2009-10-12T10:00:00.001+01:00</published><updated>2009-10-12T21:46:24.246+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GONG -2032 (2009, WAVE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c0/Gong_2032.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c0/Gong_2032.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Podemos pensar nos Gong como uma grande família de estranhos. Uma verdadeira Pedra Basilar da música moderna que se sediou nos arredores de Paris. Sem querer sou puxado para um universo alternativo, muito futurista. Tipicamente francês. Eles têm destas coisas, já se sabe. Lembro-me com frequência de Adolfo Luxúria Canibal e dos seus Meccanosphere.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Os Gong não seguem exactamente a sua parada, mas trazem à baila um França outrora muito vanguardista. Só fica a faltar os orgulhosamente francês. Parece que, hoje, todos se armam em Anglófonos e temos que nos render ao seu universalismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Como não podia deixar de ser há uma grande história por trás e&amp;nbsp; 2032, vem no seguimento da Tirologia Radio Gnome. Se Acid Motherhood foi uma viagem corrosiva, em 2032 somos convidados a vestir os fatos&amp;nbsp;de astronauta&amp;nbsp;e entrar no Espaço Gong.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E é tudo menos linear, bem pelo contrário, do mais eclético que pode haver. Os primaços David Haellen, Steve Hillage, Gilli Smyth, Miquette Giraudy, Mike Howlett, e Didier Malherbe voltam à carga para continuar o legado de Radio Gnome. e soam a um Hard Rock estranho, com esquizofrenia bem típica da Geração de Orfeu.&lt;br /&gt;Por detrás de toda esta mísitca e aventura espacial está uma crítica mordaz às sociedades modernas. è com aquela batida de tarola que entra de ronpante para dar lugar a um riff bem ao estilo de King Crimson. City of Self Fascinaton é o lado bizarro, de um mundo moderno, a patologia de Narciso, todos nós sofremos do orgulho contemporânoi de nos apaixonarmos pelo nosso nível civilizacional e nem parece haver banda mais eclética do que esta misturando gritos enlouquecedores de Miquette com o Rap de David Aellen.&lt;br /&gt;Por detrás de toda esta maquilhagem vem o rosto desfiguarado da sobrevivência desenfreada, compoetição e selecção artificail. O toque intrumental dos Gong faz passar isso mesmo em «How To Stay Alive», a longa do disco, que mais parece um hip hop fanfarrão e brincalhão, que se assemelha ao lado B de HipHopapotamous vs. Rhymenocerous dos Flight of the Concords. Mas não se assustem que a Guitarra Mágica e cheia de alucinogénicos não anda muito longes. Foi só para deixar o Drum N' Bass de Mike Howlett e Chris Davis.&lt;br /&gt;Nem a manipulação do corpo feminino e a exacerbação do mundo virtual ficou por caricaturar em Digital Gril. Ao que parece a adição do ser humano&amp;nbsp;ao&amp;nbsp;mundo digital&amp;nbsp;pode ser um problema&amp;nbsp;preocupante da humanidade daqui a uns anos. Mas entratanto os Gong tratam tudo com muito humor e mestria musical. Do princípio ao fim a música envolve-se num jazz obscuro com musica tribal, e uma guitarra que mais parece um Robert Fripp em Cirkus, com trompete e saxofone à mistura. Viagem de Ácidos mas com respeito.&lt;br /&gt;Guitar Zero então só pode ser a mais pura das ironias para os «Querem-Ser» (Wannabes). E para os invejosos&amp;nbsp;Steve Hillage&amp;nbsp;até se mantém discreto, dando lugar a&amp;nbsp;Didier Malherbe&amp;nbsp;para um grande solo de saxofone e Miquette desperta a mente com o seu teclado&amp;nbsp;ambientista que impressionaria o próprio mestre Rick Wright&amp;nbsp;. E no entanto, aquela tenacidade, por vezes aborrecida, mesmo à Daft Punk, com frases repetitivas e electrónicas.&lt;br /&gt;O verdadeiro épico, bem ao estilo o neo-prog rock dos Muse com apelo à grandiosidade clássica dos Rush em Wacky Baccy Banker. David Aellen não guarda nada, nem o estilo maluco dos Primus que tanto beberam destes. Loucura é a palavra de ordem, e quando menos esperamos, a música muda de ritmo e de compasso, como e passássemos de multiverso em multiverso. Fazem lmbrar os Primitive de Alternative Prison ou Tips &amp;amp; Shortcuts. &lt;br /&gt;Um&amp;nbsp;grande regresso do ano.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s200/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7829332722612737644?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7829332722612737644/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7829332722612737644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7829332722612737644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7829332722612737644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/gong-2032-2009-wave-podemos-pensar-nos.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s72-c/4estrelas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8454741623605554461</id><published>2009-10-09T09:00:00.005+01:00</published><updated>2009-10-29T12:55:12.999Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS MÍTICOS #3: THE BEATLES - REVOLVER (1965, EMI/PARLOPHONE/APPLE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s1600-h/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s320/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;«Turn off your mind, and float down stream it is not dying, It is not Dying&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Lay Down all Thought, surrender to the void Is it Shinning? Is it Shinning?»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começou a grande viagem. Tudo graças a quê? Claro às drogas e uma grande dose de inpiraçõ e talento Tanto papel desperdiçado a studar os efeitos das dorgas nas mentes, quando ouvindo-se os discos dos Beatles se consegue perceber o fio escorreito de pensamento artístico que dali sai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começamos bem com un «quase&amp;nbsp;punk rock» a puxar às influências anarquistas. Uma das maiores certezas de que podemos ter na vida é de que temos de pagar impostos, ou, no mínimo, declarar os nossos rendimentos. George Harrison não foi buscar este assunto por acaso, a Grã-Bretanha atravessava por esta altura um grave problema com o peso do estado na Socieda e toda a cultura hippie que os Beatles ajudaram a desenvolver ansiava por essa libertação do espírito, que acabou por ter reflexos no individualismo e redução da esfera de intervençãoi do poder público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este não é o único bom contributo de Harrison, esta mudança de corrente e de ideias já se despoletar para Oriente, quando Grã-Bretanha foi forçada a conceder a independência à Indía. O aperfeiçoamento interior e da cítara começa aqi com «Love You To». &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tradicional música dos Beatles com nome de orgulhosa detentora de dois Cromossomas X mantém-se. Eleanor Rigby uma extraorfinária mistura de coros vocais com elementos clássicos. Uma das primeiras bandas modernas a visitar esse passado musical. Marca que iria ficar para a posteridade tentar e retentar, misturar a Música Contemporânea com outras. Os Beatles aproveitaram e desenvolveram esta tipo de escrita das canções em todos os álbuns que se haviam de suceder.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A expressão dos sentimentos dos poetas não se ficava por aqui. A caricatura do quotidiano «Everybody Thinks I'm Lay / I don't mind I Think They're Crazy» está narrado em «I'm only sleeping». Quem m podera dizer iss quando tenho que madrugar todos os dias de manhã «When I'm in a middle of a Dream/please don't Shake me / Leave Me Where I am».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De Revolver sai a música que cria um dos primeiros álbun conceptuais modernos, que ir-se-ia tornar uma marca, um objecxtivo para todas as bandas dignas do seu nome: narrar uma história do princípio ao fim de um álbum. Foi com os Beatles que a importância do álbum se deveu e se deixou o tempo dos singles até ao dia de hoje, em que se está a recuperar essas influências dos malogrados anos 80.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por enquanto Revolver é apenas um bom álbum-colectânea. as músicas não têm fio condutor. No entanto não deixa de ser um ícone, pela excelente composição de canções que o percorrem. «Here There and Everywhere» deixa-nos mais uma marca dos Beatles, o potencial vocal e os arranjos dos coros. Tanto que até os QOTSA os fazem com mestria com distorção destrutiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas um dos melhores temas do álbum fica para o fim - «Tomorrow Never Knows» escrita pela habitual Dupla Lennon/McCartne. Com uma batida fenomenal de bateria assinada por Ringo Starr&amp;nbsp;e umas letras prontas a abrir a revolução psicadélica que aí vinha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss47WImIyYI/AAAAAAAAAJo/eNRBeZQJQGY/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss47WImIyYI/AAAAAAAAAJo/eNRBeZQJQGY/s320/5estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8454741623605554461?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8454741623605554461/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8454741623605554461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8454741623605554461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8454741623605554461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/discos-insolitos2-beatles-revolver-1965.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s72-c/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3038796575502787134</id><published>2009-10-08T10:00:00.005+01:00</published><updated>2009-10-29T12:54:30.682Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ALBUNS MÍTICOS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;#2: THE BEATLES - RUBBER SOUL (1965, EMI/PARLOPHONE/APPLE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s1600-h/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s320/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Muito já se disse sobre os Beatles, e ainda mais se dirá e muito ficará por dizer. De maneiras que o meu pequeno e muito&amp;nbsp;singelo contributo de um&amp;nbsp;ouvinte que começa lentamente a explorar as malhas será apemas mais um dos pontos nesta grande história da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Eles acabam por ser o marco, a pedra basilar de toda a música moderna, a raíz da árvore do rock que faz parte dessa grande florresta chamada música. Se fizermos um percurso no tempo, vemos que eles são a maior influência que percorre toda a música popular e não popular até aos dias de hoje. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Até ao lançamento de Rubber Soul, eles já tinham ganho tudo o que havia para ganhar em termo de grupo. Venderam, venderam ainda mais, encheram salas de espectácculo, tocaram nos sítios mais inesperados e tal como, o Federer no Ténis, estavam prontos para ir mais além. Revolucionar tudo aquilo que criaram. O grande feito dos Beatles foi criar a música moderna e recriá-la. Se Please Please Me representa o 1º momento, Rubber Soul o 2º. Para além do extraordinário poder de compor canções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Aliás ele representa a fase de transição. O encontro do belho e o novo mundo. Drive My Car parece «os velhos do restelo» do rock n' roll e com Norwegian Wood o perfeito exemplo de folk rock, a antecipar uns Fairport Convention ou Jethro Tull. Ecletismo parecia ser as novas, e os Beatles estavam determinados a mostrar que tudo era possível com instrumentos relativamente acessíveis a jovens desde que tivessem o devido talento para o criar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;«You Won't See Me» é mais um típico «swing» dos Beatles. Como experientes adolescentes maduros, muitas vezes a adolescência era o mote para mais uma canção. sobretudo, o problema em lidar com os sentimentos de afecto, como o amor ou a paixão do momento. Exemplo disso também é «Michelle», paixãpo com barreiras transfroenteiriças e mais um bom exemplo do melhor dueto compositor que já exisitiu, a colaboração Lennon/McCartney.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Mas nem só de amor vive o rock. A densidade crítica e instrospectiva do homem estava patente para um homem com um forte pendor filosófico como John Lennon. O homem sem pátria - «Nowhere Man»&amp;nbsp;ou o efeito das drogas - «Think For Yourself» - no intelecto humano em libertava a pasta maleável de que é feito o nosso interior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O título é tudo menos despropositado e o vislumbre dos génios, ameaçava brilhar ainda mais....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7kdX5NLbI/AAAAAAAAAJw/j1bUVSEPxWU/s1600-h/4.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7kdX5NLbI/AAAAAAAAAJw/j1bUVSEPxWU/s320/4.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3038796575502787134?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3038796575502787134/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3038796575502787134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3038796575502787134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3038796575502787134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/musica-ano-0-beatles-rubber-soul-1965.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s72-c/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4086065872099102483</id><published>2009-10-07T20:36:00.001+01:00</published><updated>2009-10-07T20:36:58.957+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ALICE IN CHAINS - BLACK GIVES WAY TO BLUE (2009, VIRGIN/EMI)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s1600-h/Cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s320/Cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Recomeço, renascença parece ser a palvra de ordem por aí. Como a Fénix, todos anseiam por uma segunda oportunidade e o revivalismo que parece tão brilhante e mágico quando os eventos já se esbateram no tempo é mais que evidente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Tudo indicava que os Alice in Chains vieram em 2006 para matar saudade e tocvar aquelas grandes malhas que fizeram história e marcaram um género não estivessem para sempre condenadas a serem ouvidas em auscultadores. Seattle e o seu som vai estar novo em voga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizendo em português, a depressão deu lugar à tristeza. O verdadeiro Grunge nunca foi grande som para sorrisos e o som sujo potente, decrépito e cheio de boaa disposição mas a mandar foerter para a veia nunca se desvaneceu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curioso que Jerry Cantrell fez questão de pegar o som e a históriia onde a deixu. Quem ouvir a Music Bank sabe que a última música é Died e a primeira Get Born Again. All Secrets Known pega exactamente por aqui. Depois de dar o verdadeiro tributo ao falecido Layne com o seu primeiro álbum a solo (não foi o único, os Metallica homenagearam-no como um dos muitos mortos em combate no rock com Death Magnetic), deixou o negativismo compulsivo para trás depois de encontrar a derradeira voz de Layne renascida com William Duvall que apesar de muito competente é bem disposto, bem demais para um som como Alice In Chains. Os restantes camaradas juntaram-se alegremente ao conjunto, o amigável Inez e o rebelde Sean Kinney (que fez aos precisamente no dia em que cá vieram pela 1ª vez&amp;nbsp; e que Maynard dos Tool não se fartou de repetir).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do regresso, rápido para o rogulho da velha guarda. Velhos soldados do Grunge atacam a música de porcaria que se faz hoje em dia com as medalhas bem exibidas ao peito, «I'm the Last of My Kind Still Standing».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E para termos a certeza de que este não é um golpe da carteira ou uma tentativa para reaver o sucesso, o som parece profundamente similar a tudo o que já ouvimos deles. «Your Decision» assemelha-se a um lado B da sentida Heaven beside You ou a melhor Over Now. E digo-vos não lhes fica atrás. Todo o álbum soa a grande clássico. Jerry cantrell amadureceu bem com o tempo, mas a sua essência enquanto xompositor permaneceu, até porque ao fim e ao cabo ele era o Pete Townshend dos Alice In Chains e o regresso ao activo deu para libertar toda esta inspiração que vinha&amp;nbsp;acumulando ao longo dos anos. A Loking In view vais buscar toda a ferocidade do riff grave e obscuro de Them Bones, Love Hate Love&amp;nbsp;ou Angry Chair, um dos maiores trunfos de Layne. Um grande regresso, de um dos maiores marcos de uma geração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Seattle pode permanecer orgulhosa como uma das várias Mecas da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ssztr3vqHPI/AAAAAAAAAJA/15FetTuvbu8/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ssztr3vqHPI/AAAAAAAAAJA/15FetTuvbu8/s320/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4086065872099102483?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4086065872099102483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4086065872099102483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4086065872099102483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4086065872099102483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/alice-in-chains-black-gives-way-to-blue.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s72-c/Cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-6337580396018732459</id><published>2009-10-06T08:27:00.006+01:00</published><updated>2009-10-07T20:37:58.703+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ISIS - WAVERING RADIANT (2009, IPEPAC RECORDINGS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxI-fBjEcI/AAAAAAAAAIg/6iOIvZHijnQ/s1600-h/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s1600-h/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389763241282469138" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s320/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 318px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Para muitos uma banda ainda desconhecida, mas os Isis têm vindo a crescer como um fenómeno ainda incerto, sobretudo como banda de culto no panorama da música pesada contemporânea. O som é dificíl de descrever mas assemelha-se bastante a uns Opeth, só que mais industriais. O seu som tem vindo a melhorar e a incorporar cada vez sons inconstantes e ecléticos. Não é para espantar, mas a banda de Aaron Turner anda cá neste mundo desde 1998, e os álbuns têm uma tendência progressiva para compor paisagens mais melódicas e os atributos vocais de Turner não são para menos porque a sua voz tem um forte potencial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hall of the Dead é o mote para a viagem pelo misticismo. Fortemente inspirados em bandas como Melvins ou Neurosis, o som parece uma crise esquizofrénica. E o que parecia ser muitas vezes um devaneio em álbuns anteriores, nota-se uma focagem na composição em muito devido à melhoria técnica tanto do baixista Jeff Caxide com um groove fortemente inspirado em Justin Chancellor dos Tool e a combinação das guitarras a nível de solos límpida e harmónica, com propensão para preenchimento do vazio, Ghost Key é um óptimo exemplo. Turner afirma que vai buscar as suas influências metafísicas a livros como Dom Quixote ou Labirintos, ou até mesmo Casa das Folhas, onde a presença de um universo indiscrítivel e carregado, com elementos estranhos é notável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maturidade da banda reflexa-se um pouco por todo o álbum. Bryant Clifford Meyer comporta-se como um descendente natural de Rick Wright (teclista de Pink Floyd) com um entrada fenomenal em Hand of The Host digna de uma Echoes ou Sheep. O mesmo se pode dizer Aaron Harris que evoluiu bastante desde Panopticon ou In The absence of Truth.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Wavering Radiant é um álbum bastante masi fácil de interiorizar do que Oceanic ou mesmo Celstial, que portaram-se como um Saucerful of Secrets ou Umagumma, quando a banda estava ainda a encontrar o seu caminho. Mas com Threshold of Transformation nota-se que finalmente sabem o que querem fazer. Não estão a quebrar fronteiras, mas nota-se exactamente o que querem fazer e já demarcaram o seu próprio processo criativo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sszt_X9oJKI/AAAAAAAAAJI/gTGoSjDNfbk/s1600-h/3+estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sszt_X9oJKI/AAAAAAAAAJI/gTGoSjDNfbk/s320/3+estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-6337580396018732459?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/6337580396018732459/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=6337580396018732459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6337580396018732459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6337580396018732459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/isis-wavering-radiant-2009-ipepac.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s72-c/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4153935250448838263</id><published>2009-09-29T14:21:00.001+01:00</published><updated>2009-10-09T08:24:09.739+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;LEGENDARY TIGER MAN - FEMINA (2009, EMI/DISCOS TIGRE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;«The desire of the Man is for The Woman but the Desire of the Woman is for the Desire of The Man»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzFhL5ziI/AAAAAAAAAIQ/xeFUdDpO5Tc/s1600-h/c_4147440.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s1600-h/c_4147440.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387628425525511074" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s400/c_4147440.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 400px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 271px;" /&gt;&lt;/a&gt;O Sr. Mil Projectos não acalma, continua com uma moca de speeds fenomenal, sempre com uma a mais dentro da cartola. Depois dos Wraygunn vem o projecto individual, o seu alterego, a sua outra face, do pinga-amor solitário e garanhão, mas uma banda de um homem só em simultâneo. De facto, não há nada comparável ao Lendário Homem Tigre, como diz muito bem a gata assanhada Peaches em She's a Hellcat. O Blues é o seu ponto de partida, e a imagem da mulher o seu assunto. Todas as canções são comparticipadas por seres do outro lado. Como um trovador dos tempos modernos que faz a sumissão e a veneração do culto feminino. Inclui, claro está o cover do original da Nancy Sinatra «These Boots Are Made For Walkin'» com a Maria de Medeiros. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paulo Furtado aproveitou para desenvolver a sua mestria na guitarra melhorando o arpejo para conseguir sacar um baixo e uma guitarra ao mesmo tempo que usa caixa de ritmos electrónica. As coisas puxam um bocado para o estranho, mas simbiótico. Mas o poder além de um bom instrumental todo sacado do velho Paulo, são das excelentes prestações vocais destas musas. Becky Lee está estrondosa enquanto se mistura com a harmonia da guitarra, num blues/soul muito lento em «No Way To Leave on a Sunday Night». E Paulo Furtado deixa as vozes das Senhoras respirar, porque, de facto, elas são o centro de todas as atenções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo o conceito afectivo gira sobre os vários perfis da Mulher. Umas mais agressivas como «Radio &amp;amp; TV Blues», a tradicional música de Legendary Tiger Man, ou a melodia carregada «Lonesome Town» da sua nova companheira Rita Redshoes, ou a rápida «the Saddest Thing to Say» com o excelente contributo vocal de Lisa Kekula.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas as boas canções não culminam por aqui. Todo o álbum está repleto delas. Uma das melhores conta com a prestação de Claudia Efe em «Light Me Up Twice». Para macho alfa, Paulo Furtado bem que reconhece a importância das mulheres na música, e de uma maneira ou de outra ele conseguiu que muitas participassem directa ou indirectamente, pela sua atitude rebelde ou introvertida e melódica. Reconhece-as não apenas como musas, mas como artistas de grande talento.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7lD-hKOOI/AAAAAAAAAJ4/dIbF1vdGATs/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7lD-hKOOI/AAAAAAAAAJ4/dIbF1vdGATs/s320/3.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4153935250448838263?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4153935250448838263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4153935250448838263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4153935250448838263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4153935250448838263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/legendary-tiger-man-femina-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s72-c/c_4147440.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3802160848646467559</id><published>2009-09-25T08:51:00.004+01:00</published><updated>2009-10-01T14:21:52.862+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;TAKING WOODSTOCK DE ANG LEE (2009, DISTRIBUÍDO POR FOCUS FEATURES)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/27/Taking_woodstock.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 279px; FLOAT: left; HEIGHT: 430px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/27/Taking_woodstock.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Realmente só faltava um filme sobre Woodstock era o que faltava. sobretudo, estrategicamente pensado quando se trata de uma época revivalista, que encarram a geração de 60 como um tempo mítico. Basta olhar para as revistas de música, para as ver pejadas de artigos sobre esta época mítica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais do que foi o Woodstock, que não se considerou, nem fica marcado como apenas um Festival em campo aberto, mas o que ele acabou por reprentar para as gerações que o viveram e que o sucederam. Como acontecimento socio-cultural e com implicações políitcas pró-pacíficas, a música de intervenção que já ecoava pelas vozes e guitarras de músicos marcantes como o génio Bob Dylan e a única Joan Baez, finalmente tinha representação física para além dos discos que as continham.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, a concentração frente ao Lincoln Memorial em Washington, D.C. já tinha criado um precedente em movimentos de massa com suporte musical. A´música tinha ganho claramente outra importância, que de repente todos os psicólogos e sociólogos estavam preocupados com os efeitos que isso provocou nas multidões. Tanto que se tornou um caso de estudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ang Lee parte do relato histórico de Elliot Tiber um designr de interiores no Estado de Nova Iorque alugou um celeiro para viver as suas experiências com a sua troupe. Os acontecimentos que se sucederam revolucionariam uma geração e todas as que haveriam de vir. Tudo começou com a vontade de Elliot em dar um pequeno concerto para os seus amigos. Curioso como momentos históricos saem dos actos menos calculados. Mas os obstáculos não eram poucos, apesar da licença para a organização ter saído apenas em 1 Dolar,  o que deu uma margem de lucro de quase 500% a Tiber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo o filme sobre o Festival, Lee consegue surpeender grande parte da audiência não fazendo um remake dos Fesatival. É mais um relato histórico que está por detrás de toda esta história. Um pouco documentário sobre aquilo que todos conhecemos, mas ninguém parou para pensar como tudo aquilo foi ali parar. Um pouco como uma viagem de LSD numa Yellow W Van Hippie, uma grande amnésia piscadélica donde resta apenas o espectáculo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande prestação de Emile Hirsch, um actor do movimewnto independente que continua a jogar grandes cartadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3802160848646467559?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3802160848646467559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3802160848646467559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3802160848646467559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3802160848646467559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/taking-woodstock-de-ang-lee-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2446756173837036672</id><published>2009-09-24T08:25:00.002+01:00</published><updated>2009-09-24T09:43:17.711+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;LES POUPÉES RUSSES DE CÉDRIC KAPLISCH (2005, CE QUI ME MEUT/LUNAR FILMS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/64/Russian_dolls.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 298px; FLOAT: left; HEIGHT: 445px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/64/Russian_dolls.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;As Bonecas Russas é um filme tipicamente pró-europeu. A variedade linguísitca e afabilidade entre povos europeus é visível. Trata-se nada mais, nada menos do que a sequela de L'Auberge Espagnole e como seria de esperar, deveria haver um prolongamento no final do filme. Como é sabido não há duas sem três. Mas até agora, tal ainda não aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas lá para o meio do filme, Xavier conta-nos o porquê de a História acabar ali, e não se prolongar indefenidamente. Porque geralmente é assim que culminam os filmes de amor, dexando toda a monotinia da rotina na expectativa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme tem a façanha de relatar as relações amorosas e afectivas de uma maneira extraordinariamente realista e original. Não é o típico estilo filme francês, estranho e com contornos bizarros, muito pseudos. Talvez o segredo resida no facto de se tratar de uma produção conjunta entre a França e Grã-Bretanha, o que deum um certo pragmatismo ao argumento. Ou se calhar, a corrente actual de cinema francês esteja mudar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem também outro carácter singular que, para mim, é extraordinariamente belo, é um filme multi-lingue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Xavier regressa de Barcelona com uma ideia em mente, realizar o seu sonho de criança, tornando-se escritor. Mas não é tão fácil quanto parece. Após algumas peripécias em busca da mulher perfeita é-lhe oferecido a possibilidade de escrever um guião. Mas não está fácil, porque tem de ser escrito em Inglês, ao que Xavier confessa que domina a língua, mas a proposta de lhe retirar o guião está eminente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi então com a ajuda do seu amigo William, voltou a entrar em contacto com uma velha conhecida, Wendy. Esta tinha uma excelente reputação como argumentista e prontificou-se a ajudá-lo. Daqui nasce a relação mais interessante, com Xavier a deambular entre Paris e Londres como no clássico de Charles Dickens. Enquanto este segue na busca da mulher perfeita, William seu amigo encontrou de imediato o amor da sua vida, Natascha. Uma bailarina russa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, Wendy e Xavier vão se conhecendo, e subjaz-lhes uma química uma compreensão mútua que parece natural. Wendy veio de uma relação desfeita, Xavier das que desfez. Falam do amor, sexo e afectos de uma maneira platónica, e vão-se interessando mutuamente. Porque não há nada melhor que juntar a fome com a vontade comer, ou trabalho com prazer. E quem rima sem querer é amado sem saber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio disto Xavier descobre que há uma nova proposta de trabalho: escrever a biografia de Celia Shelburn, uma modelo que era exactamente o que Xavier precisava para despertar. Levar uma tampa das antigas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2446756173837036672?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2446756173837036672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2446756173837036672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2446756173837036672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2446756173837036672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/les-poupees-russes-de-cedric-kaplisch.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8238454024097715250</id><published>2009-09-22T13:32:00.003+01:00</published><updated>2009-09-22T13:52:12.400+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;LYNYRD SKYNYRD - GOD + GUNS (2009, ROADRUNNER)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s1600-h/FRONT.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 318px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384270838107348418" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s320/FRONT.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os Skynyrd são daquele género de bandas clássicas que nunca esperávamos que ainda estivessem no activo. Mais são daqueles artistas de rock que por detrás daquela máscara libertina que todas as estrelas rock parecem transparecer, escondem um carácter ultra-conservador, neste caso americano bem ao estilo de Ted Nugent(o). Esqueçam aquela Amércia cosmopolita e avan-gard nova-iorquina ou angelina. estamos a falar da américa profunda e dos seus redneck fundamentalistas que enchem estádios e incentivam jovens americanos a combater por interesses de meia-dúzia de abutres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levou tempo a mostrarem-se. Quem diria que subjacente a este radicalismo estão os mesmos autores de peças tão aparentemente hippies como Free Bird. Tal como um livro que jogamos fora quando lemos um passagem absurda, senão ridícula. A música é também um veículo de ideias e transporte de mensagens, por vezes perigosas. Pelo que devemos sempre ouvir com um espírito crítico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo o disco transpira uma inspiração retrógada típica de matarruanos e saloios. Defender a pena de morte é uma coisa; andar a exultar nos discos a defesa das armas e da sua posse como um direito inalienável é já outro nível. Pois para estes velhos macacos isto é o que representa o verdadeiro espírito americano, como fazem questão de frisar em «God + Guns» ou «That Ain't My America», como se a América fosse uma realidade de um só povo ou comunidade de pessoas. Se há coisa que a América é uma multiplicidade de povos e culturas. Se há coisa que eu quero relembrar do espírito dos pais fundadores é o primado da lei enquanto expressão da vontade popular e a igualdade de todos perante a mesma; a liberdade e tolerância; e a coexistência pacífica dos povos (o célebre vive e deixa viver). Mas aquilo que fica é um povo violento, agressivo onde se propagou uma verdadeira «cultura de morte», que fomenta a guerra e os interesses. este bem se podem juntar ao clã Nugent e ir tocar para os infernos de Hades, porque maiores que sejam os riffs, os solos de guitarra, ou variações de bateria, que já se ouviram todos no passado ou por mãos de outros artistas, são os valores que sustentam o perfil de um artista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso, pelo menos para mim, conta muito. Tanto ou mais do que a melodia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8238454024097715250?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8238454024097715250/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8238454024097715250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8238454024097715250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8238454024097715250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/lynyrd-skynyrd-god-guns-2009-roadrunner.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s72-c/FRONT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8966980306198995671</id><published>2009-09-21T13:42:00.003+01:00</published><updated>2009-09-21T14:03:12.921+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PEARL JAM - BACKSPACER (2009, SONY BMG)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s1600-h/Pearl_jam_backspacer.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383904087754964050" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s320/Pearl_jam_backspacer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os sobreviventes de Seattle parecem não perder fulgor, nem vitalidade com a idade. Este quintento acaba por ser o último legado de uma geração de bandas pelo menos com este alinhamento, tirando Matt Cameron que foi baterista dos Soundgarden. De resto todos os actuais membros dos Jam estão lá desde a sua origem. Não deixa de ser curioso que na própria incipiência desta banda está um grupo de tributo, ao vocalista de Mother Love Bone da qual Jeff ament e Stone Gossard fizeram parte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E volvidos quase 20 anos de carreira, um estilo que atravessou a decandência e o seu revivalismo relâmpago, e 10 discos, os Jam vêm sem grandes floreados, nem aspirações megalómanas. Nem essa foi atitude Grunge, porque apesar do som deles não ser o Grunge puro, a «filosofia» não deixa de comparecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eddie Vedder não deixa de a sua voz esganiçada bem ao estilo de Do the Evolution? ou Stone sacar os riffs nitidamente rock. Os Jam são a mesma banda de sempre, a banda das guitarras - como se vê em Johnny Guitar, ou de inspirações humildes modestas como transparece em Just Breathe ou nas afinidades surfísticas de Eddie Vedder como Amongst the Waves que parece mais o Lado B de Given To Fly, Unthought Known um remix de Indifference, e Supersonic ou até mesmo The Fixer, um remake Not for You. Parece o mesmo gelado só que com sabores diferentes, só que daqueles que queremos provar todos os sabores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas apesar de cada álbum deles ser uma cópia do anterior, os Jam tem a faceta nunca fazer cada álbum novo um álbum cansativo. E a cada novo trabalho são os mesmos velhotes em roupa nova. Quem não tem um pingo de saudosismo ao lembrar os tempos de liceu com Gonna See My Friend ou a Adrenalina com Got Some. E o facto de ficarem mais velhos nota-se cada vez mais a concisão dos trabalhos, talvez proque tenham medo de não conseguir acabar cada disco que começam. É um álbum passageiro, é verdade, mas mesmo assim não deixa de ser marcante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se há algo que se torna dificíl com os anos é manter-se fiél às raízes, inovando.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8966980306198995671?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8966980306198995671/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8966980306198995671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8966980306198995671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8966980306198995671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/pearl-jam-backspacer-2009-sony-bmg-os.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s72-c/Pearl_jam_backspacer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-782566306266425846</id><published>2009-09-20T11:44:00.005+01:00</published><updated>2009-09-20T13:13:44.303+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;SIDEWAYS DE ALEXANDER PAYNE (2004, DISTRIBUÍDO POR FOX SEARCHLIGHT)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/f/ff/Sideways_poster.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://shopreddot.com/tibtv/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/5fdd3_sideways.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 354px; CURSOR: hand; HEIGHT: 500px" alt="" src="http://shopreddot.com/tibtv/wp-content/plugins/wp-o-matic/cache/5fdd3_sideways.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sideways é um daqueles filmes que consegue mostrar os encantos de uma vida normal. Esse é o grande potencial dos filmes independentes. Têm uma boa história por parte de uma história que parece tudo menos extraordinária. Paul Newman rejeitou fazer filmes durante muito tempo, porque rejeitava aceitar papéis onde a importância da representação fosse diminuta. É aqui que os filmes de baixo orçamento acabam por triunfar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sideways foi produzido com um orçamento limitado de 16 milhões de dólares e acabou por render mais de o quintuplo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo gira em volta de uma cativante trama, entre dois amigo que decidem fazer uma despedida de solteiro juntos. Miles Raymond (Paul Giamatti um professor de Inglês, com uma carreira «promissora» de escritor, e Jack Lopate (Thomas Haden Church), um actor de filmes de série B e de televisão, com um apetite insaciável por mulheres. Engraçado que era este último que se estava para casar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Miles por sua vez era um tipo reservado, pacato, introspectivo e muito renitente no que toca a mulheres. Por acaso conhece Maya (Virginia Madsen), empregada num bar numa auto-estrada caricata no sul da Califórnia, o the Hitching Post. Cedo se apercebemdo mútuo interesse por vinhos, sobretudo porque é amador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir daí as coisas acontecem com naturalidade. Aliás o argumento é tão institntivo que nos põe a pensar na química que existe entre os dois personagens, que é normal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez a analogia do filme se reduza a tudo isto, avida é como uma garrafa de vinho, de aspecto normal e mundano, mas o interior de cada um é unico, cada colheita e bago de vinho. Cada um com a sua própria textura, veludez e acidez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As coisas vaõ acontecendo num espaço de uma semana. Jack abre uma «Stephanie» (Sandra Oh) alegre e jovial, também ela apaixonada por vinhos e as coisas rápidamente saltam para o plano horizontal. Miles e Maya levam o seu tempo. Conhecem-se apreciam-se mutuamente, quase como se estivessem a provar um vinho. Até que Miles confessa que tem um Mont Blanc de 61 uma raridade vitivinícola. Aí éque o interesse mútuo por ambos começa a crescer, tal como um provador de vinhos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Miles acaba por mostrar o rascunho, e apesar da sua falta de auto-confiança, Miles deixa transparecer o seu lado mais terno, mais humano. Não é de estranahr a maneira como Victoria aborda o seu ex-marido no casamento de Jack. Muitas vezes retira-se mais dos silêncios do que em milhões de palavras. Situação que Alexander Payne soube aproveitar com mestria. Até porque tirando Giamatti, os outros actores são menos promissores, ainda que talentosos. Até o próprio Giamatti era pouco conhecido até esta altura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro dos pontos fortes do filme é o seu humor acidental. Como acontece muitas vezes no dia-a-dia e conseguimos retirar o cómico da situação. Após contar a Maya que Jack está prestes a casar-se esta apressa-se a contar a Stephanie. Que parte a cara de Jack a metade. Que acaba pelo Karma vingar-se em Miles estrangando-lhe o carro e obrigando-o a ir buscar a carteira a casa de uma empregada de mesa que o reconheceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois do copo entornado, Miles e Jack regressam da sua odisseia para contar a Chrisitine, noiva de Jack como as coisas correram mal, na vaigem de regresso com um acidente premeditado. Nisto Miles ouve notícias, passado algumas semanas de Maya, que apressa-se a visitá-la. Tudo para nos deixar num final em aberto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-782566306266425846?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/782566306266425846/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=782566306266425846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/782566306266425846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/782566306266425846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/sideways-de-alexander-payne-2004.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1705685444133207027</id><published>2009-09-17T08:34:00.005+01:00</published><updated>2009-09-17T09:29:15.500+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;DAVID GILMOUR - LIVE IN GDANSK (2008, EMI)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrHsvm1i9rI/AAAAAAAAAHw/YrUp2TqszxI/s1600-h/Box+F.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrHs2LHaQHI/AAAAAAAAAH4/T21ljKLh1Jg/s1600-h/Box+F.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 228px; FLOAT: left; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382343445125415026" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrHs2LHaQHI/AAAAAAAAAH4/T21ljKLh1Jg/s400/Box+F.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;David Gilmour apostou fortemente na digressão do seu último álbum de originais On An Island. Para mim parece-me uma ordem natural dos acontecimentos que as Editoras Discográficas façam Eidções especiais por tudo quanto é disco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o passo mais marcante desta edição ao vivo não os seus inúmeros formatos, mas acabou +or ser um tributo a Rick Wright que deu o seu último contributo para a música e para o seu amigo e companheiro de banda, que o resgatou do isolamento após a forte querela interna que gerou The Wall. Fez 1 ano, nos meus 23 de vida que faleceu Richard Wright teclista e compositor dos Pink Floyd.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas quando Gilmour gravou foi em Agosto e este sempre confessou a sua paixão pela polónia, país que por sua vez tem fortes raízes culturais e que se manifesta pelo gosto de música erudita. Não admira que tantas bandas como os Dream Theater, os Tool tenham já fortes digressões por essas bandas e pelo Báltico fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sentimento de nostalgia é forte. Começa logo com Dark side of The Moon revisitado, não fosse ele um álbum mítico. Speak to Me, Breathe, Time e a Breathe (Reprise) servem de mote imediato ao início do concerto. Mas isto é David Gilmour a solo e não Pink floyd camuflado e o reportório faz questão de demarcar isso, embora não pareça. De On an Island veio praticamente todo o alinhamento do 1º cd. Castellorizon, On an Island, the Blue, Red Sky at Night, A Pocketful of Stones (que quase faz lembrar a emblemática Saucerful of Secrets), ou The I Close My Eyes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Live in Gdansk faz lembrar muito Remember That Night no Royal Albert Hall, com excepção da Particpção da Filarmónica do Báltico. num aspecto muito Score de Dream Theater, a Orquestra aparece na 2ª parte do alinhamento com os clássicos a serem revisitados, especialmente nouvelle specialle Echoes, que muitos jovens apreciam cada vez mais, sobretudo esta nova geração de polacos. Contudo, e para não ser tudo igual, Gilmour fez questão de fazer uma versão diferente desta vez, com um início acústico que dá um ar todo estranho ao épico. Rick wright reescreve assim um dos melhores solos de teclado. Pouco virtuoso, mas genial. Aliás essa foi sempre uma das grandes marcas de Rick Wright. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cedo nos apercebemos porque todo o trabaklho a solo foi espectado de empreitada, porque a 2ª parte foi reservada para o saudosismo e Gilmour vai mesmo ao passado profundo para relembrar os Floyd de Syd Barrett com Astronomy Domine, os seus Floyd com Fat Old Sun e a despedida dos Floyd com A Great Day For Freedom e a exultação do período pós-Cortina de Ferro, afinal muita gente associou essa ideia a The Wall. Melhor acabou por ser a prestação do Sorcererful of Secrets que revelou na destreza de improvisação mágica em Shine On You Crazy Diamond e os seus incríveis dotes par tocar Saxofone, ao lado do velho companheiro dos Floyd, Dick Parry. Foi pena Portugal ter ficado de fora desta última venue.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1705685444133207027?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1705685444133207027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1705685444133207027' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1705685444133207027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1705685444133207027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/david-gilmour-live-in-gdansk-2008-emi.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrHs2LHaQHI/AAAAAAAAAH4/T21ljKLh1Jg/s72-c/Box+F.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7088287931607915487</id><published>2009-09-16T10:20:00.004+01:00</published><updated>2009-09-16T10:46:26.629+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;CASOS INSÓLITOS#1: LEI Nº 85/2009 DE 27 DE AGOSTO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrCzWtNH46I/AAAAAAAAAHg/uJRPobWf4uo/s1600-h/lei+89-2009.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrCzxMPOWrI/AAAAAAAAAHo/EqTTUsx8Go8/s1600-h/lei+89-2009.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 204px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381999212387785394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrCzxMPOWrI/AAAAAAAAAHo/EqTTUsx8Go8/s320/lei+89-2009.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;Hoje aproveito para fundar uma nova rubrica de casos insólitos,neste caso jurídicos. Que ao menos o meu (dis)curso sirva para alguma coisa, nem que seja denunciar uns podres da da nossa actividade legisaltiva e também jurídica que vão ocorrendo aqui pela nossa bela pátria lusitana. É uma das vantagens de trabalhar num local onde se tem que consultar diáriamente o Diário da República.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje trago-vos um mimo, quase imperdível. Todos os Partidos levam para as eleições como seu Bastião de Campanha a Educação. Curioso que tantos tenham feito pela Educação apenas em termos formais, que é alterar a lei. O Partido Socialista, em particular, o nosso amigo José Sócrates aprovou um mês antes de ir a votos a nova lei da Escolaridade Obrigatória. Entre muitas coisas alarga no seu art.º 2º a escolaridade obrigatória até ao 12º ano ou aos 18 anos de idade. Até aqui tudo bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O mais irónico vem a seguir no art 3º sob epígrafe Universalidade e Gratuitidade, onde diz que no âmbito da escolaridade obrigatória o ensino é Universal e gratuito, mas e há aqui um pequeno senão, a gratuitidade do número anterior compreende propinas, taxas e emolumentos relacionados com as matrículas. Para além do poder de fazer nomas vinculativas, o legislador assume aqui outro dos seus poderes, poder para o qual George Orwell nos alertou do seu devido perigo - o poder de definição de conceitos e do conteúdo das palavras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao que parece, estamos todos a passar-nos por estúpidos, porque obviamente, a gratuitidade não se paga, mas se se paga e é gratuito então não é ensino. Nestas circunstâncias é sempre bom ter uma regra na Constituição que permita tanto redefinir o conceito de gratuitidade, ou poder no ínicio de cada legislatura eleger 10 juízes para o Tribunal Constitucional para que a seu devido tempo, quando o Presidente da Repúlbica, o Provedor de Justiça ou 1/5 dos Deputados da Assembleia se lembrem de suscitar a fiscalização da Constitucionalidade, a lei se faça passar com uma interpretação manhosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isto começou em 76 quando o socialismo andava aí em força, e a educação puramente gratuita era levada a sério. Hoje ficámos com um limite imanente da Constituição dificíl de alterar. Que fazer? Jogar com a lógica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7088287931607915487?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7088287931607915487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7088287931607915487' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7088287931607915487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7088287931607915487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/casos-insolitos1-lei-n-852009-de-27-de.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrCzxMPOWrI/AAAAAAAAAHo/EqTTUsx8Go8/s72-c/lei+89-2009.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-6093066696222539988</id><published>2009-09-15T15:06:00.003+01:00</published><updated>2009-09-15T15:49:29.907+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PORCUPINE TREE - THE INCIDENT (2009, ROADRUNNER RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://progshine.com/wp-content/uploads/2009/07/the_incident_2009.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.the-pit.de/uploads/pics/porcupine_tree_the_incident.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.the-pit.de/uploads/pics/porcupine_tree_the_incident.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Em várias entrevistas, sucessivas por acaso, Steven Wilson eterno líder dos Porcupine Tree foi confrontado com a questão de estes serem os herdeiros dos Pink Floyd para o século XXI. As comparações são extremas e várias. Wilson respondeu que não gosta de ser comparado e afimrado no mundo da música como herdeiro de alguém ou estando na sombra de alguém. Apesar de ser um bom argumento para a afirmação de um artista, não podemos dizer que as comparações sejam descabidas. Mais até é uma comparação honrosa, tendo em conta que os Pink Floyd são consideradas entre uma das melhores bandas de todos-os-tempos. De certeza que Wilson levará isso em linha de conta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A sua personalidade musical é tão forte que ele consegue ser um David Gilmour em voz e guitarras, um Roger Waters na composição (em especial a paixão por álbuns conceptuais), e ainda um Fernando Pessoa, com uma multiplicidade de facetas musicais extraordinária. Que eu saiba não é esquizofrénico, mas o seu poder criador não pode ser menosprezado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também não podemos ser redutores. Há mais pessoas que compôem os Porcupine Tree, tanto que Wilson fez questão de separar os seus projectos a solo da sua banda principal. Tanto que todos eles são marcas da corrente progressiva. Richard Barbieri foi teclista dos Japan ao lado de David Sylvian e Gavin Harrison integrou recentemente ao lado de Tony Levin e o mestre fundador Robert Fripp nos King Crimson.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As sessões de gravação começaram logo após a última digressão europeia que os trouxe cá em duas datas, nas quais Wilson desenvolveu o seu trbalho a solo e aproveitou para produzir mais alguns álbuns, inclusive Opeth. Barbieri produziu também o seu trbalho a solo, Harrison colaboru com os OSI e Colin Edwin foi pai. Foi logo em Fevereiro que a banda declarou que já estava a trabalhar no novo álbum. Como é natural nos Tree, todos os álbuns obedecem a um conceito base, a uma estrutura comum. Neste caso, Wilson continua a preferir abordar a vidfa humana através de uma lente crítica de uma psicologia comportamentalista (ou behaviorista). Com um começo um bocado caótico em Occam's Razor, não deixa de ser um bocado irónico que ao contrário do princípio da parcimónia (ou Navalha de Occam) a vida é sempre vista de uma prespectiva mais complexa ou complicada. O que se confirma em The Blind House «Free Love to all my sisters [....] You don't need to Know the secrets/Believe me».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais à frente Wilson assume uma postura bem mais introspectiva e reveladora do que seria de esperar noutros álbuns, por exemplo a solo. Normalmente Wilson tende a assumir a posição do hipnoterapeuta, mas em Time Flies fala-se da falta de tempo, da dele e de todos e da incapacidade de completar todos os nossos desejos, e das referências musicais. Não deixa de ser estranho como a referência a Sgt. Pepper dos Beatles pareça despropositada, apesar de ser uma referência fulcral a qualquer músico contemporâneo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No épico, que não podia faltar, há espaço para a guitarra se soltar, como já acontecia em Anesthetize de Fear of a Blank Planet. As similitudes com a guitarra ecoante de Gilmour são nítidas, ou não se chamassem solos à Gilmour.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A falha parece ser a dificuldade de as melodias encarrilarem. A métrica parece estar desajustada, e por isso talvez possa demorar a encontrar a afinidade musical no meio do caos. Talvez essa seja mesma a impressão que queriam deixar ficar. Mas a faceta mais agressiva dos Tree não ficoud e fora, aliás remistura-se com as facetas mais calmas, num movimento contínuo. Octane Twisted é a oportunidade para rasgar e a distorção se soltar. Não deixa de ser curioso que Wilson faz questão que a sua voz seja melodiosa e contraste com o instrumental.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O disco parece um pouco disperso e coeso. Esperemos que seja daqueles que se vá entranhando com o tempo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda contém quatro músicas que foram escritas entre o período de digressão e gravação, Flicker, Black Dahlia, Bonnie The Cat e a excelente Remember me Lover.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-6093066696222539988?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/6093066696222539988/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=6093066696222539988' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6093066696222539988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6093066696222539988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/porcupine-tree-incident-2009-roadrunner.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-9041158536417917564</id><published>2009-09-14T10:12:00.005+01:00</published><updated>2009-09-14T10:47:09.393+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;MUSE - THE RESISTANCE (2009, WARNER BROS., HELIUM 3)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sq4OvxACBMI/AAAAAAAAAHI/9cGxiniC38s/s1600-h/Theresistance.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 315px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381254818524431554" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sq4OvxACBMI/AAAAAAAAAHI/9cGxiniC38s/s320/Theresistance.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Se há alguma música, na carreira deste «trio poderoso» que os melhor pode descrever é Megalo-mania, do Origins of Symmetry. Naquela altura ainda estavam na rampa de lançamento, hoje andam em volta da esfera celeste com quasares cósmicos e cometas alucinantes. Os Muse querem estar um passo à frente na arrojidade do álbum seguinte, sempre tentando superar as melhores expectativas possíveis. Os dias da guitarra com riffs estrondosos e bem elaborados, o baixo com efeitos mas humilde, a bateria cheia de adrenalina e um estilo psicótico suburbano de Showbiz já passou. Mas por incrível que possa parecer, ainda se nota que é os Muse, muito embora a marca deles se tenha esbatido um pouco. Este vontade contínua de experimentalismo contínuo acabou por comprometer a própria criatividade dos mesmos. Hoje os Muse batem-se por estádios e salas espampanantes cheias de jovens prematuros, que se julgam maduros prontos para ouvir as teorias pro-conpiracionistas de Matthew Bellamy que se batem por substituir os Rage Against The Machine, mas com um estilo mais clássico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre que se falava do novo álbum Matthew Bellamy e o baterista Dominic Howard falavam de incorporar componentes de outros géneros como a música clássica ou estilos manhosos como o hip-hop que se disitinguem bem em Resistance e a comprometedora Undisclosed Desires.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E de repente, perguntamo-nos, já depois de ouvir Uprising, com a sua batida techno quase foleira, onde estão aqueles riffs manhosos, bem para esses posso dizer que ainda houve tábua de salvação em Mk Ultra e Unnatural Selection, mas preparem-se de seguida para regressarem ao Moulin Rouge da europa oitocentista com Bellamy a explorar os seus dotes no piano com I Belong To You / Mon coeur s'oeuvre à ta Voix, talvez como uma Ode ao país que sempre os acolheu bem nos primeiros anos de lançamento. Mas se as mudanças ficassem por aí estávamos todos bem, até porque é um reflexo de bons músicos um determinado ecletismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que não se compreende é aquelas monumentalidades próprias para arautos magnânim os em United States of Eurasia que mais parecem os Queen renascidos como a Fénix. E o classicismo é mesmo a palavra de ordem quando chegamos aquela que seria a marca de algum progressivismo que os Muse vinham a desenvolver em Exogenesis. Pergunto-me como irão tocar tudo isto ao vivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas há pontos forte, e apesar de a guitarra ter isod negligenciada nalgumas partes, noutras supera-se. Exogenesis Pt. 1: Overuture é um desses bons exemplos, assim como Guiding Light. As capcidades técncicas de Bellamy não se ficam por ái, estendem-se até aos bons dotes no piano. Em Exogenesis Pt. 2 Cross-Pollination. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um álbum que acba por não ser tão mau quanto isso, compensando alguns maus momentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-9041158536417917564?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/9041158536417917564/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=9041158536417917564' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9041158536417917564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9041158536417917564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/muse-resistance-2009-warner-bros.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sq4OvxACBMI/AAAAAAAAAHI/9cGxiniC38s/s72-c/Theresistance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2193812468100234970</id><published>2009-09-11T10:31:00.004+01:00</published><updated>2009-09-14T13:48:17.674+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;EAGLES - LONG ROAD OUT OF EDEN ( 2007, LOST HIGHWAY RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/46/EaglesLongRoadOutOfEden.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 273px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/46/EaglesLongRoadOutOfEden.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os Eagles não foram, nem provavelmente serão uma banda do meu afecto. Mas temos que lhes reconhecer algum valor, sobretudo o seu profissiona-lismo. Obviamente o seu rock não pop, mas equiparável ao designado «soft rock» dos Chicago com aquelas baladas melosas, chegam quase a ser enfadonhas, fazem discos que parecem ser baladas mundanas de momentos quotidianos. O facto de Hotel California ser o seu único reflecte-se na incapacidade de produzirem algo mais do que aquilo. Long road Out of Eden, tem uma enorme panóplia de canções que nos consegue passar ao lado. Porquê? Porque não é nada que já não se tenha ouvido. Parece que os saloios californianos, andaram anos a compilar cançoes para depois nos encherem os ouvidos com um álbum duplo e 90 minutos de música. A música é agradável e tudo mais, mas é dos mais passageiro que existe. Não admira que sejam muitas vezes conotados como pirosos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois são daquelas bandas que gostam de trocar as vozes como quem troca de camisas, o que nos leva a pensar onde está a voz de Hotal California e a trocar a autoria por uns Boston ou coisa que o valha. I don't want to hear any more então é ideal para clímax de novela, e Waiting in the Weeds idem, e What do why do with My Heart ou Do something, ibidem. Temas que fazem jus a boys bands, só que tocam bem os instrumentos. De certa maneira os Eagles são os quotas pirosos que criaram toda esta moda ranhosa e destrutiva. Talvez, esteja a exagerar na última para, mas a pecar po defeito na 1ª parte. Está bom que eles são músicos competentes, só que isso não justifica tudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois vem o fatalismo e a antecipação do futuro negro, juntamente com a tendência ambientalista. Isso sim é um ideal nobre, constatável logo na música de abertura com No More Walks in the Woods, e Waiting in The Weeds. A 1ª num aproximado dos Jethro Tull só que longe da potencialidade dos britânicos e o seu folk rock progressivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de algumas letras de assunto diferente, o quarteto falha por sempre se aproximar das paixonetas e dos corações partidos. Eu, pessoalmente prefiro Corações felpudos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alguma coisa muda, mas é mais para os lados de Prince, com Fast Company, com um funk sedutor e um falsete tudo menos original. Tudo música estereotipada. é incrível como alguns artistas conseguem fazer tanto daquilo que já se fez. Não admira que no Pavilhão Atlântico o pessoal começasse a adormecer ao fim de 10 minutos de concerto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tentam também criar o seu épico, résteas do experimentalismo dos anos 70 em que as músicas eram tanto melhores, quanto maior o seu comprimentos. Com este mote chega-nos Long Road Out Of Eden. Como não podia deixar de ser segue o compasso habitual. Não há um música que seja verdadeiramente rápida ou em ritmo acelarado tirnado a princeana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se quiserdes relaxar, este é o melhor, directamente para banda sonora de aula de yoga, tão relaxanta que até tira a moca a qualquer um.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2193812468100234970?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2193812468100234970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2193812468100234970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2193812468100234970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2193812468100234970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/eagles-long-road-out-of-eden-2007-lost.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4394353721966532604</id><published>2009-09-09T08:49:00.005+01:00</published><updated>2009-09-10T10:07:42.209+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;FESTA DO AVANTE - DIAS 3, 4 E 5 DE SETEMBRO, QTA. DA ATALAIA, AMORA, SEIXAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/__OuRH2m3sk8/SnjdcR4Lj2I/AAAAAAAAAGs/YGYQQFtY3UE/s400/cartaz+2009+cor+[50%].jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 286px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/__OuRH2m3sk8/SnjdcR4Lj2I/AAAAAAAAAGs/YGYQQFtY3UE/s400/cartaz+2009+cor+%5B50%25%5D.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Festa do avante significa mais do que um evento social. Como alguém disse, ela não pode ser alguma vez encarada como um Festival. Se o fizermos, a sua essência perder-se-á. Não é por acaso que se chama Festa. Obviamente que tem um grande palco, com vários outros distribuídos pelo recinto, um grande cartaz com muitos artistas, mas a Festa é bem mais do que isso. Começa desde logo pela diversidade de gente que se cruza pelos caminhos e ruas da Festa, pelas organizações distritais do Partido que fazem questão de trazer à Festa a gastronomia e os costumes de cada recanto do nosso país. O facto de haver Feira do Livro e do Disco, Partidos Comunistas estrangeiros convidados, artesanato, Teatro, Debates e muitas outras coisas. A Festa do Avante é um dos maiores eventos culturais do nosso país, senão mesmo o maior ao ar livre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde há uns anos para cá, que em termos de cartaz, a Organização da Festa tem insistido na num cartaz acessível, mas mais abrangente. Este foi ano foi diferente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproveitando sempre para potenciar artistas nacionais, assistimos a um afastamento dos gajos hip hop (Ufa que alívio!!!) e o Xutos, que não vieram com a cenas dos 30 anos para o Encerramento da Festa. Por outro lado, também temos sempre grandes surpresas com o cartaz. Nomes que nem sequer constam do nosso conhecimento vêm para dar grandes espectáculos. A começar logo pela Gala de Ópera, que este ano foi abençoada por São Pedro. Verdi, Mozart e outros grandes compositores foram homenageados por peças suas célebres numa Gala de Ópera soberba. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a Música clássica foi um acto pouco usual, pelo menos, para o Palco Principal. Já em anos anteriores Tchaikovsky, Rakmaninov foram revisitados em Galas de Tributo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A música que move multidões, em particular as mais jovens é, sem dúvida, o rock e todas as suas ramificações. Willie Nile foi uma das grandes supresas com o seu Blues Rock americano. Mas mais Blues provaram ser o remédio da melancolia com o sol de sábado a bater forte nos nossos rostos. Guy Davis deu o mote. Hazmat Modine também deram um excelente concerto no Auditório 1º de Maio com o seu Blues erudito, e com a especialidade de ter uma enorme tuba a fazer o som da viola baixo que ainda deixaram uma cover dos Rollign Stones.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando ao palco principal, quem enchia os corações de alegria cada vez mais pop era «a banda do homem que vaia a todas» - os Blind Zero, com a sua anglofonia irritante e das suas aspirações a banda de covers originais dos Pearl Jam. Ainda ontem falava de futebol como ninguém na RTPN. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4394353721966532604?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4394353721966532604/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4394353721966532604' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4394353721966532604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4394353721966532604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/festa-do-avante-dias-3-4-e-5-de.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/__OuRH2m3sk8/SnjdcR4Lj2I/AAAAAAAAAGs/YGYQQFtY3UE/s72-c/cartaz+2009+cor+%5B50%25%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1685580762445518248</id><published>2009-09-04T08:37:00.004+01:00</published><updated>2009-09-07T08:46:17.846+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ALMAS LUSITANAS #3 - MÃO MORTA, CLUBE DOS POETAS MORTOS BRACARENSES - Pt.1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mao-morta.org/imgs/entrada1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://trintaeum.files.wordpress.com/2009/04/maomorta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 460px; CURSOR: hand; HEIGHT: 307px" alt="" src="http://trintaeum.files.wordpress.com/2009/04/maomorta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É tão difícil escrever sobre os Mão Morta, quanto mais tentar dissertar sobre eles. De facto, poucas bandas nacionais conseguiram elevar tanto as letras, misturadas com um som eclético, urbano e industrial, num contexto romântico oitocentista, transposto para o fim de século XX e para lá dele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito do culto que existe em volta dos Mão Morta deve-se ao estrondoso poder de Adolfo Luxúria Canibal transmitir os pensamentos. Para podermos ter uma ideia, ele junta a transmissão de pensamentos filosóficos de Maynard James Keenan, com o negrume de Nick Cave e ainda um poder de dramatização como Peter Gabriel. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas não é só nas palavras que reside a força dos Mão Morta, é na música. Um sexteto composto por três guitarras e uma baixista bem conceituada, e um baterista dotado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As raízes dos Mão Morta estendem-se até ao fim do Estado Novo e da Guerra Colonial, com o regresso dos retornados do Ultramar. A família de Adolfo era uma delas, de facto, ele nasceu em Angola. cedo veio para Portugal, onde se sediou em Braga, que eram as origens da sua família. Em 79 veio estudar para Lisboa, cidade onde se formou em Direito pela Universidade do Descontentamento, altura Faculdade de Direito de Lisboa. Cidade esta que demarcaria e bem a personalidade de Adolfo, como um cenário sujo, com o casal ventoso ou lado. Cernários urbanos que Adolfo nas suas viagens haveria de narrar tão bem no brilhante álbum dos Mutantes S. 21.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Reza a lenda que foi no baixo que já nem faz parte da banda que tudo começou. Joaquim Pinto surgiu com Harry Crosby juntamente com o baixista dos Swans, durante um concerto da banda em Berlim, que se virou para ele e disse-lhe «Tens cara de baixista». Esta motivação inseperada levou-o, juntamente com Mugel Pedro e o nosso amigo Adolfo a fundar os Mão Morta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Adolfo recrutou ainda o seu amigo Zé dos Eclipses, colega dos Bang-Bang e AuAuFeioMau. foi em 12 de Janeiro de 1985 que os Mão morta se estrearam a tocar no Porto. Na altura Miguel Pedro passou para a bateria com a entrada de Zé dos Eclipses. Desde logo se notava a diferença dos Mão Morta. Não pela força vocal de Adolfo, mas pelo poder da sua narrativa, e da maneira como os sons levavam e criavam o ambiente sonoro das história. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já por altura do concerto no Rock rendez-Vous se dera a entrada de Carlos fortes, 2º guitarrista e recebiam prémio de originalidade da extinta casa de espectáculos. O culto crescia já nesta altura, até porque nunca foram banda para grandes projecções.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O primeiro álbum só sairia em 1987 pela editora de João Peste dos Pop dell'Arte, Ama Romanta. Nesse mesmo ano actuariam com Nick Cave &amp;amp; the Bad Seeds, que os deixaria aos últimos bastante impressionados com o potencial do rock romântico negro dos bracarenses. O primeiro álbum verdeiramente emblemático seria, contudo, Corações Felpudos. Dava logo para ver a miscelânea que eram os Mão Morta. Tanto um hard rock agressivo, como Fado emborrachado de caixão à Cova, tão combalido quanto hilariante. Mas os Mão Morta eram malta para criatividade virtualmente sem limites. O.D. Rainha do Rock &amp;amp; Crawl (OD de overdose) foi álbum que pelas circusntâncias em que nasceu deixar-se-ia esbater na discograifa da banda, até à vinda do emblemático Mutantes S.21. Este disco é um dos mais apreciados pela audiência. Mostrou também a tendência dos bracarenses por álbuns conceptuais. em cada música, o narrador visitava uma cidade, e Adolfo conseguia, quase que como um Eça de Queiroz contemporâneo descrever espaços e pessoas com detalhe e vividez. Lisboa era o tema de abertura. E a decandência de um império era visível, as falhas de uma cidade corrompida, até à vida boémia (se bem que todo o álbum é vida boémia e auto-destrutiva) em Amsterdão (Have Big fun) e nas famosas noites de Budapeste, até Paris e Berlim. Esta é sem dúvida um álbum incontornável na carreira dos Mão Morta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1685580762445518248?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1685580762445518248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1685580762445518248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1685580762445518248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1685580762445518248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/almas-lusitanas-3-mao-morta-clube-dos.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8107974296758423292</id><published>2009-08-31T13:41:00.003+01:00</published><updated>2009-08-31T14:00:05.071+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ARTIC MONKEYS - HUMBUG (2009, WARNER RECORDS)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/20/Arcticmonkeys-humbug.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/20/Arcticmonkeys-humbug.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Que raio é humbug. No dicionário aparece como palavra calão para alguém que entretém, que apresenta, que dá espectáculo. Ao que parece, os Artic Monekys assumem-se como um banda pronta para esse tipo de devaneios. Uns rapazes que andam no negócio pelo interesse disso mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensávamos que o rapaz-maravilha Alex turner que gosta de caricaturar de tudo um pouco poderia deixar os seus velhos companheiros de Sheffield para trás. Mas não. Os Last Shadow Puppets foram apenas mais uma das suas vertentes criativas. E não são raras. Tanto talento se espera dele, e tantas promessas estão para cumprir que o guru do rock alternativo pesado, Sr. Josh Homme recusou-se determinantemente da produzir álbuns até a proposta dos macaquinhos surgir em cima da mesa. Foi aí que ele viu uma proposta a sério, bom para jogar uma cartada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Homme chamou-os a todos para o seu retiro em pelno deserto californiano, onde sediou o seu Rancho de la Luna. Mas não foi apenas isolados que Turner e comapnheiros compuseram a sua música. A música foi fragmentada e produzida em entre Califórnia e Inglaterra, passando por Nova Iorque. Apesar de tudo, o som é estranhamente britânico, tanto quanto os the Who. E a maior mudança passa pelas vozes, e alguma elboração e detalhe na composição. O novo rock cru deixou, e vestiu carapaças, revestimentos. Mas a concisão, sem grandes espaços continua a ser a palavra de ordem. Tanto que é tudo rápido, tão rápido que o álbum se some em 39 minutos. Também não podemos dizer que muita coisa fique por dizer. Os temas e os assuntos profundos também não são da natureza dos símios (não quero usar isto como elemento de troça). O disco até supera pela positiva. Os coros vocais, e alguns riffs bem à natureza dos QOTSA estão bem presentes, não fizesse Homme parte da composição. E não é só isso, os elementos estranhos e sinistro de um esapaço pós-urbano aparece tão claro em Fire and The Tud ou Secret Door, como um filme de David Lynch num bar na Route 66 fora-de-horas. aquela guitarra, distorcida e característica é tudo menos casual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um bom álbum, mas passageiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8107974296758423292?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8107974296758423292/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8107974296758423292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8107974296758423292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8107974296758423292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/artic-monkeys-humbug-2009-warner.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-337176922737727163</id><published>2009-08-27T19:30:00.004+01:00</published><updated>2009-08-27T20:09:27.226+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;OPETH - THE ROUNDHOUSE LONDON (2008, PEACEVILLE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_c4cDPvLREVY/SPIB9dQVz_I/AAAAAAAADiY/7TPP9loqaOI/s320/Opeth.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_c4cDPvLREVY/SPIB9dQVz_I/AAAAAAAADiY/7TPP9loqaOI/s320/Opeth.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Por esta altura já devereis ter reparado que esta é a minha fase Opeth. Todos os temos as nossas taras. E se fossemos todos perfeitamente equilibrados, poucos males viriam ao mundo. Também reparasteis que os Opeth são uma das bandas mais aclamadas do momento na cena de Death Metal progressivo, coisa que os lonfrinos foram dos primeiros, fora da Suécia a constatar. Não é por acaso que o impulso dos Opeth se deve ao sr. Steven Wilson, vocalista/guitarrista dos Porcupine Tree.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem olhar com algum detalhe para o próprio DVD pensará tratar-se de uma edição independente. Não é bem assim. Os Opeth abandonaram o contrato que tinham com a Sony e passaram a deambularum pouco por várias editoras até criarem raízes na Roadrunner. A Peaceville não perdeu tempo e lançou logo uma edição (quase) de luxo para proveitar os créditos. Na verdade fica aquém do famoso concerto no Shepherd's Bush Empire, o famoso Lamentations. com perto de 2 horas e meia de concerto, bate em larga medida esta edição. A favor, tem este, uma larga entrevista com a banda. Para além de um livro melhor e mais completo. Porque de resto é só capa bonita. Até o reportório de Lamentations é superior ao de Roundhouse.&lt;a href="http://toneglobal.files.wordpress.com/2009/01/opeth_theroundhousetapesdvd.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 383px" alt="" src="http://toneglobal.files.wordpress.com/2009/01/opeth_theroundhousetapesdvd.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O álbum Ghost Reveries tinha acabado de ser lançado e por isso o álbum foi frequentemente visitado. Ghost of Perdition foi lanaçado assim de rajada com ferocidade para o público que é aliás bem conhecedor. Mas foi Blackwater Park o álbum que revirou a carreira dos Opeth e por isso a canção homónima foi metida bem a meio do reportório. E mesmo grandes momentos de carreira para como Windowpane de Damnation foi revisitado. Até a uma viage pela história até Throught Pains to Heaven dos Nosferatu. Bom Para os fãs basicamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-337176922737727163?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/337176922737727163/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=337176922737727163' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/337176922737727163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/337176922737727163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/opeth-roundhouse-london-2008-peaceville.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_c4cDPvLREVY/SPIB9dQVz_I/AAAAAAAADiY/7TPP9loqaOI/s72-c/Opeth.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3907838604410623045</id><published>2009-08-26T21:29:00.004+01:00</published><updated>2009-08-26T22:26:52.718+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;STEVEN WILSON - INSURGENTES (2009, KSCOPE RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SpWnxQcuxQI/AAAAAAAAAHA/GRt_2SFphiI/s1600-h/Insurgentes_Packshot_20081209_171651.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374386195007456514" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 318px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SpWnxQcuxQI/AAAAAAAAAHA/GRt_2SFphiI/s320/Insurgentes_Packshot_20081209_171651.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dificilmente poderíamos ver Stevenm Wilson como uma pessoa normal. Ele é sem sombra de dúvida, dentro do sectarismo musical, um indivíduo ímpar. O homem dos mil projectos, das mil colaborações, só equiparável em género e obra aos incomparáveis gurus do Rock Progressivo, Michael Oldfield e Jon Anderson. Tal como Oldfield, Wilson é um multi-instrumentista, apesar de o seu instrumento de elição ser a guitarra. Ao passo que Anderson é, muito provavelmente, o vocalista mais emblemático de toda a música progressiva, dado que Wilson aproveitou para as suas melhorias vocais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De facto, um álbum a solo é estranho em Wilson. Os Porcupine Tree comçaram como uma banda de um homem só, e ainda se torna visíveç nas contribuições musicais que são maioritáriamente e exclusivamente de Wilson. Mas como ele próprio explica, Os Porcupine Tree são um fenómeno colectivo. Um diagrama com pontos extremos, onde a intersecção de todos eles é o grupo. Ele próprio escrevbe as músicas a pensar no que osoutros músicos podem desnevolver, e os arranjos jusicias são feitos por todos, muito embora a ideia base provenha de uma só mente. Muitas vezes, Gavin Harrison, ouve um riff de Wilson e adapta o seu próprio padrão de ritmo. Ôu o teclista Richard Barbieri +ropor um tom diferente, ou uma adaptação diferente dos teclados, e toda aquela dinâmica de grupo que acaba por haver. &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 480px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://userserve-ak.last.fm/serve/_/26389185/Firma+de+autgrafos++MEX_SW_INSURGENTES_01.jpg" border="0" /&gt;Daí que Wilson tenha frisado que o fenómeno individualista é totalmente diferente. Tudo o que sai via auriculares é uma ideia que le prévimente designou. Nada é deixado ao acaso, sem ter a ideia ou aprovação de wilson. No fundo, isso é o que é verdadeiramente um álbum a solo. Um trabalho por inteiro, pelo menos no que toca à escrita e aos arranjos, provêm de uma mente exclusiva, e wilson levou essa ideia muito a peito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal maneira que não seja de estrnhar que as músicas sejam avassaladoramente semelhantes aos primeiros álbuns dos Tree. Muito melódicos, mas pos-progressivas, um psicadelismo electrónico assombra a música. Pode até ser uma epítome da música pós-progressiva ambientalista, Wilson concentra todas as influências que recebeu e deu-lhe sempre aquela marca de personalidade que o reflecte, anti-comercialismo. Não é de estranhar que I-pods partidos e esmagados surjam numa imagem interior do álbum. Já em Fear of Blank Planet dos Porcupine Tree tivémos esse vislumbre. além disso dá para ver porque Wilson é um dos homens m,aois requisitados neste segmento da música, pela sua extraordinária capacidade criativa e a marca singular que deixa em tudo o que fica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado vê-se um abandono dos riffs, que caracteriza muito mais os PTree, que já vinha desde do Voyage 34 e que se intensificou em In Absentia. Insurgentes não. Mais, Wilson suscitou a colaboração de Jortdan Rudess, o mago dos teclados dos Dream Theater, e pega na sua vertente mais criativa do que o exarcebadorismo técnico. Como é sabido, Rudess é o progressivista clássico dos DT. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um exclente álbum, no entanto estranhamente familiar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3907838604410623045?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3907838604410623045/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3907838604410623045' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3907838604410623045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3907838604410623045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/steven-wilson-insurgentes-2009-kscope.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SpWnxQcuxQI/AAAAAAAAAHA/GRt_2SFphiI/s72-c/Insurgentes_Packshot_20081209_171651.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5330673628916261404</id><published>2009-08-24T20:25:00.003+01:00</published><updated>2009-08-24T22:33:34.299+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;MÃO MORTA AO VIVO EM CORROIOS 21.08.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://farm4.static.flickr.com/3202/2797940424_e052a10a9e.jpg?v=0"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 500px; CURSOR: hand; HEIGHT: 333px" alt="" src="http://farm4.static.flickr.com/3202/2797940424_e052a10a9e.jpg?v=0" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Festas de Corroios comemoram este ano 15 anos. Não há maiores Festas do que estas, dizem. Não sei, mas que têm um espaço para contar e para festejar. E com um espaço assim tem que vir alguém para o aproveitar. Coube essa função aos Mão Morta, de receberem os metaleiros e diga-se alguma chungaria da margem sul. Mas o que eu queria era ver os Bracarenses, cheios de poemas nietzchianos e pensamento decadente. O lado oculto dos Mão Morta aspirava por renascimento depois de um pequeno hiatus de O Maldoror. Até lá tivemos que esperar que actuassem uma das novidades trazidas a Corroios. Os outros MM, como acabou o vocalista por brincar no fim, mas os Money Makers nem se faziam passar por metade dos Mão Morta. Apedar da atitude um bocado ridícula, das indumentárias a condizer, os Money Makers, com a sua atitude dúbia perante o sucesso estrondoso tinham a vantagem de tocar um rock bem potento e bem estudado. A naturalidade com que tocavam os instrumentos indiciavam a prática, o estudo e a dedicação ao mesmo. Os gestos não casuais, mas metódicos e reflectidos. Surpreenderam bem por isso, mas as letras não eram nada do que se podia esperar. Mas valeu-se o carácter extrovertido do vocalista que soube animar o público pelo se humor à Raúl Solnado decrépito e fora de tempo.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 276px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.frequenciamaxima.com/wp-content/uploads/2009/03/mao-morta.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;Lá para bem depois das 11:00 da noite, eis que entra o sexteto. Não fizeram esperar muito, mas também já estava acompanhado da SBSR e do analgésico de fumo. Trazia a lição bem estudada de casa, e como habitual valem-se as sátiras ao aspecto dos membros do grupo. Adolfo, realça-se sempre, pela negativa. Mas é dessa massa que ele é feito, não???!! Como é que as músicas dele, muitas vezes carregadas nos podem fazer rir. Acaba por ser um misto de Nick Cave com Peter Gabriel com devaneios de lunático e, ainda por cima, na margem sul.Por cim sem cerimónias partiu-se logo de rajada para o som, Budapeste foi o mote de abertura, e logo agora que traiza a lição estudada, Muntantes x.21 era o capítulo que não tinha estudado. Mas deu para conhecer o trago do uísque velho com Amsterdão e Lisboa a soar a ardor de garganta. Mas os melhores haviam de ser visitados Há muito tempo que nesta latrina o ar se tornou irrespirável foi ecoizado pela Península de Setúbal com Vamos fugir e um tema que nem de propósito a propósito das eleiçãoes, as Tetas da Alienação. Que mais poderia faltar? Obviamente a Primavera de Destroços. Não foram poucas. Sendo o emblemático disco, Adolfo e amigo ofereceram-nos Tu Disseste, Arrastando o Seu cadáver, Penso que Penso (porque uma música psicótica vinha mesmo a calhar), Gin Tonic e Humano. Até perto culminar vir Cão da Morte, como não podia deixar de ser e culminando com Anarquista do Vale.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só ficou uma pergunta, porque não o Maldoror e asua porcaria. Já agora acabavam com A Porcaria....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5330673628916261404?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5330673628916261404/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5330673628916261404' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5330673628916261404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5330673628916261404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/mao-morta-ao-vivo-em-corroios-21.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1084775027497203323</id><published>2009-08-18T21:25:00.005+01:00</published><updated>2009-08-18T21:51:02.924+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;MASTODON - WORKHORSE CHORNICLES (2005, RELAPSE RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SosQXsDI5-I/AAAAAAAAAG4/pd4mjklZNSg/s1600-h/workhorseRGB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371404979716810722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SosQXsDI5-I/AAAAAAAAAG4/pd4mjklZNSg/s400/workhorseRGB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os Mastodon são, de repente, banda que corre na boca de meio mundo., Meio mundo daqueles que gostam de som pesado, carregado, agressivo, mas do bom. Depois de todas estas condicionantes não são tantos assim os que conhecem Mastodon. Basta ver peças salas que foram percorrendo, clubes nocturnos americanos e europeus, até começarem a preencher as tardes solarengas dos festivias de verão. digam o que disserem, os Mastodon são uma grande banda, em toda a sua extensão. Desde o virtuosismo técnico, até à exteriorização da imagem pelo artwork fantástico. Engraçado é que aquelas bandas menos conhecidas coneguem exceder quaisquer expectativas, mas expectativas objectivas, para que não estejamos tentados a dizer que por não conhecermos uma banda essas expectativas são sempre baixas. Nada disso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este DVD, o único que lançaram até agora, sem contar com as edições especiais dos álbun contêm extensas actuações ao vivo, onde apesar do amadorismo predominar, a qualidade de imagem e som não enveredam pelo mesmo caminho. Para além de que somos dados a conhecer, como é habitual já nos documkentários da banda vários detalhes das suas vidas pessoais, pelo que boa parte do filme é um relato meio cómico, estilo «humor sem guito», de como a banda nasceu e veio a ser o que é hoje. A história é engraçada, mas não ultrapassa a do viedo caseiro (home video) que outras já fizeram. Pasa por pielas e estardalhaço, e falar com sem-abrigo, entre pitras peripécias. Muito similar ao Vulgar Video dos Pantera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por outro lado tem um prato forte que é o de documentar ao vivo paraticamente todo material que banda tinha escrito até então. Os trabalhos são material já antigo da banda, e incide apenas e exclusivamente sobre o Leviathan e o Remission, discos que foram amplamente aplaudidos pelos críticos, que reviam nos Mastodon uma lufada de ar fresco no Metal. Pode-se assistir à destruição ao vivo em músicas como Crusher Destroyer, March of the Fire Ants, Ole Nessie, Crusher Destroyer, Elephant Man, Where Strides The Behemoth e do memorável Leviathan, Seabeast, Blood and Thunder e a potentissíma Hearts Alive. Tudo o que tinham feito puseram na memória do DVD, com bastante material incluindo vídeos, e muitos bónus. A extensão, e o facto de documentar todas as origens da banda faz deste uma boa compensação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1084775027497203323?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1084775027497203323/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1084775027497203323' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1084775027497203323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1084775027497203323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/mastodon-workhorse-chornicles-2005.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SosQXsDI5-I/AAAAAAAAAG4/pd4mjklZNSg/s72-c/workhorseRGB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3039404308655266437</id><published>2009-08-14T08:37:00.006+01:00</published><updated>2009-08-14T09:22:55.608+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#c0c0c0;"&gt;A DÚVIDA DE JOHN PATRICK SHANLEY (2009, DISTRIBUÍDO POR MIRAMAX FILMS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SoUY4ZGAtdI/AAAAAAAAAGo/UafIdGNcn-M/s1600-h/Doubtposter08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369725487797024210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SoUY4ZGAtdI/AAAAAAAAAGo/UafIdGNcn-M/s320/Doubtposter08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Que dizer sobre este filme? A Dúvida é, sem sombra de dúvida, passo a expressão um filme que aconselho a todos. Um filme interiorizante, reflexivo, profundo, cativante e que mexe com as caracterísitcas mais porfundas do ser humano. quem o vê sabe que não é uma obra típica da 7a arte. Trata-se de uma «adpatação» de uma peça de teatro. Escrevo adaptação entre aspas porque é uma interpeetação autêntica, escrita e feita por quem a escreveu, ou seja, pelo seu autor original. Isso faz dela um relato mais natural, ou mais pessoal talvez, porque não foi tocado por mãos alheias. Sendo uma adaptação do teatro faz com que o foco nas personagens seja mais denso, e o trabalho dos actores bem mais importante. Devido, aos recursos técnicos que os artistas de cinema dispõe, a intensidade da dramatização tende a esbater-se um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Padre Finnley começa a sua missa com um sermão cativante. Oxalá todas as missas a que tivesse assistido fossem assim. Com levantamento de questões. Obviamente, um discurso destes é pouco ortodoxo para a Igreja, que se recusa a ver o problema que subjaz a uma questão tão importante e tão pouco discutida como o da fé e o seu reverso, a dúvida. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse ortodoxismo, ou melhor, a falta dele, leva a que levante suspeitas no Colégio de são Nicolau, cuja reitora, a Irmã Aloysius, uma pessoa assaz austera e repressiva, e deva-se dizer deveras beata, daquelas que Eça de Queiroz detestava, envolveu-se numa cruzada para destronar a reputação e o bom nome do Padre Flynn onde o preconceito e a intuição feminina são as armas de arremesso para procurar uma certeza onde não ela não existe, nem onde possam existir factos que a possam suportar. A peça transporta para o cinema uma das características essenciais do teatro, o facto de levantar questões inquietantes, e neste caso bastantes dúvidas. Para mim o essencial do filme é até que ponto podemos julgar alguém sem termos elementos que o sustentem, que o suportem. Isto levou a que muito boa gente fosse queimada em autos de fé nos tempos da inquisição, que parece ser, para mim, o «rótulo» indicado a aplicar à Irmã Aloysius, que violou mandamentos essenciais para um Cristão para aplicar os desígnios do Senhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos sabemos onde todos este problema vai dar, aos Padres e às criancinhas, neste caso, meninos. O que é bonito, e essa é a beleza do Teatro, é que é preciso intuição, compreensão dos pequenos pormenores, a maneira como as lãmpadas se fundem, como a luz é usada para ilumniar dos personagens. Como as personagens se apropriam para uso imediato de objectos alheios como sentar-se na cadeira, abrir cacifos, as unhas por cortar. Todos esses por menores são essenciais para o desenrolar e o entendimento da história. Em cima de tudo estão as dúvidas, muitas suposições que não são comprovadas pela razão e que não conseguem ser sustentadas, como a questão da fé em si.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3039404308655266437?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3039404308655266437/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3039404308655266437' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3039404308655266437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3039404308655266437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/duvida-de-john-patrick-shanley-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SoUY4ZGAtdI/AAAAAAAAAGo/UafIdGNcn-M/s72-c/Doubtposter08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5932399312990062408</id><published>2009-08-12T19:39:00.005+01:00</published><updated>2009-08-12T20:14:41.511+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;TOMMY DE KEN RUSSEL (1975, INDEPENDENTE)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.thewho.info/images/TommyMovie-Who.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 594px" alt="" src="http://www.thewho.info/images/TommyMovie-Who.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tommy dos Who não foi apenas um grande feito musical. Foi também um precedente importante em termos musicais. A primeira e grande Opera Rock que viria a causar de imediato o fascínio e o mito nos fãs do rock, principalmente de rock progressivo. Descobriu-se que se poderia contar uma história através de um conjunto de músicas, dando-lhes um substrato e uma coerência base que os Beatles nos seus álbuns conceptuais nunca tinham deixado, com excepção, talvez, de Yellow Submarine.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com muita surpresa, algums destas obras foram adaptadas ao cinema, sendo Tommy a pioneira. Só que com pouca surpresa, iria adaptar-se a um musical. De outra maneira também não poderia ser, uma vez que é o álbum, são as músicas que contam toda a história, que como vamos ver ajudam ainda mais a perceber os destinos do personagens. Quem conseguiu compreender The Wall na sua plenitude sem ter visto o filme.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos futuros músicos oljariam para estes discos como obras soberbas, e deixariam a base, o «tapete» para posteriores obras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ken Russell era nesta altura um realizador experimentalista, como tantos que saiam dos mais recentes cursos das Escolas de Arte. a pensar sobre os filmes avassaladores e majestosos de Kubrick, como nas técnicas e nos recursos técncicos mais recentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só que este filme tem um senão. Mais um engano premeditado. Quem conhece Tommy sabe que a história não se sucede depois da 2ª Grande Guerra, mas vários anos antes dela. De facto, sucede-se a seguir à 1ª Grande Guerra. Provavelmente terá sido propositado por parte de Townshend, que acaba por frisar um período bastante mais fulcral para a própria Grã-Bretanha, como também para as gerações de músicos (e não só) de Townshend. Desta feita, tommy é estranhamente similar a The Wall (ou o contrário) em, período e grande parte dos problemas da adolescência. Tal como Pink, tommy crescera sem pai que também era piloto da RAF. &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 366px; CURSOR: hand; HEIGHT: 235px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.thewho.org/posters/tommy1.jpg" border="0" /&gt;Tal como Pink, Tommy isola-se do mundo exterior, desligando os seus sentidos (ao passo que Pink cria um muro mental), só que com uma maldição lançada pela sua mãe e padrasto. Nesta última parte reside a diferença entre as duas obras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mãe de Tommy dá a luz a uma crinça orfã e tenta desesperadamente dar um pai a uma crinaça. Aqui vemos o drama social de toda a geração do pós-guerra, em que muitos não teriam uma figura masculina. Talvez essa liberdade doméstica desse azo a uma maior expressão liberal precoce nos jovens e ao surgimento da Geração Hippie.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme segue em larga medida a estrutura do álbum. Com os actores a cantar em pleno as músicas e melhor, com grandes músicos a participarem nelas e a adaptarem-na. TinaTurner é Acid Queen uma das tentativas para a cura dos males, que acaba por ser pior que o soneto. Elton John é o Pinball Wizard e Keith Moon, é de forma impressionante, Uncle Ernie. Destaca-se a participação de Eric Clapton em Eyesight to the Blind e de Jack Nicholson como médico de Tommy. Como seria de esperar cabe a Roger Daltrey o papel de Tommy. Aqui dá para ver o companheirismo dos Who. Ao contrário dos Floyd nunca houve querelas para quem queria assumir esse protagonismo, nm razões para ninguém se sentir atraiçoado. Muitas vezes nas bandas o dinheiro e os créditos levam a melhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oliver Reed também se estreia aqui com um papel marcante. Sempre marcado como actor secundário em Hollywood, muitos de nós só o voltaríamos a ouvi em sonante no Gladiador de Ridley Scott como Proximo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Townshend escreveria outra Opera Rock, só que desta feita seria adaptada a filme sem musical, com um guião para além das letras do álbum.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5932399312990062408?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5932399312990062408/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5932399312990062408' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5932399312990062408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5932399312990062408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/tommy-de-ken-russel-1975-independente.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-631259627955688456</id><published>2009-08-08T08:24:00.007+01:00</published><updated>2009-08-10T13:56:24.231+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;INIMIGOS PÚBLICOS DE MICAHEL MANN (2009, INDEPENDENTE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sn_PgN-ovhI/AAAAAAAAAGY/gAwCF5knQQg/s1600-h/Inimos+pÃºblicos.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368237433264061970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sn_PgN-ovhI/AAAAAAAAAGY/gAwCF5knQQg/s400/Inimos+p%C3%BAblicos.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Adoro os filmes de Micahel Mann. Simplesmente adoro. Ele é simplesmente daqueles realizadores como uma visão clara e concreta do que quer e pretende fazer. Com uma visão determinada e recta da sua arte. Acredito que ele será um dos realizadores que será objecto de culto daqui por uns anos, e fará jorrar algumas obras sobre as suas técnicas. Muitos traços dos seus filmes são tão marcantes, que muito possivelmente, dentro de algum tempo, breve espero eu, este terá o seu próprio prémio carreira enquanto realizador, o seu próprio óscar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até lá, consegue supreender, fazendo pouco mas bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O último trabalho foi Miami Vice. Muitos foram os incrédulos que pensaram tratar-se de uma adaptação ao grande ecrã de uma série dos anos 80, linear, básixa e hoje conseiderada vulgarmente de pirosa. Pois poucos foram os que não ficaram surpreendidos com esta longa metragem. Com uma excelente prestação de Colin Farrell e a já conhecida colaboração com Jamie Foxx, os policiais tornaram-se o género por excelência de Micahel Mann. Mas não se trata de um policial qualquer. Trata-se de policiais com densidade psicológica profunda. Com drama social e pessoal. Com uma estranha cadência Shakespeareana. Nãso é de estranhar que todos os filmes de Mann tenham o seu cunho pessoal no guião. Ele tenta abordar o lado mais humano dos personagens, e o casting não é feito por acaso. Parece que cada actor é adeuqado para aquele traço psicológico. Se estudarmos a vida de John Dillinger, vemos como o talento de Johnny Depp é perfeito para o encenar e devolver à vida uma lenda dos anos 30. Cada personagem não é deixada ao acaso, e Mann rompe facilmente com o preconceito tradicional americano de «good and bad guys», que é obviamente errado, e que parte de uma falsa interpretação de uma teoria conseuquencialista da moral, com misturas de deontologia kantiana. Do género, nós estamos do lado certo da lei, pelo tudo justifica a nossa posição. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sn_PqS4d38I/AAAAAAAAAGg/TRemZDzb75Q/s1600-h/Inimos+pÃºblicos1.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368237606379052994" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sn_PqS4d38I/AAAAAAAAAGg/TRemZDzb75Q/s400/Inimos+p%C3%BAblicos1.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme desenrola-se no mítico cenário temporal dos anos 30, que parece nunca cair em desuso. Os primeiros anos da década de 30 foram muito difíceis e árduos. Como em todos os períodos de precariedades económicas, o crime e a insegurança tendem a alastrar-se. É neste contexto que nasce o Federal Bureau of Investigation, uma agência federal de combate ao crime. Tratava-se de uma situação sem precedente, daí que J. Edgar Hoover tivesse que lutar nos seus congérneres meandos burocráticos para resolver a eterna questão política americana da soberania estadual vs. soberania federal. Porque as forças de segurança interna e política contra o crime fora sempre um domínio reservado dos Estados e das suas forças policiais. Até estes ser virem sem forças para lutar contra o crime organizado que atravessava as fronteiras dos Estados e se aproveitava das suas limitações de jurisdição. O filme capta liminarmente essa luta política em Washington e em Chicago para criar o contexto da cena Gangster, até porque, como sabemos, Dillinger é morto pelo FBI.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por se tratar de um filme histórico, todos sabemos como culmina, e pode-se dizer que Mann fez um excelente trabalho. O detalhe histórico é impressionante, mesmo nas cenas de perseguição, no histórico das personagens. Poucos devem ser os pormenores que escaparam aos argumentistas. até porque o filme é baseado num livro não-ficcional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Excelente é também a prestação dos restantes protagonistas. Eu não me arrisco a referir o antagonista - Melvin Pervus (Christian Bale) - porque para além de ele representar o lado feroz da lei, que tinha de combater com mão-de-ferro a criminalidade violenta organizada, como Hoover afirmou na célbre expressão italiana «tirar as luvas brancas», mas porque para combater os gangsters, foi preciso muita dureza. Marion Cotillard, estrela gaulesa que vestiu a Pele de Edith Piaf teve também uma soberba representação. Billie Frechette foi a eterna companheira de Dillinger que passou anos numa dura prisão do Illinois (nessa altura o sistema penal era mais suave para as mulheres, do que para os homens) por ter pactuado com os cirmes de Dillinger.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escusado será dizer o nível de detalhe e aperfeiçoamento que tiveram os guarda-roupas, ao ponto de os célebres chapeús de feltro terem sido fabricados numa fábrica de S. João da Madeira. Os adereços, entre os quais os carros, as metralhadoras, os casacos, os óculos e os chapéus de palha, foram todos recuperados para recriar esta época mítica. Todos estes componentes e mais alguns fazem deste um grande filme. Com a marca de qualidade de Michael Mann.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-631259627955688456?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/631259627955688456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=631259627955688456' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/631259627955688456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/631259627955688456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/inimigos-publicos-de-micahel-mann-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sn_PgN-ovhI/AAAAAAAAAGY/gAwCF5knQQg/s72-c/Inimos+p%C3%BAblicos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1486449146167684978</id><published>2009-08-05T22:14:00.000+01:00</published><updated>2009-08-04T22:17:31.177+01:00</updated><title type='text'>Opeth - Porcelain Heart</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mfT1A5Caq84&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mfT1A5Caq84&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E já que estamos numa de Opeth, aqui está o vídeo do último álbum - Watershed - que os há-de, felizmente, trazer cá. Aguardamos....&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1486449146167684978?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1486449146167684978/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1486449146167684978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1486449146167684978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1486449146167684978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/opeth.html' title='Opeth - Porcelain Heart'/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1956817763255172457</id><published>2009-08-04T20:23:00.006+01:00</published><updated>2009-08-04T22:13:27.846+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;OPETH - LAMENTATIONS CD/DVD (2006, ROADRUNNER RECORDS)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SniT7VwViVI/AAAAAAAAAGI/43R3gWcs1IA/s1600-h/lamentations_big.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SniUDrHTSZI/AAAAAAAAAGQ/FLTKXIUww0Y/s1600-h/lamentations_big.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366201746845813138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 264px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SniUDrHTSZI/AAAAAAAAAGQ/FLTKXIUww0Y/s400/lamentations_big.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Curiosidade haveria de ficar para História, aquela nação que traria ao mundo tão dispares talentos musicais. Os Opeth fazem parte daquele malogrado, mas interessante país que é capaz e produzir boa música pesada e calma, em simultâneo sim, e ao mesmo tempo a disco pop mais ranhosa. Sim tadinhos dos Abba.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas não ficariam de estar associados a esses ditongos. Os Opeth são uma banda com reconhecimento dentro das frnteiras dos país e do género, e para além deles. Merecem-no. Têm também aquele encanto crescente em cada audição, que faz aumenta cada vez mais a nossa afinidade para com a banda. Daqueles «primeiro estranha-se, depois entranha-se».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lamentations é uma daquelas venues que se marca pelao seu nível de satisfação que é levado. Demonstra não só o lado mais negro do metal, como também a medalha da melodia e da melancolia. Mais, até são as músicas mais calmas e introspectivas que perduram no album, Percorrem bem mais de metade, ainda mais num dos picos mais altos da afamada colaboração Aekerfeldt/Lindgren com Deliverance e Damnation a dominarem , enquanto as pesadas e rápida demoniam por completo a 2ª parte do álbum por completo o reportório.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E começam bem. Com Windowpane a rasgar os sentimentalismos, e os metaleiros a deixarem os corninhos de lado. E o ambiente acúsitoc, que quase me fez lembrar Alice In Chains, mas mais progressivos deixam-se descontrair, à medida que paz vai reinando por toda a 1ª parte do set. Hope leaves, In my Time of Need, todas grandes baladas que vão enchendo a nobreza dos corações e o poderio da ambivalência de Mike Aekerfeldt que prova proque é um grande líder, e de como acaba por ser po Trent Reznor podr detrás dos Opeth.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só se levantanm as expectativas já volvidos quase 70 minutos de concerto. Aekerfeldt ergue-se na sua PRS e exibe os famosos Devil Horns, os Cornos de Satã. É com isso que todo o inferno se despoleta e a voz gutural de Aekerfeldt se revive na trerpidação dos riffs evoluídos e nas entradas magistrais. Weakness e Master's Apprentices chegam, vêm e vencem. numa atitude quase cesariana e cheia de raiva, ficam os ecos de Drapery Falls e Deliverance. Shepherd's Bush Empire regozija-se e faz deste um excelente CD/DVD, capaz de satisfazer em pleno os fãs do movimento progressivo, seja em que circunstância for. Aekerfeldt sempre com uma atitude reservada, mas tolerante e comunicativa com o público demontra porque os Opeth continuam a ser cada vez mais reconhecidos e consolidam-se como uma boa banda de culto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mal posso esperar para os ver em Outubro e que toquem muito Deliverance e Damnation.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1956817763255172457?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1956817763255172457/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1956817763255172457' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1956817763255172457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1956817763255172457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/opeth-lamentations-cddvd-2006.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SniUDrHTSZI/AAAAAAAAAGQ/FLTKXIUww0Y/s72-c/lamentations_big.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4016646329922966842</id><published>2009-08-03T20:28:00.003+01:00</published><updated>2009-08-03T21:22:04.474+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;GRAN TORINO DE CLINT EASTWOOD (2009, INDEPENDENTE)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c6/Gran_Torino_poster.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 443px" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c6/Gran_Torino_poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Clint Eastwood é um artista especial. Especial de várias maneiras e por várias razões, e sem querer os seus filmes espalham a admiração por várias faizas etárias e grupo sociais, P0de-se dizer que é no mínimo supreendente a maneira como ele capta a diversidade etnica dos E.U.A e ao mesmo tempo o ódio racial atroz e renitente, comprimido para o subconsciente dos americanos que tentam evitar a troca de olhares, os bairros perigosos. O mesmo se vai passando em solos do velho continente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao mesmo tempo, ele consegue apelar aos valores tradicionais americanos, tudo menos de uma forma leviana. Com respeito e seriedade, ele capta em fita as emoções diárias, as reacções típicas, os trejeitos e os preconceitos. Em suma, aquilo que um bom filme deve configurar ao estilo bem dramático shakespeareano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eastwood é também, sem sombra de dúvida, o americano mais Jeffersoniano, ou pelo menos consegue fazê-lo nos seus filmes. Num bom estilo anglo-amerciano ele consegue captar a essência de contradições de que tem vivido tanto o espírito americano. A tolerância racial é uma delas. Sabemos bem que os E.U.A. são um ou o país com mais diversidade racial do mundo. Mas também é dos países onde há menos tolerância, e onde se praticou mutio actos vis contra a igualdade étnica. Walt Kowalski é um polaco-americano que vive com isso nos seus fins-de-dia. Ele é isso mesmo, um americano de ascendência polaca. As suas ligações à Polónia só se reflectem no nome e nas básicas tradições europeias, como uma superioridade racial reprimida ao ponto e sepração para a coexistência pacífica do estilo «tolero a sua existência, esde que longe de mim».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso e, aparentemente, Walter vai afastando toda a gente, também porque é resmungão, é um mebro da velha ordem e dos velhos costumes que aparentemente deixaram de existir. É tão retrógado que luta para preservar os elementos do seu tempo, até a sua casinha suburbana., onde tantas famílias americanas de ascendência europeia viviam felizes e prósperos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 453px; CURSOR: hand; HEIGHT: 368px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://blog.nj.com/entertainment_impact_tv/2009/01/large_GranTorino.JPG" border="0" /&gt;Hoje é um bairro de habitações baratas. Todos se mudaram, e aqueles que emigram para os E.U.A. na esperança de viver o sonho americano começam a albergar-se nas típicas casas das zonas limitrofes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É com desconfiança e dissabor que le vê estes novos inquilinos. um deles Thao, terá que ingressar no rito da inutilidade, à medida que as novas gerações de rapazes vão abandonando precipitadamente os princípios do cavalheirismo, que Eastwood satiriza tão singularmente. é nesta prepectiva que ele conhece Thao, um jovem vietnamita que não quer render-se ao destino padrão de um jovem do seu grupo étnico radicado na América.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Kowalski e Thao acabam por se conhecer da maniera mais caricata, através dos velhos costumes americanos: o uso da força das armas para salvaguardar um direito, neste caso a propriedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É lentamente que nos vamos apercebendo da personalidade de Walt, num estilo bem freudiano, à medida que e traça o perfil da personagem. Eastwood na caracterização mantém o seu estilo próprio, durão e sério, mas que nunca cansa, nunca passa de moda. A personalidade calma e silneciosa continua a reviver pela atirtude de Eastwood que continua a mostrar as fragilidades de uma América poderosa parao exterior, bela mesmo no seu fracasso. Escusado será dizer , que este filme é sobre tudo, menos um carro, mas fica também a beleza para escolha de títulos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4016646329922966842?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4016646329922966842/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4016646329922966842' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4016646329922966842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4016646329922966842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/08/gran-torino-de-clint-eastwood-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2618599418703222799</id><published>2009-07-30T19:55:00.006+01:00</published><updated>2009-07-30T22:10:45.566+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;TINARIWEN - IMIDIWAN:COMPANIONS/CONPAGNONS (2009, INDEPENDENTE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SnIL6TxfcvI/AAAAAAAAAF4/KTO2BsL97Hs/s1600-h/Tinariwen%2B%2BImidiwan%2B%2BCompa%25C3%25B1eros.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364363202519855858" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SnIL6TxfcvI/AAAAAAAAAF4/KTO2BsL97Hs/s320/Tinariwen%2B%2BImidiwan%2B%2BCompa%25C3%25B1eros.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os Tinariwen são um fenómeno dificíl de descrever, tal e qual a sua música de circunscrever, enquadrar. As suas músdicas vão bem à profundez das tradições touaregs e beduínas, e as suas personalidades confundem-se com as do deserto. O seu som é pacífico no trato e na audição, mas as letras e os temas são longos e impossíveis de descurar. Muitas falam sobre as diiculdades na vida do deserto, as amarguras e os scarificíos de lonmgos anos de guerra civil e pobreza. Digo isto, porque eu fui uma daqueles que ao ouvir a língua árabe, desconhecendo do que falavam, parti do princípio que para os tinariwen a vida era camelos e shilons de haxixe. Mas não, é muito, muito mais do que isso. Na verdade, nem isso é sequer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também não é só isto que se resume asingularidade dos Touaregs, as suas músicas são tribais, e regionais tocadas com instrumento convencionais do rock. Isso torna-os mutio mais especiais. Facilmente podemos visualizar-nos a percorrer longas milhas do deserto do Mali, a ouvir as melodias suaves e tranquilizantes destes touareg. Para além disso, eles são de um povo que tem sido menosprezado e temido e alvo de preconceitos e censuras injustas por parte da civilização ocidental. Os tinariwen surgem como um grupo capaz de interromper rupturas, ou talvez apagá-las, definitivamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha experiência de estreia foi, no mínimo, sublime. Uma das grandes apostas do Arrábida Músicas do Mundo foi busccar estes malis ainda desconhecidos para o Povo Lusitano, mas que já tocaram nos Festivias mais conceitados de música alternativa como o Download e o Coachella. Talvez, com muita sorte o AMM figure entre esses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com uma formação um pouco mais simples, os Tinariwen conseguiramk tomar-nos de assalto, embora na altura para mim o prato principal fosse, sem dúvida, The Legendary Tiger Man.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproveitou-se esta soirée para promover Imidiwan, o novo álbum. E muitos foram os ensaios, e com algumas dificuldades sonoras, mas muita humildade e fraternidade. Com fortes coros, Imidiwan afrik Tendam ecoou pelos corações dos europeus, que nada compreendiam do espírito touareg, mas através das guitarras as vivências eram-nos transportadas para a mente.O poema de Mohammed Ahmed foi-nos narrado através da voz e guitarra scat de Abdallah em Tenhert. Lulla e Imazghen N Adagh também foram revividas e deram-nos a amostra do potencial destes magos do deserto. Uma banda que causa inspiração e estudo por todo o meio musical.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2618599418703222799?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2618599418703222799/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2618599418703222799' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2618599418703222799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2618599418703222799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/tinariwen-imidiwancompanionsconpagnons.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SnIL6TxfcvI/AAAAAAAAAF4/KTO2BsL97Hs/s72-c/Tinariwen%2B%2BImidiwan%2B%2BCompa%25C3%25B1eros.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-9091757995002486489</id><published>2009-07-28T22:09:00.003+01:00</published><updated>2009-07-28T23:01:41.856+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;PROMESSAS PERIGOSAS DE DAVID CRONENBERG (BBC Films/Télefilms)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/42/Eastern_promises.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 444px" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/42/Eastern_promises.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há já algum tempo que ansiava por ver este filme. Como não o consegui ver no cinema a tempo tive que gramar a dissertação a favor dos Clubes de Vídeo que neste momento sofreram um abalo tremendo. Mas têm algumas vantagens, poupam espaço em casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este acaba por ser apenas mais um filme de um aclamado realizador, como de um aclamado tema, o crime organizado com violência crua e mordaz, quase ao desbarato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quer dizer, o filme trata algo que não percebemos, mas que todos acabamos por perceber e tirando o facto de tratar de certas particularidades da Máfia Russa - os vory v zakone -, os atecedentes históricos contados através de tatuagens corporais, têm pouca relevância para o homem comum além disso. Porque tudo o resto é crime organizado que todos conhecemos, com violência, ilegalidade, crime e muito sangue. O que muda são os rituais, as ligações históricas à pátria, e o modo como se educa as gerações vindouras para o crime.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas talvez esteja a ser redutor. Talvez conseguisse ficar aqui a expor um sem-número de razões a apoiar o filme. A sua prespectiva teatral pelo facto de o filme se reportar a muitos cenários que se repetem no filme. a densidade psicológica e o facto de os russos, enquanto povo, trazerem consigo no peito uma enorme melancolia e dor de gerações podem mudar um pouco o ponto de vista que se focou no filme, e que tenta pespectivar esse lado humano com grtande intensidade psicológica na diáspora russa. Todavia, eu não sou técnico de cinema, por isso tento dar a mi nha opinião enquanto mero interessado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos sabemos bem a que se dedicam estes grupos criminosos. Tráfego humano, exploração de jovens, prostituição, tráfego de drogas, eventualmente, contrabando. Isso não é novidade alguma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém, existe, lá está, descendentes russos que se inseriram na sociedade britânica, integraram-se na mesma de um modo normal e comum. Estes, conseguiram optar por uma vida diferente do que aquela de despejar corpos no Tamisa. O filme consegue reflectir correctamente essa caracterísitca humnana de reflectir os costumes, o espírito de um povo, de um qualquer ascendente colectivo e que se transportam com essas pessoas para espaços e ambientes diferentes. Muito do filme revive em volta disso. Daquilo que as pessoas reflectem no Volkgëist e que não abandonam, pelo menos imediatamente. Então, na máfia russa fica maracado para toda vida na pele de um dos seus membros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anna Ivannovsa (Naomi Watts) é um desses lados e Nikolai (Viggo Mortensen) um mebmbro ambíguo do outro. Estes dois personagens vão trocando impressões e passando por coincidências premeditad&lt;a href="http://seminaryblog.com/wp-content/uploads/2007/12/eastern-promises.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 500px; CURSOR: hand; HEIGHT: 467px" alt="" src="http://seminaryblog.com/wp-content/uploads/2007/12/eastern-promises.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;as que não dão em química alguma, à medida que Nikolai ascende na carreira de motorista para membro definitivo da máfia russa. Tudo começa, como seria de esperar, com o assassínio de um mafioso. Nunca nos apercebemos bem porque foi morto, só porque alegadamente foi morto. Mas por outro lado está bem observado, Nestes meios as coisas não jogam pelo que são e o propósito que servem, mas pelo que parecem e o pelo interesse que têm de servir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Semyon é o líder da máfia russa que muito discretamente dirige o tráfego e a prostituição em Londres. Uma das suas «meninas» consegue fugir e dar à luz no Hospital de Trafalgar, morrendo em trabalho de parto. O seu diário é tomado pela enfermeira Anna que através da menina e da falecida mãe sente os seus laço refortalecidos à sua terra natal. Acaba por encontrar as ligações da jovem russa. Quase como subir a cadeia alimentar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O resto é muito previsível, pois todos sabemos que existe uma ratazana no meio de tudo isto e que colabora com a Justiça. É disso que nos vamos apercebendo ao longo da história que acaba com um monólogo muito interessante e eventualmente um duleo com a própria consciência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um conto antigo, mas contado de maneira diferente. Contudo não é de se deitar fora, pois é capaz de nos fazer passar um bom serão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-9091757995002486489?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/9091757995002486489/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=9091757995002486489' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9091757995002486489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/9091757995002486489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/promessas-perigosas-de-david-cronenberg.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2679615393607354969</id><published>2009-07-27T20:03:00.003+01:00</published><updated>2009-07-27T21:57:38.239+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;DAVE MATTHEWS BAND - BIG WHISKEY AND THE GROoGRUX KING (2009, RCA RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/49/BigWhiskeyGroogruxKing.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/49/BigWhiskeyGroogruxKing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Independentemente de tudo o que possam dizer achei que este último Lp dos DMB, um excelente trabalho. Não só pela nobreza da dedicação a um membro que já não mais se encontrará com eles em vida, como pelos bastante bons arranjos musicais que compões esta venue. Não é com surpresa que o álbum tenha sido tão visitado neste última digressão europeia, e o facto de ser tão cativante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi com estridência vocal, e uns acoredes de blues muito bem sacados, que os multi-facetados e brilhantes instrumentistas se propuseram a encerrar o último dia do Festival com melhor cartaz do ano. Não faço publicidade, limito-me a fazer um juízo de facto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É com um som, do últimos a ecoarem do saxofone de LeRoi Moore, e com um pouco de paródia e boa disposição que começla este álbum de tributo. Poder-se-ia logo dizer que o álbum tem um rumo, é focado, e tem um propósito. Mas não deixa de ser uma compilação de músicas ecléticas. Com um apelativo ritmo blues rock, e um Dave Matthews cheio de feromonas, que despoleta a magia dos Virginianos. Com boa disposição os DMB são também um tributo à diversidade e a beleza que a compõe. E o mias irónico de tudo isto é também a boa disposição e o modo quase filosófico que eles conseguem retirar de algo tão finito quanto a morte. Toda a ironia da vida se reúne em Funny the Way It Is. Depois de ouvirem aquela transição de compasso e mudança de tom é difícil que qualuqer som dos DMB possa soar disperso. Para além de que Dave Matthews consegue retirar do conceito de vida o ponto humilde m,ais belo, com uma naturalidade tão singular aos sul-africanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ainda bem que esta entre outras haveriam de ser mostradas aos portugeses na agradável noite de 11 de Julho de 2009. Para além da ironia que avida nos transmite, só mesmo a reflexão sobre o acaso e o infortúnio de uma moderação quase bossa nova, com muito soul elaboradamente orquestrado, pode acentuar a reflexão que jaz em todas as músicas do disco. Sempre com uma prespectiva modesta, no bom sentido, mas com muito bom gosto musical. Esta seria uma das mais a juntar-se ao reportório em Portugal. Lying The Hands of God, parece o mel que enhce a nossa garrafa vazia, capz de nos acompanhar em muitos dos nossos momentos quotidianos. Caracterísitca da música que muitos se esquecem de fazer quando criticam um álbum. Big Whiskey and The GrooGrux King é um excelente disco visto nessa prespectiva. Bom para alta rotação no quotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O álbum desce para um ritmo mais lento, e mais descontraído, mas todas as músicas valem a pena ser ouvidas.Why I Am e Dive In, são um pouco mais comuns, mas mesmo assim agradáveis. Junto do fim aparece-nos mais um presente de dia 11 - Alligator Pie.Um música com grandes vibrações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;13 canções, muito diversas fazem deste, não um excelente, mas um álbum medianamente bom. Talvez aquém do potencial dos DMB, mas acho que fizeram bem o seu trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2679615393607354969?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2679615393607354969/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2679615393607354969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2679615393607354969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2679615393607354969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/dave-matthews-band-big-whiskey-and.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-1816566971648183118</id><published>2009-07-22T10:30:00.000+01:00</published><updated>2009-07-22T10:30:00.572+01:00</updated><title type='text'>Street Sweeper Social Club - 100 Little Curses</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vF2jcGbYbQo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/vF2jcGbYbQo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aqui está o single de estreia da nova banda de Tom Morello. Isto promete....&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-1816566971648183118?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/1816566971648183118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=1816566971648183118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1816566971648183118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/1816566971648183118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/street-sweeper-social-club-100-little.html' title='Street Sweeper Social Club - 100 Little Curses'/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-148585460925408795</id><published>2009-07-21T20:01:00.004+01:00</published><updated>2009-07-21T21:01:04.648+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;STREET SEEPER SOCIAL CLUB - STREET SWEEPER SOCIAL CLUB (2009, WARNER MUSIC)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmYd_0PcUAI/AAAAAAAAAFo/YMar9UH_z1k/s1600-h/cover.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361005388623532034" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmYd_0PcUAI/AAAAAAAAAFo/YMar9UH_z1k/s320/cover.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Tom Morello é, sem smbra de dúvida, um dos melhores guitarristas à face da terra. Para além de conseguir inventar e reinventar um estilo, ele reinventou uma maneira de tocar guitarra, elevando o funk e o hard rock a outro nível diferente, como também o de compositor e condutor de projectos musicais. Não só voltou às suas raízes, como arranjou um substituo para Zack de La Rocha - Boots Riley.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A fórmula não é nova. Os Rage Against the Maxhine já varriam o lixo da rua, com as suas enormes críticas socias mordazes e realistas, como também, revolucionárias. A reunião dos RATM apenas agulou o desejo de Morello de regressar aquilo que ele sempre soube fazer muito bem, riffs de intervenção para apelar à porrada, Não censuro. Eu próprio quero sentirm-e tentado a pegar no próximo tijolo (como apela Boots Riley em The Squeeze) e cocktail molotof e esmagá-lo na cara do de um segurança, com toda a raiva do mundo. É a música da revolta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitos fãs de RATM, como eu, vão gostar deste novo projecto, que não deixará de parecer uma substituição do velho Zack, Tim Bob e Brad Wilk. Mas como podemos, ver, musicalmente, a mestria de todas notas instrumentias que saim daquelas colunas e auscultadores, era do nosso velho Tom. Ele era a alma criativa, sem dúvida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E para continuar este manifesto, Morello teve que recrutar alguém com um perfil aproximado do Zack. Tal como este, Riley cedo se apercebeu das questões políticas, económicas e sociais prementes. Isso motivou-o a ingressar no Progressive Labor Party e no Comité Internacional Contra o Racismo. Mas tal como Zack, apercebeu-se, quase simultaneamente do poder das letras transmitidas através do microfone. E musicalmente, o sentimento de reolta e intervemção pode melhor ser descrito do que através do rap e do hip-hop. Aliás, esse cariz consta das verdadeiras raízes do hip-hop, que nasceu dos bairros sociais, os célebres «projects». Mais tarde fundou, os The Coup, que nunca atingiu o suesso dos RATM, ou de outras bandas de rap, vocacionadas para a música de intervenção. Ficariam célebres pela capa do álbum lançado imediatamente a seguir ao 11 de Setembro, que mostrava os membros da banda a asisitir ao colapso das torres, como colapso do próprio sistema capitalista.&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361005510839831506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmYeG7iFC9I/AAAAAAAAAFw/8L3dWperLFk/s400/StreetSweeperSocialClub-02-big.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais tarde, Tom Morello viria a actuar várias vezes com os Coup, o que levou ao delineamento deste projecto. Foi sobretudo, a vontade de reviver aquilo que constituia o espírito dos RATM, músico como veículo de ideias e de criticismo político que se perdeu com o sucesso da banda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só que quem ouvir SSSC, apercebe-se das semelhanças, mas também mais variação e mais apelo e suavidade que não havia nos RATM. Nota-se claramente um fuga para o funk que não acontecia nos primeiros álbuns dos RATM (Rage Against The Machine e Evil Empire). Oath, por exemplo começa em harpejo, e The Squeeze tem artifícios vocais que Zack não usava. Mas nota-se em Riuley um excelente construtor de letras, que não procura, nem persegue o sucesso. E Morello claro está, como um mestre dos riffs, entre os melhores, James Hetfield, Adam Jones, Jimmy Page, os que quiserem. Óptimo para reviver a alma dos RATM, mas sob escamas diferentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-148585460925408795?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/148585460925408795/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=148585460925408795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/148585460925408795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/148585460925408795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/street-seeper-social-club-street.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmYd_0PcUAI/AAAAAAAAAFo/YMar9UH_z1k/s72-c/cover.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2754158284050680256</id><published>2009-07-20T22:25:00.000+01:00</published><updated>2009-07-20T20:30:45.963+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;SUPER BOCK SUPER ROCK - ANATOMIA DE UM (CRESCENTE) DESASTRE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTE4orY_aI/AAAAAAAAAFQ/fJ4hA2Feiak/s1600-h/rc72869ritacarmo-4426.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360625933748862370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTE4orY_aI/AAAAAAAAAFQ/fJ4hA2Feiak/s400/rc72869ritacarmo-4426.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se calhar deveria reformular este título. Quando elaborei o tema, o assunto do presente artigo tinha em mente um festival que é apenas uma sombra do que já foi, com as ambicões em descrescendo, tal e qual os clubes que alojaram e deram espaço a este festival. O Belenenses foi para a 2ª divisão, e o boavista continua em curva descrescente para o abismo da 2ª Divisão B e 3ª. Talvez a Odisseia culmine nas distritais. Ao que parece o orquestrador é o mesmo, o careca do Pacheco. Curioso não?!?!!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Super Bock Super Rock foi exemplo disso mesmo. Mas já não é apenas incompetência, é falta de sorte. Quem diria que osa cabeças de cartaz haveiram de faltar à última da hora. Ninguém se lembraria de pagar € 40 ou 50 só para ver Xutos &amp;amp;Pontapés e The Gift como cabeças de cartaz. Mas tudo se resume a política que tem vindo a ser seguida e perseguida pelo Sr. Montez e a sua Música no Coração ou Codação. Completamente ultrapassado pelo seu ex-sócio que farto do dirigismo fachista do (ex)amigo lançou-se pelo percurso de uma verdadeira organizadora de espectáculos. Em resumo, trazer a terras lusitanas tudo o que possa facturar. E já agora., fazer coisas que ainda cá não se falam, como inovar, copiando tudo o que se faz lá fora em termos de organização de espectáculos. Mas trazer, implica mesmo trazer, em grande e em absoluto, rasgando qualquer competência. Foi assim que o Alive cresceu para o Festival, sem dúvidas, com o melhor cartaz deste verão. Com dois a três grandes nomes por noite. Mas isto implica que se pague bem pelo que se quer ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTFYUByW3I/AAAAAAAAAFg/-MPe9w5r2XE/s1600-h/duffy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360626477961468786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTFYUByW3I/AAAAAAAAAFg/-MPe9w5r2XE/s400/duffy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E nisto, o nosso amigo Montez ficou sem capacidade de resposta. Ficou-se pelas metades, pelo aproveitamento do monopolismo que lenatemente se desvaneceu. Mesmo assim foi uma supresa ter ainda levado a enchnte que levou ontem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas quem é que se lembrqa de fazer um Festival repartido? Só mesmo um grande otário. Pois perdeu, ainda por cima em época de crise, todos aqueles que pensavam em ir aos dois dias e adquirir o passe. Ninguém vai ao Porto, ver um dia, para depois regressar a Lisboa. Ninguém que tenha de pagar as suas contas, a sua casa e o amargo preço da sua independência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois o cartaz. É tudo menos um cartaz que possa fazer a diferença. Duffy era só a menina capaz de rebentar a paciência a qualquer um, e Killer a banda com maior ambição e queda que uma indústria discográfica poderá fabricar. Certamente se semeará, já nem digo metades, mas quartos de certeza, daquilo que pretendem ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para além de que a vontade de satisfazer os ávidos fãs de bandas que nunca nos visitaram, das grandes bandas fique sempre aquém das suas pretensiosidades.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTFKn-S-yI/AAAAAAAAAFY/dw-ki7svqbE/s1600-h/Super+Bock+Super+Rock+09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360626242797370146" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTFKn-S-yI/AAAAAAAAAFY/dw-ki7svqbE/s400/Super+Bock+Super+Rock+09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A não ser que me demonstrem que entre Montez e Covões existe um conluio, um grupo coscietárioa camuflado, a Música no Coração merce certamente perder o seu estatuto, e passar segura e com confiança, para a distrital desta conmpetição. No meio disto tudo, perdemos nós consumidores. Mas quem escolhe os seus concertos, não vqai a todas, por isso fudjam-se todos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2754158284050680256?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2754158284050680256/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2754158284050680256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2754158284050680256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2754158284050680256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/super-bock-super-rock-anatomia-de-um.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SmTE4orY_aI/AAAAAAAAAFQ/fJ4hA2Feiak/s72-c/rc72869ritacarmo-4426.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3965720416223126993</id><published>2009-07-15T20:21:00.007+01:00</published><updated>2009-07-15T22:32:01.390+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;OPTIMUS ALIVE '09 PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS 11 DE JULHO DE 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5EMDDTAtI/AAAAAAAAAEw/tKY_d8wL53Y/s1600-h/Chris+Cornell.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358795580385723090" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5EMDDTAtI/AAAAAAAAAEw/tKY_d8wL53Y/s400/Chris+Cornell.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O último dia do festival metropolitano havia de começar da pior forma possível, e logo agora que tinha começlado com o pé direito, acabou por se revelar disfuncional. Com a organização a revelar as suas falhas da pior forma possível. Primeiro foi o sistyema de barracas a darem barraca e da grossa. Imaginem-se a pagar o bilhete em dinheiro vivo, €90 que não são brincadeira, quando um brutamontes do ca****o decide rasgar-vos a pulseira, já de si frágil e falível. Isto porque decidiram apostar num fecho de pulseira muito à frente, que acabava por permitir a remoção das pulseiras inteiras sem corte respectivo das mesmas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de ter de fazer viagem de regresso para ir buscar «o comprovativo» que era nada mais, nada menos que o bilhete que a pulseira visava substituir. Mais, o velho responsável pela substituição das pulseiras, perante uma ameaça de reclamação da minha parte, recusou-se a substituir a pulseira rasgada pelo segurança, sem a prersença do bilhete, nem me dando o mesmo livro de reclamações sem apresentação do bilhete. Se calhar esqueceram-sde lhe ensinar, que nenhuma entidade que preste serviços a um consumidor pode recusar-se a fornecer o livro de reclamações. Foi assim que este episódio acabou por terminar. com uma reclamação evitável. Não tive nenhuma vitória de facto, mas ao menos pude esfregar o emu descontentamento na cara daqueles merdas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passando a coisas mais sérias. Quando cheguei fui logo presenteado com Chris Cronell que estava com um péssimo aspecto, de quase acabado. Será que ele decidiu ficar mesmo grunge grogue para compensar a corrupção para o mundo do Rn'B ranhoso. O certo foi que só roçou o novo álbum, com muita distorção pelas guitarras. &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358795719633592530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5EUJyk4NI/AAAAAAAAAE4/F7HzppNrvNU/s400/Black+eyed+Peas.jpg" border="0" /&gt;Apesar de ser um vendido, não deixei de me render aos temas antigos que ele preconizou. Acreditem que stavam lá todos, ou quase. De Soundgarden regressaram Black Hole Sun, Rusty Cage, Outshined e Spoonman, em suma os temas mais sonantes. Claro que por mim podia disparar todo o concerto ao som de Hands All over, Ugly Truth com totil solos de bateria à Matt Cameron. Mas não foi só essa a mercadoria que a Cronélia trouxe a Algés. Havia mais hard funk rock pelo supergrupo Audioslave. Conta-se Cochise, What You Are, Show Me How To Live (isto as malhas à Tom Morello são , para mim, inesqucíveis) e até Temple of The Dog foram revisitados com Hunger Strike. O reportório compensou as falhas, até porque este «homem» tem muito historial. Mas em actuação deixou muito a desejar. Nem se dignou a pegar na sua velha companheira de seis cordas, e já para o fim em histeria começa a debitar gritos que em nada se comparam ao de outros tempos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois foi altura de esquecer o que se passava no palco principal, mas deixei-me a ver os palhaços de Los Angeles. Já sabia que eram maus, mas a teoria comprovou-se. Mais que se comprovou. Aliás, como disse a alguém muito especial, a foto do festival acabaria por ser a da rameira de Satã, mas mansinho - Fergie. Parece-me mais ferga. Porca, badalhoca, sem qualquer conotação musical, e com uma voz péssima, ranhosa, como a propagação do som pelo espaço vazio, ou seja, nenhuma. Os pretos apostaram no cavalo certo quando quiseram dar o pulo para o sucesso, ou mega sucesso. Lá se seguiram os temas habituais, que desconheço, mas foica aqui o meu comentário a um dos cabeças de cartaz. Se já não gostava, agora ainda menos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5HNdT2y6I/AAAAAAAAAFA/aOf1BwcPb_8/s1600-h/Dave+Matthews.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358798903149251490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5HNdT2y6I/AAAAAAAAAFA/aOf1BwcPb_8/s400/Dave+Matthews.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estava à espera era de uma das bandas que me fez comprar o passe e largar €90. Por incrível que pareça, para uma banda deste calibre, Dave Matthews é um tipo humilde e mesmo acesível que deixa a m´sucia falar por si. E fala bastante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes disso ainda tive oportunidade de espreitar uma das supresas pessoais no festival e de origem nacional. Linda Martini e a sua mega-destruição ruidosa, fizeram despertar curiosidade cientíica que ainda não tive chance de verificar. No entanto, fica o aviso para os incautos que dia 30 vão estar no Music Box com Portugal, The Man uma banda norte-americana, atenção, que se está a tornar revelação nacional. Com um nome destes só podia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já para o encerramento do festival, os magos ao vivo abriram com um blues rock nítido e poderoso. shake Me Like a Monkey acabou com o torpor e mais do que pôr-nos a mexer de maneira estúpida, abriu os ouvidos de uma maneira fenomenal (não fossem as malditas dores nas pernas). Mas houve espaço para boas e mais canções com malhas de violino, saxofone e trompete e guitarra eléctrica infindáveis em Alligator Pie. Mas também houve espaço para boas baladas e profundas Lying in the hands of God ou Why I Am. Se eu tivesse levado a lição melhor estudada. Despediram-se da melhor maneira, com cover de Bob Dylan, ultimamente celbrizado por Jimi Hendrix All Along The Watchtower. Dificilmente acabaria melhor, aquele que musicalmente se revelou o melhor cartaz deste verão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3965720416223126993?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3965720416223126993/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3965720416223126993' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3965720416223126993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3965720416223126993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/optimus-alive-09-passeio-maritimo-de_15.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sl5EMDDTAtI/AAAAAAAAAEw/tKY_d8wL53Y/s72-c/Chris+Cornell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5897484597841465095</id><published>2009-07-14T21:29:00.006+01:00</published><updated>2009-07-14T22:54:02.414+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;OPTIMUS ALIVE'09, PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS 10 DE JULHO DE 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz61bUdGDI/AAAAAAAAAEY/dpWYQTiczB8/s1600-h/Placebo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358433452437608498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz61bUdGDI/AAAAAAAAAEY/dpWYQTiczB8/s400/Placebo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de ter dormido apenas 3 horas, e ter aguentado 9 horas de trabalho (ossos do ofício, poder-se-á dizer, mas não custou muito) lá fui fatifgado das pernas para um 2º dia de festival. Maldito solo de cascalho e gravilha. Deveria ter feito uma segunda reclamação só porque o nosso amigo Covões não se lembra dos espectadores, apenas dos cifrões.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando chegámos ao recinto já decorria Eagles of Death Metal e o seu heavy rock a billy. Cpm muito bom entusiasmo por parte de Jesse «The Devil» Hughes, mas sem o seu colega Josh Homme, que delegou ao seu amigo de Queens of The Stone Age as reponsabilidades da percussão. Pelo nome vê-se logo as afinidades tão próximas entre as bandas. Depois de encerrado este maravilhoso concerto, chega a hora de irmos visitar o que se passa na zona da restauração e passar um pouco pelo palco Optimus Discus, cujo som precisava de rebentar para que não se pudesse ouvir o que se passava no paloc principal. does it offend you, Yeah? parecia uma grande promessa mas desligámos e voltámos para o palco principal, para ver a banda dos confins do universo. Com Karkov fora de cena, o novo vocalista viu-se a braços com a tarefa de ter de ser mai Karkov que o próprio Karkov, mas como o tempo veio a revelar, o melhor é não ser ninguém, e é uma tarefa complicada uma vez que Karkov é um daqueles vocalistas dificeís de substituir, porque marcou um género de fronte da banda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Notou-se um arrojamento desmesurado das vestimentas e indumentárias do &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz69MXzHBI/AAAAAAAAAEg/M2Dbc30Gs5Y/s1600-h/Prodigy+Keith+Flint.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358433585864055826" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz69MXzHBI/AAAAAAAAAEg/M2Dbc30Gs5Y/s400/Prodigy+Keith+Flint.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;grupo, armados cada vez mais em divindades descidas à terra. Porém, o som manteve-se bom e a capcidade de remisturarem sons tanto tribais como electrónicos dá-lhes uma marca própria e um carisma evolutivo musical, quase de estado superior, assim como bazófia maior. Mind at Large foi estudado e divulgado pela voz de Agostinho da silva, e Start to Move foi logo o mote de partida, mas também houve tempo para Sound in Light/Light in Sound com Battle of tribes assim como os já clássicos Blasted Empire de Avatara e Nadabrovitchka de Namaste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A aguardar Placebo ficámos até 22:45 e com pontualidade haviam os londrinos ambíguos de abrir a festa com o novo álbum em força. Tomaram de assalto com Kitty Litter, Ashtray Heart, Battle for the sun e What It's Worth. apenas conhecia bem o novo álbum , peo que o resto do concerto andei um pouco à deriva menos nos grandes temas. O som , estava nítido e pujante, mas instrumentalmente depcionaram-me com um conjunto completo de músicos, muito acima do simples trio que costumavam compor. Mas quem queria história, os Placebo enviar-nos-iam Every You Every Me, Never ending Why e mais para o fim, a roqueira Bitter End e Taste in Men, tudo com poucas faladuras, sempre a despejar som.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz7H9blodI/AAAAAAAAAEo/q01yeTpr3bY/s1600-h/Prodigy+Maxim.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358433770831978962" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz7H9blodI/AAAAAAAAAEo/q01yeTpr3bY/s400/Prodigy+Maxim.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas estava tudo à espar era do Big Beat e dos pirómanos dos Prodigy. Ainda nem um ano tinha feito desde que tinham vindo a Portugal, os Prodigy sabem que são potência ao vivo e que têm bastantes fãs em Portugal. e começaram bem. Logo a seguir a World's On Fire, veio Breathe, para aquecer nas palavras de Maxim. Para soltar a anarquia veio Their Law, um dos melhores temas electrónicos pesados. Bastou Music for The Jilted Generation e Fat of the Land serem revisitados para que todo o inferno viesse ao de cima. Mas não acabou. Com Invader's Must Die, como cartão de visita, Omen não +podia deixar de ser um dos singles mais fortes a serem ecoados pela ribeira do Tejo como se já fosse um clássico. E também a estreante Run with The Wolves. Mas o pessoal clmava mais músicas batidas, por isso veiram Firestarter e Vodoo people sempre com so dois frontmen a exigirem a adrenalina e o suor de todo o público, Para o encore ficou mais estreias com Invasion's Must Die, e Take me to Teh Hospital, tudo do novo álbum, Mas como não podia ser, tinha de haver mais presença do Fat of Th Land com Diesel Power e Smack My Bitch Up. Direi em poucas palavras que o dia 10 foi bom. Direi em poucas palavras que o dia 10 foi bom enquanto durou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5897484597841465095?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5897484597841465095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5897484597841465095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5897484597841465095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5897484597841465095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/optimus-alive09-passeio-maritimo-de.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Slz61bUdGDI/AAAAAAAAAEY/dpWYQTiczB8/s72-c/Placebo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3444574750033494704</id><published>2009-07-13T20:14:00.007+01:00</published><updated>2009-07-13T22:06:21.397+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;OPTIMUS ALIVE '09 PASSEIO MARÍTIMO DE ALGÉS, 09 DE JULHO DE 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com recentes modificações na minha vida profissional fiquei impossibilitado de repetir Paredes de Coura. Por isso, sendo o Optimus Alive o único Festival da minha p&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucdCTqd3I/AAAAAAAAAEI/OucACnljdH0/s1600-h/Mastodon+Alive+09-5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358048204336822130" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucdCTqd3I/AAAAAAAAAEI/OucACnljdH0/s320/Mastodon+Alive+09-5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;referência decidi aproveitá-lo ao máximo e compensá-lo da melhor maneira. Como diriam os Britânicos Take it and Make the Most of It. e assim fiz, peguei nos meus €90, em dinheiro vivo, e lá fui comprar o passe dos 3 dias, sabendo de antemão que teria de aguentar uma maratona no 2º dia, tratando-se de uma noite de 5ª para ª feira. Assim peguei na minha trouxa e fiz a minha muda de roupa no trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cheguei cedo, pois queria ver os monstros do metal ao vivo, sobretudo a banda mais notável e promissora de todas elas, o Quarteto Georgiano, Mastodon. E se já tinha experimentado o poder explosivo destes fenómenos, a 4ª não cansou com um álbum tão promissor. Oblivion foi logo o tema de abertura, e apedar de instrumentalmente serem soberbos, as tonalidades vocais ficam aquém do álbum. Ma&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucWOPt3nI/AAAAAAAAAEA/szt5M-ogxyw/s1600-h/Mastodon+Alive+09-4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358048087282409074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucWOPt3nI/AAAAAAAAAEA/szt5M-ogxyw/s320/Mastodon+Alive+09-4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s os Mastodon não sabem cantar, tdoso sabemos, inclusive eles próprios que são os primeiros a admiti-lo. Mas superam-se face a venturas passadas.De seguida logo a rasgar Blood Mountain revisitado com The Wolf is Loose e Crystall skull. Também Leviathan havia de experimentar o seu sabor com Blood and Thunder e aquele que promete ser desde já um clássico dos Mastodon, the Czar de Crack the Skye, que quem estivesse na posição certa poderia ver Rob Flynn a curtir o som que nem um maluco nas laterais e de seguida a homónima do mesmo álbum. Acabariam com um som do primogénito, The March of the Fire Ants. soube a pouco, cada vez mais, que me habituo à elegância ao som destes Senhores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois foi altura de aguardar, enquanto os gigantes do rock Sulista se estreavam em terras lusas com assuas guitarras Epiphane e riffs a mil à hora, mas com pouca variação, e pouco para ensinar, mesmo assim estes gajos da américa profunda conseguem por a multidão de negro a apreciar a distorção. Wrath era o novo álbum e apresentaram-no. Mas eu estava a aguardar, por uma dads bandas já veteranas nestas andanças. O Sr. Rob Flynn entra em palco, &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucM_bQsaI/AAAAAAAAAD4/LByCnG7Z5WA/s1600-h/Machine+Head.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358047928685474210" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucM_bQsaI/AAAAAAAAAD4/LByCnG7Z5WA/s320/Machine+Head.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;desta vez mai Slayer e motoqueiro do que quem o viu à 15 anos no Dynamo de fato de treino e sapatilhas Puma. Mas os tempos mudartam, e já nãi quer saber que eles tenham sido a nata do nu-metal, a passar para o trash. Agora Machine Head são épicos de 15 minutos com solos duplos e baixos cheios da groove que olham para os Irona Maiden e os Metallica com reverência e respeito. Estes haviam de voltar a merecê-lo com o novo álbum.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imperium foi o mote de abertura como já tinha sido há um ano atrás no Rock in Rio, mas nessa altura eles tinham mais tempo para tocar. Rob Flynn e seus camaradas conseguiram demonstrar porque merecem tanto respeito. A atitude para com o público é sempre a melhor e com humildade excepcional. Mas os êxitos permaneceram no reportório da banda de Oakland, que conta já com um longo historial, prestes a celebrar os 20 anos da banda. Ten Ton Hammer seguiu-se e Halo do aclamado the Blackening, são mesmo Machine Fuckin'Head. Ainda haviam de revisitar Burn My eyes, aquele que é certamente o seu marco com o clássico Davidian, para fechar em grande com bastante circle pit.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Slipknot passou-me ao lado. Não poruq eu não fosse alvo de uma certa curiosidade matreira, mas é porque não vale mesma a epna. Estes 9 palhaços e as suas máscaras mutantes, não têm muita coisa de diferente para mostrar. Vira o disco e continuam os berros, e os mesmos acordes de guitarra e as mesmas letras sem nexo. quem ouve Iowa ou o homónimo já ouviu tudo o que estes saloios tinham para demonstrar. Foi bom há 10 anos atrás, mas agora já não há nada de novo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O momento alto da noite porém não tinha nada de excepcional, porque já tinha visto três vezes de rajada. Quando vemos uma banda muitas vezes, é inevitável a canseira, sobretudo, quando são duas delas sem trazer nada de novo. A melhor foi, sem sombra de dúvida, Super Bock Super Rock 2007. Onde eles abandonaram e reconheceram os estragos de St. Anger, e revisitaram todo o seu glorioso passado. Esta era a vez da provação definitiva dos Metallica, de spuerar a vergonmha e voltar aos grandes sons do passa&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358048555724037394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucxfU53RI/AAAAAAAAAEQ/pNPD6q_O1Bs/s400/Metallica.jpg" border="0" /&gt;do. Foi isso que fizeram em Death Magnetic, um álbum com distorções de rajada, sujo, negro, puro trash, dos melhores que há. Com aberturas instrumentais, solos duplos, tudo e mais alguma coisa. Só que só tocaram 4 músicas, o resto foi para o passado, que já ouvimos milhentas vezes. Quantas vezes já não ouvimos Seek and Destroy. É um clássico, mas é o oposto de A Corrida para o Ouro de Morricone, tem que sempre acabr da mesma maneira. Mesmo assim, foi bom ouvir as grandes malhas como One, Fade to Black, For Whom the Bell Tolls, e milésima vez para Master of Puppets, Enter Sandman e Nothin Else Matters. Vá lá, vós tenhais muitos mais músicas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E lá acabou o dia de estreia com o cover de Misfits, Die, Die My Darling e Whiplash, para variar. Siga-se a próxima, para ouvir as mesmas músicas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3444574750033494704?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3444574750033494704/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3444574750033494704' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3444574750033494704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3444574750033494704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/optimus-alive-09-passeio-maritimo-de.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlucdCTqd3I/AAAAAAAAAEI/OucACnljdH0/s72-c/Mastodon+Alive+09-5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2798803903313273304</id><published>2009-07-08T19:31:00.000+01:00</published><updated>2009-07-07T22:15:36.463+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;TRANSATLANTIC - A REUNIÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355808571168346802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 356px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlOnhOl7UrI/AAAAAAAAADg/sLxYXshlB5U/s400/transatlantic+2009.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sempre muito atarefado nas suas tarefas diárias, o obsessivo trabalhador, a formiga eterna, Mike Portnoy ecidiu que era altura de regressar aos épicos. Com a sua banda principal a falhar na criatividade e na progressiva incapacidade de inovar, chegou a altura de ir reviver os clássicos e as suas nobres raízes progressivas. Yransatlantic, foi um dos muitos coelhos sacados do mestre das baguetas, mas com certeza um dos mais reverenciados. Finalmente, e concomitantemente com a moda das bandas paralelas deixarm de ser apenas mais uma banda, e sim um prokecto com tronco e membros, pronto para dar frutos para vários anos. Assim Portnoy chamou o seu companheiro Neal Morse (ex-Spock's Beard, mais um dos veteranos do rock progressivo - Pete Trewavas dos Marillion - e claro o génio sueco Roine Stolt. Focamos a aguardar então o que se espera desta ventura conjunta. Ficamos a aguardar por mais épicos. Venham as músicas com mais de 20 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2798803903313273304?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2798803903313273304/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2798803903313273304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2798803903313273304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2798803903313273304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/transatlantic-reuniao-sempre-muito.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlOnhOl7UrI/AAAAAAAAADg/sLxYXshlB5U/s72-c/transatlantic+2009.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-6172296189655997170</id><published>2009-07-07T21:00:00.005+01:00</published><updated>2009-07-07T22:16:04.198+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlO491yk_pI/AAAAAAAAADo/is2W_1HzPEI/s1600-h/Wraygunn.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ALMA LUSITANA#2: PAULO FURTADO a.k.a. THE LEGENDARY TIGER MAN&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5i6Z_oAXaQo/SaSZ95E-PMI/AAAAAAAAB4g/abzSKzcUp0g/s400/tigerman_ritacarmo.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5i6Z_oAXaQo/SaSZ95E-PMI/AAAAAAAAB4g/abzSKzcUp0g/s400/tigerman_ritacarmo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Para estrangeiros como Jarvis Cocker e outros, Paulo Furtado parecerá tudo menos um português. Ao contrário de outros grandes artistas que explorar as raízes da música e cultura portuguesa, Paulo Furtado é um americano de criação lusa. Todo o seu histórico, toda a sua formação, enquanto músico, versa-se no blues e no rock norte-americanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando assisti pela primeira vez ao maluco talentoso, uma verdadeira banda de um homem só, deixei-me estar sentado para ver a energia que solta do magro conimbricense. De facto, as músicas do mundo de Paulo Furtado, são tudo menos folclóricas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Munido até das guitarras mais tipicamente blues, (capazes de custar literalmente os olhos da cara) Gretcher, usadas por Senhores como Jack White ou Eric Johnson, o guitarrista dos Tédio Boys, revelou-se um instrumentista multi-facetado. um músico criativo como se encontra poucos. A sua primeira banda foi sol de pouca dura, e logo se saltava à vista o potencial de furtado, à medida que aspirava à Santíssima Trindade do rock - sexo, drogas e rock n' roll.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muito individualista e focado no seu trabalho, Paulo Furtado elevou e aperfeiçoou aquilo a que se pode chamar a«one man band». &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlO5KeYEN7I/AAAAAAAAADw/le7e4gbb9bE/s1600-h/Wraygunn.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355827971477485490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SlO5KeYEN7I/AAAAAAAAADw/le7e4gbb9bE/s320/Wraygunn.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao contrário de muitos que perseguem os canta-autores, que de facto não são bandas, ou até aqueles que recorrem a pedaleiras de gravação. Legendary Tiger Man é a verdadeira banda de um homem só. Podem crer que tudo o que sai das colunas é feito em simultâneo e ao vivo por aquele maluco. Munido de um bongo, pratos duplos e tarola accionada por pedaleira, microfone duplo e ainda uma gaita electrica. Servindo-se ainda da técncia do harpejo com uma 6ª corda mais grave, Furtado consegue reproduzir o som do baixo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E não é fácil fazer uma digressão, ainda por cima com um músicas muitas vezes a rasgar, bem ao estilo dos Tédio Boys.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só que as aspirações de Paulo Furtado não poderiam culminar aqui. Ele tinha que elevar o espírito do rock, remisturando-o com o gospel da América profunda sulista. &lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 620px; CURSOR: hand; HEIGHT: 496px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://www.espectaculos.pt/content/files/u2/LEGENDARY_TIGER_MAN.jpg" border="0" /&gt;Foi assim que surgiram os Wraygunn, o seu maior e mais célebre projecto, com especial reconhecimento no estrangeiro. Para isso o nosso próprio Jack White aliou-se a um dos maiores talentos musicais nacionais, a Raquel Ralha e ao competente Sérgio Cardoso, para fazer em termos de composição o oposto do seu projecto a solo. Uma banda plenamente composta, com percussão, teclas e set completo de bateria. Apesar de recentes contam já com 4 álbuns e dois reverenciados trunfos na manga: Eclesiastes 1.11 e Shangri-la. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Neste momento Paulo regressa à sua ferocidade solitária, para compor Femina, onde um pouco do seu charme machista, cede perante a sensibilidade masculina, a que Furtado consegue sempre conceder um charme místico e misterioso, muito ao estilo de David Lynch. Toda as músicas contam com participações de vozes femininas, esperando Paulo fechar com a participação da grande Marianne Fatihful. Sabê-lo-emos em Outubro. E para mais tarde o Sr. mil projectos regressará com mais vozes Gospel e riffs estridentes nos Wraygun.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-6172296189655997170?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/6172296189655997170/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=6172296189655997170' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6172296189655997170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6172296189655997170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/alma-lusitana2-paulo-furtado.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5i6Z_oAXaQo/SaSZ95E-PMI/AAAAAAAAB4g/abzSKzcUp0g/s72-c/tigerman_ritacarmo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3661467793001320041</id><published>2009-07-06T19:36:00.004+01:00</published><updated>2009-07-06T20:15:19.943+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PLACEBO - BATTLE FOR THE SUN (2009, PIAS RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/80/Battlecover.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/80/Battlecover.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Posso dizer que os Placebo foi sempre aquela banda distante, mas sempre na ponta da língua no que toca arock alternativo. O interesse, digo se me é permitido, puramente amador, de investigador por assim dizer. Assisiti, inevitavelmente à mudança de paradigma que Blacxk Market Music provocou no público, à medida que os Placebo deixavam de ser uma simples banda de transformistas, para lhes ser reconhecido um lugar importante no rock alternativo, como também no rock em geral.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Battle for the sun podia ser decepcionante, mas acho-o um disco muito bem construído, e concebid. Sobretudo com muita inteligência e maturidade, coisa algo rara a que se assiste hoje em dia. Estranho comparando com a mudança de plantel. Mas a saída de Stev Hewitt parece ter afectado mjuito pouco à liderança do conjunto, e a criatividade do duo Molko/Olsdal. Molko fez i que melhor podia fazer melhorar a sua mestria na sua Gibson que muitas potencialidades lhe tinha para fazer. As letras mantém a sua linha introspectiva e narcisista, mas com um toque de melancolia, apesar de tudo natural aos Placebo que ainda lhe juntam a elevação espiritual em Battle for The sun, tema homónimo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A nível instrumental os Placebo carregam o legado natural e fugaz do Grunge através dos acordes rasgados e intermitentes, se bem que bem mais melódicos, mas isso não os afecta. Nem eles sonham com tais comparações- Os Placebo demarcaram o seu estilo. A agonia natural, e vioência psicológica reflectem-se com uma naturalidade extraodinária «a slow desease that suck me drying[...]No one cares when you're down in the gutter/You got no friends/You got no lover» em For what It's worth. &lt;a href="http://khairilhusni.blogmas.com/files/2009/06/placebo300.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px" alt="" src="http://khairilhusni.blogmas.com/files/2009/06/placebo300.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Demonstraram bem o potencial instrumental ainda que as vozes permaneçam o mais importante, Devil In The Details é o padrão de todo o álbum que continua sempre a passos largos para o fim. como que um Darks Side of the Moon, Molko fixa-se no conceito do lado negro dos seres humanos, todos os temas focando aspectos negativos sucessivos. E não podemos negar uma certa mitologia urbana aliada à banda londrina. Não admira que provenham de uma das maiores metropoles mundiais. Todo o álbum reflecte bem o movimento de uma cidade, onde milhões de alma chocam entre si sem se apercebendo todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também não é apenas Molko que reflecte amadurecimento no seu instrumento, Olsdal cria e preenche sonoridades vibrantes com o seu baixo, um dos melhores a par de Wolstenhome dos Muse nos powertrios. Ashtray hearts e Bright Lights é um excelente exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A estreia de Steve Forrest não fica imperceptível. sobretudo por se tratar de um dos descendentes do som dos Placebo e não propriamente um fruto da sua corrente. Com uma atitude perfeitamente emo, reflecte-se na sua adaptabilidade discreta ao som dos Placebo, pois claramente Molko e Olsdal têm o ascendente sobre a banda. Os Placebo são mais um bom regresso que se tem asisitido desde um ano até este momento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3661467793001320041?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3661467793001320041/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3661467793001320041' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3661467793001320041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3661467793001320041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/placebo-battle-for-sun-2009-pias.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-313386518518356716</id><published>2009-07-04T23:40:00.001+01:00</published><updated>2009-07-04T23:44:19.012+01:00</updated><title type='text'>Mastodon - Oblivion</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7kcErNWtw1o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7kcErNWtw1o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Uma grande inrodução para um grande álbum. Dos melhores do ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-313386518518356716?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/313386518518356716/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=313386518518356716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/313386518518356716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/313386518518356716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/07/mastodon-oblivion.html' title='Mastodon - Oblivion'/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='23' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SZvmvvO7kqI/AAAAAAAAAAk/MGuP4ADzbDc/S220/Jimi-Hendrix.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8528892704150423517</id><published>2009-06-30T20:22:00.004+01:00</published><updated>2009-06-30T21:06:25.244+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;MICKAEL JACKSON 1959-2009, QUEM?!?!!! NÃO ME DEIXA SAUDADES NENHUMAS...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RjFCotirPJc/SLhy0k246FI/AAAAAAAABlU/yFR4hprxys4/s400/michael_jackson_.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 321px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RjFCotirPJc/SLhy0k246FI/AAAAAAAABlU/yFR4hprxys4/s400/michael_jackson_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Volvidos que são 5 dias ou 120 horas, mais coisa emnos coisa, sobre a morte de Michael Jackon, podemos agora amainar um pouco e reflectir naquilo que foi o então e ainda chamado rei da pop, inamovível do seu trono eterno. Mais curioso foi ver milhares, mas milhares de individuos de raça negra (isto sem querer enveredar pelo preconceituoso do racismo, sempre que um branco começa a falar em raças)a chorarem pela morte do seu ídolo que renunciou a tudo menos à sua cor natural? Mas compreendo que o quisessem sentir como deles, e de facto a família nunca o afastou. Mas questões étnicas à parte e passando à análise mental de Michael, não era fácil ,perceber que era uma pessoa com fortes e francas não só depressões, mas desequilíbrios mentais. Nunca fui fã do seu estilo, mas é certo que um homem foi um ícone (como refere a sua irmã Janet). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem assistiu ao profundo documentário sobre a vida pessoal sabe do que estou a falar, de um homem exacerbadamente preocupado com a imagem que os outros tinham dele. Mas diz obsessão, diz mesmo um homem no limiar da insanidade admissível, completamente frito do pano. Para além disso Michael Jacksonm acabou por se revelar um segundo O. J. Simpson, um 2º afro-americano a vencer o sistema politico-judicial-legal norte-americano. E de que maneira.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mesmo que não o possamos condenar judicialmente, e por consequência, socialmente, uma vez levantada fortes suspeitas sobre abuso sexual de menores por parte de Jackson, como podemos atribuir a este gajo a custódia paternal do filhos??!?!! Não faz sentido. &lt;/div&g
