<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838</id><updated>2009-11-10T18:32:16.157Z</updated><title type='text'>Revelações e Insignificâncias</title><subtitle type='html'>Os homens são efémeros. As ideias são eternas.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>246</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8246563886101704582</id><published>2009-11-05T08:28:00.060Z</published><updated>2009-11-09T09:35:35.580Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;MEGAFONE 5, TRIBUTO A JOÃO AGUARDELA, CCB, LISBOA 5.11.09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s1600-h/megafone5_cartaz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s400/megafone5_cartaz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;De tudo o que João Aguardela simbolizava, um homem bastante criativo, a sua busca pela originalidade e criatividade enquanto explorava o universo musical português era uma das suas maiores virtudes. Tudo o que criou não foi nem pelo dinheiro, nem pelo sucesso, mas pela música enquanto arte em si.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Volvidos quase 11 meses sobre a sua morte, Sandra Baptista, sua companheira e amiga fiél e Luís Varatojo seu cúmplice musical de grandes projectos, decidiram que haveria de se fazer uma homenagem com uma festa da música. Como disse Carlos Guerreiro dos Gaiteiros de Lisboa, Aguardela não gostava de homenagens, por isso presta-se tributo e divulgação à obra que ela fazia e a que se dedicava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser uma noite um pouco inconveniente, a meio da semana, e num sítio que para quem se move de transportes, compensou em todos os aspectos. Com uns arranjos um pouco bizarros, vários homens de branco, carregavam um coração de metal para o empoleirar nuns ganchos que pareciam certamente tombar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois cada uma das entidades envolvidas queriam mostrar um pouco do seu trabalho em prol da imagem do João. Assim começou um vídeo electrónico sobre a realção do João com a música tradicional portuguesa da autoria dos Artelier. Entre as pausas dos concertos caia uma eternidade entre a caída e a subida do pano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi por volta das 21:40 que entraram os Gaiteiros de Lisboa com a sua maneira descontraída e lenga-lengas de trovadores. De uma maneira arrepiante e com forte ênfase nas percussões ecoaram o seu som por toda a sala. Não se perdeu muito tempo em palavras bonitas, deixou-se a música falar por si. Pena foi só temos de assistir a tudo isto sentados, sem movimento. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois&amp;nbsp;foi a vez do&amp;nbsp;documentário sobre os Sitiados, que participaram no evento em formato audiovisual. Já que a banda não poderia ser reunida a intervir ao vivo.&amp;nbsp;Foi por esta altura que João conheceu Sandra Baptista, e partir daí a acordeonista passou a ser a família que formava o núcleo dos Sitiados. De alguma maneira, a fama atormentava Aguardela. Ele não queria estar na m´sucia pelo dinheiro, e depois de A Vida de Marinheiro cair nas ruas, João dedicou-se a inúmeros projectos. Megafone foi o que adquiriu mais simbolismo, e várias formas sucessivas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiDkfjCPI/AAAAAAAAANA/vd9Y-REW75c/s1600-h/Jo%C3%A3o+Aguardela" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiDkfjCPI/AAAAAAAAANA/vd9Y-REW75c/s320/Jo%C3%A3o+Aguardela" /&gt;&lt;/a&gt;Na sua 5ª versão surge depois os Oquestrada, uma banda que reúne no seu conceito música e representaçaõ no mesmo palco. Com uma vocalista -Miranda -&amp;nbsp;desinibida, que teve a virtude de dar uma boa disposição a uma congregação que poder-se-ia muito bem tornar numa oração fúnebre. Tasca Beat, o álbum de originais dava sentido àquilo que era o mote deste projecto, uma nova tradição para a música portuguesa. O lema dos Oquestrada, o humor. Killing me Song, Cariño e Fado dos Subúrbios com a participação especial de Tony Não sei Quantas, que levou que a representaçãod este nossos colegas roubasse tempo aos verdadeiros protagonistas da noite. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Dead Combo era um dos grandes nomes esperados naquela noite. O duo lisboeta, apesar de bem composto em estúdio, foi minimalista em palco. Começaram com a melopeia, After Peace Swim Twice, com uma guitarra estrondosa do Tó Trips, a Pessoana Quando A Alma não é Pequena e a Menina Dança. Uma das actuações mais interessantes da noita não durou mais do que 25 minutos (no máximo). Houve só mais tempo para a Canção do Trabalho, Rodada e&amp;nbsp;Assobio. Dando espaço para aquele que na minha opinião foi o prjecto mais interessante de João Aguadela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiKxsGTPI/AAAAAAAAANI/gw_VDHqQfPY/s1600-h/Megafone+5+-+A+Naifa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfiKxsGTPI/AAAAAAAAANI/gw_VDHqQfPY/s400/Megafone+5+-+A+Naifa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com os minutos contados, eis que entra o dueto de Varatojo/Mitó em Perigo de Explosão. Para depois se seguir a entrada da secção rítmica. Estávamos um pouco ambiciosos para ver quem assumia o papel do baixo, o lugar eterno de João Aguardela, e foi quem ficou encarregue de o substituir foi a sua eterna companheira tocando o seu célebre Fender Jazz Bass preto e bordaux. Tocaram quase tudo o que eles tinham de melhor, quase que como uma colectânea de grandes álbuns, Meteorológica, Música, a assombrosa Fé e a linda Monotone. Já para o final, quase de lágrimas escorridas Mitó fez uma revelação ao público que desconhecia da autoria das letras de Aguardela no último álbum - Uma Inocente Inclinação Para o Mal - sobre o pseudónimo de Maria Teixeira, sua avó paterna. Foi sobre esta ideia que cantaram Filha de Duas Mães, um sentimento partilhado por Aguardela.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Houve tempo para uma homenagem final, onde Gabriela e José, pais de Aguadela subiram ao palco para serem reconhecidos pela memorável obra do filho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Em pano de fundo as quatro cordas do baixo de João Aguardela ecoavam com uma voz saudosa do nosso triste fado. Serás sempre recordado João.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfhgkVRlGI/AAAAAAAAAM4/BWLr_YGdJrc/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfhgkVRlGI/AAAAAAAAAM4/BWLr_YGdJrc/s320/5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8246563886101704582?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8246563886101704582/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8246563886101704582' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8246563886101704582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8246563886101704582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/megafone-5-tributo-joao-aguardela-ccb.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvfVRoeHi_I/AAAAAAAAAMw/1t315dDCsi0/s72-c/megafone5_cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8885466846525498098</id><published>2009-11-04T08:33:00.028Z</published><updated>2009-11-05T09:30:54.348Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;SLAYER - WORLD PAINTED BLOOD (2009, SONY MUSIC)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b7/SlayerWORLDPAINTEDBLOOD.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/b7/SlayerWORLDPAINTEDBLOOD.jpg" vr="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;«Man himself has become God, and laughs at his own destruction»&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Slayer são daquelas bandas incansáveis, que de algum modo querem ser os protectores de um dos ramos do metal mais prezados e segmentados. Percusores do trash, os slayer continuam por cá como quem tem de facto algo a dizer, mas pelo contrário epá não têm. Tudo o que dizem não é nada de novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começando pelas letras. Nem a tomada de posse de Barack Obama os fez ter uma atitude mais positiva pelo mundo fora, nem de outro modo seria expectável, ou poderiam ser considerados maricas. Não estes metaleiros estão de acordo com a existência de Bin Ladens e Ahmadinejads, para os rednecks pegarem nas suas caçadeiras, M-16 e bazookas, montados em apaches para destruir esta merda toda. Violência, mas à bons da fita. E venha de lá mais umas quantas guerras para a indústria de armamento não falir. Cheg-ase mesmo a dizer, se bem que com algum satirismo e ironia «Murder is My Future / Killing is my future» em Snuff.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Instrumentalmente as músicas soam sempre ao bom puro Trash. Não é por acaso que falamos de uma das bandas mais dogmáticas, a Santa Sé do metal. Daquelas que nunca comprometeu o seu som e as suas raízes. Com uma dupla veterana e invejável de dois guitarristas/solistas Jeff Hanneman/Kerry King, os Slayer continuam naquilo que é um dos pontos mais fortes da sua música o dueto de 6 cordas. Mas no que a coesão é bom, torna a irredutibilidade mau. A falta de versatilidade a uma banda torna-a menios aprazível e a ideia de que estamos a ouvir a mesma música vezes sem conta. Não podemos dizer que World Painted Blood ou Beauty Through Order tenham alguma diferença estruturalmente relevante, nem mesmo os solos de guitarra. Ou a batida de bateria de Dave Lomabardo - o rei da pedaleira dupla - em Hate Worldwide, tudo se passa com o mesmo vagar. Ao que parece um pequeno álbum de 39 minutos sucede-se a uma vertiginosa&amp;nbsp;trepidação de uma grande música. Nem mesmo a variação de autorias repartida pelo trio Araya/Hanneman/King indica alguma variação. Como se todas estas mentes pensassem em uníssono.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Slayer devem ser encarados com respeito, como uma banda de referência dentro de um estilo específico, mas com o passar dos anos eles já têm muito pouco a oferecer, a não ser motivo para muita porrada no meio do moche, com argumentos para se dizer que «epá estes gajos tocam muito».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário dos Metallica que foram capazes de criar malhas célebres tinham uma cultura musical muito mais intressante, tendo recursos para se reinventarem. O único tema deste álbum que se aproveita é mesmo «Human Strain».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s1600-h/2.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s320/2.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8885466846525498098?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8885466846525498098/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8885466846525498098' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8885466846525498098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8885466846525498098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/slayer-world-painted-blood-2009-sony.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SvKVIg78YxI/AAAAAAAAAMo/-m_vWRfoktQ/s72-c/2.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2315156271533227638</id><published>2009-11-02T08:46:00.001Z</published><updated>2009-11-02T08:47:29.473Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS CONCEPTUAIS#3: OPETH - GHOST REVERIES (2005, ROADRUNNER RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s1600-h/front.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s320/front.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para&amp;nbsp;os vrais connaisseurs, este não é um verdeiro álbum conceptual. Isto porque à última da hora Mikael Aekerfeldt decidiu inserir uma balada, sucinta para a média de duração das músicas dos Opeth - Isolation Years. Mas quem olha pelo exterior, acaba por se poder fazer uma intepretação conforme, e integrar a música no resto do álbum. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries é um regresso ao verdadeiro som que os caracteriza. Basta ver a agressividade com que começa Ghost of Perdition, para entrarmos na turbulência do personagem principal, atormentado por ter morto a própria mãe.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta converte-se num fantasma que apesar de querer perdoar, e motivar o filho para uma nova vida, este está profundamente marcado pelo acto hediondo, que o leva a uma expiação profunda dos seus pecados daí a&amp;nbsp;excelente balada Atonement.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries foi assinalado como um dos melhores álbuns&amp;nbsp;de Guitarra, orgulhosamente colocado no lugar 54 pela Guitar Wold e como um dos melhores álbuns de Metal Progressivo, na posição marcante de 17º. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O álbum não é muito diferente daquilo que poderíamos esperar de uma banda critaiva e com o seu estilo próprio como os Opeth. A diferença essencial marca-se pela a entrada do teclista Per Wirberg, que já vinha acompanhando a banda nas digressões de Deliverance e Damnation. E apesar de Opeth ser uma banda fortemente suportada pelas guitarras e voz, os teclados conseguem adaptar-se ao som negro e profundo, muitas vezes de uma maneira jazzística e inesperada. Mas do pontoi de vista instrumental, é a guitarra que manda e dita as regras. Com variações muito bem sacadas, e acordes pesados e harmónicos Ghost of Perdition ascende para os 10 minutos, com muitos solos intermeados, com alternância entre a famosa dupla já extinta Aekerfeldt/Lindgren, que carregaram os Opeth desde quase a sua fundação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De uma maneira imperceptível somos transportados para Baying of The Hounds num cenário soturno e obscuro, o nosso personagem vê-se confrontado com a persguição pelo seu crime hediondo. Ao contrário do que se possa pensar, a variação do tom de voz de Aekerfeldt é importante para a narração da história que se quer contar. A ambivalência de tons vocais alterna entre a voz do espectro da mãe, já defunta, e o filho desesperado em sofrimento por a ter morto. É também nesta faiz que encontramos uma grande relevância da parte instrumental de toda a banda e mais uma vez das guitarras. Não se passa 2 minutos de música sem termos um solo de um dos guitarristas, ou em dupla, ou uns acordes muito bem sacados. Os telcados servem apenas para criar um ambiente onde o resto dos instrumentos se vai desenvolver, com excepção da abertura&amp;nbsp;da compassada Beneath The Mire, onde os arranjos de órgão de Igreja parecem assumir alguma relevância.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries foi também o último álbum a ter a dupla de secção rítmica sueco-argentina dos Martins Lopez e Mendez.&amp;nbsp; A partir desta altura, Martin Lopez foi recrutado para&amp;nbsp;a selecção sueca, que já está farta das falta de eficácia de Ibrahimovic e decidiu aproveitar a nova vaga de sul-americanos no futebol. Obviamente, nunca se percebe porque os músicos abandonam as bandas em épocas tão promissoras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Ghost Reveries é um álbum profundo, obscuro e longo, que requer dedicação e compreensão. Destaca-se ainda a transição para o isolamento em&amp;nbsp; Reverie/Harlequin Forrest, que num estilo muito Sabbathiano&amp;nbsp;, tem Reverie como uma pequena faixa introdutória. Uma grande homenagem à Deusa do Rocke do Metal, a Guitarra Eléctrica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Su6ccUTrzRI/AAAAAAAAAMg/C2szLWeigQY/s1600-h/4.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Su6ccUTrzRI/AAAAAAAAAMg/C2szLWeigQY/s320/4.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2315156271533227638?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2315156271533227638/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2315156271533227638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2315156271533227638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2315156271533227638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/11/albuns-conceptuais3-opeth-ghost.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SusKRNnqO4I/AAAAAAAAAMY/QkjRyfNE82c/s72-c/front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-5926829167119801484</id><published>2009-10-29T19:45:00.001Z</published><updated>2009-10-29T19:45:47.214Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;WOLFMOTHER - NEW MOON RISING&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/74ouG1EHksQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/74ouG1EHksQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Aqui está um bom tema do novo álbum e nem sequer é dos melhores. Esperem para ouvir este grande regresso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-5926829167119801484?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/5926829167119801484/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=5926829167119801484' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5926829167119801484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/5926829167119801484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/wolfmother-new-moon-rising-aqui-esta-um.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8553555982101876569</id><published>2009-10-29T13:05:00.002Z</published><updated>2009-10-29T14:41:10.058Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;ÁLBUNS MÍTICOS #1: THE BEATLES - THE WHITE ALBUM (1968, PARLOPHONE RECORDS)&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s1600-h/10WHITEALBUM.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s320/10WHITEALBUM.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A capa branca, imaculada, simplória e humilde dá ideia de uma atmosfera pacífica. De facto paz era o que mais se desejava nesta altura, pois ela existia mas de fahada, sobre um pano de necessidade e hipocrisia política. Como muitas letras das músicas dos Beatles que predominam em The White Album carregadas de ironia. Não só como retrato social, como também aquilo que lentemente se começava a passar entre os Fab Four, pelo menos segundo dizem. Sarcasmo é a melhor descrição deste álbum. Sarcasmo e paradoxo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Após Sgt. Peppers, os Beatles aproveitaram um pouco de dinehiro e fama para fazerem um retiro inidividual e colectivo (corrijam-me se estou errado, pois a história dos Beatles não é o meu forte) para o extremo oriente. Nesta altura, o retiro fisíco, implicava um retiro espiritual ainda maior. È no espírito de drgoas alucinogénicas, e graças a uma boa dose de «cavalo», que John Lennon se apercebeu do lado negro da heroína, que incute uma procura ardente, e urgente de felicidade, daí Happiness is a Warm Gun. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Estavamos no auge dos valores Hippies, cultura que os Beatles muito ajudaram a estender, e uma certa procura de valores de igualdade, e desprezo pelos bens materiais, e amor à natureza, fez que se criasse um culto em volta das sociedades socialistas, principalmente a sociedade soviética. Neste contexto de ironia e de restrição do individualismo que os Beatles escrevem «Back in USSR», onde nunca, que eu saiba chegaram a acturar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS0QHpVaI/AAAAAAAAAMA/2f7yDuOMflA/s1600-h/the-beatles-white-album.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS0QHpVaI/AAAAAAAAAMA/2f7yDuOMflA/s200/the-beatles-white-album.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;The White Album tem uma aproximação criativa claramente distinta dos anteriores. Este é claramente uma compilação de boas canções, que se alinham aleatoriamente, sem respeitar um propósito. Provavcelmente reflectindo o curso da banda, que s encontrava à deriva, De facto, White Album não foi tão bem recebido pelo público quanto os anteriores, e também por ser o primeiro duplo álbum da carreira dos Beatles, com canções maiores, caracterísitcas que os afastavam ligeiramente da pop. Se calhar pela mudança de rumo dos eventos. Para mim tem as composições mais interessantes dos Beatles. While my Guitar Gently Weeps, é daquelas baladas que fizeram nome à guitarra, e a tornaram um instrumento icónico. Além de dqueles êxitos, que todos nos lembramos como Ob-la-di Ob-la-da, Blackbird ou Don't Pass me By. Para mim, as que ficam são os tesouros escondidos, como as irreverentes Revolution1 r 9, ou I'm So Tired, e a psicadélica Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey. Dedicada ao Sr. Stalone «Rocky Racoon», quando venceu o Tenente do Exécito Vermelho no ringue. Não há ninguém que componha tão bem quanto os Fab Four....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sumo4GDX8PI/AAAAAAAAAMQ/lpNca59JIvo/s1600-h/5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sumo4GDX8PI/AAAAAAAAAMQ/lpNca59JIvo/s320/5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8553555982101876569?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8553555982101876569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8553555982101876569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8553555982101876569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8553555982101876569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/albuns-miticos-1-beatles-white-album.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SumS6HifW6I/AAAAAAAAAMI/XHH5ngY3HFU/s72-c/10WHITEALBUM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8087558288463698970</id><published>2009-10-28T23:27:00.002Z</published><updated>2009-10-29T12:57:03.616Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS MÍTICOS&amp;nbsp;#5: KING CRIMSON - IN THE COURT OF THE CRIMSON KING (1969, ATLANTIC RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s1600-h/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s320/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Fazer reedições dos álbuns tem-se revelado uma mina d'ouro para todas as editoras discográficas. Visto que combater a pirataria está a tornar-se uma luta contra o vento, vale a pena apostar naquilo que não se consegue no mundo&amp;nbsp;virtual, um produto para os fãs. Isto pode parecer um pouco uma rábula&amp;nbsp;idêntica ao do «rei vai nu». Só que temos de admitir que causa alguma diferença desfolhar os livros escritos por gajos que nunca ouvimos falar, que conheceram a banda nos bastidores de não sei onde. Mas qué que isso interessa? Para o gajo verdadeiramente anti-consumista, as páginas do livro passeiam-se pela tela do ecrã, ou se estiverem apenas interessados na música, borrifam-se naquilo que supostamente peritos têm a dizer sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Isto tudo para dizer que, chegou finalmente o 40º aniversário daquele que foi, é e continuará a ser uma obra única da música contemporânea. Mais, abriu as portas a um género ainda hoje indefinível, &amp;nbsp;místico e objecto de culto contínuo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O disco de estreia de qautro jovens britânicos, muito sui generis, foi assim que uma lâmpada mágica. A primeira um recurso forte a um imaginário, a capacidade da música de pintar e transportar o ouvintes para osutros universos. Começamos com o cenário futurista de 21st Century Schizoid Man. Ainda hoje é muito discutido a naturexza desta música, a primeira do mundo no gérnero fusão. Já se assitisa ao experimentalsimo, sobretudo no psicadélico, mas o jazz género já erudito na altura e amadurecido com o rock tradicional e já a tornar-se mais áspero e pesado. Ao som de um baixista ainda deconhecido, que haveira tornar-se num dos porta-vozes de todo este movimento entoava «Cat's foot Iron Claw / Neuro-surgeons scream for more / At paranoia's poison door / 21stCentury Schizoid Man». Isto nem sacado de uma Quinta Dimensão com a mente endrominada de acidos. Depois logo para a paranóia instrumental, que se notava que estávamos perante excelenmtes executnates musicais, com enorme rigor técncio cheios de LSD. A afinação de guitarra caracterísitca de Robert Fripp demandava&amp;nbsp;desde lgo um estilo próprio de tocar guitarra que havia dde ser transportado para todos&amp;nbsp;as outras grandes bandas&amp;nbsp;por exemplo os Yes nas mãos de Howe ou para Steve Hackett dos Genesis. A secção instrumental de 21st Century Schizoid man é muitíssimo parecida com por exemplo Heart of the Sunrise dos Yes. O baixo sonante, com um groove marcado e bastante preenchedor, seria outro dos requisitos de qualquer banda progressiva, ou uma bateria permanentemente em contratempo, com vairações de ritmo tótil rápidas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Moonchild é o épico de que todas as bandas do género se devem dedicar. Longas composições com a forte influência dao folclore, principalmente o britâncio, que os Pink Floyd já tinham lançado e aprofundaram por exemplo em Umagumma, ou mesmo os Jethro Tull&amp;nbsp;e os Genesis elevaram-na mais ainda durante toda Era Gabriel e mais alguns álbuns posteriores. Pelo meio tem a longa sequência de silêncio e devaneio de topos épicos. Foi assim o paradigma, o molde de todos os grandes épicos do género e faz eco ainda hoje. A estrutura é tal e qual esta. Abertura com letras iniciais, depois longo percurso instrumental até ao regresso das vozes no final.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;I Talk To The Wind é a melopeia a viagem pelo mundo clássico, onde a guitarra de Fripp é fundamental para criar o ambiente que será aperfeiçoado pela flauta transversal. E Epitaph também, a presença do vanguardismo com uma forte influência nas raízes tradicioanis. Melhor exemplo disso seria o eterno clássico, que não por acaso Stephen King havia de transpo para o cenário literário e quem sabe dentro em vreve cinematográfico The Court of The Crimson King, o verdadeiro rei mau como as cobras. Quem houve de imediato esta faixa percebe porque é o clássico dos clássicos. O seu arpejo de guitarra, as letras profundas, os coros profundos e arrpiantes, o mellotron acutilante e a bateria sempre bem ritmada que dá uma composição célere à música. Triandoa parte da bateria e do solo de flauta transversal,&amp;nbsp;parece bastante linear, mas é bem complexa, bem intrexicada no culto medieval.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Todas as músicas são a história da definição de um género e para afizar como um quadro bem visível, pois a capa é por mérito próprio um objecto de arte e excelente indicativo do conteúdo do álbum. Uma bíblia do rock progressivo e de todos aqueles que amam música inspiradora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujTbZ95BWI/AAAAAAAAALo/btlxQdxdp3k/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujTbZ95BWI/AAAAAAAAALo/btlxQdxdp3k/s320/5estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8087558288463698970?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8087558288463698970/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8087558288463698970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8087558288463698970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8087558288463698970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/vinys-de-parede-4-king-crimson-in-court.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SujR8fyS6EI/AAAAAAAAALg/IyRS-IIuOJY/s72-c/King+Crimson+-+1969+-+In+the+Court+of+the+Crimson+King+-+Front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2949724698811042797</id><published>2009-10-27T22:27:00.000Z</published><updated>2009-10-27T22:27:20.364Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;WOLFMOTHER - COSMIC EGG (2009, MODULAR)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/13/Cosmic_egg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/13/Cosmic_egg.jpg" vr="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Quando ficaram conhecidos dos Grande Público (isto porque andaram anos mno anonimato do círculo de bares fazendo jams loucas) os australianos Wolfmother de Andrew Stockdale assumiram-se como uma grande esperança do rock. Não só dele mas de todo o espaço da música pesada. Fortemente inspirados no rock clássico, seguindo os passos de uns Led Zeppelin, ou uns Deep Purple, a música reinventava-se, resfrescava-se com um «voltar às raízes» ou à idade de ouro do rock.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas cedo se esperava que tudo viesse por aí abaixo. Três anos sem editar, dois comparsas - Chris Ross e Myles Heskett - a depedirem-se daquilo que era um grupo desde os tempos de juventude. Supreendentemente, Andrew revelou que até estava liviado por vê-los sair porta fora. Agarrou-se aquilo que tinha, uma soberba criatividade e um ouvido muito atento. Foi para casa e ouviu muito. Enquanto o tempo passava arranjou novos compinchas, uns velhos e outros novos conhecidos, caso da guitarra suplente - Aidan Nemeth.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Este álbum não é para&amp;nbsp;meos. Valeiu a pena brilhar, para logo a seguir reverberar nascido das cinzas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;California Queen é um tema mesmo reservadpo ao rock and roll. Cedo percebemos que os novos recrutas não se ficam atrás dos anteriores executantes. Criam tanto espaço e conforto que conferem a Andy mais liberdade par aas suas extravagâncias. Grand emalha de baixo dá lugar a um riff bem à Qotsa para fazer a deixa a Andy para a verdadeira voz&amp;nbsp;espiritual. Puro rock n' roll. Gravado na Califórnia sob o comando de Alan Moulder, um verdadeiro homem do leme.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;O álbum não para. Partimos de imediato para New Moon Rising. Um riff mais compassado, mas brutal. Aqui as luzes vão para a mpva secção rítmica renascida em Ian Peres e o seu velho amigo Dave Atkins. Desta vez Adrew não deixa solos de guitarra pelo acaso, sempre com um estilo muito clássico, mas bem sacados. Tudo como dita as regras do revivalismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;White Feather é mais um desses grandes exemplos, com um riff bem à Jimmy Page e uma voz cativante que combina um rebelde moderno de Ian Gillan com Robert Plant. Stock dale não é apenas bom compositor como um competente letrista, conseguindo fazer um tema de momentos mundanos ou regulares, que esconde muitas vezes uma ironia mordaz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mas isso não limita o seu ponto de vista, alargado e abrangente da música. A re-experimentalização chega até às aulas de Yoga, onde descobriu a posição do Ovo Cósmico,&amp;nbsp;nome que lhe pareceu sugestivo. Quando perguntado pelos seus amigos sobre qual seria o nome da música que estavam a ensaiar, Andrew escolheu aquele.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;MAs não é só aos clássicos que Andrew vai buscar influências. Sundial, parece umamalha retirada de uma Gibson de Tom Morello, com um solo distrocido, anti-guitarra tão típico deste.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Em suma Cosmic Egg é uma compilação de grandes músicas novas que mostra que estes mentes-abertas continuam no caminho certo, sem&amp;nbsp;dar mostras dele se afastarem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s320/4estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2949724698811042797?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2949724698811042797/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2949724698811042797' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2949724698811042797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2949724698811042797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/wolfmother-cosmic-egg-2009-modular.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SudztbyfOhI/AAAAAAAAALQ/FmtM1AUO9-s/s72-c/4estrelas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7092347129735735670</id><published>2009-10-23T20:57:00.002+01:00</published><updated>2009-10-26T21:03:50.525Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PROGRESSIVE NATION 2009 PAV. ROSA MOTA, PORTO 22/10/09&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s1600-h/Imagem+064.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s320/Imagem+064.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;Isto de partir para digressãoes é que dá dinheiro. Já lá vão os tempos em que víamos as bandas actuar por cá de 2 em 2 ou de 3 em 3 anos. Agora é fazer das digressões o ganha-pão, e ainda bem. Com algum custo lá se partiu para o Porto para ver um par de bandas bem amadas. Depois de uma longa viagem e muito stress acabou por se encontrar o&amp;nbsp;muito esperado&amp;nbsp;Palácio de Cristal, junto à Reitoria da Universidade Porto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Assim que entrámos uma forte decepção, aquele que iria parecer um forte festival para as bandas do género progressivo, revelou-se um concerto diminuto com duas grandes bandas e mais duas de abertura. Para além de que não foi divulgado nenhum horário oficial com a entrada e período de actuação das bandas. Para os mais crentes isto seria uma venue para acabar bem para lá das 2 da manhã. Pensávamos nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Perguntei a um espanhol, que nem sequer se dignou a responder em português que banda estava a tocar. O infeliz pensava mesmo que lhe ia responder naquela língua de merda, mas acabei por saber que estava a tocar Opeth. Não acreditei e quis ir verificar. Acabou por se confirmar uma das maioresa f**as da minha vida. Aquela banda que queria ir mesmo ver já esyava actuar e&amp;nbsp; já com 35% do reportório preenchido com Heir Apparent e a majestos Harlequin/Reverie Forrest a fazwerem parte do Pretérito, Mas que merda. Lotus Eater já bailava e eu a pensar que isto já estaria perto do fim. A minha hora e três quartos de Opeth mais as duas e tal&amp;nbsp;de Dream eram um sonho já passado para quem tinha feito um grande esforço para aqui chegar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYDR95R0XI/AAAAAAAAAK4/p9tbv3hKv4c/s1600-h/Imagem+078.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYDR95R0XI/AAAAAAAAAK4/p9tbv3hKv4c/s400/Imagem+078.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Mas depois os Opeth tocaram uma faiza daquele que é uma das faixas de um dos seus melhores álbuns, Windowpane de Damnation, um álbum inteiramente calmo. Deu para entrar no espírito até vir uma das favoritas directamente do auge da dupla Aekerfeldt/Lindgren, Deliverance tema homónimo do álbum. Poder-se-ia dizer que eram tanto aguardado uns quantos outros e havia muitos bons meninos que pagaram €30 só para ver Opeth. Mas como o último álbum é que dita as regras despediram-se com a fenomenal e épica Hex Omega de Watershed. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Apesar de os membros se esforçarem para produzir um bom som, quem estivesse no limiar da plateia, ouvia a batia de bateria típica de uma sala de eco e uns teclados quase ausentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Felizmente ultrapassou-se assim que começou Dream. A Nightmare to Remeber começou como tema de abertura. Começou com muita força e sem grandes agitações com o som da guitarr, bateria e voz a sentirem-se com pujança. Aqui viu-se também a&amp;nbsp;crescente intervenção de Portnoy nos vocais que acabou por ser péssima. O gajo não tem nenhuma colocaçõa de voz decente, e sempre que o faz tem o LaBrie na sua dianteira. Mas ele queria a atitude metal no fim do pesadelo, mas acabou por ser ele a ficar&amp;nbsp;em maus lençóis. Mais vale aguentar a vozinha de «anjo caído maricas» do LaBrie, que é assim mas é uma boa voz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;A seguir era hora de ir aos clássico e Petrucci não faz por menos com a sua guitarra de 7 cordas a tocar 3 músicas de seguida. A densa Mirror com um dueto competente entre mais uma vez Portnoy e LaBrie, só que aqui bem treinado. Para de seguida vir a hard rock Lie.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Já seria de suspeitar o curto concerto assim que Rudess dá lugar ao seu solo de teclados (muita gente que conhece Drea ao vivo já ia pensando isto não vai durar muito). Passando no ecrãzinho, Rudess lá vai fazendo a sua magia pondo até mais tarde o tradicional chapéu de mago, mais o seu boneco no octokeyboard. Prophets of War é a música de regresso seguida de Wither - o habitual momento das curtas. Logo a seguir, e não fosem eles uma banda&amp;nbsp;com uma boa parte de instrumentalidade, Dance of Eternity, com mais uma vez Petrucci a revisitar a sua boa 7 cordas.&lt;br /&gt;Só para o fim é que vinha o melhor alinhamento de todos os concertos que já vi de Dream, Sacrificed Sons e In The Name of God. O primeiro, para mim o melhor tema de Octavarium com The Root of All Evil. Aqui apelaram a um já patético patriotisnmo americano lamechas, com os já agastados bons e maus da fita. Não faz mal porque nós gostamos das músicas e letras. Para continuar com a religião partiram para o negro Train of Thought que é o a depictação do mal do fanatismo. Curioso eles terem tocado os temas conjuntamente&amp;nbsp;porque, de facto, eles interligam-se.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;La foram para a pausa e regressaram com o melhor tema de Black Clouds &amp;amp; Silver Linings. Um Pavilhão bem recgheado preparou-se para ouvir um bem agurdado épico com um final estonteante. É a verdadeira sucessora de Stairway to Heaven, com um toque de David Gilmour. Fenomenal guitarra, teclado a criar o ambiente perfeito que a voz murmurante termina em êxtase. Foi por pouco tempo, mas as músicas que escolheram para tocar ultrapassam tudo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYNSK_DlvI/AAAAAAAAALA/aucK9zPG1G4/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYNSK_DlvI/AAAAAAAAALA/aucK9zPG1G4/s320/4estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7092347129735735670?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7092347129735735670/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7092347129735735670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7092347129735735670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7092347129735735670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/progressive-nation-2009-pav.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuYC7nWt85I/AAAAAAAAAKw/S7GsgpJqV3Y/s72-c/Imagem+064.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4148882494950908734</id><published>2009-10-20T18:34:00.002+01:00</published><updated>2009-10-27T08:49:36.041Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;EDITORS - IN THIS LIGHT AND ON THIS EVENING (2009, KITCHENWARE)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s1600-h/folder.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s320/folder.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Posso dizer qualquer coisa como um grande sacrilégio, mas os Editors sempre me pareceram uns Coldplay mas bem mais alternativos. Intrexicados numa música estranha, e de dificíl acesso. Mas em vez de crescerem no sentido pop, desenvolveram o seu estilo e nele permeneceram como uma moderna banda de culto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;The End Has a Start demonstrou que os Editors eram um projecto a ter em conta e disseminou a projecção que já se lhes vinha advogando. Com In This Light and On This Evening, os editors fazem um bom regresso aquela música obscura britânica dos anos 80 com um forte recurso ao som electrónico e às guitarras com afinações e pedaleiras distorcidas. E regressam com muito para dizer, quase como uma sub-cultura de Madchester renascida bem ao estilo de Echo and Bunnymen ou Joy Division. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tom Smith mantém altas as expecativas do seu público com letras e vozes fortemente importantes. Tal como um Ian Curtis moderno, ou um Joe Strummer mais melancólico e soturno, continua com as suas paelações filosóficas e poéticas que não são nada de descurar, sobretudo nestes tempos modernos em que valores como a democracia, liberdade e direitos inidividuais parecem estar dados como garantidos. As vozes mantêm-se tão importantes como sempre na música dos Editors e sempre que os ouvimos existe uma mensagem subliminar importante a descobrir. «Papillon» é um desses exemplos que foi directamente extraído como single.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nível instrumental mantém-se respeitados embora não sejam daquele nível de referência. The Boxer, com mais uma vez a apelar a valores políticos remistura uma boa linha de baixo de Russell Litch&amp;nbsp;com a guitarra do polaco Chris Urbanowicz que lhe dá um efeito estranho e mais uma vez a adaptabilidade de Tom Smith aos teclados que lhe dá uma ascendência clássica bem magnânima. De resto a secção rítmica de Ed Lay mantém-se bem discreta durante todo o álbum épico urbanosem nada de grandes devaneios, até porque trata-se de um veículo ambiental para o desenvolvimento das letras que são o ponto fortíssimo dos Editors.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Like a Treasure é a faixa mais melódica e afectiva que mais uma vez se pinta num quadro urbano típico de uma cidade nocturna iluminada. A música segue um estilo bem compassado, quase acompanhado o tráfego acelarado citadino, muito próximo de uns U2 em The City of The Blinding Lights.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este álbum marca o próximo passo dos Editors que passam para uma música bem mais preenchifda e ambicionada, com uma produção maior e menos minimalista.&amp;nbsp;Há recursos a maiores potencialidades dos instrumentos e num som mímpido e translúcido, com um cunho espiritual muito forte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Suaz_4t9mYI/AAAAAAAAALI/a5ZjexlQeM0/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Suaz_4t9mYI/AAAAAAAAALI/a5ZjexlQeM0/s320/3.5discos.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4148882494950908734?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4148882494950908734/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4148882494950908734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4148882494950908734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4148882494950908734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/editors-in-this-light-and-on-this.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SuM7xrUqAQI/AAAAAAAAAKo/R1pGQg2aCB0/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8126691234583952599</id><published>2009-10-16T18:34:00.002+01:00</published><updated>2009-10-18T18:44:34.939+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#5: THE BEATLES - GET BACK&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JlWFpdPX45g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JlWFpdPX45g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com os Fab Four há-de haver muitas músicas para colar. Quase que dá para preencher os dias do ano, com tanta coisa boa que eles têm para nos mostrar. Esta é uma grande malha do verdadeiro rock n' roll. Vejam atitude deste Sr., Sir Paul McCartney, com um apose mesmo rock e rebelde. Quase em ltura de retirarem os Beatles ofereciam dois dos seus grandes álbuns. Há quem ache Let It Be decpcionante. Eu acho que é os Beatles no seu melhor. John Lenno a sacar grandes solos improvisaddos de country rock e Ringo a fumar o seu belo cigarro, George Harrison com um ar descontraído e Paul McCartney com a sua voz esganiçada. Isto mete respeito.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8126691234583952599?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8126691234583952599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8126691234583952599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8126691234583952599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8126691234583952599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas5-beatles-get-back-com-os.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2965062568095486990</id><published>2009-10-15T18:34:00.003+01:00</published><updated>2009-10-29T12:56:08.737Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;strong&gt;ÁLBUNS MÍTICOS #3: THE BEATLES - SGT PEPPER LONELY HEARTS' CLUB BAND (1967, EMI/PARLOPHONE)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s1600-h/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s320/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com certeza este é um dos álbuns mais icónicos de sempre. A capa memorável, e sempre que se fala dos Beatles é inevitável embater neste colosso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ser granco não consigo indagar da origem do mito, porque de facto tudo o que foi feito a partir daí foram ramificações do que os Beatles fizeram nesta grande viagem mental. E não bastou muito para dizer a verdade. Quem viu imagens de arquivo para verficiar estes granse génios em trabalho, vemos uns escassos microfones, uns quantos instrumentos entre umas guitarras , dois pianos, um baixo, uma betria simplex e uns bongos e maracas para Ringo dar uns toques exóticos. Tudo o resto foi a extraordinária mente humana.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curioso é a faciloidade com que eles conseguem abordar determinados assuntos, inclusive o próprio fenómeno de banda, ou seja eles próprios. Para isso deram-lhe um jeito conceptual que aliás já andavam a explorar com Yellow Submarine. Num serão, a banda junta-se para entreter uma audiência. Com uma entrada com sopros mutio triunfal, a Sgt Pepper Lonely Hearts' Club Band num ar muito modesto, aprenderam a manejar as tubas e os trompetes e as malhas de guitarra. Nunca foram grande espingarda, iam e siam da moda, mas acabbam por garantir um bom serão. A capacdade introspecção para o próprio megafenómeno musical nunca se viu noutra banda, a capacidade de auto-análise. Vimpos que bnoutras bandas foi até quase que uma expiação, senão uma forma de conflitos, caso dos Pink Floyd e a sua ópera-rock The Wall.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Permanece o talento inato para a composição de canções, e para isso cresce o fenómeno de colectivo, da primazia do arranjo musical de grupo, que sempre superou a composição individual. Os Beatles foram, são e serão sempre maiores do que o fenómeno individual do que os seus membros, mesmo que somados. Daí Witha a Little Help From My Friends mais uma vez uma auto-análise do espectáculo e a relação banda-audiência. Uma grande canção com todos os elementos do sucesso. Não interessa se é comercial. Nem foi essa a intenção dos compositores, mas a capacidade de escolher a melhor nota para cada momento e a harmonica conjunta dos membros. Vemos no fim é como uma fórmula matemática, sabemos que aquele é o rersultado certo e perfeito da articulação de todas aquelas notas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De Sgt. Pepper sai também aquilo que hpoje em dia é inseprável da música, especialmente do rock. Os Beatles foram os primeiros a explorar e a dissertar sobre essa faceta, e de uma maneira bem inteligente. A revolução social, e tudo o que as drogas ofereceram não veio de Sweet Leaf, Snowblind dos Black Sabbath ou Saucerful of Secrets, Set The Controls for The Heart of The Sun&amp;nbsp;dos Pink Floyd ou Strane Brew dos Cream e tatas que poderíamos referir que têm halucinogénicos como ponto de partida. Veio de Lucy in the Sky&amp;nbsp;with Diamonds ou Fixing a Hole.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas os Beatles que acompanharam todo este processo de forte mudança social estavm prontos a ir mais adiante. Experimentar, re-experimentar e no fim voltar às raízes, como uma atitude de quase veteranos em Le it Be. Mas isso são contos para outras ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ocidente, por enquanto, fazia a sua 2ª viagem para oriente, desta fgeita pela cítara de george Harrison. não para dominar, mas para de lá trazer as suas raízes e os seus ensinamentos para uma grande viagem mental em Within You Withou You. Daqui nasce a mistura entre o rock e a música tradicional, que afinal era possível. A música parecia deixar de ter barreiras e rótulpos que nós ouvintes estamos sempre a tentar colar como se fossem migalhas de Nansel &amp;amp; Gretel para nos orientar o caminho. O exemplo está no classicismo que os Beatles conhecima bem em She's Leaving Home.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas aquilo que fz os Beatles, uma marca orgulhosamente britânica que vive muito da guitarra. Outras bandas como os Yes, e os Genesis haviam de explorar daqui em diante. Being fo the Benefit of Mr. Kite!, ou a Day in the Life, temas que foram sempre queridos aos Beatles. Ou a típica música, dedicada à musa feminina, Lovely Rita no seguimento de Hey Jude ou Michelle, Martha My Dear.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pedra basilar da música moderna, junta todos os elementos mais extensos da música, destronando todas as barreiras do que se pode ou não fazer com a música. Isso foi e é verdadeira arte.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKCsFoMXI/AAAAAAAAAKY/yn8poEvayHQ/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKCsFoMXI/AAAAAAAAAKY/yn8poEvayHQ/s320/5estrelas.JPG" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2965062568095486990?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2965062568095486990/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2965062568095486990' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2965062568095486990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2965062568095486990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/vinys-de-parede3-beatles-sgt-pepper.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SttKOkE0YPI/AAAAAAAAAKg/tmssGPH7uJs/s72-c/Beatles_SgtPeppers_p1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7509189185295484346</id><published>2009-10-14T17:55:00.000+01:00</published><updated>2009-10-18T18:00:13.736+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#4: THE BEATLES - DRIVE MY CAR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="364" width="445"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8Ts2U1mkfz4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8Ts2U1mkfz4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A maior banda do mundcertamente composta das músicas mais memoráveis. Grande parte do procuramos acabamos por lá encontrar. Hoje escolhi esta porque tem uma excelente entrada de todos os intrumentos. O acordo muito rock e um baixo cheio de groove, que dá o mote para Ringo sacar da tarola da sua bateria. O refrão tem uma melodia cativante e que muito facilmente nos fica no subconsciente e uma letra ópitma para os domingos quando ambicionamos ser motoristas das nossas namoradas,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7509189185295484346?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7509189185295484346/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7509189185295484346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7509189185295484346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7509189185295484346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas4-beatles-drive-my-car.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3352762675618453311</id><published>2009-10-13T22:12:00.001+01:00</published><updated>2009-10-13T22:13:52.659+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS#3: RAINBOW - STARGAZER&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zPXvcZ2NVGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zPXvcZ2NVGE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Mais um grande riff do mítico Ritchie Blackmore, que se tornou num do primeiros mestre nestes segementos de notas bem sacados. Para além daquele final que chega a bater nas estrelas, constelações e para além mais. Aqui representado por O Senhor dos Anéis vocais Dio, que revisitou a sua antiga banda a solo. Mais uma grande canção aqui a bater em cheio no Heavy Metal, mas com um poder melódico transcendental.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3352762675618453311?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3352762675618453311/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3352762675618453311' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3352762675618453311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3352762675618453311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas3-rainbow-stargazer-mais.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4522264948200949187</id><published>2009-10-13T22:04:00.002+01:00</published><updated>2009-10-13T22:05:16.044+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GRANDES MALHAS #2: KING CRIMSON - LARKS TONGUE IN ASPIC. PT2&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IE3yUHbLcwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/IE3yUHbLcwI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje voltamos a uma viagem por aquelas músicas que ficam coladas ao meu imaginário como lapas e que me fazem inadvertidamente balançar a cabeça no sentido vertical. Vejam e ouçam como a guitarra tem um riff simples, mas poderoso e cativante, com um baixo a rasgar ps limites da imaginação. Deixam-nos os berlindes celestes a voar indefenidamente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não admira que os Dream Theater tenham feito um cover deste original dos King Crimson. A sua natrueza instrumental precorre os alicerces daquilo que são os Dream Theater e dos quais os King figuram como reis no elenco de influências. O real Robert Fripp demonstra aqui na simplicidade, como Richi Blackmore, que nao é preciso sempre perder-se em escalas infinitas para ser-se considerado um grande guitarrista&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4522264948200949187?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4522264948200949187/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4522264948200949187' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4522264948200949187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4522264948200949187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/grandes-malhas-2-king-crimson-larks.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7550890457513392042</id><published>2009-10-12T21:45:00.002+01:00</published><updated>2009-10-13T08:45:56.226+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;THE DEAD WEATHER - HOREHOUND (2009, THIRD MAN RECORDS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/The_Dead_Weather_-_Horehound.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/3/3b/The_Dead_Weather_-_Horehound.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jack White é como um pequeno diabo do rock, tem de estar sempre a inventar, a trabalhar em coisas novas. Um verdadeiro caso clínico de compulsi-vidade pelo trabalho. Sempre que trabalha com alguém novo, lembra-se de vir com novas propostas para novas sonoridades. Dead Weather sai exactamente de um acidente durante um afatídica digressão dos White Stripes que nunca viram a luz do dia na Europa. Problemas vocais levaram a que a donzela deprimente e sado-masoquista, com um «ligeiro» toque de estrela de rock auto-destrutiva Allison Mosshart dos Kills assumisse o papel de voz. Até que White pensou e se eu pegasse nas minhas baguetas e fosse rockar para a bateria. Foi isso mesmo que aconteceu para juntar Jack Lawrence (o sósia conhecido de Jack White) dos Greenhorne e também dos Raconteurs e Dean Fertita dos Queens fo The Stone Age para um disco tipicamente transistor. Jack nunca aparentou muito juízo naqueles c**nos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basta pensar no nome querido que pensaram para o álbum, (W)Horehound. sugestivo não parece.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até porque Alison Mosshart não é flor que se cheire, e o mesmo se pode dizer do álbum. Se é para isto mais valia continuar com os Raconteurs. Aqui se vê em pleno a falácia da composição, o facto de termos bons elementos&amp;nbsp;juntos num grupo, não se segue que o grupo seja bom, pelo menos tão bom quanto a soma das partes,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este álbum fica um pouco aquém tirando obviamente aquilo que o toque de Midas de Jack White consegue salvar. Digamos que faz dele um álbum mediano. Temos o típico blues country que sempre persegue Jack nas suas raízes com a pergunta retórica «Will There Be Enough Water» ou até o cover do seu ídolo Bob Dylan «New Pony». &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O álbum transpira Sadismo por todos os lados, «Cut You Like a Buffallo», ou a fetichista «Treat Me Like Your Mother» ou até «Hang You From The Heavens». Isto deve-se à presença feminina arrojada de Mosshart que nunca jogou com o baralho todo. Mas não fica atrás destas mentes perturbadas, aliás ele é a verdadeir rainha de copas para estes meninos. Não é uma musa, mas uma górgona demolidora, que não contribuiu apenas com sua voz, mas participa na escrita as músicas. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma boa experiência para dias cinzentos e dolorosos.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s1600-h/2.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s320/2.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7550890457513392042?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7550890457513392042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7550890457513392042' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7550890457513392042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7550890457513392042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/dead-weather-horehound-2009-third-man.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StQwK2-i_yI/AAAAAAAAAKQ/SeF6CehJBzo/s72-c/2.5discos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-7829332722612737644</id><published>2009-10-12T10:00:00.001+01:00</published><updated>2009-10-12T21:46:24.246+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;GONG -2032 (2009, WAVE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c0/Gong_2032.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c0/Gong_2032.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Podemos pensar nos Gong como uma grande família de estranhos. Uma verdadeira Pedra Basilar da música moderna que se sediou nos arredores de Paris. Sem querer sou puxado para um universo alternativo, muito futurista. Tipicamente francês. Eles têm destas coisas, já se sabe. Lembro-me com frequência de Adolfo Luxúria Canibal e dos seus Meccanosphere.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Os Gong não seguem exactamente a sua parada, mas trazem à baila um França outrora muito vanguardista. Só fica a faltar os orgulhosamente francês. Parece que, hoje, todos se armam em Anglófonos e temos que nos render ao seu universalismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Como não podia deixar de ser há uma grande história por trás e&amp;nbsp; 2032, vem no seguimento da Tirologia Radio Gnome. Se Acid Motherhood foi uma viagem corrosiva, em 2032 somos convidados a vestir os fatos&amp;nbsp;de astronauta&amp;nbsp;e entrar no Espaço Gong.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E é tudo menos linear, bem pelo contrário, do mais eclético que pode haver. Os primaços David Haellen, Steve Hillage, Gilli Smyth, Miquette Giraudy, Mike Howlett, e Didier Malherbe voltam à carga para continuar o legado de Radio Gnome. e soam a um Hard Rock estranho, com esquizofrenia bem típica da Geração de Orfeu.&lt;br /&gt;Por detrás de toda esta mísitca e aventura espacial está uma crítica mordaz às sociedades modernas. è com aquela batida de tarola que entra de ronpante para dar lugar a um riff bem ao estilo de King Crimson. City of Self Fascinaton é o lado bizarro, de um mundo moderno, a patologia de Narciso, todos nós sofremos do orgulho contemporânoi de nos apaixonarmos pelo nosso nível civilizacional e nem parece haver banda mais eclética do que esta misturando gritos enlouquecedores de Miquette com o Rap de David Aellen.&lt;br /&gt;Por detrás de toda esta maquilhagem vem o rosto desfiguarado da sobrevivência desenfreada, compoetição e selecção artificail. O toque intrumental dos Gong faz passar isso mesmo em «How To Stay Alive», a longa do disco, que mais parece um hip hop fanfarrão e brincalhão, que se assemelha ao lado B de HipHopapotamous vs. Rhymenocerous dos Flight of the Concords. Mas não se assustem que a Guitarra Mágica e cheia de alucinogénicos não anda muito longes. Foi só para deixar o Drum N' Bass de Mike Howlett e Chris Davis.&lt;br /&gt;Nem a manipulação do corpo feminino e a exacerbação do mundo virtual ficou por caricaturar em Digital Gril. Ao que parece a adição do ser humano&amp;nbsp;ao&amp;nbsp;mundo digital&amp;nbsp;pode ser um problema&amp;nbsp;preocupante da humanidade daqui a uns anos. Mas entratanto os Gong tratam tudo com muito humor e mestria musical. Do princípio ao fim a música envolve-se num jazz obscuro com musica tribal, e uma guitarra que mais parece um Robert Fripp em Cirkus, com trompete e saxofone à mistura. Viagem de Ácidos mas com respeito.&lt;br /&gt;Guitar Zero então só pode ser a mais pura das ironias para os «Querem-Ser» (Wannabes). E para os invejosos&amp;nbsp;Steve Hillage&amp;nbsp;até se mantém discreto, dando lugar a&amp;nbsp;Didier Malherbe&amp;nbsp;para um grande solo de saxofone e Miquette desperta a mente com o seu teclado&amp;nbsp;ambientista que impressionaria o próprio mestre Rick Wright&amp;nbsp;. E no entanto, aquela tenacidade, por vezes aborrecida, mesmo à Daft Punk, com frases repetitivas e electrónicas.&lt;br /&gt;O verdadeiro épico, bem ao estilo o neo-prog rock dos Muse com apelo à grandiosidade clássica dos Rush em Wacky Baccy Banker. David Aellen não guarda nada, nem o estilo maluco dos Primus que tanto beberam destes. Loucura é a palavra de ordem, e quando menos esperamos, a música muda de ritmo e de compasso, como e passássemos de multiverso em multiverso. Fazem lmbrar os Primitive de Alternative Prison ou Tips &amp;amp; Shortcuts. &lt;br /&gt;Um&amp;nbsp;grande regresso do ano.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s200/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-7829332722612737644?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/7829332722612737644/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=7829332722612737644' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7829332722612737644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/7829332722612737644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/gong-2032-2009-wave-podemos-pensar-nos.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/StOVlGRwm9I/AAAAAAAAAKI/pg1yBWYZr_o/s72-c/4estrelas.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8454741623605554461</id><published>2009-10-09T09:00:00.005+01:00</published><updated>2009-10-29T12:55:12.999Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ÁLBUNS MÍTICOS #3: THE BEATLES - REVOLVER (1965, EMI/PARLOPHONE/APPLE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s1600-h/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s320/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;«Turn off your mind, and float down stream it is not dying, It is not Dying&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Lay Down all Thought, surrender to the void Is it Shinning? Is it Shinning?»&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começou a grande viagem. Tudo graças a quê? Claro às drogas e uma grande dose de inpiraçõ e talento Tanto papel desperdiçado a studar os efeitos das dorgas nas mentes, quando ouvindo-se os discos dos Beatles se consegue perceber o fio escorreito de pensamento artístico que dali sai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começamos bem com un «quase&amp;nbsp;punk rock» a puxar às influências anarquistas. Uma das maiores certezas de que podemos ter na vida é de que temos de pagar impostos, ou, no mínimo, declarar os nossos rendimentos. George Harrison não foi buscar este assunto por acaso, a Grã-Bretanha atravessava por esta altura um grave problema com o peso do estado na Socieda e toda a cultura hippie que os Beatles ajudaram a desenvolver ansiava por essa libertação do espírito, que acabou por ter reflexos no individualismo e redução da esfera de intervençãoi do poder público.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este não é o único bom contributo de Harrison, esta mudança de corrente e de ideias já se despoletar para Oriente, quando Grã-Bretanha foi forçada a conceder a independência à Indía. O aperfeiçoamento interior e da cítara começa aqi com «Love You To». &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tradicional música dos Beatles com nome de orgulhosa detentora de dois Cromossomas X mantém-se. Eleanor Rigby uma extraorfinária mistura de coros vocais com elementos clássicos. Uma das primeiras bandas modernas a visitar esse passado musical. Marca que iria ficar para a posteridade tentar e retentar, misturar a Música Contemporânea com outras. Os Beatles aproveitaram e desenvolveram esta tipo de escrita das canções em todos os álbuns que se haviam de suceder.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A expressão dos sentimentos dos poetas não se ficava por aqui. A caricatura do quotidiano «Everybody Thinks I'm Lay / I don't mind I Think They're Crazy» está narrado em «I'm only sleeping». Quem m podera dizer iss quando tenho que madrugar todos os dias de manhã «When I'm in a middle of a Dream/please don't Shake me / Leave Me Where I am».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De Revolver sai a música que cria um dos primeiros álbun conceptuais modernos, que ir-se-ia tornar uma marca, um objecxtivo para todas as bandas dignas do seu nome: narrar uma história do princípio ao fim de um álbum. Foi com os Beatles que a importância do álbum se deveu e se deixou o tempo dos singles até ao dia de hoje, em que se está a recuperar essas influências dos malogrados anos 80.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por enquanto Revolver é apenas um bom álbum-colectânea. as músicas não têm fio condutor. No entanto não deixa de ser um ícone, pela excelente composição de canções que o percorrem. «Here There and Everywhere» deixa-nos mais uma marca dos Beatles, o potencial vocal e os arranjos dos coros. Tanto que até os QOTSA os fazem com mestria com distorção destrutiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas um dos melhores temas do álbum fica para o fim - «Tomorrow Never Knows» escrita pela habitual Dupla Lennon/McCartne. Com uma batida fenomenal de bateria assinada por Ringo Starr&amp;nbsp;e umas letras prontas a abrir a revolução psicadélica que aí vinha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss47WImIyYI/AAAAAAAAAJo/eNRBeZQJQGY/s1600-h/5estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss47WImIyYI/AAAAAAAAAJo/eNRBeZQJQGY/s320/5estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8454741623605554461?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8454741623605554461/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8454741623605554461' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8454741623605554461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8454741623605554461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/discos-insolitos2-beatles-revolver-1965.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss41p1Hpz9I/AAAAAAAAAJg/4gLKSfvvnCs/s72-c/Beatles_Revolver_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3038796575502787134</id><published>2009-10-08T10:00:00.005+01:00</published><updated>2009-10-29T12:54:30.682Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ALBUNS MÍTICOS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;#2: THE BEATLES - RUBBER SOUL (1965, EMI/PARLOPHONE/APPLE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s1600-h/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s320/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Muito já se disse sobre os Beatles, e ainda mais se dirá e muito ficará por dizer. De maneiras que o meu pequeno e muito&amp;nbsp;singelo contributo de um&amp;nbsp;ouvinte que começa lentamente a explorar as malhas será apemas mais um dos pontos nesta grande história da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Eles acabam por ser o marco, a pedra basilar de toda a música moderna, a raíz da árvore do rock que faz parte dessa grande florresta chamada música. Se fizermos um percurso no tempo, vemos que eles são a maior influência que percorre toda a música popular e não popular até aos dias de hoje. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Até ao lançamento de Rubber Soul, eles já tinham ganho tudo o que havia para ganhar em termo de grupo. Venderam, venderam ainda mais, encheram salas de espectácculo, tocaram nos sítios mais inesperados e tal como, o Federer no Ténis, estavam prontos para ir mais além. Revolucionar tudo aquilo que criaram. O grande feito dos Beatles foi criar a música moderna e recriá-la. Se Please Please Me representa o 1º momento, Rubber Soul o 2º. Para além do extraordinário poder de compor canções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Aliás ele representa a fase de transição. O encontro do belho e o novo mundo. Drive My Car parece «os velhos do restelo» do rock n' roll e com Norwegian Wood o perfeito exemplo de folk rock, a antecipar uns Fairport Convention ou Jethro Tull. Ecletismo parecia ser as novas, e os Beatles estavam determinados a mostrar que tudo era possível com instrumentos relativamente acessíveis a jovens desde que tivessem o devido talento para o criar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;«You Won't See Me» é mais um típico «swing» dos Beatles. Como experientes adolescentes maduros, muitas vezes a adolescência era o mote para mais uma canção. sobretudo, o problema em lidar com os sentimentos de afecto, como o amor ou a paixão do momento. Exemplo disso também é «Michelle», paixãpo com barreiras transfroenteiriças e mais um bom exemplo do melhor dueto compositor que já exisitiu, a colaboração Lennon/McCartney.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;Mas nem só de amor vive o rock. A densidade crítica e instrospectiva do homem estava patente para um homem com um forte pendor filosófico como John Lennon. O homem sem pátria - «Nowhere Man»&amp;nbsp;ou o efeito das drogas - «Think For Yourself» - no intelecto humano em libertava a pasta maleável de que é feito o nosso interior.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;O título é tudo menos despropositado e o vislumbre dos génios, ameaçava brilhar ainda mais....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7kdX5NLbI/AAAAAAAAAJw/j1bUVSEPxWU/s1600-h/4.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7kdX5NLbI/AAAAAAAAAJw/j1bUVSEPxWU/s320/4.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3038796575502787134?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3038796575502787134/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3038796575502787134' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3038796575502787134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3038796575502787134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/musica-ano-0-beatles-rubber-soul-1965.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss0BoGnKwJI/AAAAAAAAAJQ/1StMx_ycuFk/s72-c/Beatles_RubberSoul_p1-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4086065872099102483</id><published>2009-10-07T20:36:00.001+01:00</published><updated>2009-10-07T20:36:58.957+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ALICE IN CHAINS - BLACK GIVES WAY TO BLUE (2009, VIRGIN/EMI)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s1600-h/Cover.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s320/Cover.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Recomeço, renascença parece ser a palvra de ordem por aí. Como a Fénix, todos anseiam por uma segunda oportunidade e o revivalismo que parece tão brilhante e mágico quando os eventos já se esbateram no tempo é mais que evidente. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Tudo indicava que os Alice in Chains vieram em 2006 para matar saudade e tocvar aquelas grandes malhas que fizeram história e marcaram um género não estivessem para sempre condenadas a serem ouvidas em auscultadores. Seattle e o seu som vai estar novo em voga.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizendo em português, a depressão deu lugar à tristeza. O verdadeiro Grunge nunca foi grande som para sorrisos e o som sujo potente, decrépito e cheio de boaa disposição mas a mandar foerter para a veia nunca se desvaneceu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curioso que Jerry Cantrell fez questão de pegar o som e a históriia onde a deixu. Quem ouvir a Music Bank sabe que a última música é Died e a primeira Get Born Again. All Secrets Known pega exactamente por aqui. Depois de dar o verdadeiro tributo ao falecido Layne com o seu primeiro álbum a solo (não foi o único, os Metallica homenagearam-no como um dos muitos mortos em combate no rock com Death Magnetic), deixou o negativismo compulsivo para trás depois de encontrar a derradeira voz de Layne renascida com William Duvall que apesar de muito competente é bem disposto, bem demais para um som como Alice In Chains. Os restantes camaradas juntaram-se alegremente ao conjunto, o amigável Inez e o rebelde Sean Kinney (que fez aos precisamente no dia em que cá vieram pela 1ª vez&amp;nbsp; e que Maynard dos Tool não se fartou de repetir).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois do regresso, rápido para o rogulho da velha guarda. Velhos soldados do Grunge atacam a música de porcaria que se faz hoje em dia com as medalhas bem exibidas ao peito, «I'm the Last of My Kind Still Standing».&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E para termos a certeza de que este não é um golpe da carteira ou uma tentativa para reaver o sucesso, o som parece profundamente similar a tudo o que já ouvimos deles. «Your Decision» assemelha-se a um lado B da sentida Heaven beside You ou a melhor Over Now. E digo-vos não lhes fica atrás. Todo o álbum soa a grande clássico. Jerry cantrell amadureceu bem com o tempo, mas a sua essência enquanto xompositor permaneceu, até porque ao fim e ao cabo ele era o Pete Townshend dos Alice In Chains e o regresso ao activo deu para libertar toda esta inspiração que vinha&amp;nbsp;acumulando ao longo dos anos. A Loking In view vais buscar toda a ferocidade do riff grave e obscuro de Them Bones, Love Hate Love&amp;nbsp;ou Angry Chair, um dos maiores trunfos de Layne. Um grande regresso, de um dos maiores marcos de uma geração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Seattle pode permanecer orgulhosa como uma das várias Mecas da música.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ssztr3vqHPI/AAAAAAAAAJA/15FetTuvbu8/s1600-h/4estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ssztr3vqHPI/AAAAAAAAAJA/15FetTuvbu8/s320/4estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4086065872099102483?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4086065872099102483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4086065872099102483' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4086065872099102483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4086065872099102483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/alice-in-chains-black-gives-way-to-blue.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsznfWXPFfI/AAAAAAAAAIw/2DvG4rWKPZo/s72-c/Cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-6337580396018732459</id><published>2009-10-06T08:27:00.006+01:00</published><updated>2009-10-07T20:37:58.703+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;ISIS - WAVERING RADIANT (2009, IPEPAC RECORDINGS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxI-fBjEcI/AAAAAAAAAIg/6iOIvZHijnQ/s1600-h/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s1600-h/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389763241282469138" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s320/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 318px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Para muitos uma banda ainda desconhecida, mas os Isis têm vindo a crescer como um fenómeno ainda incerto, sobretudo como banda de culto no panorama da música pesada contemporânea. O som é dificíl de descrever mas assemelha-se bastante a uns Opeth, só que mais industriais. O seu som tem vindo a melhorar e a incorporar cada vez sons inconstantes e ecléticos. Não é para espantar, mas a banda de Aaron Turner anda cá neste mundo desde 1998, e os álbuns têm uma tendência progressiva para compor paisagens mais melódicas e os atributos vocais de Turner não são para menos porque a sua voz tem um forte potencial.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hall of the Dead é o mote para a viagem pelo misticismo. Fortemente inspirados em bandas como Melvins ou Neurosis, o som parece uma crise esquizofrénica. E o que parecia ser muitas vezes um devaneio em álbuns anteriores, nota-se uma focagem na composição em muito devido à melhoria técnica tanto do baixista Jeff Caxide com um groove fortemente inspirado em Justin Chancellor dos Tool e a combinação das guitarras a nível de solos límpida e harmónica, com propensão para preenchimento do vazio, Ghost Key é um óptimo exemplo. Turner afirma que vai buscar as suas influências metafísicas a livros como Dom Quixote ou Labirintos, ou até mesmo Casa das Folhas, onde a presença de um universo indiscrítivel e carregado, com elementos estranhos é notável.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maturidade da banda reflexa-se um pouco por todo o álbum. Bryant Clifford Meyer comporta-se como um descendente natural de Rick Wright (teclista de Pink Floyd) com um entrada fenomenal em Hand of The Host digna de uma Echoes ou Sheep. O mesmo se pode dizer Aaron Harris que evoluiu bastante desde Panopticon ou In The absence of Truth.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Wavering Radiant é um álbum bastante masi fácil de interiorizar do que Oceanic ou mesmo Celstial, que portaram-se como um Saucerful of Secrets ou Umagumma, quando a banda estava ainda a encontrar o seu caminho. Mas com Threshold of Transformation nota-se que finalmente sabem o que querem fazer. Não estão a quebrar fronteiras, mas nota-se exactamente o que querem fazer e já demarcaram o seu próprio processo criativo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sszt_X9oJKI/AAAAAAAAAJI/gTGoSjDNfbk/s1600-h/3+estrelas.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Sszt_X9oJKI/AAAAAAAAAJI/gTGoSjDNfbk/s320/3+estrelas.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-6337580396018732459?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/6337580396018732459/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=6337580396018732459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6337580396018732459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/6337580396018732459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/isis-wavering-radiant-2009-ipepac.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsxJHJwZfRI/AAAAAAAAAIo/yb02tzmN4Rg/s72-c/00-isis--wavering_radiant-.ipecac.-promo-2009-cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-4153935250448838263</id><published>2009-09-29T14:21:00.001+01:00</published><updated>2009-10-09T08:24:09.739+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;LEGENDARY TIGER MAN - FEMINA (2009, EMI/DISCOS TIGRE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;«The desire of the Man is for The Woman but the Desire of the Woman is for the Desire of The Man»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzFhL5ziI/AAAAAAAAAIQ/xeFUdDpO5Tc/s1600-h/c_4147440.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s1600-h/c_4147440.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387628425525511074" src="http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s400/c_4147440.jpg" style="cursor: hand; float: left; height: 400px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 271px;" /&gt;&lt;/a&gt;O Sr. Mil Projectos não acalma, continua com uma moca de speeds fenomenal, sempre com uma a mais dentro da cartola. Depois dos Wraygunn vem o projecto individual, o seu alterego, a sua outra face, do pinga-amor solitário e garanhão, mas uma banda de um homem só em simultâneo. De facto, não há nada comparável ao Lendário Homem Tigre, como diz muito bem a gata assanhada Peaches em She's a Hellcat. O Blues é o seu ponto de partida, e a imagem da mulher o seu assunto. Todas as canções são comparticipadas por seres do outro lado. Como um trovador dos tempos modernos que faz a sumissão e a veneração do culto feminino. Inclui, claro está o cover do original da Nancy Sinatra «These Boots Are Made For Walkin'» com a Maria de Medeiros. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paulo Furtado aproveitou para desenvolver a sua mestria na guitarra melhorando o arpejo para conseguir sacar um baixo e uma guitarra ao mesmo tempo que usa caixa de ritmos electrónica. As coisas puxam um bocado para o estranho, mas simbiótico. Mas o poder além de um bom instrumental todo sacado do velho Paulo, são das excelentes prestações vocais destas musas. Becky Lee está estrondosa enquanto se mistura com a harmonia da guitarra, num blues/soul muito lento em «No Way To Leave on a Sunday Night». E Paulo Furtado deixa as vozes das Senhoras respirar, porque, de facto, elas são o centro de todas as atenções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo o conceito afectivo gira sobre os vários perfis da Mulher. Umas mais agressivas como «Radio &amp;amp; TV Blues», a tradicional música de Legendary Tiger Man, ou a melodia carregada «Lonesome Town» da sua nova companheira Rita Redshoes, ou a rápida «the Saddest Thing to Say» com o excelente contributo vocal de Lisa Kekula.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas as boas canções não culminam por aqui. Todo o álbum está repleto delas. Uma das melhores conta com a prestação de Claudia Efe em «Light Me Up Twice». Para macho alfa, Paulo Furtado bem que reconhece a importância das mulheres na música, e de uma maneira ou de outra ele conseguiu que muitas participassem directa ou indirectamente, pela sua atitude rebelde ou introvertida e melódica. Reconhece-as não apenas como musas, mas como artistas de grande talento.&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7lD-hKOOI/AAAAAAAAAJ4/dIbF1vdGATs/s1600-h/3.5discos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img $r="true" border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Ss7lD-hKOOI/AAAAAAAAAJ4/dIbF1vdGATs/s320/3.5discos.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-4153935250448838263?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/4153935250448838263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=4153935250448838263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4153935250448838263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/4153935250448838263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/10/legendary-tiger-man-femina-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SsSzghU-w6I/AAAAAAAAAIY/3_6_XSnrnS4/s72-c/c_4147440.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-3802160848646467559</id><published>2009-09-25T08:51:00.004+01:00</published><updated>2009-10-01T14:21:52.862+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;TAKING WOODSTOCK DE ANG LEE (2009, DISTRIBUÍDO POR FOCUS FEATURES)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/27/Taking_woodstock.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 279px; FLOAT: left; HEIGHT: 430px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/2/27/Taking_woodstock.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Realmente só faltava um filme sobre Woodstock era o que faltava. sobretudo, estrategicamente pensado quando se trata de uma época revivalista, que encarram a geração de 60 como um tempo mítico. Basta olhar para as revistas de música, para as ver pejadas de artigos sobre esta época mítica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais do que foi o Woodstock, que não se considerou, nem fica marcado como apenas um Festival em campo aberto, mas o que ele acabou por reprentar para as gerações que o viveram e que o sucederam. Como acontecimento socio-cultural e com implicações políitcas pró-pacíficas, a música de intervenção que já ecoava pelas vozes e guitarras de músicos marcantes como o génio Bob Dylan e a única Joan Baez, finalmente tinha representação física para além dos discos que as continham.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, a concentração frente ao Lincoln Memorial em Washington, D.C. já tinha criado um precedente em movimentos de massa com suporte musical. A´música tinha ganho claramente outra importância, que de repente todos os psicólogos e sociólogos estavam preocupados com os efeitos que isso provocou nas multidões. Tanto que se tornou um caso de estudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ang Lee parte do relato histórico de Elliot Tiber um designr de interiores no Estado de Nova Iorque alugou um celeiro para viver as suas experiências com a sua troupe. Os acontecimentos que se sucederam revolucionariam uma geração e todas as que haveriam de vir. Tudo começou com a vontade de Elliot em dar um pequeno concerto para os seus amigos. Curioso como momentos históricos saem dos actos menos calculados. Mas os obstáculos não eram poucos, apesar da licença para a organização ter saído apenas em 1 Dolar,  o que deu uma margem de lucro de quase 500% a Tiber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sendo o filme sobre o Festival, Lee consegue surpeender grande parte da audiência não fazendo um remake dos Fesatival. É mais um relato histórico que está por detrás de toda esta história. Um pouco documentário sobre aquilo que todos conhecemos, mas ninguém parou para pensar como tudo aquilo foi ali parar. Um pouco como uma viagem de LSD numa Yellow W Van Hippie, uma grande amnésia piscadélica donde resta apenas o espectáculo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Grande prestação de Emile Hirsch, um actor do movimewnto independente que continua a jogar grandes cartadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-3802160848646467559?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/3802160848646467559/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=3802160848646467559' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3802160848646467559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/3802160848646467559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/taking-woodstock-de-ang-lee-2009.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-2446756173837036672</id><published>2009-09-24T08:25:00.002+01:00</published><updated>2009-09-24T09:43:17.711+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;LES POUPÉES RUSSES DE CÉDRIC KAPLISCH (2005, CE QUI ME MEUT/LUNAR FILMS)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/64/Russian_dolls.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 298px; FLOAT: left; HEIGHT: 445px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/64/Russian_dolls.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;As Bonecas Russas é um filme tipicamente pró-europeu. A variedade linguísitca e afabilidade entre povos europeus é visível. Trata-se nada mais, nada menos do que a sequela de L'Auberge Espagnole e como seria de esperar, deveria haver um prolongamento no final do filme. Como é sabido não há duas sem três. Mas até agora, tal ainda não aconteceu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas lá para o meio do filme, Xavier conta-nos o porquê de a História acabar ali, e não se prolongar indefenidamente. Porque geralmente é assim que culminam os filmes de amor, dexando toda a monotinia da rotina na expectativa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme tem a façanha de relatar as relações amorosas e afectivas de uma maneira extraordinariamente realista e original. Não é o típico estilo filme francês, estranho e com contornos bizarros, muito pseudos. Talvez o segredo resida no facto de se tratar de uma produção conjunta entre a França e Grã-Bretanha, o que deum um certo pragmatismo ao argumento. Ou se calhar, a corrente actual de cinema francês esteja mudar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem também outro carácter singular que, para mim, é extraordinariamente belo, é um filme multi-lingue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Xavier regressa de Barcelona com uma ideia em mente, realizar o seu sonho de criança, tornando-se escritor. Mas não é tão fácil quanto parece. Após algumas peripécias em busca da mulher perfeita é-lhe oferecido a possibilidade de escrever um guião. Mas não está fácil, porque tem de ser escrito em Inglês, ao que Xavier confessa que domina a língua, mas a proposta de lhe retirar o guião está eminente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Foi então com a ajuda do seu amigo William, voltou a entrar em contacto com uma velha conhecida, Wendy. Esta tinha uma excelente reputação como argumentista e prontificou-se a ajudá-lo. Daqui nasce a relação mais interessante, com Xavier a deambular entre Paris e Londres como no clássico de Charles Dickens. Enquanto este segue na busca da mulher perfeita, William seu amigo encontrou de imediato o amor da sua vida, Natascha. Uma bailarina russa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, Wendy e Xavier vão se conhecendo, e subjaz-lhes uma química uma compreensão mútua que parece natural. Wendy veio de uma relação desfeita, Xavier das que desfez. Falam do amor, sexo e afectos de uma maneira platónica, e vão-se interessando mutuamente. Porque não há nada melhor que juntar a fome com a vontade comer, ou trabalho com prazer. E quem rima sem querer é amado sem saber.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No meio disto Xavier descobre que há uma nova proposta de trabalho: escrever a biografia de Celia Shelburn, uma modelo que era exactamente o que Xavier precisava para despertar. Levar uma tampa das antigas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-2446756173837036672?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/2446756173837036672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=2446756173837036672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2446756173837036672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/2446756173837036672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/les-poupees-russes-de-cedric-kaplisch.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8238454024097715250</id><published>2009-09-22T13:32:00.003+01:00</published><updated>2009-09-22T13:52:12.400+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;LYNYRD SKYNYRD - GOD + GUNS (2009, ROADRUNNER)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s1600-h/FRONT.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 318px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384270838107348418" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s320/FRONT.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os Skynyrd são daquele género de bandas clássicas que nunca esperávamos que ainda estivessem no activo. Mais são daqueles artistas de rock que por detrás daquela máscara libertina que todas as estrelas rock parecem transparecer, escondem um carácter ultra-conservador, neste caso americano bem ao estilo de Ted Nugent(o). Esqueçam aquela Amércia cosmopolita e avan-gard nova-iorquina ou angelina. estamos a falar da américa profunda e dos seus redneck fundamentalistas que enchem estádios e incentivam jovens americanos a combater por interesses de meia-dúzia de abutres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Levou tempo a mostrarem-se. Quem diria que subjacente a este radicalismo estão os mesmos autores de peças tão aparentemente hippies como Free Bird. Tal como um livro que jogamos fora quando lemos um passagem absurda, senão ridícula. A música é também um veículo de ideias e transporte de mensagens, por vezes perigosas. Pelo que devemos sempre ouvir com um espírito crítico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todo o disco transpira uma inspiração retrógada típica de matarruanos e saloios. Defender a pena de morte é uma coisa; andar a exultar nos discos a defesa das armas e da sua posse como um direito inalienável é já outro nível. Pois para estes velhos macacos isto é o que representa o verdadeiro espírito americano, como fazem questão de frisar em «God + Guns» ou «That Ain't My America», como se a América fosse uma realidade de um só povo ou comunidade de pessoas. Se há coisa que a América é uma multiplicidade de povos e culturas. Se há coisa que eu quero relembrar do espírito dos pais fundadores é o primado da lei enquanto expressão da vontade popular e a igualdade de todos perante a mesma; a liberdade e tolerância; e a coexistência pacífica dos povos (o célebre vive e deixa viver). Mas aquilo que fica é um povo violento, agressivo onde se propagou uma verdadeira «cultura de morte», que fomenta a guerra e os interesses. este bem se podem juntar ao clã Nugent e ir tocar para os infernos de Hades, porque maiores que sejam os riffs, os solos de guitarra, ou variações de bateria, que já se ouviram todos no passado ou por mãos de outros artistas, são os valores que sustentam o perfil de um artista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso, pelo menos para mim, conta muito. Tanto ou mais do que a melodia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8238454024097715250?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8238454024097715250/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8238454024097715250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8238454024097715250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8238454024097715250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/lynyrd-skynyrd-god-guns-2009-roadrunner.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/SrjFzNfiHcI/AAAAAAAAAII/poWLDozx-C0/s72-c/FRONT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6251755038881281838.post-8966980306198995671</id><published>2009-09-21T13:42:00.003+01:00</published><updated>2009-09-21T14:03:12.921+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PEARL JAM - BACKSPACER (2009, SONY BMG)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s1600-h/Pearl_jam_backspacer.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 291px; FLOAT: left; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5383904087754964050" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s320/Pearl_jam_backspacer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Os sobreviventes de Seattle parecem não perder fulgor, nem vitalidade com a idade. Este quintento acaba por ser o último legado de uma geração de bandas pelo menos com este alinhamento, tirando Matt Cameron que foi baterista dos Soundgarden. De resto todos os actuais membros dos Jam estão lá desde a sua origem. Não deixa de ser curioso que na própria incipiência desta banda está um grupo de tributo, ao vocalista de Mother Love Bone da qual Jeff ament e Stone Gossard fizeram parte.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E volvidos quase 20 anos de carreira, um estilo que atravessou a decandência e o seu revivalismo relâmpago, e 10 discos, os Jam vêm sem grandes floreados, nem aspirações megalómanas. Nem essa foi atitude Grunge, porque apesar do som deles não ser o Grunge puro, a «filosofia» não deixa de comparecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eddie Vedder não deixa de a sua voz esganiçada bem ao estilo de Do the Evolution? ou Stone sacar os riffs nitidamente rock. Os Jam são a mesma banda de sempre, a banda das guitarras - como se vê em Johnny Guitar, ou de inspirações humildes modestas como transparece em Just Breathe ou nas afinidades surfísticas de Eddie Vedder como Amongst the Waves que parece mais o Lado B de Given To Fly, Unthought Known um remix de Indifference, e Supersonic ou até mesmo The Fixer, um remake Not for You. Parece o mesmo gelado só que com sabores diferentes, só que daqueles que queremos provar todos os sabores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas apesar de cada álbum deles ser uma cópia do anterior, os Jam tem a faceta nunca fazer cada álbum novo um álbum cansativo. E a cada novo trabalho são os mesmos velhotes em roupa nova. Quem não tem um pingo de saudosismo ao lembrar os tempos de liceu com Gonna See My Friend ou a Adrenalina com Got Some. E o facto de ficarem mais velhos nota-se cada vez mais a concisão dos trabalhos, talvez proque tenham medo de não conseguir acabar cada disco que começam. É um álbum passageiro, é verdade, mas mesmo assim não deixa de ser marcante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se há algo que se torna dificíl com os anos é manter-se fiél às raízes, inovando.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6251755038881281838-8966980306198995671?l=revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/feeds/8966980306198995671/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6251755038881281838&amp;postID=8966980306198995671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8966980306198995671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6251755038881281838/posts/default/8966980306198995671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revelacoes-e-insignificancias.blogspot.com/2009/09/pearl-jam-backspacer-2009-sony-bmg-os.html' title=''/><author><name>Refugee</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09330037862901444567</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='10993128203915848195'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_vJevvZJ6rNg/Srd4Ph9ofFI/AAAAAAAAAIA/x49-nPh9G9g/s72-c/Pearl_jam_backspacer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>